Meu nome é Mateus, tenho 28 anos atualmente, sou branco, tatuado, tenho 1,75m e um corpo definido de anos de academia. Sou um cara muito sociável, e depois de uma adolescência muito tranquila, comecei a aproveitar bem a vida ao virar adulto.
Tenho um amigo de faculdade, o David, que sempre foi muito doidão e muito livre em relação à sexualidade dele (exceto para a família, que não sabia que ele era bi e preferia muito mais ser puta de macho do que macho de puta). Não éramos tão próximos no início do curso, mas chegando perto do fim, nos aproximamos muito. E depois de uma noite longa de muita bebedeira, acabei indo dormir na casa dele, porque tinha esquecido minhas chaves em casa. Pela manhã, enquanto ele saiu pra comprar um café pra gente, aproveitei pra ver um pornô e bater uma punheta na sala. Estava tranquilo, porque ele morava sozinho. Tomei um susto quando vi, “de rabo de olho”, o irmão dele no balcão da cozinha me olhando com um sorrisinho malicioso…
Felipe tinha acabado de fazer 18 anos e morava com os pais em outro estado. Ele era branquinho como o irmão, cabelo preto ondulado na altura do queixo, olhos pretos, rosto com a mandíbula bem definida e corpo magrinho com uma bunda grande e redondinha. Ele era extremamente bonito, e tinha um jeitão de macho que nunca me deixou desconfiar da sexualidade dele. Era um hétero nato, pegador de todas as meninas mais gatas do colégio e algumas da minha turma também.
No susto eu puxei o short pra cima, botei o pau pra dentro e pedi desculpas. Disse que não sabia que ele estava ali e que eu não sabia onde enfiar a cara. Nunca senti tanta vergonha na vida!
Ele riu e disse: “relaxa! Eu tava aqui apreciando a vista, não quis atrapalhar. Pau grosso gostoso… eu sei onde eu quero enfiar a minha cara. Posso??”
Eu não consegui reagir com resposta nenhuma. No susto assim eu fico muito tímido e travo real. Além, claro, da surpresa da proposta. Então ele veio devagar na minha direção, ajoelhou no tapete, puxou meu short e começou a me punhetar.
Como ele viu que eu não neguei, caiu de boca e me mamou deliciosamente. Sem dúvidas uma das melhores mamadas que já ganhei. Ele ia da base até a cabeça, lambendo cada centímetro dos 20 cm da minha pica grossa. Ia até o saco e chupava as minhas bolas com a pressão perfeita. Cheirava minha virilha e voltava a chupar meu pau com aquela boca macia e quentinha.
Tava com um tesão absurdo em ver aquele novinho aparentemente hétero se acabando de mamar minha rola, colocando todo o empenho e talento no tratamento da minha pica.
Depois de uns 15 minutos, gozei pra caramba na boca dele, ele engoliu tudo, e ainda pediu pra eu voltar a noite pra comer ele, quando o irmão dele sair pra próxima festa. Terminamos uns 2 minutos antes do irmão dele chegar com o café. Falei que dava pra gente foder enquanto o irmão dele estudava agora cedo, já que eu não tinha pressa de chegar em casa e o David já tinha me convidado pra passar o dia por lá. Mas ele disse que preferia quando estivesse sozinho em casa, porque tinha medo do irmão hétero descobrir que ele curte homem.
Mal sabe ele que o irmão dormiu com o rabo cheio do meu leite. Mas essa história fica pro próximo conto.
Todos os meus contos são de experiências reais que vivi ao longo dos anos. Espero que gostem!