O Vizinho casado e a mata ao lado



Lá pelos anos 2010 me mudei para Palmas, capital do Tocantins. Apesar de já ter meus 25 anos e passado pela universidade, posso dizer sem sombra de dúvidas que neste período foi onde de fato passei a ter uma vida sexual com mais intensidade. Antes disso, ainda morava com meus pais, e pra ajudar não tinha meio de transporte próprio. Mas agora morava sozinho e não tinha que dar satisfação a ninguém.
Além do mais, passei por uma clara mudança física. Foquei na academia, perdi bastante peso, ganhei massa muscular, saindo de um "gordinho simpático e boa praça" para um "moreno encorpado que chamava a atenção" (não a toa neste período cheguei a ser convidado para gravar filmes adultos rs)
Sexualmente, já me entendia bissexual, já havia experimentado de tudo, mas com poucas oportunidades.
Dado o contexto, morava em um conjunto de kitnetes bem no centro da Cidade, em frente a um local chamado "Praça da Árvore" que, apesar do nome, era composto por uma grande área de mata fechada com várias trilhas.
Um dia, despretensiosamente, percebi 2 rapazes entrando nas trilhas da parte de trás, onde havia pouco ou nenhuma movimentação de carros ou pessoas. Fiquei curioso, entrei e acompanhei de longe.De onde estava, observei dois caras por volta dos 30 anos, que haviam começado a se pegar, logo um baixou a calça jeans enquanto o outro não perdeu tempo e começou a chupar com vontade. Sim, havia acabado de descobrir um ponto de pegação na cidade! Acompanhei a cena por mais alguns minutos mas não passou disso. Antes que fosse percebido voltei pela trilha e fui pra casa.
Neste mesmo período, havia mudado para a kit aí lado da minha um casal homo, dois caras, ambos morenos, por volta de 1,70 m, corpos normais, parecendo ser um pouco mais velhos. Minha interação com ambos não passava de um educado "bom dia/bia tarde/boa noite". As vezes tinha a impressão de estar sendo observado, mas nunca investiguei a fundo. Todavia, percebi algo: um deles viajava com alguma frequência.
Pois bem, passada uma semana, em um sábado de tarde resolvi explorar as tais trilhas desta vez com um objetivo: transar!
Eram mais ou menos 14:30 quando comecei minha aventura. Andei um pouco e logo cheguei a margem de um pequeno córrego que cortava a mata. Fui margeando e pensando ter chegado muito cedo, quando para minha surpresa me deparo com o tal vizinho, sentado em um tronco, esperando alguém.
- Opa, você por aqui?
Meio assustado ele responde "sim, vim espairecer um pouco..."
"- Espairecer rs?"
"- Vim ver o que estava rolando por aqui... Rs"
"-E já rolou algo?"
"- Não...rs"
" - Pois vai rolar agora..."
Sem aviso simplesmente desabotoei a bermuda, abri o zíper e baixei a cueca. Meu cacete pulou pra fora como um animal selvagem que acabou de ser libertado. Pulsante, cheio de veias... Ele não teve dúvidas, não titubeou. Aproveitou que já estava mais ou menos no nível (lembre -se que ele estava sentado no tronco) e começou a mamar com vontade, com vigor.
Eu também estava praticamente explodindo de tensão comecei a fazer movimento "fodendo" a boca daquele puto, logo começar a empurrar a cabeça dele pra ir no fundo da garganta. O desgramado engasgou, mas em momento nenhum pediu pra parar ou diminuir. Babava, lacrimejava, tossia, mas continuava.
Quando parei ele só disse "MINHA NOSSA, COMO EU DESEJEI ISSO DESDE O DIA QUE ME MUDEI PRA CÁ!!!"
"Desejou é? Mas não acabou ainda. Levanta e empina! RÁPIDO!'
Como uma cadela obediente ele o fez, levantou e empinou. Com violência abaixei o short, cuspi, e enfiei, sem prévia, sem pedido, sem cerimônia! Meti! Meti com força! Meti com raiva! Ele urrava com cada estocada, mas queria mais.
"Me leita, FDP! Me leita!"
" Tá achando que sou seu maridinho em quem vc manda? Em mim não! Puta que Eu como faz o que eu mando!"
"Então me manda que eu faço...'
"Fica de joelhos, vira pra mim e abre a boca!
Isso... Agora toma meu leite!"
Os jatos que foram pra dentro da boca ele cuspiu.
"Como é que é, você cuspiu?? Falei que era pra engolir!"
Disse isso batendo com o duro e aínda melado na cara dele.
"Lambe o que restou e engole... Dessa vez vou deixar passar, das próximas é pra engolir tudo."
"Quer dizer que teremos próximas?" Disse ele com um sorriso que misturava cansaço com safadeza rs.
"Lógico... Me procura nos dias que tiver sozinho rs" respondi subindo as calças e me vestindo pra ir embora.
E sim, tivemos outras oportunidades e tive outros passeios pelas trilhas da praça, mas estes relatos ficam para outros dias.

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Comentários


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legyn87 Comentou em 22/07/2026

Pior que não rolou, Victor... 😕

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vitor3 Comentou em 22/07/2026

Votado! Na próxima o marido podia participar.




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Ficha do conto

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legyn87

Nome do conto:
O Vizinho casado e a mata ao lado

Codigo do conto:
267911

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/07/2026

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4

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