Por conta da pandemia e da situação no Rio de Janeiro, onde moro, passei uns meses no interior do estado. Como sou separado, meus filhos foram tbm para o interior mas em outra região ( me retirei em uma fazenda em Itaperuna e eles foram para região de Atafona, litoral).
Ficamos praticamente um ano nesse retiro forçado. Eu em uma fazenda de um amigo de infância e eles na casa da tia.
O que irei relatar aconteceu na fazenda. Fiquei hospedado na casa (bem modesta) que havia sido construída para um ex funcionário, ele havia se demitido uns meses antes e mudado de cidade, ficando assim a casa desocupada o que permitiu que meu amigo me oferecesse esse refúgio no meio da tragédia que todos enfrentamos.
Próximo a essa casa ficava a casa do administrador e a casa principal ( do meu amigo, o proprietário) ficava bem distante das nossas.
Junto com a família do administrador morava uma irmã dele que se chamava Maria das Dores (Dorinha) como era chamada. Apesar do nome sugerir uma jovem, Dorinha era uma mulher linda na casa dos 40 anos muito bem conservados e separada do marido ( motivo pelo qual ela morava c o irmão).
Fizemos amizade, amizade virou flerte, flerte romance e putaria, ou seja, eu estava numa boa naquela situação inusitada de ter largado tudo e me refugiado no mato.
Dorinha como falei, era muito bonita, morena clara, cabelos longos, boca carnuda, olhos negros e um senso de humor contagiante,uma beleza simples, natural e como o normal nas mulheres em algum tempo, ela tinha celulite na bunda linda e farta e um par se seios maravilhosos, grandes bicudos, gostoso de mamar e apertar e que ela pedia pra morder o bico e esticar a reta ( ela ficava louca com mamadas nas tetas e esticando elas).
Numa manhã, saímos eu e Dorinha para uma volta a cavalo pelo pasto e pequenas matas (reservas) , conversávamos sobre nossa situação conjugal, nossas experiências e em dado momento estávamos falando putaria, contando sobre nossas trepadas e descemos dos cavalos para uma seção de pegação com.beijos longos, molhados, gulosos enquanto nossas mãos se ocupavam do resto da sacanagem (eu passava os dedos na buceta já toda babada e ela batia uma punheta maravilhosa na minha caceta.
Da boca, desci para os seios, mamando minha vaquinha leiteira, sugando,.apertando esticando aquelas tetas fazendo a safada delirar de tesão.
Não aguentando ver meu caralho duro daquele jeito Dorinha toda puta se agacha e abocanha minha rola, chupando meu pau com a experiência de uma puta de rua, uma boqueteira profissional, eu urrava de tesão e dava estocadas fortes na boca da piranha. Dorinha naquele momento já não era mais uma amiga distante, era minha puta, minha piranha, minha vadia biscate, boqueteira e safada, gulosa de leite de macho.
Eu fudia a boca dela dando tapas na cara safada, esfregando a pica na cara dela, mandando a filha da puta babar meu pau, cuspir na minha rola, melar meu caralho, meu saco, apertando a cabeça tipo chapeleta e batendo punheta no meu cacete.
No meio daquela putaria, ela levanta os olhos, tira meu pau da boquinha e fala que queria me dizer uma coisa, mas tinha medo da minha reação. Ela falou sobre a tara de ver cavalo com a a jeba azeitada, dura e sonhava em mamar o pau do cavalo.
Eu muito safado, mostrei que tínhamos dois animais à disposição que por coincidência é só coincidência era um macho e uma fêmea. Cavalo e égua amarrados ali na nossa frente e ninguém por perto pra atrapalhar.
Ela me olhou e perguntou se eu tinha coragem e pra mostrar que não estava brincando fui na égua e alisei a buceta grande e larga, brinquei na bucetona da égua e falei - agora é seu momento, vou lhe ajudar a ser uma égua de verdade, e levei ela carinhosamente até o garanhao.
