Depois desse acontecimento, virou rotina encontrar a Diana no playground do prédio, sentada olhando a vista com uma cara de tristeza. No início imaginei que ela estivesse em luto, apesar das brigas era o cônjuge dela. Só que com o passar dos dias vendo aquela mesma situação toda vez que transitava por ali, começou a me incomodar de vê-la assim. Lembro como hoje, era uma sexta à noite, estava sozinho em casa jogando vídeo game, relaxando da semana puxada de trabalho e tinha pedido uma pizza família para comer sozinho com a velha coquinha gelada. Quando chegou, botei uma roupa e desci para busca-la. Foi quando passei pelo playground e vi não só a Diana, mas também sua filha Layla que abraçava e a consolava. A filha pedia desesperadamente que a mãe retornasse ao apartamento e tentava anima-la, só que ambas choravam.
Aquela cena me doeu de assistir e eu fiquei com a sensação de impotência de não consegui ajudar em nada. Baixei a cabeça e dentro do meu complexo de empatia emocional comecei a ficar triste por elas. Pensei comigo mesmo se naquele momento eu não tentasse mudar nem que fosse um pouco aquela condição, talvez me sentisse tão culpado quanto a causa daquela tristeza delas.
Apenas prossegui sem pensar muito, fui até a portaria que ficava um pouco mais afastado do playground, peguei a pizza com o refrigerante, perguntei ao porteiro, se tinha uns copos de plástico e uns guardanapos, para minha sorte tinha e ele me arranjou. Eu não tinha uma ideia pronta na cabeça apenas fui processando ações que julgava corretas no momento, e fui de encontro a mãe e a filha. Voltando ao playground caminhei de cabeça baixa até a mesa e cadeiras onde as duas estavam sentadas, coloquei a pizza e todo o resto em cima da mesa, levantei a cabeça e falei com uma voz alegre:
- Olha o que eu comprei para a gente comer!?
Não vou mentir, mas fiquei muito sem graça quando vi a reação das duas, apesar de tristes, me olhavam com julgamento, tipo “quem é esse doido aí?”, ficou aquele clima chato durante uns cinco segundos então eu tive que começar a me explicar. Me apresentei, falei que sempre via Diana perambulando o playground triste e que com o tempo a vê-la assim estava a me incomodando pois não gosto de ver ninguém mal e fui dissertando tudo que via, pensava e perguntava o que poderia fazer para poder ajudar.
Por fim acabei mentindo, mas por uma boa causa! Afirmei que comprei a pizza com a certeza que a encontraria no playground e teríamos essa conversa, mas de barriga cheia. Nesse momento aqueles olhares iniciais de julgamento, mudaram para olhares de admissão a tamanha gentileza. Pedi que elas se servissem e a ideia deu certo parece que de barriga cheia as pessoas se tornam mais acessíveis.
Comecei a conversar sobre o cotidiano com ambas até que Diana resolveu se abrir e contar sobre a vida que levava com o ex marido e a filha. Ela era dona de casa, o ex trabalhava de motorista particular para gente importante, só que eles estavam em uma situação financeira apertada, devido a uma dívida do passado, morando de favor, tinha a faculdade da filha e por fim o ex bancava uma amante e parecia que ele já tinha outro filho fora do casamento. Ela estava evitando ficar no apartamento porque tudo lembrava ele e ela sentia raiva. E no fim, como ela mesmo disse, tudo se dava um jeito, mas a maior preocupação dela era a faculdade de sua filha, enquanto falava, Layla a olhava emocionada.
Fui ouvindo todas suas angustias e frustrações e tentei fazer um balanceamento da situação, o problema no fim das contas era só o maldito do dinheiro mesmo. Para elas o mês se resolveria com um salário mínimo e quebrados. Nessa fase da vida apesar de jovem, ganhava bem, morava só, não tinha gastos a mais além de mim e tinha condições de bancar uma família se quisesse formar uma. Porém não existe almoço grátis, não dava para simplesmente ajudar alguém financeiramente com um valor alto só porque ela precisava.
