“Esteja usando ela na hora do almoço, eu estou usando aquela cinza de ontem. Nos vemos mais tarde, puto safado” Era o que dizia o bilhete junta da cueca gozada de Javier.
Fiquei encarando aquilo por um momento, sem acreditar no que estava acontecendo. Me lembro de soltar uma risada. Me sentindo dentro de um conto erótico ou um filme pornô. Toda a minha insegurança foi embora na hora, dissolvida pelas palavras e pelo presentinho de Javier. Estava tudo bem, ele não iria contar nada a ninguém, e ainda teríamos um replay. O tesão se apossou de mim na hora. Vesti a cueca de Javier, sentindo sua umidade na minha pele. Meu pau estava duro e não resisti e comecei a me tocar, por cima do tecido mesmo, apertando meu pau, sentindo o gozo dele em mim enquanto eu estimulava meu prazer. Fui para a sala, e largadão no sofá me toquei e me entreguei as minhas fantasias, que dessas vez estavam vazando para a realidade, pois agora eu sabia como era ter o gosto de Javier na minha boca, de como era sentir a pele quente dele contra a minha, de ouvir seu gemidos no meu ouvido. Eu revivi aquele nosso momento do dia anterior enquanto eu me esfregava naquela cueca, e sem parar me levei ao prazer, gozando sem tirar meu pau para fora da cueca, o gozo se espalhando pele tecido e se misturando ao de Javier. Fiquei sentado ali, curtindo o momento pós gozo, já imaginando o que viria mais tarde.
Me preparei para Javier, sem saber direito o que aquele homem iria querer de mim, mas pronto para tudo.
Se aproximava da hora do almoço que ele havia vindo no dia anterior, então vesti a cueca como ele pediu e aguardei, e felizmente ele não demorou. Eu o esperei na porta da lavanderia e quando me viu sorriu de um jeito safado que fez minha pele se arrepiar.
— Pelo jeito se divertiu sem mim. — disse ele apontando para a cueca mais marchando do que ele havia deixado para mim.
— Não consigo resistir, já virou um hábito, sabe. — brinquei.
Ficamos nos encarando por um instante, então ele se aproximou de mim, suas mãos grandes deslizaram pelos meus braços. Suspirei com seu toque, sem resistir também o toquei. Meus dedos penetraram pela sua regata subindo por sua barriga. Senti sua pele, e seus pelos, os músculos trabalhos e rígidos.
— Delícia…
— O que? — quis saber ele.
— Você.
— Você também é.
Ele pegou meu queixo e me fez olhar para seus olhos com aquele brilho cheio de tesão.
— Isso tem que ser nosso segredo, está certo? É bom para mim e para você, apenas nós dois.
Assenti.
Então ele me beijou.
Minha boca se abriu para a dele, nossas línguas se encontrando e se conhecendo em toques molhados e desesperados. Suas barba roçava meu rosto, nossos braços se entrelaçaram e nossos paus se tocavam, duros e cheios de desejo. Havia fome em nosso beijo, era um desejo mútuo, queríamos aquilo intensamente. Do meu lado aquilo era óbvio, mas fiquei surpreso pela necessidade Javier, como se ele não tivesse aquele tipo de contato a muito tempo.
Fomos a passos lentos para sua casa, não sei o motivo, mas quando dei por mim estava em seu quarto. Local onde tanto fantasiei tudo aquilo que estava acontecendo. Arranquei a roupa dele, peça por peça, me deliciando com cada pedaço de pele dele exposta para mim. Os pelos de seu peitoral, que desciam por uma trilha pela barriga então cós dentro da bermuda. As tatuagens espalhadas. Cai de boca em seus mamilos, o que o fez gemer de satisfação.
— Caralho… sim, isso mesmo puto… caralho Romeu
O jeito como ele dizia meu nome me deixava louco.
Ele se sentou na cama, todo nu, sua pica apontando ereta para cima. Que cena, meus amigos, aquele macho inteiro ali para mim. Subi na cama e fui até ele, abocanhando seu pau com minha boca.
— Isso mesmo, assim vai… chupa teu macho puto, chupa teu macho assim…
Eu mamava, me deliciando com os gemidos e obscenidades que ele me dizia.
Lambia da base até a cabela, chupava suas bolas, batia com seu pau em meu rosto. Ele adorava ver o quão safado eu era.
— Puta que pariu…
— Tá gostando?
Ele riu.
— Acho que esse é o melhor boquete da minha vida, que tal?