Mandei ela se ajoelhar e segurar na piroca do cavalo, ela obedeceu e pegou na tora do cavalo. Na medida que ela masturbava o pau ia crescendo na mão dela é a presença da outra fêmea foi facilitando até que o cavalo estivesse com a piroca dura, grande, pendurada batendo no peito, aquela vara enorme e Dorinha puta estava prestes a ser Dorinha égua vadia.
Ela cuspia no pau dele, segurava na punheta e eu então chamei ela de égua filha da puta que agora tinha que chupar aquela giboia, forcei a cara dela na direção da pica e fiz ela lamber a caceta dura, aquele cheiro forte de garanhao, a piroca com aquele resíduo de pau sujo. Ela achou que eu não iria chegar a tanto, mas mostrei pra ela o ditado " passarinho que come pedra, sabe o cu que tem". Se ela tinha esse fetiche, aquela era a hora. Esfreguei a piroca do cavalo na boca dela, ela foi pegando o gosto , perdendo toda vergonha e como puta que era, abriu o bocão que eu tinha beijado e tentou abocanhar a cabeça imensa daquele cacete, a cabeça da pica quase não cabia na boca dela, mandei ela passar a língua no buraquinho do pau e ela sentiu o gosto de resto de mijo do cavalo e já totalmente submissa, entregue a putaria,, ela mamava, lambia, cuspia enquanto eu esfregava minha piroca na bunda dela..deitei embaixo dela e mandei ela sentar na minha cara, esfregando a buceta babada, esfregando o cu na minha língua, me sufocando com aquela xana melecada de tesão. Eu pedia pra sentar e bolinava o grelo durinho enquanto tentava enfiar a língua no cu apertado da minha puta boqueteira.
Era eu chupando o cu da Dorinha piranha e Dorinha mamando a rola imensa do garanhao.
Ela foi punhetando com tanta voracidade que o pau foi inchando ainda mais , pronto pra descarregar porra, jatos de porra quente na cara da minha puta. A porra na cara, cabelos, boca, escorrendo na piranha e ela tentando beber tudo. Aquele cu delicioso na minha boca e minha fêmea bebendo porra quente e farta daquele garanhao que fazia da boca da minha Dorinha uma buceta de égua..
Depois que ela tomou uma coça da pica e leite daquela jeba descomunal eu mandei ela ficar de quatro pra ser enrabada. Botei a cabeça da pica na portinha do anelsinho e fui empurrando rabo adentro. O cu se abrindo na minha rola, aquela raba deliciosa embaixo de mim e eu xingando minha piranha, minha eguinha cuzuda, vadia rampeira, biscatinha gulosa... Eu xingava, batia na bunda dela, puxava pelos cabelos que eu chamava de crina arrombando o cu da minha piranha .
Eu fudia, enrabava, regassava e ela gemia no pau. Quando tava quase gosando, tirei o caralho daquele cuzao e soquei na boca dela. Pau latejando, com gosto do cusinho e ela mamou até que joguei meu leite na boca que o cavalo tinha gosado.
Dorinha numa manhã foi minha puta vadia e égua do garanhao.
Terminamos a putaria, voltamos pra casa, eu saciado, Dorinha exausta, com cu ardendo e toda grudenta da porra do cavalo.
Tomamos banho, fomos pro almoço e com carinhas ingênuas falamos do passeio e que todos dias iríamos passear para conhecer todos os cantos da propriedade.
Meu amigo não ligou os fatos, mas a esposa dele percebeu que trepamos muito no mato longe de casa.
Sorrindo ela perguntou se poderia nos acompanhar na manhã seguinte o que concordamos de boa vontade e com troca de olhares maliciosos. Estava nascendo uma nova amizade e mais uma égua pro garanhao da fazenda.
Para as putinhas deliciosas que leram, um beijo no cu. Para os amigos um abraço e para os viadinhos uma leitada na cara.