— Olha só quem fala… você que parece o lutador tatuado. Eu sou apenas uma velha de 41 anos. Não tem menininha novinha suficiente pra você lá na sala?
— Menininha eu tenho bastante. O que eu não tenho é uma mulher feita… com coxa grossa, bundão e peitão assim.
Helena vira-se de frente para ele, encostando a bunda no balcão e ficando cara a cara.
— Nossa, você é bem direto, hein? Se a minha filha soubesse o que você tá falando pra mãe dela…
— Mas isso é culpa sua que resolveu sentar no meu colo.
Helena rindo, mas com a respiração mais pesada, passa a mão de leve no braço tatuado dele:
— Calma, garanhão… Aqui não. Tem jovens ali na sala que podem entrar a qualquer momento.
Ela deu um tapinha no peito dele, empurrando-o de leve para trás com um sorriso provocante:
— Vamos voltar antes que você se empolgue mais - diz olhando para sua bermuda e depois volta a olhar no olho dele.
Arthur pegou algumas cervejas, ajustando discretamente a bermuda antes de sair. Os dois voltaram para a sala com sorrisos agindo normalmente até o fim da partida.
Durante aquela semana, Helena estava no turno da tarde na academia onde trabalhava como professora de educação física. Vestia uma legging preta justa que marcava suas coxas grossas e a bunda empinada, e um top vermelho que continha (com dificuldade) seus peitos volumosos, e por cima a blusa com o logo da academia. O cabelo preso em um rabo de cavalo alto deixava seu pescoço e ombros à mostra.
Ela estava organizando alguns aparelhos quando viu Arthur entrar. Ele veio direto, com uma mochila no ombro, sorrindo com aquele sorrisinho safado de sempre. Era óbvio que ele já sabia que ela trabalhava ali.
— Arthur? — Helena levantou uma sobrancelha, sorrindo surpresa. — O que faz aqui?
Arthur aproximou-se e olhando sem vergonha para o corpo dela
— Vou começar a malhar aqui. Que coincidência. Preciso fazer a avaliação física. Pode fazer a minha?
Helena riu, balançando a cabeça, mas já sentindo aquela malícia dele.
— Tudo bem, garoto. Vem pra sala de avaliação.
Eles entraram na sala privativa. Helena fechou a porta e pegou a prancheta.
— Primeiro, tira a camisa pra eu ver a postura, ombros e composição muscular.
Arthur tirou a camiseta devagar, revelando o tórax largo, os gomos bem marcados do abdômen e os braços tatuados e fortes. Ele flexionou discretamente o peito.
Helena circula ele, passando a mão nas costas largas e descendo até a lombar, medindo com a fita métrica.
— Hum… boa massa muscular. Bem definido. Agora a parte de baixo. Levanta um pouco essa bermuda pra eu ver a coxa.
Arthur estava com uma bermuda bem larga e comprida. Ele levantou a lateral até quase a virilha, mostrando a coxa grossa e musculosa.
Helena se agacha na frente dele, bem de frente, olhando para cima.
— Não tá bom… a bermuda é muito larga, tá cobrindo tudo. Não consigo medir direito a coxa e nem ver a ativação do quadríceps. Você tá de cueca por baixo?
Arthur olha para baixo com aquele sorriso safado:
— Tô… mas se precisar, eu tiro sem problema. Não quero atrapalhar sua avaliação, professora.
Helena ainda agachada, com o rosto na altura da virilha dele, fingindo profissionalismo mas com um tom provocante.
— Então tira a bermuda. Preciso ver a perna inteira pra medir circunferência e ver simetria.
Arthur não pensou duas vezes. Soltou o cordão da bermuda e deixou ela cair no chão, ficando só de uma cueca boxer preta justa que marcava bastante o volume do pau, que já começava a crescer com a situação.
Arthur olha para ela agachada na frente dele
— Assim está melhor? Ou você quer que eu tire a cueca também?
- Não...por favor, mantenha a cueca. – Helena responde rindo de leve.