Voltei a chupar, engasgando até meus olhos ficarem molhados. Então ele me puxou para outro beijo, esse mais lento, meu corpo sobre o dele, suas mãos explorando meu corpo, indo da coluna até minha bunda. Eu chupava seu lábio, esfregava meu corpo no dele. Senti sua mão adentrar a cueca que eu ainda estava usando e ir fundo, seu dedo do meio explorando minha entrada. Gemi em sua boca, e ele gemeu de volta ao sentir meu cu piscando para ele.
— Eu vou te foder.
Era tudo o que eu queria ouvir.
— Eu vou ter comer, Romeu. Tá me ouvindo.
— Tô, me fode vai, me come…
Dessa vez nosso beijo foi mais intenso, ele pegava em mim, me puxando para si. Então ele me pediu para tirar a cueca e ficar de quatro na cama.
— Caralho… — Ele suspirou de satisfação, senti sua mão abrir minha bunda.
Senti seu dedo em minha entrada por um instante, então fui surpreendido por sua língua, vasta e esfomeada, me lambendo por inteiro. Ele se deliciou no meu rabo, chupando e lambendo com vontade. Senti sua língua descer então para minhas bolas, e mais, para o meu pau que babava. Javier chupou meu pau, meu dando um prazer inesperado e bem vindo. Fiquei curioso com aquilo, com a maestria com que ele me engolia. Não era algo de alguém sem experiência naquilo. Guardei aquilo em minha mente para depois.
Ele primeiro meteu um dedo, me testando, depois dois, então três, fazendo um vai e vem gostoso.
— Vai aguentar teu macho, puto?
— Vou, mete tudo no teu puto, mete.
Era verdade que Javier era o maior pau que eu já tinha experimentado, mas eu já era experiente. Pensei no lubrificante que tinha no meu quarto, mas felizmente ele tinha um em seu quarto, e passou em nós dois.
Primeiro senti sua cabeça adentrar meu cu, seguido então seu seu pau, centimetro a centimetro, deslizando para dentro de mim. Eu sentia seu latejar, sua grossura, seus pentelhos roçando minha bunda.
— Caralho…
Ele começou a bombar, primeiro lento, depois aumentando até chegar em um nível em que o quarto se encheu pelo som dos nossos gemidos e a colisão de nossos corpos.
— Cacete… era isso que tu queria puto? Era essa pica dentro de você?
— Sim, caralho… era sim…
— Então toma, sente esse macho dentro de você, puto. Toma caralho…
Ele socava com gosto, e eu revirava os olhos de prazer e realização. Ele me abraçou, seu corpo em cima do meu, seu quadril se movendo enquanto ele continuava a meter, sua boca colada no meu ouvido.
— Se você soubesse o quanto eu queria isso Romeu, o quanto eu venho sonhando em meter nesse teu rabo. Desde a primeira cueca gozada que eu encontrei… carlaho… eu me acabava com ela, imaginando você aqui nessa cama, sentindo meu cheiro e se acabando na punheta… cacete Romeu, olha o que você fez comigo… — sua voz grave vibrava pelo meu corpo. — Que rabo gostoso do caralho, Romeu… Pisca pra mim, pisca, issoooo caralho que delícia….
Ele meteu mais, sua respiração ficando mais entrecortada até enfim ele urrar, seu pau latejando e inchando, e os jatos quentes jorrarem dentro de mim. Ele dava estocadas fundas, grunhindo em cada uma delas.
Ele então se soltou sobre mim, todo seu peso, seu calor, me abraçando enquanto seu pau ainda latejava dentro do meu rabo. Depois ele saiu lentamente, e vislumbrou sua arte, senti seus dedos rodeando minha entrada.
Ele então me virou, e me beijou. Ele foi me beijando, no pescoço, depois desceu para os mamilos, onde se demorou, então voltar a andar, sua língua descendo até chegar em meu pau, que ele abocanhou sem cerimônia. Eu já estava fora de mim, ali eu me desfiz. Com sua língua eu gozei como nunca, enchendo sua boca de leite, que ele recebeu com devoção, saboreando e engolindo tudo, assim como eu havia feito, sugando até a última gota.
Eu me sentia derretido, realizado. O quarto cheira a sexo, o silencio entre nós dois era gostoso e cumplisituoso. Ficamos apenas de carícias até ele se levantar e olhar para o celular.
— Tenho que voltar para a academia.
Eu apenas assenti.
Ele foi para o banheiro e 5 minutos depois ele voltou envolto em uma toalha.
— Foi bom demais né?
— Foi, foi mesmo. — falei.
— Olha, a gente precisa conversar direito, definir melhor se formos, você sabe, continuar isso…bem se você quiser continuar…
— Eu quero.
