O sábado prometia ser tranquilo e silencioso. Minha esposa tinha um café da tarde na casa da tia e ficaria por lá a tarde inteira. Sozinho em casa, resolvi me divertir um pouco. Abri o Instagram e procurei por Silmara, uma velha amiga com quem não falava há tempos. A conversa fluiu leve e gostosa até ela perguntar o que eu estava fazendo. Quando contei que tinha a tarde toda livre, ela, com a sua ousadia envolvente de sempre, não perdeu tempo: — Que saudade de você, meu amor... Será que você não quer relembrar o nosso passado? Aceitei na hora. Marquei o encontro em um dos motéis mais bonitos da cidade, escolhendo uma suíte especial, com banheira e uma estrutura perfeita para BDSM. Assim que nos encontramos, o impacto foi imediato. Silmara continuava deslumbrante, como se o tempo não tivesse passado. Ela olhou bem nos meus olhos, com um sorriso apaixonado e sedutor, e se atirou nos meus braços. Nos beijamos loucamente, um beijo quente, molhado e faminto. Entre beijos e carinhos, entramos no quarto sem conseguir nos desgrudar. Com todo o carinho e uma sedução arrebatadora, ela se ajoelhou e começou a me chupar com um apetite devorador. Retribui a carícia com a mesma intensidade, fazendo-a suspirar. Com o olhar brilhando de paixão, ela segurou meu rosto com delicadeza e murmurou: — Ah, Carlos... Eu nunca esqueci o quanto a sua boca é gostosa, meu lindo. Você me enlouquece! Aproveitando o clima de entrega, perguntei se podia fazer uma surpresa. — Claro, meu rei. Faça o que quiser comigo — respondeu ela, totalmente entregue. Coloquei a venda em seus olhos e a amarrei carinhosamente no "X" fixado na parede. Ali, brinquei com seus sentidos, provocando-a e dominando-a com provocações intensas até que ela, já sem fôlego de tanto tesão, pediu para ser possuída de verdade. Levei-a para a cama, amarrei seus pulsos e, para lubrificar tudo, deixei que ela aproveitasse cada centímetro de mim na boca. Em seguida, alinhei meu corpo ao dela e comecei a me encaixar na sua bucetinha ruiva. Que mulher espetacular! Vê-la ali, amarrada e completamente apaixonada, me deu uma onda indescritível de desejo. Coloquei-a de quatro e acelerei o ritmo, firme e intenso, segurando seus braços presos. Ela gritava e gemia, entregue à loucura do momento: — Ah, Carlos! Que saudade absurda eu estava de você, meu amor! Você é perfeito! Pedi para que ficasse de joelhos e se abaixasse bem, deixando o bumbum perfeitamente empinado. Quando disse que iria tomar seu cu, ela respondeu com o olhar embaçado de desejo e admiração: — Vem, meu gostoso, come mesmo! Ele é todinho seu, sempre foi... Só você teve o prazer de me ter assim. Entrei devagar e logo preenchi tudo dentro daquele cuzinho apertado e gostoso. Ela rebolava, acompanhando cada movimento, pedindo para eu ir mais fundo, entregando-se sem reservas. O prazer atingiu o auge e eu gozei forte, ouvindo os gritos extasiados dela. Assim que recuperei o fôlego, soltei suas mãos e nos deitamos juntos. Silmara se aninhou no meu peito, cobrindo meu rosto de beijos carinhosos, fazendo afagos no meu cabelo e matando cada pedacinho daquela saudade acumulada. Ficamos ali por um tempo, trocando olhares apaixonados e carícias suaves. O momento perfeito precisou ser interrompido quando recebi a mensagem de que o café da minha esposa tinha terminado e eu precisava ir buscá-la. Ajeitamo-nos para partir. Na despedida, Silmara me puxou pela nuca e selou nossos lábios em um último beijo longo, profundo e apaixonado, sussurrando que mal podia esperar pelo nosso próximo encontro e fazendo a promessa de que daríamos um jeito de nos ver para um "cafézinho" na casa dela ainda naquela semana.
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