Noite no Pronto Atendimento: Minha Mulher Sendo Desejada, Apalpada e Eu Gozando Escondido



Estamos casados há três anos. Eu com quarenta e nove, ela com trinta e seis. O desgaste tinha se instalado devagar, quase sem a gente perceber. Conversas curtas, toques cada vez mais raros, a rotina engolindo o que um dia tinha sido fome de verdade. Eu ainda a achava linda. Sempre achei. Mas já não olhava com a mesma intensidade. Já não sentia aquele aperto baixo na barriga só de ver ela se mexer pela casa.

Naquela noite estávamos deitados no escuro do quarto. O ventilador rodava baixo. Ela usava só um shortinho fino de algodão cinza e uma blusinha leve de alcinha branca. O tecido da blusa marcava os seios pequenos e firmes. A cintura ainda se definia com clareza, apesar do corpo que ela mesma chamava de “falso gordo”. Tinha volume nas coxas, uma barriguinha suave que aparecia quando estava sentada ou deitada de lado, mas a cintura se afunilava de um jeito que pedia mão. A bunda era redonda, alta, pesada, do tipo que fazia o shortinho subir sozinho quando ela se mexia. As pernas eram torneadas, grossas na medida certa, a pele clara e macia quase brilhando na penumbra. Mãos delicadas, unhas sempre bem feitas. Pés pequenos, bem cuidados, sola rosada, dedos perfeitos. Uma tatuagem discreta no pezinho direito e outra subindo pela panturrilha esquerda, escura contra a pele clara.

Ela passou mal de repente. Ficou fraca, a voz baixa, o corpo mole. Levantei rápido, peguei uma blusa de moletom aberta e a ajudei a se levantar. Fomos direto para o Pronto Atendimento. Ela entrou de chinelinho simples, shortinho, a blusinha por baixo do moletom aberto na frente. Cabelo negro liso caindo no meio das costas, um pouco bagunçado da cama. Carinha triste, lábios entreabertos, olhos meio baixos.

Foi na recepção que tudo mudou.

Os primeiros olhares eu quase não notei. Depois não consegui mais ignorar. A enfermeira da triagem demorou demais nos dados. Os olhos dela desceram pelo shortinho, pelas coxas descobertas, pelos pés nos chinelos, e voltaram devagar. Um homem sentado na espera ergueu o olhar do celular e não baixou mais. A mulher ao lado dele também olhou. Não era olhar de pena. Era olhar de quem estava medindo. Um técnico passou pelo corredor e virou a cabeça. Outro parou por um segundo a mais do que o necessário.

Eu estava ao lado dela e senti o sangue descer quente de uma vez só. Pela primeira vez em meses o desejo voltou forte, intenso, inesperado. E veio junto uma surpresa que me pegou de jeito: eu estava ficando excitado não só com ela, mas com o fato de outros estarem desejando ela. Minha mulher de corpo macio, cintura marcada, pernas grossas na medida certa, bunda deliciosa apertada no shortinho curto, seios pequenos se movendo sob a blusa fina, pés delicados com a tatuagem chamando atenção como um ímã. As pessoas olhavam, tentavam disfarçar e voltavam a olhar. Homens e mulheres. Sem pudor nenhum.

Ela sentou, cruzou as pernas. O shortinho subiu. A tatuagem da panturrilha ficou exposta. O pezinho balançava leve no chinelo. Eu vi gargantas se mexendo. Vi um cara mais velho apertar a própria coxa por cima da calça. Vi uma mulher morder o lábio inferior sem perceber. Meu pau começou a endurecer dentro da calça, pesado, quente. Eu não entendia direito o que estava acontecendo comigo. Só sentia. E a surpresa era quase tão forte quanto o tesão: eu estava gostando de ver outros homens e mulheres comendo ela com os olhos.

Quando nos chamaram para o atendimento interno, o corredor era mais estreito. Os olhares ficaram mais perto, mais descarados. Eu já estava excitado demais só com aquilo. Depois veio o soro.

Eles me pediram para esperar na sala ao lado. A porta ficou entreaberta. Eu ouvi duas vozes masculinas, quase cochichando:

— Essa eu atendo.

— Não, eu.

Houve um risinho baixo. Depois passos.