Então fui unindo o útil ao agradável, nessa época eu gastava muito dinheiro com alimentação porque não sabia cozinhar e faxina também era um gasto que tinha. Pagava uma academia cara com uma abandonada no prédio. Comecei a idealizar as circunstâncias, Diana era dona de casa e sabia cozinhar, enquanto Layla fazia faculdade de educação física. Pensei alto a ponto delas me ouvirem:
- E SE... eu ajudar fazendo as compras do mês, sendo que você Diana também faz minhas refeições da semana e duas vezes na semana faxina minha casa, e, além disso, venho treinar aqui na academia do prédio com a Layla me orientando? Talvez meus gastos aumentem um pouco, mas consigo tirar proveito disso e também consigo reverter o dinheiro que gastaria para outras pessoas, com vocês, as ajudando...
Uma olhou para a outra, e desde que eu comecei a ver dona Diana no playground essa foi a primeira vez que o seu semblante tinha mudado, ela abraçou a filha que sem nem pensar só aceitaram a ideia. Ideia a qual, eu se quer tinha batido o martelo em definitivo! Mas aí vieram me abraçar, o coração amoleceu e a felicidade nos rostos das duas já tinham feito eu ganhar meu dia.
O tempo passou e a ideia funcionou, tive um aumento com os gastos, mas sinceramente eu acabei ficando mais acomodado desse jeito! Comecei a conviver com as duas, sempre quando estava em casa, passava na casa delas, ora para comer, ora para conversar. Fui pegando intimidade com a Diana e a Layla devido a rotina.
A Diana era uma mulher de 53 anos, era branca, baixinha, barrigudinha, cabelos médios pretos alisados, tinha os olhos pretos, peito pequeno e bunda grande. Ela era um pouco rústica em suas ações, mas ao mesmo tempo agradava quem ela gostava. Apesar da idade ela parecia ser mais velha, o seu rosto passava um ar de quem sofreu muito na vida. Um dia a levei no salão para ela ter um dia de princesa com a filha. Nossa ela voltou mais apresentável, rejuvenesceu e acredito que esta foi a prova de meu carinho por ela que a fez confiar totalmente em mim, isso se algum momento ela desconfiou né?
Enquanto sua filha Layla era uma gatinha de apenas 19 anos, 1,70m, alta que nem o pai, pele branca, peito bem pequeno, olhos pretos, usava óculos, tinha um black power encaracolado bem estiloso, era magrinha, já treinava e tinha uma bunda grande, que eu passei a dar umas reparadas enquanto fazíamos os exercícios na academia, ela com aquelas calças legging coladas chamava atenção de qualquer um. No início ela achou que eu fosse me aproveitar dela e da mãe, então era mais retraída para meu lado, só que esse bloqueio foi se desfazendo vendo minhas atitudes para com a sua mãe e ela mesma, ajudando-as a se erguerem. Com o tempo a amizade e os laços foram se fortalecendo, e eu era cada vez mais presente em momentos especiais para elas, saia com elas e até percebia um pouco de ciúmes quando falava bem de uma mulher na frente das duas, aos poucos de uma forma bem modesta fui virando um membro da família.
Tudo ia bem até que um dia em que não tive tanta demanda no trabalho, cheguei mais cedo e pude ficar em casa descansando. Já havia um tempo que eu não me envolvia com uma mulher, então estava começando a subir pelas paredes e por mais que gostasse de coroas a Diana não fazia bem o meu tipo e eu também não queria perder aquele forte laço que construímos de amizade. Mas enfim, já que eu não tinha ninguém para me envolver naquele momento, coloquei uns vídeos de putaria no computador, deitei na cama e comecei assistir e me masturbar. Acredito que dava para ouvir os gemidos e sons de batidas corporais da sala, pois o volume estava consideravelmente alto.
