A história desse conto aconteceu há uns 4 anos atrás, quando eu tinha 24 anos.
Nicolas era meu amigo de infância, estudamos juntos na mesma escola e continuamos amigos depois que cada um seguiu seu rumo, já no ensino médio. Ele se mudou para o Rio de Janeiro junto com o pai depois que se divorciou da mãe dele, e passamos a nos encontrar nas vezes em que ele vinha para BH para visitar a mãe. Eu sempre ficava de ir para o RJ, mas meus pais não me deixavam viajar sozinho assim.
Com o tempo acabamos nos afastando um pouco, mas sempre mantínhamos contato pelas redes sociais. E durante a faculdade, já com 24 anos, recebi outro convite dele pra passar as férias por lá. Dessa vez aceitei e finalmente fui.
Eu sabia que o pai dele tinha dinheiro, mas nem imaginava o quanto. Eu cheguei de uber tarde da noite, lá pras 23h, em um prédio grande no Leblon. Mandei mensagem pro Nicolas avisando que tinha chegado, e ele falou para subir. O apartamento era na cobertura, e na subida de elevador estranhamente me deu um frio na barriga. Seria a ideia de ver meu amigo depois de tantos anos??
Nicolas me recebeu na porta literalmente de braços abertos, como quem pede um abraço. O cara estava gato demais! Tinha arrumado os dentes, estava usando bigode e cavanhaque, e tinha um estilo bem surfista de litoral. Com seus 1,85m e o corpo musculoso, não dava pra esconder a surpresa de ver meu amigo de infância ter se tornado um gostoso. Entramos, e ele logo me levou pro quarto dele, que tinha um colchão no chão onde ele iria dormir, e a cama dele ia ficar pra mim. Era um cama queen tão grande quanto o quarto dele. O pai dele estava viajando e ia passar o mês todo fora. Conversamos um pouco, eu fui tomar um banho e trocar de roupa, e logo fomos dormir.
No dia seguinte, acordamos cedo e fomos pegar uma praia, estava muito quente e eu queria muito aproveitar o calor no mar. Voltamos pro apartamento no horário do almoço, almoçamos e fomos tirar um cochilo. Assim que deitamos, Nicolas chamou pra uma festa que ia rolar no apartamento de um amigo dele, não muito longe dali, e perguntou se eu animava ir. Tentou me convencer dizendo que teriam muitos caras gatos e que era uma oportunidade boa pra curtir a vida gay noturna do Rio de Janeiro, que eu havia comentado com ele que tinha muita vontade de conhecer. Topei de cara, acabei demorando um pouco pra dormir porque fiquei ansioso com a ideia da festa, mas logo apaguei. Acordamos no final da tarde, fomos tomar um café e já abrimos uma cerveja. Fomos bebendo e conversando até chegar a hora de nos arrumar pra festa, quando já estávamos bem alegres e desinibidos pelo álcool. Foi quando eu finalmente tive coragem de perguntar:
- E como você ficou sabendo dessa festa, Nicolas? Meio estranho um cara hétero conhecer uma festa gay privada...
- É, Mat... é que eu não sou hétero. Me descobri gay pouco tempo depois que cheguei aqui no RJ, ainda no ensino médio, mas nunca me senti confortável pra contar pra ninguém. Minha família não pode nem sonhar, e só os amigos mais próximos daqui sabem. Eu estava esperando pra te contar pessoalmente, e estava muito ansioso com a sua vinda pra cá.
- Pô, cara, que bom que você se resolveu bem! E estava ansioso com a minha vinda por quê? Você sabe que eu sou bi, podia ter me contado antes!
- Sempre dá medo de como as pessoas mais próximas vão reagir, né? Mas eu sabia que você ia receber bem e seria uma ótima companhia pras noitadas aqui do RJ!
- Isso aí! Bora começar a arrumar pra ir logo pra essa festa, porque eu já estou elétrico e com um tesão da porra! - e peguei forte na minha rola.
O Nicolas riu e eu vi que ele ficou encarando meu pau no shorts.
Começamos a tirar a roupa e ficamos só de cueca, prontos para entrar pro banho. Eu não pude deixar de reparar no corpo do meu amigo, agora mais perto de mim, todo lisinho, musculoso, definido, e com uma bunda bem definida e redonda. Acabei ficando de pau duro, e ele com certeza reparou, pois olhou pra minha pica dura marcando na cueca e deu um sorrisinho de lado.
Ele entrou no banheiro do quarto dele, e eu fui tomar banho no quarto do pai dele. Terminei meu banho antes dele, coloquei minha roupa e fiquei esperando ele ficar pronto para podermos sair. A porta do banheiro dele estava entreaberta, e pude ver pela fresta que o Nicolas estava batendo uma punheta de olhos fechados, e gozou jatos no vidro do box.
(continua na parte 2...)
Dividi o conto em duas partes pra não ficar muito grande.
Todos os meus contos são reais de experiências minhas.
ativoputomg