A Primeira Vez que Meu Corpo Traiu Minha Mente – Uma História Real da Descoberta Sexual



Assim fui me definindo ao longo dos anos

Desde pequeno eu sempre fui um cara normal. Infância comum, família comum, corpo que se desenvolveu forte naturalmente: alto, ombros largos, peito definido sem precisar malhar muito. Jogava futebol, fazia trilhas, chamava atenção das meninas sem esforço. Mas algo mudou quando eu tinha apenas 14 anos e fomos acampar com cinco amigos.

Estávamos nadando pelados no rio isolado, rindo como idiotas, a água fria escorrendo pelos corpos jovens e molhados. Alguém sugeriu fazer uma pilha humana, todo mundo empilhado. Ninguém queria ficar por baixo, mas eu, só para a brincadeira não morrer, me deitei primeiro na grama úmida à beira do rio. Um por um, os outros foram se jogando por cima de mim. Senti o peso aumentando gradativamente, o calor dos corpos molhados colando uns nos outros, peles quentes e escorregadias se apertando contra as minhas.

De repente... a fricção. A cintura de um dos amigos pressionando direto na minha bunda, aquela rolinha pequena mas quente deslizando lentamente entre minhas nádegas macias. A pele dele, ainda aquecida pela água do rio, roçava com insistência contra meu cuzinho virgem, criando uma fricção deliciosa e constante. Cada pequeno movimento dele enviava choques de prazer desconhecido pelo meu corpo inteiro. Meu coração disparou, uma onda quente subiu pela espinha e se espalhou até as pontas dos dedos. Secretamente, fechei os olhos com força, mordendo o lábio inferior para não deixar escapar nenhum som. Uma excitação intensa e proibida percorreu meu corpo todo, fazendo meu pauzinho endurecer devagar contra a grama molhada. Eu queria que aquilo durasse muito mais tempo, que ele continuasse esfregando, que a rolinha quente pressionasse mais fundo entre minhas nádegas.

Foi rápido, inocente, coisa de moleque. Mas quando aquela pele quente roçou meu cu, uma onda de estrelas explodiu dentro de mim. Meu corpo inteiro arrepiou forte. Não fiquei completamente duro na hora, mas aquela sensação queimou na minha memória para sempre. Um segredo que eu enterrei bem fundo.


Os anos passaram. Aos 18 eu namorava firme. Minha namoradinha da época adorava sexo, ela se esfregava em mim em todas as oportunidades, adorava chupar meu pau, e eu metia nela em todas as posições possíveis, adorando uma buceta apertada e molhada. Até que um amigo antigo da época reapareceu na cidade. Saímos os quatro: eu, ela, ele e outro cara. Bebemos pra caralho. Fiquei bem ruim, até saiu uma confusão onde estávamos e ele acabou intervindo, e se propos em nos levar em casa, deixou primeiro minha namorada, depois o outro rapaz e por ultimo eu, ele deu voltas, e falou que precisava passar na sua casa antes, eu nem respondi direito, me chamou para subir eu fui.


Chegando no quarto dele, a conversa era normal no começo. Ele me ofereceu uma cerveja gelada, abriu a janela e ficou falando papo furado sobre o dia, sobre como a noite tinha sido louca e sobre como era bom reencontrar os amigos de verdade. Parecia só conversa de bêbado, mas aos poucos percebi que ele estava me prendendo ali, elogiando meu corpo, dizendo que eu tinha ficado mais forte desde a época da escola.

De repente ele se posicionou atrás de mim, fingindo me mostrar algo longe pela janela.

— Ei, olha ali... você viu aquilo? — perguntou.

Eu respondi que não estava vendo nada. Foi então que ele colou o corpo no meu. Senti claramente o pau dele já duro roçando contra minha bunda por cima da calça. Ele mordeu de leve meu pescoço. Eu congelei. porque ele roçava sem cerimônia.

— E aí, na confusão de hoje, você machucou?

— Levei um esbarrão na boca só isso.

