Março de 2022, segunda-feira, sala de embarque no aeroporto Leite Lopes – Ribeirão Preto, destino Rio de Janeiro a um trabalho com volta programada para sexta-feira.
Estava sentado em uma cadeira, olhando celular e conversando com o amigo da empresa de São Paulo que deveria encontrar no Rio de Janeiro, horário aproximadamente que chegaria.
Nisso senta ao meu lado uma moça de pele clara, cabelos pretos e abaixo dos ombros, olhos pretos, bem vestida, vestido verde água e sapato com salto levemente alto. Perguntei a ela se estava indo para o Rio de Janeiro ou Brasília, visto que só tinha esses dois voos programados para aquela manhã, ela respondeu que para o rio de Janeiro a trabalho, que era advogada de uma multinacional e tinha duas audiências no Fórum do Rio na terça e na quarta-feira. Falei que estava indo participar de um Congresso na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro).
Eu: Alexandre
Ela: Paula, acho que te conheço de algum lugar.
Conversa vai, conversa vem, faltava ainda uns 30 min para o embarque, foi quando ela se lembrou do dia que ela, a mãe e as irmãs estiveram na frente da minha casa para tirar satisfação com minha esposa. Caímos na risada, e falei que não lembrava do rosto dela porque estava meio escuro, não disse que eu tinha saído com a mãe dela e muito menos com a irmã Ana. O embarque foi anunciado, seguimos para o avião e cada um sentou no seu acento, ela na executiva e eu em um acento normal no meio do avião.
Quando chegamos ao Rio, nos encontramos apenas na retirada das malas. Enquanto esperava as malas, tomei a iniciativa de pedir o número do celular dela e continuar a conversa que iniciamos na sala de embarque do aeroporto. Ela deu o número, pediu para eu dar um oi que responderia, pegou as malas e saiu em direção ao ponto de taxi. Eu peguei as minhas malas e fui encontrar com o meu amigo que esperava na saída do aeroporto.
Na quarta-feira por volta das 16h enviei uma mensagem a Paula perguntando se ela estava bem e a convidei para jantar. Respondeu que estava bem, um pouco cansada e que naquela noite não poderia sair porque estava preparando uma petição para a audiência que teria na quinta-feira no período da manhã. Disse tudo bem, que no dia seguinte enviaria mensagem após o almoço para saber se daria certo o jantar, desejei boa audiência e fui para o restaurante do hotel onde estava tendo um happy hours do congresso.
No dia seguinte logo após o almoço, meio ansioso, enviei mensagem a ela perguntando se naquela noite poderíamos sair para jantar e colocar o papo em dia, ela aceitou de pronto e combinamos que às 19h30 estaria no hotel dela. Eu estava hospedado na Tijuca e ela em Copacabana. Antes de sair enviei mensagem a ela dizendo que no máximo em 40 min eu estaria lá, ela disse ok e que poderíamos jantar no hotel que estava porque o restaurante era A La Carte. Chegando lá entrei no restaurante, escolhi uma mesa mais afastada, longe de umas pessoas que conversavam alto e a esperei chegar. Não demorou e lá estava Paula, 32 anos, linda, corpo esguio, em um vestido azul marinho que moldava o seu belo corpo, com seus lindos cabelos negros esvoaçados, cumprimentou-me com um beijo no rosto e se sentou a mesa.
CONTINUA...
Como descontei uma traição em dose quadrupla (parte 08_a filha mais velha)