Assistindo os vídeos pelo monitor eu perdia a visão da porta do quarto e não demorou muito algo começou a me incomodar, a sensação é que estava sendo observado. Após um tempo eu percebi que tinha algo diferente, não era só zoada da geladeira estralando ou vento assoviando entre a fresta da janela, era como se alguém caminhasse dentro de casa, achei tudo muito estranho, não era loucura da minha cabeça. Pausei o vídeo, sentei na cama, olhei em volta procurando algo e agucei o ouvido na tentativa de ouvir alguma coisa. Não era dia de faxina, então não era para Diana estar ali. Resolvi ir em direção à porta do quarto, quando escuto bem de longe a porta da minha casa fechando bem devagar.
Pensei comigo mesmo, “Oh-Oh, alguém deve ter visto o que não devia!”. Nesse dia fiquei com vergonha de aparecer na casa delas então me mantive ali solitário. No dia seguinte tudo ocorreu normalmente, porém estava meio cismado com a Diana que tinha acesso a minha casa. Antes do trabalho, na academia com a Layla, ela parecia estar com raiva de mim, era treino de perna eu mal conseguindo sustentar os pesos, fazia uma série pela metade e ela pegava forte em minhas pernas e em minhas coxas e me ajudava a completar. No agachamento ela se posicionou atrás de mim como se fosse dar um abraço e falou firme, AGACHA! Algo a incomodava e eu percebi, então resolvi quebrar um pouco o gelo e brinquei com ela:
- Calma aí minha senhora, eu ainda sou virgem não vai nem me levar para jantar primeiro? Pagar um uísque do bom?
Ela teve um crise de risos, logo depois me abraçou forte e disse que eu era demais! O dia passou e chegou a noite, voltei cansado do trabalho e Diana me chamou para jantar, eu ainda meio sem jeito fui mesmo assim porque estava morrendo de fome e não tinha comida pronta em casa. Quando cheguei vejo Diana de avental e falei que só faltava o chapéu de mestre cuca, ela sorriu e me chamou de bobo, sentei na mesa esperando a janta sair, perguntei da Layla, ela disse que estava no quarto, ela iria chamar, mas acabou foi gritando pelo nome dela.
Eu estava sentado de costas ao corredor que dá nos quartos, quando de repente recebo um beijo forte na bochecha que desloca meu rosto para o lado e uma voz faceira que dizia:
- Boa noite meu aluno número um!
Sem nem esperar minha saudação, ela continuou andando em direção a cozinha, se revelando de costas para mim. Ela usava um pijama babydoll tão curto que eu conseguia ver a parte debaixo da poupa da sua bunda, na hora meus olhos quase saltaram para fora e meu pênis começou a dar o primeiro sinal de vida dentro da cueca. Layla foi até a cozinha falar com a mãe e quando Diana a viu indagou:
- Perdeu a vergonha de vez com o Matheus em casa foi Layla?
Ela mandou na lata para mãe:
- Ele gosta de mulheres mais velhas e me vê como uma irmãzinha, não tem problema não mãe!
O mais inusitado foi que eu tinha comentado sobre meus gostos dias antes e ela usou isso contra a mãe que somente gargalhou e aceitou o fato. Sem perder tempo Layla se virou, voltou para sala em minha direção e o que vi me atentou mais ainda, seu pijama na parte debaixo dividia sua xota ao meio, e a parte de cima ia até um pouco abaixo dos seios, além disso, ficava amostra sua barriguinha magrinha com o piercing no umbigo. Meu pau ficou cem porcento duro e torto na cueca que doeu, eu tive que ajeita-lo, ela percebeu e passou por mim dando uma risada de canto de boca, mas não falou nada e sentou no sofá. Eu fiquei alucinado, olhei esperando o que ela iria aprontar, ela sentou no sofá de pernas abertas, aquele short começou a se acomodar dentro da sua xota que por sinal era enorme, ela me olhava e falava normalmente como se nada tivesse acontecido.