Helena continuou agachada bem na frente dele, com as coxas grossas abertas para manter o equilíbrio. Ela passou as mãos lentamente pelas coxas dele, apertando a musculatura, o que fez Arthur se excitar de vez, e sem fazer questão nenhuma de esconder.
— Coxa bem desenvolvida… bem grossa. — Ela subiu as mãos um pouco mais, quase roçando na virilha. — Tá respondendo bem ao toque também…
— Se você continuar apertando assim, vai ver como ele responde ainda melhor…
Helena fingiu que não ouviu a gracinha, medindo a coxa direita, depois a esquerda, roçando os dedos na parte interna, bem próxima à virilha. De propósito, ela deixou a mão encostar de leve no saco dele por um segundo enquanto “ajeitava a fita”.
Helena se levantou devagar, passando o corpo bem perto do dele. Seus peitos roçaram a coxa dele. Ela mediu os ombros, o peito, e desceu novamente, agachando mais uma vez para medir a panturrilha.
Enquanto estava agachada, ela olhou diretamente para o volume na cueca dele e se impressionou, mas tentou disfarçar.
— Já está acabando. Daqui a pouco você poderá vestir sua roupa.
— Sem pressa, posso tirar mais se a avaliação for necessária,
Helena se levanta e o encara, surpresa com sua ousadia
— Comporte-se, Arthur… aqui é lugar de trabalho. E agora vista essa bermuda.
Ela fala olhando para ele de cima a baixo, terminando na sua cueca já bastante volumosa. Ela joga sua bermuda sobre seu peito sorri, dá um tapinha no seu ombro e se afasta devagar, claramente satisfeita também.
Helena passou a semana dividida. Por um lado, a atração por Arthur era forte — o corpo dele, o jeito safado, a diferença de idade mexendo com seu ego. Por outro, ele era amigo da filha. Ainda assim, não resistiu em provocar um pouco.
Semana seguinte era Brasil x Japão. Dessa vez, Helena caprichou na produção: um shortinho de lycra branco, extremamente curto e justo, que marcava perfeitamente sua bunda grande e deixava as coxas grossas quase todas à mostra. Em cima, uma camiseta amarela, curta o suficiente para mostrar um pedaço da barriga e subir bastante quando ela se mexia. Toda vez que ela andava ou se inclinava, a parte de baixo da bunda ficava à mostra.
Quando os amigos da sua filha chegaram, as piadinhas do primeiro jogo logo começaram.
Marcos:
— Cuidado hein, Arthur! Deixa a tia Helena sentar no sofá hoje, senão vai virar bagunça de novo.
Arthur sentado bem do lado de Helena, com um sorrisinho
— Eu não me importo não… por mim está ok!
Helena riu, corando levemente, e deu um tapa de leve no braço dele.
— Vocês não esquecem nada, hein? Foi sem querer, abusados.
Arthur, sentado colado nela, não perdia oportunidade de tirar casquinhas. Quando ela se inclinava para pegar o controle, ou se levantava, olhava o quanto podia. Esbarrava o braço nela, sentindo seu corpo e se excitava novamente.
Marcos percebeu as olhadas constantes entre os dois — os sorrisos cúmplices, o jeito que Arthur se inclinava para falar no ouvido dela. Ele só sorriu de canto, mas não disse nada.
Helena se continha. Ria das gracinhas, respondia com indiretas, mas sempre mantinha um limite por causa da filha presente.
No intervalo, Helena saiu para a varanda para tomar ar e pegar um copo d’água. Dois minutos depois, Arthur apareceu.
— Você tá que tá heim. Esse shortinho branco… Tá me matando desde que eu cheguei.
— Você é safadinho heim? Eu sou mãe da sua amiga, Arthur. Se controla...
— Eu sei… mas é mais difícil ainda ficar quieto quando você vem assim, toda gostosa, me olhando daquele jeito. Eu fico lembrando do seu colo sentando em mim. E de você agachada na minha frente na academia…
— Você é impossível… Mas a gente não pode. A Mariana é minha filha, você é amigo dela. Seria errado.
Mesmo falando isso, ela não se afastou. Os dois ficaram se olhando intensamente. Arthur desceu o olhar para os peitos dela, depois para as coxas, e voltou para o rosto.