Ele sorriu e disse baixinho:

— Deixa eu ver.

Sem esperar, ele enfiou o polegar na minha boca, pressionando meu lábio inferior. Eu tentei tirar a mão dele, segurando seu pulso com força.

— Para, cara... — murmurei, desconfortável.

— Relaxa, só quero ver — insistiu ele, mantendo o dedo dentro, roçando lentamente na minha língua. — Tá quente... bem macio.

Eu puxei a mão dele de novo, mas ele insistiu mais uma vez antes de finalmente soltar. Quando me virei para encará-lo, ele rapidamente inventou:

— Olha ali! Tá vendo aquela luz lá longe?

No momento em que eu fixei o olhar na janela, ele veio por trás novamente, colando o corpo inteiro no meu. Seu peito quente encostou nas minhas costas, o pau duro pressionando firme entre minhas nádegas por cima da roupa. Ele passou a língua devagar pelo meu pescoço, lambendo e mordiscando a pele. Um arrepio forte me desarmou. Tentei resistir, mas meu corpo traiu.

Ele então segurou minha cabeça com firmeza e puxou meu rosto para trás, tentando me beijar. Eu não cedi de primeira — nunca havia beijado outro homem na vida. Virei o rosto, tenso. Mas ele não desistiu. Colou o corpo ainda mais, roçando o pau latejante contra mim com mais pressão, a boca colada no meu ouvido:

— Relaxa... só um beijo.

A insistência, o calor do corpo dele e aquela rola dura esfregando em mim acabaram me enfraquecendo. Quando ele tentou novamente, eu retribuí. O beijo foi bruto, molhado e dominador. Em minutos estávamos nus na cama.

Juro que, no começo, eu não reagi. Meu corpo simplesmente congelou. Mas ele não parou. Suas mãos desceram devagar pelas minhas costas, apertando, explorando, possessivas. Eu sentia o pau dele, duro como pedra, roçando insistentemente contra minha bunda por cima da calça, quente, latejante, marcando presença. Cada movimento lento dele me deixava mais tonto, mais envolvido. Meu pau traidor inchou rápido, pulsando quase dolorosamente dentro da cueca.

Ele me puxou com firmeza pela cintura e me beijou novamente. Dessa vez eu retribuí. Foi estranho, confuso… eu nunca tinha imaginado me entregar assim para outro homem. Mas o jeito como ele me segurava, dominando o beijo, me deixou absurdamente excitado. Meu corpo inteiro queimava. Em poucos minutos estávamos completamente nus, deitados na cama. Ele assumiu o controle total. Eu apenas seguia, hipnotizado, entregue.

Ele pegou minha mão e envolveu seu pau. Lembro até hoje: grosso, veioso, com uma cabeça grande e inchada, pulsando forte contra minha palma. O calor dele era impressionante. Ele se ajoelhou na cama, puxando meu rosto para perto. Eu fui cedendo aos poucos. Lambi devagar, inseguro, com os olhos bem fechados. Quando ele pressionou a cabeça grossa contra meus lábios e forçou para dentro da minha boca, uma vergonha enorme me invadiu… mas eu não parei. Ao contrário. Ele começou a mover o quadril com calma, fodendo minha boca devagar. Aos poucos eu me acostumei com o volume, com o gosto salgado, com o cheiro forte de macho. Logo eu chupava com vontade verdadeira, faminto, imitando tudo que minha namoradinha fazia comigo: língua girando na cabeça, sugando fundo, babando sem vergonha, querendo agradá-lo.

Ele gemia baixo, segurando minha cabeça com as duas mãos, guiando o ritmo. Depois me virou de quatro, puxando minha cintura para cima. Senti a cabeça grossa e molhada pressionando forte contra meu cuzinho virgem. Quando ele forçou, eu gritei de dor. Ele tampou minha boca rapidamente com a mão e passou creme. Tentou de novo. A cabeça era realmente grande demais. Ele engatou e empurrou devagar, tentando abrir espaço, mas a dor era insuportável. Eu desabei na cama, tremendo.

