Minha vida é uma correria e para quitar os boletos faço trabalho no Uber. Meu nome é Fábio, tenho 38 anos, branco, loiro, malhado, 1,78 de altura e 18cm que uso exclusivamente com minha patroa. Mas quando ela não libera pego umas putas para comer um rabinho. Era noite de sábado e o movimento estava bom. Noite quente e estava com um shorts de malha e camiseta. Quase, meia noite e já programei que seria o último atendimento e depois iria para casa. Um chamado para ir no shopping. Cheguei e era 4 pessoas. Um casal e dois rapazes. Três foram atrás e um veio na frente. A viagem seria um pouco longa. Rolava um papo meio estranho, pra não dizer pornográfico. Eu comecei a conversar com o cara que ficou no banco do passageiro. Foda que não tinha como não ouvir o assunto da turma. Nisso comecei a ficar de pau duro. E o volume já aparecer no shorts. Nisso eu reparei que o cara viu e sempre disfarçava e olhava e conversava, Chegamos no local e os três desceram e o rapaz que estava no meu lado. ficou. -- Agora outra viagem. Você viu que são duas paradas. -- Nem reparei.. mas vamos lá. Depois vou descansar. -- É bom né.. agora relaxar. Tomar uma cerveja e dormir. Desculpa, meus amigos falando besteiras. -- É não tinha como não ouvir. -- Eu percebi que você ficou incomodado. E olhou pro meu pau. -- Não incomoda. E então o cara coloca a mão no meu pau, agora meio duro. -- Desculpa, curto mulher. Ele, enfia a mão pra dentro do shorts e tira meu pau e começa a mamar. Vou dirigindo, sentindo pela primeira vez outro homem me mamar. A rola endureceu totalmente na boca dele. Mudei o roteiro e procurei um local mais sossegado para aquela mamada. Finalizei a corrida. Parei o carro afastei o banco e deixei ele dar a mamada. Minha mulher nunca mamou como o cara. Delícia sua língua deslizava na cabeça da rola, descia o pau e ia no saco. -- Que boca gostosa. -- Quero seu leite. -- Sério.. você vai beber todo? -- Não vou perder uma gota. E continuou a mamada. A cena era ele me mamando e o rabinho pra cima. Ele então abaixou a calça e estava de cueca. Eu, molhei meu dedo e fui brincar com o cuzinho dele. Ele me mamando e meu dedo esfregando no brioco. Porra, isso me deixou mais louco de tesão. Eu sentia o cuzinho piscar no meu dedo. Molhei novamente e comecei a enfiar, ele apertava meu deu.. e meu pau sendo mamado. -- Cara não vou aguentar. Vou encher sua boca de porra. Isso não para... Eu socava na boca dele e ai ele sugava com vontade. Mamava... e rebolava no meu dedo. -- Isso, vai... não para.... huuuuuummmmm. Explodiu na boca dele.... E meu dedo todinho no rabinho dele.. ele sugava e apertou meu dedo. Sentia ele sugar e não parava de sair porra. A melhor mamada que tive. Ele só parou quando o pau cansado deu uma amolecida. -- Seu fdp, que boca. Olha meu pau tá limpinho. -- Nunca mamei um cara que tinha tanto leite. -- Você foi o primeiro que me mamou. Até hoje nunca sai com um cara. Se a boca é gostosa, imagino o seu cuzinho. -- Acho que seria um bom motivo para descansar. Topa um motel no sigilo? Me ajeitei no carro, ele se arrumou. E sem pensar disse. -- Vou meter gostoso e vai gemer na minha rola. Dirige em busca de um motel. (Segue continuação)
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