Um dos enfermeiros entrou. Eu vi pela fresta. Ela estava sentada, cabeça baixa, braços estendidos no suporte, esperando a veia. O cara se aproximou com uma calma demais. Não foi profissional. Foi lento. Ele apalpou o braço dela mais do que precisava, os dedos demorando na pele macia, subindo um pouco acima do necessário, sentindo a textura. Depois se posicionou ao lado dela, quase colado, o corpo virado de um jeito que a frente da calça roçava na coxa dela enquanto ele preparava o material. Fingia ajeitar o suporte, mas o quadril encostava, saía, voltava a encostar. O tecido da calça dele raspava na carne descoberta da perna dela. Ela estava fraca, cabeça baixa, e não reclamou. Só respirou fundo, um som baixo que me veio direto no pau.

Eu vi a maldade no jeito dele. No sorriso curto. Na forma como olhava o decote aberto da blusinha, o shortinho subido, a tatuagem no pezinho que ficava à mostra ali embaixo. Ele queria. Estava se esfregando nela de propósito.

Quando terminou e saiu, a porta abriu mais. Ele passou por mim. E eu vi. O volume nítido na calça. Duro. A marca clara do pau apertado contra o tecido, grosso, comprido, Latejando.

O ciúme subiu quente na garganta, amargo. Ao mesmo tempo meu pau ficou tão duro, latejando. Eu não entendia. Queria bater nele. Queria entrar na sala e tirar ela dali na hora. Mas o corpo reagiu ao contrário: a imagem dela sentada, cabeça baixa, braços presos no suporte, aquele cara roçando e se excitando com o corpo dela… me deixou com muito tesão. O desejo veio misturado com raiva, pau babando, confuso. E no meio da confusão veio outra surpresa ainda pior: eu estava ficando excitado com a ideia de outro homem querendo foder minha mulher. Não só olhando. Querendo de verdade. Meu pau pulsou forte só de admitir isso dentro da cabeça. Que outros olham estou cansado de ver, mas tocar realmente e eu ficar com tesão foi a primeira vez.

Fiquei ali parado, respirando pesado, olhando para a porta entreaberta, com o pau latejando dentro da calça e a certeza absurda de que nunca tinha ficado tão excitado com ela quanto naquele momento. Ela continuava lá dentro, fraca, vulnerável, o shortinho marcado entre as coxas, a pele clara, os pés no chão frio. E eu do lado de fora, com ciúme e porra subindo na mesma onda, sem conseguir explicar por que a cena tinha me deixado daquele jeito.

Só sabia que, quando saíssemos dali, eu ia precisar dela de um jeito que fazia meses eu não precisava.

Ela melhorou um pouco depois do soro. A cor voltou ao rosto, a voz ficou mais firme. O médico veio, examinou rápido e disse que era melhor ficarmos em observação por algumas horas. O mesmo enfermeiro de antes nos guiou até o quarto. Eu pedi uma coberta. Ela deitou na maca, o shortinho ainda marcado entre as coxas, a blusinha leve por baixo do moletom aberto. Colocaram mais remédio na veia. Em pouco tempo ela já estava mais lúcida, conversando baixo comigo, até o cansaço vencer.

Eu me acomodei na cadeira ao lado, reclinei e fechei os olhos. O quarto ficou em penumbra. Só o bip baixo do equipamento e a respiração dela. Acabei cochilando.

Lá pelas duas da manhã a porta abriu de novo. O médico entrou e acendeu apenas a luz de cabeceira, fraca, amarelada. Eu estava deitado, sonolento, os olhos semi-cerrados. Não me mexi. Fingi que continuava dormindo.

Ele falou baixo com ela. Perguntou da dor. Ela disse que as pernas ainda latejavam, especialmente as panturrilhas e os pés. Ele pediu licença para examinar. Ouvi o barulho leve do cobertor sendo puxado para o lado.

A luz fraca iluminou as pernas dela. O shortinho curto, a pele clara, a tatuagem na panturrilha, os pés descalços agora, porque ela tinha tirado os chinelos. Ele começou a apertar. Primeiro a panturrilha direita, os dedos afundando na carne macia, subindo devagar, apertando, soltando, apertando de novo. A mão dele era grande, os dedos grossos. Ele subiu um pouco mais do que o necessário, até quase a dobra da virilha, e desceu de novo até o tornozelo. Depois o pezinho. Os polegares pressionavam a sola, a curva do arco, a base dos dedos. Ele virou o pé dela devagar, como se estivesse examinando cada osso, cada músculo. Ela soltou um suspiro baixo, de dor ou alívio, eu não soube distinguir.

Meu pau pulsou tão forte que doeu.