Ele deitou por cima de mim, beijando meu pescoço com calma, tentando me relaxar. Mas eu não queria mais. A dor tinha quebrado o encanto. Ele ainda tentou me penetrar naquela posição, deitado, mas eu não tinha mais vontade e o desconforto era forte demais. Foi então que ele pediu o contrário:

— Chupa mais um pouco… deixa ele bem molhado.

Eu obedeci. Lambuzei tudo com saliva, lambi chupei, suguei.

_Me come então?
_Posso tentar

Ele se virou, empinando a bunda para mim. Eu tentei, mas não consegui. Primeiro por dificuldade técnica, depois por pura falta de atração. Enfiar meu pau no cu de um homem simplesmente não me excitava. Não era isso que meu corpo queria.

Ficamos ali um tempo, em silêncio, respirando pesado. Ele me levou para casa e eu passei meses fugindo dele, envergonhado, confuso… mas com aquela sensação ainda latejando forte no fundo do meu corpo. Nunca mais pensei nisso conscientemente. E nunca me orgulhei do que tinha feito.


Anos depois, mudei de cidade. Quase não conhecia ninguém. No carnaval saí com uma moreninha gordinha, meio feia, mas era o que tinha. Pouco dinheiro, vodka com Fanta. Levei ela pro bequinho, tentei foder de todo jeito, mas ela estava naqueles dias e me dispensou. Saí dali com o pau latejando, tesão acumulado, bêbado e frustrado.

Às 4h da manhã, cambaleando, sentei num banco de praça. Um táxi parou.

— Corrida, amigo?

— Não tenho dinheiro...

Ele insistiu, sorrindo com cumplicidade, e me deu carona dizendo que “só tinha que passar num lugar antes”. Entrei no carro, ainda bêbado e com o tesão acumulado da noite. A conversa começou leve, mas logo foi ficando perigosa. Ele perguntou da namoradinha e eu, sem filtro, desabafei que não tinha rolado nada.

Ele sorriu de lado, olhando para a rua escura enquanto dirigia:

— Não pode ficar assim, né? Um homem como você não merece passar a noite na mão... Temos que resolver isso.

A mão dele subiu devagar pela minha coxa, apertando a carne com firmeza, os dedos fortes massageando o músculo. Eu tentava tirar, segurando seu pulso, mas ele colocava de volta, cada vez mais insistente e confiante. Aos poucos fui parando de resistir, o corpo traindo a mente. Meu pau já latejava dentro da calça, inchado e sensível. Quando ele alisou a palma aberta bem em cima da cabeça do meu cacete, pressionando o tecido contra a rola dura, um gemido baixo e involuntário escapou da minha garganta.

Ele sorriu satisfeito, percebendo minha rendição. Com habilidade de quem já tinha feito aquilo muitas vezes, abriu o zíper devagar, o som metálico ecoando dentro do carro escuro. Enfiou a mão quente por dentro da cueca e puxou o próprio pau para fora, bem na minha frente. Era grosso, pesado, todo melado de pré-gozo viscoso que escorria pela cabeça rosada e inchada, brilhando fracamente sob a luz amarelada do painel. As veias saltadas pulsavam visivelmente. O cheiro forte de macho encheu o espaço entre nós.

Meu coração martelava no peito. A boca ficou seca e, ao mesmo tempo, encheu de água. Ele segurou a base e balançou o pau devagar, exibindo-o, roçando a cabeça melada na lateral da minha mão.

A tensão no ar estava insuportável. Eu sabia que o próximo passo era inevitável… e meu corpo já implorava por ele.

Puxou minha nuca com autoridade e ordenou baixinho:

— Coloca a boquinha, rapidinho...

— Não quero... — murmurei, ainda tentando resistir.

— Anda… depois eu te chupo. Vem, só um pouco — insistiu, a voz rouca de tesão.