— Errado é você mandar eu ficar de cueca e me provocar. Eu quero você no meu colo de novo.
Helena respirou fundo, claramente tentada. Ela ia responder quando ouviu a porta da varanda abrir.
Mariana apareceu:
— Mãe, o segundo tempo já vai começar.
Helena foi salva, mas o clima estava cada vez mais quente entre eles. Ela saiu sem olhar para Arthur, mas o coração estava acelerado.
No final do jogo, o Brasil fez o gol da virada. A casa explodiu em gritos e pulos. Todos se abraçaram.
Arthur foi mais direto. Quando Helena pulou de alegria, ele a puxou num abraço forte, colando o corpo dela no dele, sentindo seus seios grandes contra os seus. Uma mão desceu um pouco mais que o normal, parando na curva da lombar, quase na bunda. Helena retribuiu passando a mão em seu peitoral definido.
Eles se soltaram quando os outros se aproximaram. Helena estava vermelha, excitada e culpada ao mesmo tempo. Arthur só sorriu, ajustando discretamente a bermuda.
Após o jogo, na cozinha, enquanto guardavam as últimas coisas, o clima esquentou de vez.
Arthur chegou por trás enquanto Helena lavava um copo, encostando o pau levemente em sua bunda. Helena deu um gemido baixo e deixou. O pau duro roçando sua bunda a fez por um segundo esquecer que estava em casa com sua filha na sala.
— Eles estão indo a um bar, mas eu disse que não vou. Eu vou fingir que tô indo embora para casa, mas volto daqui a uns 30 minutos.
Helena vira o rosto, sorrindo de canto, claramente excitada.
— Ok. Volte e a gente se fala.
Em seguida, sua filha entra na cozinha.
— Mãe, vou pra um barzinho aqui perto com a Juliana e o Marcos encontrar uns amigos da faculdade. Devo voltar só depois da meia-noite, ok?
— Podem ir e se divirtam.
Arthur se despediu junto com os outros, mas antes de sair trocou um olhar longo e carregado com Helena. Ele piscou discretamente. Quase meia hora depois, a campainha tocou. Helena abriu a porta. Arthur estava lá, com a mesma bermuda e camiseta, olhar faminto. Assim que fechou a porta, ele a puxou para um beijo intenso, mãos descendo direto para a bunda dela por cima do shortinho branco. Finalmente ele segurava aquela bunda enorme que ele tanto desejava
— Agora é minha vez de fazer a avaliação física em você, professora.
— Aqui na sala?
— Sim, aqui na sala mesmo. Tira a roupa pra mim.
Helena hesitou por um segundo, mas a vontade falou mais alto. Ela tirou a camiseta devagar, revelando um sutiã preto rendado que mal continha seus peitos grandes e pesados. Depois, deslizou o shortinho branco pelas coxas grossas, ficando só de calcinha combinando — uma peça pequena que marcava bem sua bunda empinada.
Arthur deu um passo para trás, admirando.
Ele começou a “avaliação”. Mandou ela ficar de frente, de lado, de costas. Passava as mãos com firmeza: apertou os ombros, desceu pelas costas, segurou a cintura, e finalmente agarrou a bunda com as duas mãos, apertando bem. Ele agachou atrás dela, beijando a parte de baixo da bunda, mordiscando de leve. Depois virou ela de frente, ainda agachado, e beijou a barriga, subindo até os peitos. Tirou o sutiã com habilidade deixando-a apenas com a pequena calcinha, e chupou os mamilos com vontade enquanto apertava a bunda dela.
Helena estava ofegante. Ela puxou a camiseta dele, tirou, e passou as mãos no peito tatuado e nos músculos.
Arthur tira a própria bermuda e cueca, revelando o pau grosso e duro. Helena, já entregue, se ajoelha na frente dele no sofá. Segurou o pau com a mão, olhando para cima com cara de safada, e começa a chupar devagar. Lambe da base até a cabeça, depois colocou na boca, sugando com vontade enquanto massageava as bolas.
