Meu filho libera do o cu pela primeira vez

Chegou a Sexta-Feira Santa e, aqui na Bahia, os meninos brincam de "baba de saia" — um futebol em que eles se vestem com temas femininos. Meu filho foi jogar fantasiado de Minnie: cortou uma sainha de tule, colocou uma orelhinha, se arrumou todo, pegou o carro e foi.
?Passaram-se as horas e ele voltou com mais quatro amigos da faculdade: Ed, Douglas, Jefferson e Henrique. O Henrique era o amigo mais antigo: um moreno alto, forte, malhado, todo gostoso. Todos chegaram vestidos de Minnie. Com o passar do tempo, foram para a área de serviço beber os vinhos que tinham sobrado. Ninguém entrou na piscina porque estava frio e tinha chovido; o clima não estava bom para banho. Ficaram lá, tomando vinho e comendo petiscos. Como estava frio, fui para a sala. Eu estava cansado e todo mundo já parecia meio alto, meio bêbado. Sabia que misturar bebida comigo não daria muito certo e que não seria uma boa hora para incomodar ninguém, mas fiquei observando a brincadeira deles de longe.
?Aos poucos, eles foram tirando os acessórios e trocando de roupa para ir embora. Só o meu filho continuou fantasiado, já que estava em casa. Por baixo do tule, ele usava uma sombra preta que exibia o corpo bonito e o volume grande que tem. Reparei que, a todo momento, alguém encostava nele, elogiava sua bunda e brincava, dizendo que ele parecia uma "mina gostosa". Os meninos diziam que seriam o "Mickey" dele e, rindo, ele deixava que se aproximassem e passassem a mão.
Douglas falou, pra Jr meu filho , cara tu se soltou no jogo, os caras lavaram a mão na sua bunda.
Henrique completou, os mlks zuaram e até dedo enfiaram em vc.
Jeferson que já tinha me comido disse. Jr puxou o pai, kkk. Até meu pau tu apertou.
Jr riu e falou, aproveitando a zoeira.
Henrique, os caras até de pau duro tavam. Kkk
E começaram a se esfregar em Jr.
Jr dizia, sai fora. Mas continuavam.
?Mas um deles, em particular, ficou mais tempo: Henrique. Ele já estava de bermuda de tactel, sem os acessórios, e toda hora encostava. Teve um momento em que abraçou meu filho por trás e ficou ali, roçando nele, enquanto os outros riam e diziam que os dois formavam o casal Mickey e Minnie. Meu filho não conseguia sair, pois Henrique era bem mais forte. Ficaram naquela roçação, com a barba cerrada de Henrique no pescoço do meu filho, que apenas ria, olhando para trás. Quando finalmente se afastaram, deu para notar que o volume na bermuda de Henrique estava alto.
?Eu via e ouvia tudo estrategicamente da sala, sem ser percebido. Estavam todos muito alegres. Minha esposa tinha saído para o almoço de Sexta-Feira Santa na casa da família. Eu tinha combinado de ir depois que meu filho chegasse, para ver como ele estaria, mas, pelo visto, ele estava bêbado demais para ir a qualquer lugar.
Douglas disse que já ia e junto com Ed saíram.
Jeferson encostou no meu filho de pé, e falou. Nossa que rabo gostoso, ficou roçando.
Henrique foi no banheiro e Jeferson sem a menos cerimonia pois a rola pra fora, puxou a sunga de Jr pro lados começou a pincelar o cu.
Jeferson falou, nossa que bunda macia, seu cuzinho tá piscando.
Uau, preciso meter.
Jr saiu dele e Henrique pois o short.
Não demorou.
?A certa altura, Henrique deitou-se nas espreguiçadeiras com os outros meninos. Meu filho foi buscar mais vinho e, ao voltar, sentou-se no colo de Henrique. Ele olhou meio assustado, e os amigos começaram a rir, dizendo que ele tinha gostado da "pegada". Meu filho olhou para trás, deu uma risada e continuou ali sentado, bebendo e conversando. Henrique o segurou pela cintura e deu uma ajeitada no corpo.
?Pouco depois, a maioria dos rapazes foi embora, restando apenas Henrique e outro rapaz. O Júnior (meu filho) continuava no colo de Henrique, rebolando de leve para se ajeitar a cada instante. Quando o terceiro rapaz foi ao banheiro, Henrique meteu a mão por baixo da saia de Júnior, parecendo ajeitar algo. Júnior deu mais uma rebolada e continuou ali. Assim que o outro rapaz voltou, despediu-se de mim e foi embora no seu carro.