Eu cedi. Meu coração batia forte quando me inclinei. O gosto salgado e forte invadiu minha boca no instante em que meus lábios tocaram a cabeça melada. Comecei lambendo devagar, inseguro, mas logo a fome tomou conta. Passei a chupar com vontade, enfiando mais fundo, babando na rola quente enquanto ele gemia alto, apertando minha nuca:

— Porra, cara… você chupa gostoso pra caralho! Isso… lambe tudo, vai, não para.

Quanto mais ele gemia e elogiava, mais eu me esmerava — língua girando na cabeça, sugando com força, descendo até as bolas. O carro encheu-se do som molhado da minha boca trabalhando e dos gemidos roucos dele. Eu estava completamente entregue, mamando aquele pau desconhecido como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo.

Eu estava me dedicando como um louco, babando sem controle, engolindo aquela rola grossa até sentir a cabeça roçando no fundo da minha garganta. Seus dedos procuravam meu cuzinho, apertava minha bundinha. Meu próprio pau latejava dolorosamente dentro da calça, babando pré-gozo sem parar e molhando o tecido. O cheiro forte de macho, o gosto salgado e o som molhado da minha boca trabalhando enchiam o interior do carro.

De repente ele puxou minha cabeça para cima com força, respirando pesado:

— Para... porra, para senão eu gozo na sua boca agora. Ainda quero te comer direito, quero sentir esse cu apertado.

Ele ligou o carro com a mão trêmula de tesão e saiu dirigindo pelas ruas escuras. Com a outra mão, segurou minha nuca e puxou minha cabeça de volta para baixo sem piedade, enfiando o pau melado e pulsante novamente entre meus lábios.

— Continua chupando enquanto eu dirijo... isso, vai fundo... que boquinha quente e gulosa da porra.

Eu obedeci completamente entregue. O carro balançava devagar nas ruas vazias enquanto eu mamava com fome, língua girando na cabeça inchada, sugando com força e babando tudo. O risco de alguém ver pela janela, o movimento do veículo, o pau latejando na minha boca e os gemidos roucos dele me deixavam em um estado de excitação absurda. Meu cuzinho piscava involuntariamente de desejo, já imaginando o que viria.

Alguns minutos depois ele parou o carro num lugar completamente escuro e deserto, desligou o motor e ordenou com a voz grossa de tesão:

_Vamos descer, brincar com mais liberdade

Eu obedeci tremendo de ansiedade, o coração disparado, ainda acreditando que ele ia se ajoelhar e finalmente me chupar. Saí do carro e encostei no capô frio, ainda completamente vestido.

Mas ele não se ajoelhou. Ao contrário, veio por trás com tudo, me virou bruscamente contra o veículo e pressionou seu corpo forte e quente contra o meu. Seu peito largo colou nas minhas costas, o pau melado e babado roçando insistentemente entre minhas nádegas por cima da calça, quente, latejante e exigente. Ele beijava e mordia meu pescoço com fome selvagem, apertava meus mamilos por cima da camisa com força, torcendo e puxando, dominando cada centímetro de mim. Eu gemia alto, sem nenhuma vergonha, como uma puta no cio, empinando a bunda e me esfregando desesperadamente contra ele.

— Desce essa calça agora — ordenou rouco no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Quero ver essa bunda.

Ele cuspiu generosamente na mão, espalhou a saliva quente e grossa ao longo do pau e posicionou a cabeça inchada, roxa e babada bem contra meu cuzinho virgem. Pressionou devagar no início, forçando a entrada, depois empurrou com mais fome e determinação.

Dessa vez a dor mal existiu. Meu cu, relaxado e faminto, abriu fácil, quente e molhado, engolindo aquela rola grossa centímetro por centímetro. Quando ele meteu tudo de uma vez — fundo até as bolas batendo contra mim —, soltei um gemido longo, rouco e desesperado, quase um grito de puro prazer animal. Meu corpo inteiro tremeu violentamente. Cada nervo acendeu ao mesmo tempo. Senti ele me abrindo, me preenchendo completamente, pulsando dentro de mim.