Ele riu com minha resposta rápida.
— É arriscado, Romeu. Você está sentado na cama que eu durmo com minha esposa, a dez passos daqui está a casa da sua mãe e seu padrasto, que é meu irmão. O que a gente fez, é gostoso, mas tem que ser feito em segurança para não dar merda para ninguém.
Eu concordava com ele.
— Somos adultos, vamos dar um jeito.
Ele assentiu com a cabeça.
— Amanhã, antes de a gente curtir, vamos conversar direito.
— A gente pode ir se falando, por mensagem, me dá seu número se já não tiver.
Assim combinamos de ir nos falando ao longo do dia. javier botou a roupa para lavar e eu fui para minha casa tomar um banho.
Eu tinha acabado de trepar com o irmão do meu padrasto. Eu não conseguia acreditar naquilo. Depois de meses de fantasias eu tinha mesmo feito aquilo.
Depois Javier voltou para seu trabalho e eu fiquei sozinho com meus pensamentos e lembranças do ocorrido. Eu me sentia dentro de um sonho, sem saber como as coisas iriam prosseguir. Era irreal demais tudo aquilo, minha cabeça ainda se questionava mesmo se tudo aquilo tinha acontecido. Quais eram as chances, afinal?
Começamos a trocar mensagens naquela tarde. Javier acreditava que ia conseguir sempre vir para casa na hora do almoço, mas ele tinha receio de um dia alguém mais aparecer nesse horário. Eu disse que aquilo nunca aconteceu, mas ele não queria arriscar ser pego no flagra. Mas estava claro em como ele queria mais, e eu, maravilhado de finalmente ter o que tanto desejava, queria ir mais além, queria realizar cada sonho, cada fantasia, que eu tinha tido com Javier naqueles últimos meses. Javier era extremamente safado. Suas mensagens me deixaram com tremendo tesão, que eu escrevia com uma mão enquanto a outra eu me masturbava. Mandei uma foto do meu pau para ele, a cabeça brilhando de pré-gozo. O safado logo me mandou uma dele no banheiro da academia, dizendo “doido para estar dentro de você de novo, te enchendo de leite.”
A noite chegou e com a presença da minha mãe e meu padrasto em casa, e a esposa de Javier na casa do fundo, fui trazido de volta a realidade. Me questionei no que eu estava me metendo. Era insano que poucas horas antes eu estava de quatro na cama de Javier, ele metendo gostoso em mim, nossos corpos suados e nossos gemidos pelo quarto, e agora naquele momento, eu ouvia os quatro conversando no quintal dos fundos. Eu não me juntei a eles, o que era normal, já que sempre fui mais na minha, mas eu sabia que não iria olhar para Javier, sem relembrar cada obscenidade que ele havia dito olhando nos meus olhos, o desejo vazando deles.
Mais tarde trocamos mais mensagens, eu queria questionar se ele não se sentia estranho com tudo aquilo, com a esposa dele, mas eu não sabia como ele iria reagir, e no fundo que não queria que desse com o pé atrás e mudasse de ideia, então continue a falar putaria com ele, deixando de lado minhas inseguranças e abraçando meu lado safado.
“Amanhã vou te comer gostoso, puto, não vejo a hora” foi a última mensagem que ele me mandou antes de dormir. Eu, ainda inquieto pelo dia insano que havia tido tive dificuldade para dormir, bati uma rapidinha e enfim consegui cair no sono.
Javier chegou como no dia anterior, na hora do almoço.
Dessa vez eu o trouxe para o meu quarto, queria ter lembranças dele ali comigo, na minha cama, como muitas vezes imaginei nós dois.
Nos beijamos desesperados, nossas bocas famintas uma pela outra.
— Passei a manhã toda pensando nisso. — disse ele agarrando minha bunda.
— E eu nisso. — falei metendo a mão dentro de sua bermuda, pegando em seu pau duro.
Ele me jogou na cama, arrancou minha roupa e caiu de boca no meu pau, me fazendo arfar de tesão. Aquilo, o jeito como Javier me mamava me levava ao céu, a maestria que ele rodava a língua ao redor da cabeça, o jeito como ele me engolia por inteiro, com fome. Ele lambia meu caso, engolia as bolas, sua língua descendo até meu rabo, explorando meu cu.
— Gosta de um rabo, não gosta, Javier?
Ele riu com a cara enfiada na minha bunda, sua resposta foi um tapa gostoso que estalou pelo quarto.
Ele se deliciou com meu cu e meu pau, me fazendo contorcer de prazer, então foi minha vez. Javier se sentou na minha cama, peladão e lindo com aquela pica grossa apontando para cima, me chamando.