?Ficaram apenas os dois. Conversavam, riam e se ajeitavam a todo momento. Quando meu filho finalmente se levantou, percebi de longe que ele colocou a mão por baixo da roupa; parecia que tinha guardado o membro para o lado de fora da sunga, deixando-o solto apenas por baixo da bermuda, que estava muito larga.
?Ele trouxe mais uma garrafa de vinho e anunciou:
— Já está terminando, agora é a saideira.
?Serviu Henrique, que já estava muito doido. Henrique o olhou e disse:
— Senta aqui, Júnior. O pessoal já foi embora mesmo.
— Henrique, o que é isso? Meu pai está em casa, tenho que ficar de boa — respondeu meu filho. — Estou bêbado demais, vou parar neste vinho. Vou precisar dar uma descansada aqui para passar o efeito antes de pegar minha moto, porque está muito perigoso ir assim.
— E o que é que tem? Vamos aproveitar, senta aqui no meu colo, estava tão gostoso — insistiu Henrique, completando: — Até porque você está uma delícia.
?Meu filho cedeu e sentou-se calmamente. Henrique o levantou de lado um pouco, mexeu novamente por baixo e, quando meu filho sentou de volta, parecia estar encaixando alguma coisa. Deu para notar que a sunga do meu filho tinha sido puxada para o lado.
?Passado um tempo, Júnior começou a se mexer muito na espreguiçadeira. Henrique sugeriu:
— Levanta um pouquinho, vamos ficar em pé.
?Quando se levantaram rápido, vi que o membro de Henrique estava para fora e a sunga de meu filho, arriada. Encostaram-se perto da churrasqueira. Henrique, encostando o corpo nele e sem cerimônia nenhuma, disse:
— Você gosta assim, né? Deu para ver que seu c* é apertadinho. Nossa, adoro tirar um cabaco.
— Não, aqui não. Aqui é só na brincadeira, na resenha — disse Júnior, olhando para trás.
?Henrique o abraçou por trás e continuou fazendo movimentos de fricção. Quando terminaram de beber, Júnior sugeriu:
— É melhor você tomar um banho e deitar. Vamos lá que eu te mostro o quarto de hóspedes.
?Subiram as escadas. Rapidamente, fui para o meu quarto e deitei-me, fingindo dormir para deixá-los à vontade, pois percebi que meu filho estava bêbado e muito interessado em continuar aquilo.
?Logo escutei passos no corredor. Meu filho bateu na minha porta e me viu deitado; pensou que eu estava dormindo. Era a minha deixa. Levantei-me silenciosamente e fiquei atrás da porta ouvindo a movimentação. Escutei o barulho do chuveiro: meu filho tomou banho e foi para o seu quarto. Logo depois, Henrique foi tomar banho, demorou um pouco mais e entrou no quarto de hóspedes. Meu filho foi até lá e deixou a porta apenas encostada.
?Aproximei-me e empurrei a porta de leve, sem que notassem, pois estavam muito altos por causa da bebida. Deitados na cama, meu filho dizia que ia para o próprio quarto, mas Henrique insistia:
— Não, fica aqui um pouquinho comigo. Eu sei que você quer ficar.
— Eu não sei o que está acontecendo comigo, acho que é o efeito do álcool — disse Júnior.
— Não é nada. Você gostou foi da chibata. Minha rola dura te deixou doido, eu percebi — provocou Henrique.
— Nada disso — rebateu Júnior, rindo.
— Deixa eu encostar em você só mais um pouco. Estou com um tesão danado, preciso bater uma punheta. Fica aqui — pediu Henrique.
?Meu filho deitou-se de lado, ainda de short. Henrique posicionou-se atrás dele, encaixando o corpo. Pouco depois, tirou a própria bermuda e sussurrou no ouvido de Júnior:
— Nossa, que bunda gostosa... Meu pau está muito duro. Tira esse shortinho, deixa eu só encostar.
?Sem questionar, meu filho desceu a bermuda e, pelo visto, a cueca também. Henrique começou a fazer movimentos mais rápidos, falando baixinho ao seu ouvido.
— Deixa eu pincelar minha pica no seu rabo, vai.
— Eu não sou viado, você está querendo fazer graça comigo — respondeu Júnior, virando o rosto.
?Henrique o segurou firme e continuou pincelando. Dava para ver o movimento de suas mãos entre as pernas de meu filho. Henrique gemia baixinho, e Júnior começou a suspirar também, balbuciando palavras desconexas. Pela bebida, eles pareciam ter esquecido completamente que a porta estava entreaberta, e eu assistia a tudo.