Arthur geme, segurando o cabelo dela, mandando olhar pra ele enquanto chupa.
Ela obedecia, olhando nos olhos dele enquanto acelerava o ritmo. Arthur segurava a cabeça dela com mais firmeza, fodendo sua boca com estocadas controladas.
— Senta aí, guri...porque agora vou sentar em você de verdade.
Ele sentou no sofá e ficou apreciando enquanto Helena tirava a calcinha e ficava totalmente nua, olhando nos olhos dele, como se estivesse desafiando. Ela ficou de frente, montando no colo dele. O pau, duríssimo, pressionava contra a boceta molhada dela.
Helena desceu devagar, sentindo ele entrar centímetro por centímetro. Ela gemeu alto quando ele a preencheu por completo. Ela rebola devagar no pau dele
— Ai, Arthur… você é grosso demais. Tá me enchendo toda…
Arthur segura a bunda dela com as duas mãos, apertando forte.
— Isso… senta gostoso, sua safada. Eu sonhei com isso desde aquele dia que você sentou sem querer. Agora senta com vontade.
Helena começou a cavalgar nele. Seus peitos grandes balançavam enquanto ela rebolava, a bunda macia batendo contra as coxas dele. Arthur chupava os mamilos dela, uma mão na cintura, a outra apertando a bunda, ajudando no movimento.
Eles trocaram de posição. Arthur a colocou de quatro no sofá, admirando a visão de trás. Ele passou as mãos pela bunda grande, deu um tapa leve e entrou nela novamente, metendo com ritmo firme. Helena geme, empinando mais a bunda.
— Mais forte… assim… você me deixa louca, seu safado.
Arthur mete fundo, segurando os quadris dela.
— Essa bunda é perfeita… balançando toda vez que eu te fodo. Você é muito mais gostosa que as meninas da minha idade.
Ele metia com vontade, alternando entre estocadas rápidas e profundas. Helena rebolava para trás, encontrando as investidas dele. O som dos corpos se chocando enchia a sala.
Depois, Arthur sentou novamente e puxou ela de volta para o colo, dessa vez de costas para ele. Ele segurava os peitos dela enquanto Helena subia e descia, rebolando o bundão no pau dele.
— Eu vou gozar… continua assim…
Arthur acelerou, uma mão descendo para esfregar o clitóris dela. Helena gozou forte, tremendo no colo dele, apertando o pau com a boceta. Depois que ela gozou, ela se ajoelha e pergunta provocativamente:
- Quer que eu te chupe, mocinho?
Arthur segura o pau duro na frente do rosto dela.
— Quero gozar na sua boca. Chupa!
Helena, ainda ofegante e com olhar safado, segurou o pau com as duas mãos e começou a chupar com vontade. Ela lambia toda a extensão, chupava as bolas, e depois enfiava o máximo que conseguia na boca, fazendo movimentos de vai e vem com a cabeça.
Arthur gemendo, segurando o cabelo dela:
— Isso… que boca gostosa. Você chupa tão bem… olha pra mim.
Helena olhava para cima, com os olhos lacrimejando de tesão, enquanto acelerava. Ela usava a mão junto com a boca, masturbando e chupando ao mesmo tempo.
— Tô quase… vou gozar na sua boca.
Helena gemeu afirmativamente, sem tirar o pau da boca. Arthur segurou a cabeça dela e gozou forte, enchendo a boca dela com porra quente. Ela engoliu boa parte, o resto escorrendo pelos lábios e queixo enquanto ela continuava chupando devagar até ele parar de pulsar. Os dois caíram no sofá, suados e satisfeitos.
— Melhor avaliação física da minha vida… Quando vamos fazer a próxima?
Helena riu, ainda recuperando o fôlego, sabendo que isso provavelmente não seria a última vez. Ambos continuaram saindo eventualmente durante quase um ano, até que Helena, em conversa com a filha sobre intimidades, descobriu o que já suspeitava. Arthur também havia transado com sua filha algumas vezes. Aí ela decidiu parar antes que sua filha também descobrisse seu segredo safadinho com seu amiguinho.

