"Léo, estou em uma currutela aqui perto de Porto Nacional. Quero te ver… Por favor, vem aqui… Você não sabe o quanto eu sinto sua falta… Ju”
Era intervalo da hora do almoço quando recebi esta mensagem. Um colega ao lado soltou “Rapaz, deve ter vindo notícia boa nesse celular… O cabra tá com um sorriso de orelha-a-orelha”.
Ri e respondi: “É só um assunto que preciso resolver neste final de semana…”, no que outra colega responde “Esse assunto só pode ser rabo-de-saia. Essa carinha aí não me engana”.
Eu só ri porque não tinha muito o que responder, pois estava na cara…
Era mensagem da Ju, o que não me surpreendia. Mas com que intuito? Por que agora? E afinal de contas, quem diabos era Ju? Bem cara leitora ou leitor, para explicar isso terei de voltar 7 anos.
Era final da década de 2000, final a adolescência. Na época tinha 17 anos, morava na região metropolitana de Goiânia, perifa mesmo. Naquele contexto, apesar de quase maior de idade, apenas estudava, vivia com meus pais, e apesar de tudo, não poderia dizer que de fato aproveitava esta fase da forma que a maioria faz.. Motivo: ERA EXTREMAMENTE TÍMIDO, e por incrível que pareça, ainda VIRGEM! Sim, aos 17, e não, não tenho nenhum orgulho disso, aliás, é algo pra esquecer.
Não era um rapaz de se jogar fora esteticamente falando: moreno, 1,75 m, cabelo crespo, mas corte militar, barba praticamente cheia e cerrada, o defeito: estava acima do peso. Mas mesmo assim atraía o interesse das meninas do Bairro, ficava com uma aqui, outra ali, mas nada sério.
Aqui entra Juliana. Dois anos mais nova, mulata, baixinha, cerca de 1,60 m, longos cabelos cacheados, sorriso fácil. Até hoje me pergunto por que não percebi o quão bela esta garota era antes do fatídico dia, eu só podia estar completamente cego; vários amigos em comum falavam que era óbvio que ela me olhava diferente, mas eu, lerdo, nem me tocava. Até naquele sábado…
Apos dormir a tarde toda saí na porta de casa e fui abordado por Celinha e Joyce dizendo que estavam a fim de tomar vinho, perguntando se eu queria participar pois estavam indo à distribuidora comprar algumas garrafas. Fiquei animado pois já havia ficado com a Celinha um vez e vi uma janela de oportunidade excelente pra repetir a dose.
Sentamos no banco da praça com três garrafas de vinho barato e com o grupo um pouco maior: além dos já citados, chegaram Roberto, Nilson, Fabiana e… Juliana. No meio daquele bando de adolescentes bebendo logo comecei a arrastar a asa para Celinha, só que desta vez tinha um problema sério: Celinha estava namorando, e não só o namorado me odiava pois me achava muito invasivo com ela (palavras dele em outro contexto) como estava vindo encontrá-la na praça, ou seja, não era nem um pouco prudente ficar de chamego com ela como eu estava tentando.
Percebendo a tensão, passei a conversar mais com Roberto e Ju. Aparentemente o Roberto tinha interesse, estava fazendo investidas e sendo sistematicamente rejeitado pela Ju; e lá fui eu, já um pouco alto do vinho, atrapalhar mais um pouco a vida do sujeito.
Acontece que ao entrar na conversa, a Ju literalmente começou a me dar mais atenção que ao pobre do Roberto, perguntando coisas sobre minha vida, rotina, demonstrando um interesse genuíno em cada resposta. Roberto tentou recuperar as rédeas da conversa, mas ele mesmo viu que o cavalo já tinha ido pro brejo, se afastou e deixou a gente conversando a parte do grupo.
Ai sim, enfim percebi aquele mulata linda que estava na minha frente. Linda, cheirosa, sorriso faceiro, risada fácil. Naturalmente a conversa foi rumando pra relacionamentos, elogios… Minha timidez, meu amigo, tinha desaparecido faz tempo kkk!
Com a desculpa de sentir melhor o cheiro do perfume que ela usava me aproximei e tasquei-lhe um beijo. Desajeitado, mas plenamente correspondido, Pra surpresa geral da galera, que naquele contexto achou que o beijo só tinha rolado pra dissipar qualquer desconfiança do namorado da Celinha, que havia se juntado ao grupo há alguns minutos, mas pra falar verdade EU NEM TINHA VISTO QUE AQUELE MALUCO ESTAVA ALI, NEM ME LEMBRAVA DA EXISTÊNCIA DA CELINHA! Beijei porque deu vontade, estávamos a fim.
E assim começamos a namorar… Primeiro namoro de ambos e primeiras experiências. Com os hormônios a flor da pele, obviamente foi difícil segurar o cabaço de ambos por muito tempo. Era basicamente ficarmos sozinhos em qualquer contexto que os amassos ficavam mais “violentos”, mão dentro calcinha, outra mão por dentro da cueca, mas a falta de oportunidades estava quase matando a gente, mas logo chegaria o grande dia…
Ju morava com os tios, pois a mãe havia falecido. Ambos me adoravam, mas a tia marcava em cima. No entanto, um dia ela precisou fazer um a viagem urgente; o irmão tinha o hábito de beber até cair nos fins de semana, e somando-se a isso, houve uma queda de energia no bairro. A oportunidade chegou…
Logo que o tio foi dormir pra sarar da cachaça, corremos pra o quarto dela; Arrancamos a roupa desesperadamente enquanto nos beijávamos. Sem muito jeito, mas decidido fui beijando o pescoço, descendo pelos seios, barriga, calcinha… Até chegar naquela bucetinha, já completamente encharcada que eu tirar o cabaço nos próximos minutos…Chupei, da maneira que concebia ser o certo. Chupei, chupei, chupei... Por nim ficaria ali a noite toda, mas não tínhamos a noite toda, muito pelo contrário.
Baixei a bermuda e ela fez o mesmo com o meu pau, também tão desajeitada quanto eu, basicamente o boquete concentrou-se na cabeça, mas era o melhor que podíamos naquela época kkk
Aí veio o momento de maior tensão: a penetração. Ambos tensos. Pedi pra que ela deitasse e abrisse bem as penas. Comecei bem devagar, e ela reclamou de dor. Tentei novamente, e de novo pediu pra parar. Na terceira tentativa, a mesma coisa, e agora ela tinha lágrimas nos olhos. Temi que ela desistisse, então propus “ relaxa, fica calma… Vamos fazer de uma vez, Vou colocar tudo de uma vez que aí a dor será uma só”
“- Ok, mas me dá sua camiseta aqui…”
Ela pegou minha camiseta que estava jogada no chão, pôs na boca e mordeu pra não gritar, e disse entre os dentes “METE!”, e eu obedeci, meti. Quando tirei o pau pra fora veio sujo de sangue. Olhamos um para o outro e começamos rir, enfim havíamos feito. Mesmo sujos (no meu caso) e com dor (no caso dela) terminamos o ato, Só tirei de dentro mesmo pra gozar na barriga dela a pedido da própria.
Enfim estávamos juntos e completos, mas como nem tudo são flores, os problemas vieram rápidos e rasteiros (não, ninguém engravidou, fiquem tranquilos). Mas aí vamos deixar para os próximos capítulos pois este daqui já esta gigantesco.