A Noite Alucinante (Parte 2)



Estou de volta, na correria do dia a dia acabei não conseguindo vir aqui terminar essa história veridica.
Minha relação com Inês foi curta, porém bem intensa e gostosa.
Bem, depois do flagra que quase acabou na cadeia, saimos caminhando até uma praça, ainda era por volta de 3hs, os ônibus só voltariam circular as 4hs. Nisso me lembrei que eu teria que ir trabalhar naquele dia e que iríamos os dois pra Guarulhos, mas eu precisava passar em casa pra pegar minha farda, então ela sugeriu me acompanhar e de lá seguiriamos juntos até Guarulhos, em Cumbica.
Ficamos curtindo o momento, abracadunhos como dois namorados na praça e relembrando a loucura que acabamos de fazer do caixa eletrônico.
Quando estava prestes a dar 4hs caminhamos até o ponto pra esperar o primeiro ônibus do dia. Assim que chegou, como era de se esperar, estava completamente vazio. Entramos, passamos pela roleta e por instinto decidimos nos sentar na última fileira de bancos, encostados no vidro traseiro do blusão, que tinha logo a nossa frente o banco alto que fica acima da caixa de rodas, ali, estrategicamente, ficamos fora da visão do cobrador, ela se sentou no canto e me abraçou, poucos minutos de viagem, ela me dá um beijo delicioso e intenso, me olha profundamente nos olhos, lança um sorriso bem malicioso (ela tinha um sorriso largo e encantador) e simplesmente abaixa a cabeça em direção ao meu colo, abre meu zíper e coloca meu pai pra fora... eu nao conseguia acreditar que aquilo era real, ela punheta um pouco, ele cresce rápido em sua mão ela me olha mais uma vez e em seguida abocanha meu pau com uma intensidade e destreza que me faz sentir arrepios até hoje. Enquanto ela me chupava eu em um misto de sensações, o tesão pela chapada sensacional que eu estava ganhando e o medo de o cobrador perceber e dar uma merda ali.
Ela seguia feliz e concentrada ate que em algum momento emnum dos pontos o ônibus parou e começaram a entrar alguns passageiros, poucos, mas infelizmente, alguns se dirigiam em direção ao fundo do ônibus, mal tive tempo de avisar pra ela parar e guardar meu pau de volta dentro da calça. Ela guardou direitinho, se levantou e me beijou novamente e em seguida soltou uma sonora gargalhada . O ônibus parou mais algumas vezes pra embarcar mais passageiro a medida que a viagem seguia mas ja nos aproximávamos do ponto perto da minha casa, nos levantamos e preparamos pra descer.
Desembarcamos e subimos a rua em direção a minha casa abraçados.
Quando cheguei em casa, minha casa ficava nos fundos do quintal, me dei conta que estava sem minha chaves, já era por volta de quase 5 da manhã, pensei, vamos ao orelhão que tem na rua de casa, mais ou menos uns 50 metros dali e ligo pra casa pedindo pra alguém abrir o portão pra mim. Chegamos no orelhão, era um daqueles modelos um pouco mais modernos, uma cabine de concreto, reta, semi fechada com entrada lateral, diferente dos tradicionais orelhões redondos de fibra. Eu ligando pra casa e ninguém atendia, enquanto eu persistia em telefonar, ela num surto de tensão, me surpreende mais uma vez, se agacha na minha frente e repete a manobra do caixa eletrônico, começa a me chupar dentro daquela cabine. Eu já sem conseguir me concentrar na minha tentativa frustrada de ser atendido, desisto do telefone e curto o momento. Ela me chupando deliciosamente, se levanta sobre o vestido, se vira de costas pra mim e eu já entendendo a manobra aponto meu pai babado por ela, diretamente pra sua buceta que ja estava muito molhada e continuamos ali mesmo, na rua, com o dia amanhecendo, e o sol querendo nascer, nos entregamos ao tesão e desejo e à loucura de estarmos fazendo sexo , praticamente na rua, (como eu gostaria de ter coragem de fazer tudo novamente). Aquilo tudo era muito intenso e gostoso, eu nunca tinha vivido nada tão insano assim. Ficamos por algum tempo nessa "brincadeira" e só paramos pois, mais uma vez, quase fomos pegos. Um cara, que por acaso depois eu reconheci, um amigo meu, que já saia para trabalhar, percebeu o que rolava naquela cabine, pois de longe se podia ver dois pares de pernas estrategicamente alinhados, quando se aproximou deu um grito : Para com essa safadeza aí! Ao mesmo tempo que deu um tapa por fora da cabine, instintivamente, coloquei a cabeça pra fora pra ver quem era e,co.o disse, reconheci meu amigo que já ia alguns metros a frente dando risada da situação. Olhei pra ela e comecamos a rir também, quando decidi olhar o relógio e me dei co ta que deveria voltar a missão de conseguir pegar minha mochila e fardamento em casa para também ir trabalhar. Não consegui acordar ninguém em casa, então me restou pular o portão e torcer pra que a grade da lavanderia estivesse aberta, enquanto eu cuidava dessa parte da tarefa ela me aguardava no portão da frete do quintal. Após alguns minutos, voltei para a rua, já co. Meus pertences e agora com minhas chaves que estavam esquecidas na estante e reencontrei Inês, linda e sorridente para juntos seguirmos para nossos trabalhos, sem dormir, mas totalmente alimentados com a energia e adrenalina dessa noite sensacional, inesquecível alucinante.

Ainda tenho mais alguns episódios que vivi com Inês, que foram bastante marcantes pra .im, mas essa noite é insuperável.


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266963 - A noite alucinante - Parte 1 (Quase terminou na Cadeia) - Categoria: Heterosexual - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico steriko77

Nome do conto:
A Noite Alucinante (Parte 2)

Codigo do conto:
267984

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
23/07/2026

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