Ele começou a me foder com força bruta no capô do carro, em plena rua deserta. Estocadas fundas, pesadas e ritmadas que faziam minhas pernas bambearem e o carro balançar. Eu empinava a bunda o máximo que conseguia, oferecendo-me inteiro, segurando as coxas dele com as duas mãos e puxando-o com força para dentro, implorando por mais sem conseguir formar palavras. Cada vez que ele metia fundo, a cabeça grossa acertava meu ponto perfeito, enviando choques elétricos de prazer que subiam pela espinha, explodiam no meu cérebro e faziam meu pau babar sem parar, pingando fios grossos no chão.

Era surreal e absurdamente excitante. Eu, o cara alto, forte, que sempre se considerou macho, estava ali, calça abaixada, sendo arrombado gostoso por um desconhecido no meio da noite — e adorando cada segundo.

Ele socava cada vez mais rápido e selvagem, apertando minha cintura com dedos firmes, quase machucando, enquanto rosnava no meu ouvido:

— Isso, toma essa rola, putinha... que cu gostoso da porra... tá apertando meu pau todo...

Até que ele me apertou forte contra o capô, enterrou até o fundo e explodiu dentro de mim. Jatos quentes, grossos e abundantes de porra jorraram fundo no meu intestino, enchendo-me até transbordar. Senti cada pulsação, cada jato quente batendo nas minhas paredes. Ele grunhia alto, o corpo tremendo colado ao meu, o pau ainda latejando e soltando os últimos fios de porra dentro de mim.

Fiquei ali, tremendo no êxtase, meu cu piscando e apertando ritmicamente ao redor da rola dele, ordenhando até a última gota. Com a voz rouca e quebrada, consegui murmurar:

— Agora é minha vez...


Ele apenas riu baixo, deu um tapa forte na minha bunda e disse que tinha gente vindo. Subi as calças com uma sensação de humilhação, entramos no carro, falamos pouco. Me deixou perto de casa. Entrei em silêncio, fui direto pro banheiro, baixei a calça e olhei no espelho minha bundinha toda vermelha, melada e escorrendo porra dele. O cheiro dele ainda estava forte em mim. Limpei o excesso com papel, mas ainda sentia ele escorrendo por dentro… e bati uma punheta violenta, gozando em segundos enquanto revivia cada estocada.

Ali eu perdi minha virgindade anal. Nunca me assumi gay ou bi. Continuei namorando, casando, separando... adorando buceta molhada, comendo mulher com vontade. Mas de tempos em tempos o fogo sobe. Meu corpo ferve. Procuro um macho dominador, um que me use, que me trate como uma putinha, que me arrombe gostoso. Ser passivo é o único prazer que realmente me sacia por completo.

Hoje tenho uma mulher linda, nova, um vulcão na cama. Ela me fode de jeito, mas quando um homem toma o controle, me segura firme e me come como se eu fosse dele... eu me realizo de um jeito que nenhuma buceta consegue apagar.

Alguém já viveu algo parecido? Já sentiu aquele fogo subir de repente e desejar ser possuído por outro homem? Se sim, quero saber…

Eu adoro mulher, sempre adorei. Me casei, separei, casei de novo… vivo cercado de buceta, adoro comer uma mulher gostosa e ser o macho da casa. Mas de tempos em tempos eu subo pelas paredes, fico descontrolado, o corpo fervendo de desejo. É quando preciso sentir um macho safado, dominante, me segurando firme, me usando e me arrombando gostoso até eu virar uma putinha gemendo.

Alguém mais sente essa mesma sensação? Já passou por algo assim e quer contar? Ou quer que eu continue revelando meus outros momentos mais safados e intensos?


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Nome do conto:
A Primeira Vez que Meu Corpo Traiu Minha Mente – Uma História Real da Descoberta Sexual

Codigo do conto:
267948

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/07/2026

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