Eu já estava suando frio até que a Diana vem com a janta e nós três fazemos a refeição. Na mesa Layla passou a fazer comentários sobre o seu corpo e perguntando a sua mãe e a mim o que achavam. Ela apertava os seus seios e dizia que quando pudesse colocaria silicone e me perguntou se eu como homem preferia seios pequenos ou grandes, sem graça, na frente da mãe, tentei ser evasivo respondi que ela era linda os homens a desejariam com peito pequeno ou grande e a Diana apenas concordou com a cabeça enquanto comia!
Nesse momento eu já tinha entendido o recado, por algum motivo no dia anterior a Layla esteve em meu apartamento e me viu na bronha, mas pelo visto ela gostou e muito! Depois da janta sentamos no sofá e ficamos assistindo tv, primeiro o jornal, depois a novela, a Diana tinha sentado no meio entre nós, então fiquei esse tempo todo doido na tentativa de ver a buceta da Layla de novo, não conseguia pensar em outra coisa. Foi incrível como aquela novinha me fez em questão de minutos deseja-la.
Depois que acabou a novela Diana foi deitar e disse que acordaria cedo no outro dia para fazer a faxina lá em casa e que eu poderia ficar, mas só evitar barulho. Eu queria ir para casa e inventar algo para arrastar Layla também. Eu tinha certeza que aquela noite seria longa. Só que antes de me despedir, Layla disse que estava sem sono, se eu queria ver um filme de terror com ela. O Sim saiu sem ela terminar a pergunta. Kkk
Diana se despediu e foi dormir então ficamos a sós, tratei de libertar meu pau da cueca só ficando coberto pelo tecido do short. Ela pediu que eu procurasse um filme no Netflix e levantou para pegar sua garrafinha de água e saiu desfilando com aquele short enfiado no rabo, eu só consegui acompanhar seu caminhar quase babando até que ela saiu de minha visão e busquei o primeiro filme que apareceu. Quando ela voltou eu fixei o olhar novamente naquele short que dividia sua buceta e roçava a cada passo. Aquela safada viu meu pau duro quase saindo do short mas preferiu continuar bancando a sonsa, eu pensei que teria um ataque do coração, mas ainda queria confirmar uma coisa.
A perguntei se foi ela que tinha entrando na minha casa no dia anterior, ela fez cara de paisagem e desconversou que não sabia nada dessa história, então novamente pensei comigo mesmo, “Tá certo sua escrota, vou jogar o seu jogo, mas quando te pegar de jeito, você tá fodida!” Deixei essa história para lá e ela sentou no sofá, eu estava a todo custo me segurando na casa dela em respeito a mãe, mas a Layla pelo visto gostava muito de provocar, ela deitou no sofá com a cabeça em meu colo, ela sabia que meu pau estava duro, então ficou mexendo sua cabeça, meio que alisando meu pau e meio que procurando uma posição confortável para ficar, nisso ela colocou uma almofada por debaixo das costas e da bunda elevando um pouco seu tronco e pernas, assim melhorando minha visão diante daquela par de pernas grosas e bucetão que marcava bastante o pijama.
