Nesse período da minha vida, meu vício era tão grande que usava pó e outras drogas ilícitas sem me importar se teria o dinheiro ou não para pagar.
É dever traficante, ou você irá pagar de uma forma ou de outra, e isso é o que estava prestes a acontecer.
Mais uma madrugada e eu perambulando pelas ruas atrás de drogas. Fui em várias bocas onde não consegui o que queria. Pra ter a boa, ou pagava na hora, ou nada feito.
Desisti de tentar e fui em direção à minha casa. A rua estava deserta e eu sentia uma sensação de que algo estava prestes a acontecer.
— Fala, Natan, esqueceu de mim, filho da puta? — disse Negão com a arma encostada nas minhas costas.
Negão era traficante, morava em outro bairro, mas não sei como acabou me achando.
— Calma, mano, o que tu quer? — disse eu com a voz trêmula.
— Mano? Não sou teu mano, arrombado. Quero meu dinheiro — disse ele nervoso.
— Eu não tenho agora, mas vou fazer uma corre e te pagar, cara. Te dou minha palavra de homem.
— Tu não é homem, porra, moleque desgraçado. Mas hoje você vai achar o seu.
Negão me obrigou a entrar em seu carro e me levou para seu barraco. Em nenhum momento durante o trajeto tirou a arma de mim.
Ao chegar em seu barraco, ele me deu um tapa. Porra, levar um tapa daquele Negão de 1,85 m, forte e de mãos grandes, fez meu rosto arder.
— Cara, eu vou te pagar, eu juro, só não faz nada comigo — dizia eu com medo nos olhos.
— É claro que você vai me pagar, vacilão, de uma forma ou de outra. Deixa eu ver esse celular aí.
Acabei por entregar meu celular. Não era novo, mas já valia algo.
— Não paga o que tu me deve, mas já paga metade — disse ele rindo.
— Posso ir agora, Negão?
— Falei pra tu ir, porra?
— Não — falei em um tom baixo de voz.
— Tira a senha dessa porra — disse ele me entregando o celular.
Fiz o que ele pediu e entreguei o celular de volta. Só queria sair daquele lugar.
— Chega mais perto, Natan. Isso que vou fazer não vai abater em sua dívida, mas me deu vontade — disse, descendo a bermuda de tactel e tirando o pau pra fora.
— Tá louco, cara, não sou viado.
— Não te perguntei o que tu é, filho da puta — disse ele, encostando o cano do revólver na minha testa.
— Chupa — disse ele, olhando para mim.
Logo comecei a chupar o pau dele, que, mesmo mole, já era enorme. Em questão de segundos, sentia seu pau crescer e endurecer cada vez mais em minha boca.
— Pra quem não é viado, você chupa bem pra caralho — dizia ele enquanto fumava um cigarro.
Não era o primeiro cacete que eu chupava, já tinha até certa experiência. Enquanto chupava aquela rola, eu me sentia cada vez menos tenso. Engolia toda a sua rola, e que baita rola: devia ter por volta de 21 cm e era grossa.
— Tá gostando, sua puta? — dizia ele, tirando a camiseta.
— Cara, tô curtindo essa parada — disse eu, tirando seu cacete da boca. Aquela tensão inicial se transformou em tesão.
Tirei toda a minha roupa, ficando totalmente nu, expondo meu corpo magro, mas com uma bunda suculenta.
Negão, ao me ver ali todo nu, me jogou em um colchão no chão, ali no quarto.
— Fica de quatro pra mim, viadinho do caralho.
Fiz exatamente o que ele falou. Eu estava sendo exatamente o que ele falava: uma puta. Fiquei ali na posição ordenada quando ele veio por trás e começou a forçar. Sem camisinha, sem lubrificante, foi no seco, ele simplesmente forçou o pau no meu cu e enfiou de uma vez. Que dor. Soltei um gemido Alto
Logo Negão, sem delicadeza nenhuma, dava estocadas cada vez mais fortes no meu cu. Confesso que no começo sentia muita dor, mas que logo virou prazer. Assim foi durante um tempo, até que ele gozou. Negão gozou tanto que parecia ter meses sem gozar.
Após gozar, ele pegou o lençol e passou no seu cacete, limpando-o, enquanto eu vestia minha cueca, ainda com o cu cheio de porra, e vestia o restante de minhas roupas.
— Essa parada morre aqui — dizia ele, vestindo apenas sua bermuda.
— Claro, ninguém vai saber disso.
— Outra parada: vou te dar dois dias pra me pagar o restante. Se não me pagar, não vou ser tão bonzinho como fui hoje — disse ele, acariciando a arma.
Entendi perfeitamente o recado. Saí daquele barraco com o cu ardendo, mas de uma forma inexplicável e feliz. Acabei tendo que implorar dinheiro aos meus pais. Meu pai não fez questão nenhuma de me ajudar; simplesmente me falou: “Te vira, o problema é todo seu”. Já minha mãe, mesmo brigando muito comigo, me arrumou o dinheiro. Com o dinheiro para pagar o Negão, fui ao barraco dele, onde ele contou nota por nota.
— Tudo certo — disse ele sorrindo e acendendo um cigarro.
Pronto, agora eu poderia ficar tranquilo, sem medo de me acontecer o pior. Fui em direção à porta para ir embora quando ele me chamou.
— Chega mais, Natan. Sei que aquela parada não rolou só porque te ameacei. Vamos de novo? — disse ele, ficando todo nu.
Claro que aceitei. Foram várias vezes que fiz sexo com o Negão. Hoje já não uso drogas, estou limpo, mas nunca deixei de saciar a vontade daquele traficante gostoso.