— Se você fosse viado, era agora que eu te pegava. Nossa, que c* apertadinho — disse Henrique.
?Júnior rebolava contra ele. De repente, virou-se e ficou de bruços, revelando a pica enorme de Henrique, que devia ter uns 22 cm e era bastante grossa. Henrique subiu por cima e continuou os movimentos. Júnior olhou para trás:
— Promete que essa brincadeira vai ficar só aqui entre nós?
— Claro, lógico que fica só aqui. Fica tranquilo — garantiu Henrique.
— Então pode começar.
?Henrique desceu pelo corpo dele e começou a beijar e lamber sua retaguarda, desferindo tapinhas leves em sua bunda — uma bunda grande, parecida com a minha. Meu filho, visivelmente excitado e de pau ereto, começou a gemer alto. Henrique ficou louco. Subiu novamente, beijou o pescoço de Júnior e, com calma, introduziu o membro devagar. Júnior soltou um gemido que misturava dor e prazer.
?Depois de um tempo de penetração, Júnior começou a empinar mais a bunda, facilitando o ritmo. Henrique, descontrolado, falava:
— Caralho, você é muito gostoso! Que c* apertado... Faz tempo que não comia uma mulher tão apertada assim.
— Vai... vai logo que está doendo um pouco... Goza logo dentro para acabar com isso — pedia Júnior, meio confuso.
— Não, você vai pedir mais. Calma que você vai se acostumar — disse Henrique, diminuindo o ritmo e fazendo movimentos circulares bem profundos.
?Júnior começou a gemer com ainda mais intensidade, ficando quase de quatro. Henrique socava forte, batendo na bunda dele e elogiando o tempo todo.
— Vamos mudar de posição — propôs Henrique.
?Ele colocou Júnior com as pernas para o ar e continuou a penetração. Meu filho, totalmente entregue ao tesão, começou a se masturbar rapidamente. Henrique deitou-se sobre ele, beijando e chupando seu peitoral, o que deixou Júnior ainda mais alucinado. Pouco depois, Henrique o virou de lado e continuou o ato. A essa altura, Júnior já implorava:
— Por favor, vai... Goza dentro, goza dentro! Eu quero sentir o jato no meu c*... Por favor, goza!
?Henrique aumentou a velocidade e a força dos movimentos, estimulando:
— Vai, geme alto... Pede pica, pede mais!
?Júnior, esquecendo-se completamente de que eu estava na casa, começou a falar alto:
— Henrique, você está me f***ndo muito gostoso... Nossa, nunca pensei que seria tão bom! Vai, me dá essa pica toda... Eu quero gozar junto com você! Virei sua menina agora, sou sua mulher... Mete forte!
?Henrique começou a gemer alto e anunciou que ia gozar. Júnior, masturbando-se rapidamente, gozou ao mesmo tempo. Vi o corpo de Henrique tremer enquanto descarregava tudo dentro dele. Ele deitou-se ao lado de meu filho, exausto, mantendo-se conectado por alguns instantes antes de finalmente retirar-se e anunciar que iria tomar banho.
?Corri silenciosamente de volta para o meu quarto e deitei-me. Pouco depois, ouvi a porta do banheiro se abrir; Henrique havia saído. Em seguida, ouvi meu filho entrar no banheiro. Passado mais um tempo, Júnior voltou para o quarto de hóspedes e ouvi-o sussurrar para Henrique, pedindo sigilo absoluto e dizendo que aquilo tinha sido apenas uma brincadeira daquela noite.

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Comentários


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sátiro Comentou em 16/07/2026

'Votado. Quem dá não pode se recusar a nada que os machos queiram, tem que aguentar tudo e pedir mais. A dor e a humilhação fazem parte de ser submisso, quanto mais dor mais tesão, sem dor sem tesão. Delícia ele ser arregaçado sem dó por alguns machos roludos, assim que é bom, sem dó. Até terminar todo arrombado, cuspido, esporrado e mijado, que é como os machos marcam sua propriedade. E quanto mais machos juntos melhor.

foto perfil usuario kzadojfora

kzadojfora Comentou em 16/07/2026

Que delícia




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico belmon

Nome do conto:
Meu filho libera do o cu pela primeira vez

Codigo do conto:
267317

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/07/2026

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