Nossa aquela buceta engolindo o shortinho literalmente me hipnotizou, ela falava apontava a tv, mas eu só conseguia prestar atenção na sua xota. Ela provocava demais, inventou que um inseto a mordeu na região da virilha e levantou um pouco o short para coçar, não consegui ver sua buceta mas deu para avistar seu pelinhos. A verdade foi que comecei a ficar indignado porque uma novinha estava me fazendo de gato e sapato no jogo da sedução, então resolvi revidar! Primeiro coloquei meu cacete para fora do short, só que como ela usava um black power, atrapalhou sua visão, mas não parei por aí, enquanto o filme já rolava, encostei minha mão em sua barriga e comecei acariciar bem de leve na região do umbigo com o piercing e logo que comecei ela se arrepiou toda. Fiquei nesse alisa, alisa e comecei abrir minha mão esticando os dedos e tentando alcançar a parte inferior de seus peitos e ao mesmo tempo a sua bexiga bem próxima ao início dos seus pelinhos. Pude sentir sua respiração ficando ofegante. Então fui cada vez mais além, resolvi subir a mão e comecei a tocar e acariciar seus peitinhos, ela aceitou e se balançava para que tocasse nos dois, não perdi tempo e enfiei minha mão por debaixo da blusa dela e fiquei apertando os bicos dos seus peitos e brincando com eles.
Nossos corpos estavam ficando quentes a ponto de começarmos a suar, enquanto eu brincava com seus peitinhos ela começou a se contorcer toda e apertava forte aquelas pernas e a dar mini gemidos. Queria ver ela se contorcer de excitação, tirei a minha mão de seus peitos e comecei acariciar sua barriga novamente, mas dessa vez a arranhava com as unhas, ela chegava a se tremer a cada toque. Comecei abrir mais a minha mão e cheguei alcançar sua bexiga de novo, desloquei um pouco meu corpo para direita e resolvi esse problema, minha mão agora acariciava o final da sua barriga até o início da sua xota, ela resolveu abrir um pouco as pernas facilitando minhas carícias em seu sexo. Estava cadenciando os movimentos até perder a linha de vez! Enfiei minha mão por baixo do short e finalmente estava sentindo aquele bucetão já meio úmido, era peludinho, macio e carnudo, tudo que eu gosto! Numa dessas carícias ainda descobri que ela tinha um piercing lá embaixo, não aguentei mais e fiz o convite:
- Layla você não quer continuar esse filme lá em casa não? O volume está baixo e eu gostaria que aumentasse, mas sua mãe acordaria...
Ela levantou e com mesma cara sonsa disse que sim. Como somos vizinhos de porta e era tarde, saímos do jeito que estávamos e entramos em minha casa. Segurava a mão dela e a guiava até meu quarto. Meu computador ficava ao lado da cama então para assistir confortável teria que se virar de lado, pois deitei Layla na cama e ela se virou de lado, já na maldade me deitei atrás dela e coloquei minha mão em sua cintura, só que dessa vez a alisava com gosto percorrendo minhas mãos por todas suas curvas em pontos de paradas principais como seus peitos, sua buceta e aquela senhora bunda que a ela tinha.
Cada apalpada mais forte que a outra, ela ia cedendo, o nível de excitação já batia no teto, então perdi o jogo dentro daquela guerra psicológica e me rendi ao prazer. Fui tirando meu short e ela simplesmente continuou virada para a tela do monitor. Me deitei grudando meu corpo no corpo dela, cheirava e beijava as suas costas, ela estava a todo momento arrepiada. Com meu pau passei a roçar e forçar contra seu pijama ela reagiu também empurrando sua bunda grande para trás. Ela então resolveu se virar e enquanto tirava seus óculos, começou a relatar:
- Eu não consegui pensar mais em nada desde ontem quando entrei aqui a pedido da minha mãe para ver se ela não tinha perdido o celular dela e ouvi gemidos vindo do quarto, a curiosidade me levou até a porta de seu quarto e vi você se masturbando. Fiquei um tempinho lhe assistindo escondida. Voltei para casa e bati uma siririca pensando em você e gozei horrores. Depois disso na academia você estava me matando de tentação, queria tirar sua roupa ali mesmo quando te abracei e desde lá eu só ando molhada, finalmente vou matar meu desejo, me fode, mas me fode como naquele vídeo que você assistia ontem, quero sentir seu pênis socando forte minha vagina, me faça gozar!