Cai de boca naquela rola toda babada, como sempre, gemendo ao ter seu gosto na minha língua.
— Caralho, que boca é essa… isso putinho mama teu macho, mama… ah cacete… isso mesmo assim…
Eu olhava para cima, vislumbrando seu rosto, sua cara de prazer.
Voltamos a nos beijar, eu sentado em seu colo, seu dedo brincando na minha entrada enquanto eu sugava sua língua.
— Você é muito safado, puto…
— Você gosta?
— Gosto — disse ele, penetrando seu dedo em mim. — Gosto pra caralho.
Joguei a cabeça para trás soltando um gemido, ele beijou meu pescoço.
— Me come…
Javier assentiu.
Peguei o lubrificante, passei em seu pau e no meu rabo, e com ele deitando na cama, comecei a sentar eu sua pica. Com ele todo dentro de mim, sua grossura pulsando deliciosamente, comecei a cavalgar. Eu nunca antes havia transado com alguém no meu quarto, nunca havia tido coragem, e ali estava eu, rebolando no pauzudo do irmão do meu padrasto. O tesão de tudo aquilo me levava à loucura. Mostrei para Javier o que eu sabia fazer, dei a ele toda a minha devoção. E pude ver pelo brilho em seu olhar, seus gemidos de satisfação, em como ele apenas gemia descontroladamente, o quanto ele estava gostando daquilo.
— Gosta de um puto sentando nessa rolona, não gosta? Hein, gosta de ter um puto só pra ti, rebolando na tua pica?
Ele apenas assentiu com a boca aberta.
Ele começou a mover o quadril para cima, metendo no meu rabo com vontade.
Meu pau estava duro feito rocha, babando pra caralho na barriga dele. O tesão abstruso que estava sentindo era tanto que logo gozei sem me tocar, jorrei em sua barriga enquanto eu rebolava nele.
Vi Javier limpar o abdômen com os dedos e depois os levar até a boca, provando meu leite.
— Eu preciso gozar agora, Romeu…
Eu assenti e mudamos de posição, eu de frango, minhas pernas pra cima, ele todo sobre mim. Ele meteu tudo de uma vez, fundo e com força, e com a boca colada na minha começou a estocar com rapidez. Gemiamos um na boca do outro quando senti seu pau inchar então jorrar dentro de mim. Ele continuou metendo por um tempo, prolongando seu prazer, então saiu de mim me deixando com um sensação de vazio.
— Puta que pariu…
Ele estava sobre mim, nós dois suados e satisfeitos.
Ele tinha que voltar para a academia então foi tomar uma banho rapido, eu fique na minha cama, sentindo a porra dele escorrendo de mim.
Mais tarde estávamos trocando mensagens, falando putaria e relembrando da nossa foda.
“Eu adoro porra” falou ele então, depois de eu falar que eu senti muito tesão vendo ele tomar a minha. “Amo tomar a minha sempre que bato uma, mas amo tomar a tua, adora isso.
“Eu também gosto, gosto de pré-gozo também.”
Estávamos trocando nossas preferências, eu adorava saber tudo sobre o que ele gostava.
Então tive a coragem de tocar num assunto.
“Tu chupa bem pra caralho, tu já tinha feito isso antes?”
“Quando mais novo, na tua idade mais ou menos, eu tive umas brincadeiras gostosas com uns colegas.” Falou ele. “Eu sou bissexual, alias. Mesmo que ninguém saiba”
“Que legal. Eu sou gay. Ninguém sabe disso também, além de você é claro.”
“Teu segredo está guardado comigo, não vou falar com ninguém, viu.”
“O teu também” Falei. “Você deve fazer a festa nessa academia com o tanto de cara gostoso ai”
Ele demorou a responder um pouco.
“Na verdade não, Romeu. Você é o primeiro cara com quem transo em anos. Desde que eu me casei na verdade”
Aquilo me chocou. Então Romeu me contou, que ele e seu esposa havia se casado quando ambos tinham uns 20 e poucos anos, e já estavam juntos na mesma quantidade, mas as coisas havia esfriado completamente. Eles não transavam mais, na verdade a esposa dele não cutia muito o lance do sexo, e também dizia que como Javier era muito dotado, isso incomodava muito ela na hora. Ele, claramente, não forçava nada, então aceitou sua condição. Disse que lidava coma falta de sexo sozinho, batia suas punhetas e lidava bem com a sua baixa vida sexual, mas nos últimos cinco anos coisas tinham esfriado de vez. Os dois pareciam mais amigos que moravam juntos do que marido e mulher. Não havia desejo, nem aquele amor romântico.
