Após O Corte De Cabelo, O Barbeiro Tirou Meu Cabaço

Meu nome é Lucas, tenho 16 anos, sou branco, 1,73 m de altura e peso 70 kg.

Após sair do trabalho, às 19h30, resolvi passar no salão para cortar o cabelo.

Quando cheguei, estava apenas André, o dono, ele já estava prestes a fechar o estabelecimento.

— Fala, André, tranquilo? Ainda dá tempo pra mais um corte? — perguntei, estendendo a mão para cumprimentá-lo.

— Claro, menor. Vai ser jogo rápido, logo corto seu cabelo — disse ele, já pegando a capa de corte.

— Beleza então — respondi, entrando e sentando na cadeira em frente ao espelho.

André era meu amigo há anos. Alguns meses antes ele havia aberto o salão, e desde então eu sempre cortava o cabelo com ele. Além de ser um excelente barbeiro, eu queria dar uma força para o negócio dele.

— Então, vai ser o de sempre ou algo diferente?

— Tô querendo algo diferente hoje. Até tirei uns prints de cortes pra te mostrar — falei, mostrando a tela do celular.

— Deixa eu ver melhor — disse ele, pegando o aparelho.

Nesse momento eu lembrei de algo: porra, tinha me esquecido de apagar um nudes meu. Era uma foto de costas, mostrando a bunda, com meu rosto visível. Torci para que ele não tivesse visto. Eu adoro rola, mas ninguém sabia disso. Se ele tivesse visto, no mínimo ia achar estranho.

— Acho que esse segundo vai ficar ótimo em você — disse ele, me mostrando a foto e devolvendo o celular.

— Foi o que eu mais gostei mesmo — respondi com um sorriso de alívio. Provavelmente ele não tinha visto o nudes.

Enquanto cortava meu cabelo, ele às vezes encostava o pau dentro da calça no meu cotovelo. Isso já tinha acontecido outras vezes, mas dessa vez estava diferente: estava duro.

— Tá animado, caralho? Que porra é essa dura encostando em mim? — disse em tom de zoação.

— Porra, Lucas… você me deixou assim. Que rabo lindo você tem, branquinho, empinado e grande.

Ao ouvir isso, senti uma mistura de vergonha e tesão. O safado tinha visto meu nudes.

— Não vai pensando coisa errada. Isso aí é um fetiche de uma safada que eu tô pegando, ela curte foto da minha bunda — tentei inventar uma desculpa.

— Qual é, mano? Essa não cola. Sempre tive uma certa desconfiança de você, mas nunca falei nada — disse ele, apertando o pau por cima da calça jeans.

— Cara, vou te mandar a real: eu curto sim, mas é um assunto meio complicado de falar — respondi com um sorriso safado.

— Relaxa, Lucas. Isso vai ficar só entre nós. Vou só finalizar seu corte e você me conta direito essa história — disse ele, encostando novamente aquele cacete duro no meu braço.

Enquanto terminava o corte, conversamos sobre assuntos aleatórios.

— Pronto, menor — falou ele, pegando um espelho e me mostrando o resultado do corte.

— Ficou show! Vou pagar pelo Pix — disse, pegando o celular e fazendo o pagamento.

— Beleza, mas espera aí um pouco. Quero saber mais sobre aquele assunto — respondeu ele enquanto descia a porta do salão.

Essa curiosidade de André certamente iria dar em algo. Era uma coisa que eu sempre quis, mas nunca tinha tentado algo com ele. André era um negão de 1,80 m, 30 anos, corpo forte, voz grossa e com um baita volume entre as pernas.

— Diz aí, menor. Então você curte rola? Já fez alguma coisa ou só tem vontade?

— Já chupei um colega do trabalho, mas foi só isso.

— Então eu vou ser o segundo? — perguntou ele, desabotoando a calça, abrindo o zíper e tirando aquele pau enorme da cueca.

— Você realmente quer isso? — perguntei, olhando para aquele pau.

— Claro que quero, porra. Vem aqui e chupa meu cacete. Disse ele ficando totalmente nu.

Me aproximei, passei a língua na cabeça daquele pauzão e logo enfiei o máximo que consegui na boca. Consegui engolir quase todo aquele pau de 23 cm.

— Isso, porra! Que delícia… Você sabe muito bem chupar uma rola, hein, pivete — disse ele com expressão de prazer.

Chupei aquela rola com cada vez mais vontade. Era delicioso sentir aquele cacete grosso na minha boca.

— Vi na foto esse rabo, agora quero ver pessoalmente. Tira a roupa — ordenou ele.

Fiz o que ele pediu. Fiquei completamente nu e ele passou a mão na minha bunda, apertando firme.

— Então quer dizer que esse rabo lindo nunca levou rola? — perguntou, batendo o pau duro em minha bunda.

— Ainda não. Até tenho vontade, mas deve doer muito. Nunca tive coragem — respondi com certo medo.

— Se você tem vontade, vai ter que aguentar a dor. Fica tranquilo moleque, você não vai ser o primeiro viadinho que tiro o cabaço.

Provavelmente aquele pau ia me arrombar, mas como já tinha chegado até ali, decidi deixar rolar.

Coloquei as mãos na parede, me abaixei um pouco e empinei a bunda. André pegou um creme entre os materiais do salão, passou no meu cuzinho e começou a forçar. Logo senti a cabeça do pau abrindo meu cu. Caralho, que dor! Parecia que estava me rasgando.

— Para um pouco, tá doendo muito — pedi, com o rosto com expressão de dor.

— Relaxa, já passou a cabeça. Se quer dar o cu, não pode ser fresco, porra.

Ele foi enfiando devagar. Aquele cacete que entrou queimando, mas finalmente estava todo dentro. Ele parou um pouco, me dando tempo de sentir o pau inteiro enfiado. Depois começou os movimentos de vai e vem.

No começo foi devagar, mas logo André intensificou as estocadas, metendo cada vez mais forte. Meus gemidos de dor viraram gemidos de prazer.

Pouco depois, senti o pau dele latejar, seu pau que já era grosso ficou ainda mais, logo senti dentro de mim a sua porra quente inundando meu cu.

Quando ele tirou o pau, saiu uma mistura de porra com sangue. Ali estava a prova de que meu cabaço havia sido quebrado.

— Caralho, Lucas… Se você me der esse cuzinho gostoso sempre, pode ter certeza que daqui pra frente os cortes de cabelo vão ser de graça — disse ele, ofegante e rindo.

— Pode ter certeza que eu vou querer — respondi com um sorriso.

André foi ao banheiro se lavar. Fiquei ali, com as pernas ainda bambas, mas sentindo uma felicidade que jamais tinha experimentado.

E assim começou tudo. André foi o primeiro macho a me foder, mas certamente não seria o último.


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Comentários


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loudra Comentou em 20/07/2026

Delicia de ler este conto... show

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roy2 Comentou em 20/07/2026

Votado, com certeza deste dia em diante virou alegria dos machos, que delicia!

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maduroativo Comentou em 20/07/2026

Tenho tara por coroas cortando meu cabelo. A diferença, é que os provoco, para dar leitinho a eles;




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Ficha do conto

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barucky

Nome do conto:
Após O Corte De Cabelo, O Barbeiro Tirou Meu Cabaço

Codigo do conto:
267709

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/07/2026

Quant.de Votos:
10

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