Aquelas palavras entravam em meu ouvido num misto de Não Tô Acreditando Nisso e Que Sorte a Minha. Assim que ela terminou seu depoimento segurei o seu rosto e a beijei com gosto, ela já estava toda entregue então comecei a conduzi-la. Montei em cima dela me ajoelhando na cama e me aproximei com o cacete duro em sua boca, ela abria a boca mas eu ficava balançando-o, provocando ela a captura-lo e suga-lo. Ela tentava, mas eu fazia pirraça, ela resolveu segurar com a mão e tacou meu membro em sua boquinha. Ela começou um boquete com beijos, depois beijos molhados, foi criando gosto e acelerou com mamadas e lambidas que eu tive que interromper para não gozar ali mesmo.
Após isso a elevei da cama e retirei as peças de seu pijama e nossa que coisa linda de se ver! Traços de uma verdadeira brasileira peitinho pequeninho e uma bunda grandona a elogiei, ela ficou se sentindo, pediu que eu deitasse e em pé em cima da cama começou a dançar sensualmente enquanto eu segurava meu pau, até que ela se virou de costas e foi descendo em cima de mim, ficando de quatro e iniciando um 69 gostoso.
Ela tinha uma buceta inchada que eu pude me deliciar, a beijei tanto, rocei seus pelinhos na minha língua, cuspi, enfiei minha língua lá dentro já sentindo gostinho do seu mel, voltei ao seu clítoris, mamei, fiz ela gemer com ele durinho, o piercing ali também era algo novo para mim, naqueles minutos me senti tendo um relacionamento sério com aquela buceta gostosa, eu não estava na metade do queria fazer com a boca naquela xota até que a Layla se contraiu toda e despejou porra em minha boca, como eu amo tudo isso! Seu gozo vazava as prestações me dando tempo suficiente de saborear cada parte antes de engolir seu sémen. Aquela buceta era tão viciante que eu não queria tirar da boca. Com minhas mãos pressionava suas nádegas contra mim, ao mesmo tento que tentava enfiar a ponta do dedo naquele cuzinho virgem, também queria fincar minha língua o mais fundo possível na xota dela. Ela tirou meu dedo do seu rabinho me proibindo e tentava focar no boquete para que eu gozasse também, então acelerou a mamada no meu cacete de novo, só que eu ainda não queria gozar, a interrompi e pedi que replicássemos o que ela viu no vídeo.
Ela sorriu e aceitou, ela novamente se levantou foi se agachando em cima do meu pau e sem cerimônias ela cravou com tudo dentro dela, ela gritou muuuito alto e começou a quicar forte, se inclinou e apoiou suas mãos na cama sem diminuir as sentadas. Eu ajudei segurando sua cintura e me impulsionando contra seu corpo, eram estocadas fortes que faziam nossos corpos produzirem sons de palmas. No ápice do prazer eu anunciei o gozo e ela pediu que gozasse na boca dela, invertemos rápido a posição e dei uma última punhetada antes de derramar leite na sua boca, ela ficou brincando com porra na boca, engoliu uma parte e cuspiu o resto. Nossas forças naturalmente foram embora e ficamos deitados namorando e se tocando. Ficou muito tarde e ela começou a cochilar, pedi então que retornasse a sua casa para a mãe não desconfiar e assim ela fez.
Passei a transar com a Layla sempre quando era possível, geralmente quando sua mãe ia dormir, inventavamos uma desculpa e em minha casa assistíamos vídeos de sexo juntos para testarmos novas posições, depois que passei confiança, acabei judiando muito aquela bunda avantajada junto com o cuzinho dela. Isto durou mais ou menos um ano, foi uma fase muito boa da vida. A juventude realmente é uma dádiva, acho que se replicasse algumas posições nos dias de hoje, era certo baixar hospital. rs Deixo com vocês fotos ilustrativas que me lembram de momentos de glória daquele bundão em minha cara da Layla, não podia ver que queria morder...