“Eu nunca tive nada fora do meu casamento, Romeu, nunca mesmo. Sempre respeitei meus votos. Nunca pensei em ir atrás de me aliviar com estranhos. Você foi o primeiro cara com quem transei em anos, eu não sabia o que era uma transa boa como a nossa a muito tempo.” confessou ele. “Eu não vejo mais Cecília como minha mulher, assim como sei que ela não me vê como marido dela. Por isso eu tomei coragem de ir fundo nisso com você, por que eu já não aguentava mais, eu via minha cuecas mexidas, gozadas, e me via desejado nelas, eu via no jeito como você olhava para mim, fazia muito tempo que eu não sentia isso. Ser desejado, e caralho, isso me deixa louco de tesão. Sei que ainda é errado, já que estamos mantendo isso em segredo, mas eu não me arrependo, Romeu. Não sei como vamos seguir com isso, mas só por agora, eu só queria curtir, sabe.”
Eu entendia ele e disso isso.
Havia sido profundo o que ele tinha me revelado, tínhamos criado uma cumplicidade ainda mais forte a partir daquele momento.
Ficamos sem nos falar pelo resto da tarde, cada um lidando com tudo aquilo que havia sido dito.
Nos outros dias as coisas correram do mesmo jeito. javier vinha um pouco mais cedo do que o horário do almoço, para não correr o risco de alguém mais aparecer por causa da hora. Trepavamos gostoso, ele me comendo até gozar dentro de mim. Era uma coisa rápida, já que ele tinha que voltar para o trabalho. Ele me chupava até eu gozar em sua boca, e depois ele vinha me beijar, dividindo meu próprio gosto comigo. Foi a semana mais insana da minha vida até aquele momento. Quando a sexta-feira à noite chegou, finalmente me dei conta que não poderia nos ver durante os próximos dois dias.
“Doido pra meter em você, puto, cheio de leite aqui” mandou ele acompanhado de uma foto da sua pica dura.
“Eu posso entrar ai e te chupar” brinquei.
“Quer dar uma volta de carro?” mandou ele um tempo depois.
Entendi o que ele queria.
Javier deu uma desculpa de ir no atacado comprar umas coisas, minha mãe e meu padrasto estavam fora, e só a esposa de Javier estava em casa. Cecília não gostava de fazer compras, então Javier está indo “sozinho”. Apareci enquanto ele estava saindo e me ofereci para ir junto, já que também queria comprar “uma cozinhas”.
Assim saímos, dois safados cheios de intenção.
Javier dirigiu até uma rua deserta, uns 30 minutos longe da minha casa, e enfim cai de boca em sua rola. Ele sentado no volante e eu mamando gostoso aquele homem safado.
— Cacete, Romeu, como eu queria te comer agora, encher esse teu rabo guloso de leite.
Ele gozou na minha boca, jatos fartos e deliciosos que engoli tudo. Então foi a vez dele me chupar, e caralho, como era delicioso ver aquele macho me mamar com gosto. Gozei e o safado tomou até a última gota.
Meio aliviado fomos de fato no atacado para manter com nossa desculpa e voltamos para casa.
Assim rolou durante as semanas seguintes. Às vezes acontecia de javier não poder ir por alguma coisa no trabalho, ou por eu também ter algum compromisso. Mas sempre que dava aproveitamos.
Nossas trocas de mensagens eram deliciosas, amavamos falar putaria um com o outro. Descobri que ele curtia estímulo anal. O que me deliciou.
“Curto me dedar quando estou batendo uma” disse ele. “Adoraria uma língua lá também, se você curtir. Até mais, se você quiser…”
“Você quer dar para mim, Javier?”
“Faz anos que não dou, mas se você curte comer também, não vou reclamar de reviver o passado.”
Aquilo me fez ir à loucura. Muitos dos meus sonhos eróticos eram de eu comendo Javier, mas nunca imaginei que ele curtisse ser passivo também.
“Quando você quiser então, me fala, vou adorar comer meu macho.” falei.
“Caralho, vou adorar ter meu puto metendo no meu rabo.”
Essa conversa rolou uns dois meses depois de todo o nosso lance começar, já era época de fim de ano, e uma viagem estava prestes a nos dar um delicioso presente. Mas isso vou deixar para um próximo capítulo, espero que tenham gostado e gozado bastante, até a próxima...




Uaaaalllll maravilha adorei
Que delicia, dois putos gostosos! Tou aqui esperando ansiosamente o próximo capítulo.