Eu estava de olhos semi-abertos, vendo tudo pela fresta das pálpebras. A mão dele grande demais na perna dela. Os dedos afundando na coxa, subindo de novo, descendo até o pezinho. Ele pediu licença para apalpar a outra. Trocou de lado. Agora a panturrilha esquerda, a tatuagem sob os dedos dele, a carne cedendo. Depois o outro pé. Ele segurou o pezinho dela com as duas mãos, virou devagar, apertou a sola, passou o polegar entre os dedos, apertou o calcanhar.

Eu gozei na cueca.

Não foi um gozo completo, não jorrou em jatos. Foi aquele jato quente e sujo de porra que molha tudo de uma vez, latejando, escapando sem controle. A cueca ficou encharcada, quente, grudada no pau. Eu continuei duro, latejando contra o tecido molhado, enquanto ficava ali parado, respiração presa, olhando o médico apertar as pernas e os pés da minha mulher como se tivesse todo o direito do mundo.

A sensação era estranha pra caralho. Ciúme e tesão misturados até não dar mais para separar. Eu pensava mil coisas ao mesmo tempo. Pensava nele abrindo mais as pernas dela. Pensava nele subindo a mão por baixo do shortinho e sentindo o calor da buceta. Pensava no volume que eu tinha visto no outro enfermeiro e imaginava se esse também estava duro ali, escondido atrás do jaleco. Ela estava alheia. Respondia baixo, cooperava, deixava ele mexer. Não fazia ideia do que estava acontecendo comigo na cadeira ao lado. Não fazia ideia de que eu tinha acabado de me sujar inteiro só de ver outro homem tocando nela.

Quando ele terminou, puxou o cobertor de volta, disse que era só tensão muscular e que o remédio ia ajudar. Apagou a luz de cabeceira e saiu.

A porta fechou.

Eu fiquei no escuro, a cueca molhada, o pau ainda latejando, a cabeça fervendo. A surpresa ainda estava ali, crua: eu tinha gostado. Tinha gostado de ver outro homem com as mãos nas pernas dela. Tinha gostado da ideia de outros desejando o corpo que era meu. E mais do que isso… eu estava começando a querer ver. Querer de verdade. Querer ver ela sendo usada.

Fui no banheiro quando tudo se acalmou e acabei batendo uma punheta, não aguentei, até pra limpar o pau que estava todo melado.

Voltei pra poltrona fechei os olhos de novo. O cansaço e o tesão se misturaram. Acabei cochilando de leve, ainda com a mão apertando o volume molhado na calça.

Foi aí que a fantasia veio inteira.

Sonhei acordado com a porta abrindo de novo. Dessa vez era o enfermeiro. Aquele do soro. Ele entrava sem falar nada, trancava a porta atrás de si e vinha direto para a maca. Ela ainda dormia, o cobertor até a cintura, o shortinho marcado. Ele puxava o cobertor devagar, abria as pernas dela com as duas mãos e enfiava dois dedos grossos dentro da buceta molhada sem aviso. Ela acordava gemendo baixo, confusa, mas não empurrava. Ele dedilhava fundo, rápido, o polegar esfregando o clitóris, o som molhado enchendo o quarto. Ela gozava engasgada, a buceta apertando os dedos dele, os pezinhos se contraindo, a tatuagem da panturrilha tremente. Ele não parava. Continuava metendo os dedos até ela gozar de novo, mais forte, molhando a mão dele inteira. Depois tirava os dedos, chupava o gosto dela e olhava na minha direção, sabendo que eu estava vendo tudo de olhos semi-cerrados.

Acordei com o pau latejando de novo, a cueca ainda mais molhada, o coração batendo na garganta.

Ela respirou fundo do outro lado, completamente alheia. Continuava dormindo, o corpo macio sob o cobertor, as pernas que outro homem tinha apertado, os pés que outro homem tinha segurado.

Fiquei ali no escuro, a mão apertando o volume encharcado, a cabeça cheia de imagens envolvendo ela com outros homens, sem entender nada do que havia acontecido na noite e todo desejo que senti em ver ela correspondendo. O desgaste de três anos tinha rachado. No lugar dele tinha entrado algo muito pior e muito melhor ao mesmo tempo: a vontade insana de ver minha mulher sendo desejada, tocada, fodida por outros homens… e a certeza de que eu ia gozar como nunca só de assistir.


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Ficha do conto

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maritusenonius

Nome do conto:
Noite no Pronto Atendimento: Minha Mulher Sendo Desejada, Apalpada e Eu Gozando Escondido

Codigo do conto:
271363

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
03/09/2026

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