Tudo começou na semana que divorciei.
Foi um divórcio consensual, mas não deixou de ser chato. Assim que foi oficializado resolvi tirar férias. Pedi à minha filha mais velha para assumir a empresa por um tempo. Resolvi ir para Cabo Frio onde tenho um apartamento. Faz mais de 1 ano que não coloco os pés no apartamento. Como ele ficou para mim na partilha, resolvi ver se precisava fazer algo nele, era uma cobertura e talvez eu venderia.
Cheguei lá já na hora do almoço. Resolvi ir a um self-service. Na mesa logo à minha frente tinha 2 mulheres almoçando. A que estava de frente para mim era linda, devia ter uns 40 anos, tinha uma enorme aliança de casada. Ela era morena clara e já tinha uma suave marca de bronzeado. Olhei em sua direção e ela deu um pequeno sorriso. Depois que acabou de almoçar ela levantou e foi pegar um picolé passando por mim. O corpo dela era maravilhoso, ela devia ter 1,75 de altura. Ela usava uma camiseta soltinha e um short bem curto larguinho. Ela era gostosona, peitão, bundão, corpaço. Tem cara que não gosta, mas não é meu caso.
Quando sentou novamente ela deu um sorrisinho em minha direção. Não sabia se era para mim ou para a sua colega de mesa.
Quando as duas saíram eu até parei de comer. Elas eram idênticas, lindas e gostosas. Cheguei à conclusão que eram irmãs gêmeas. A que tinha aliança mais uma vez deu um sorriso para mim e fez um sinal discreto de tchau. Retribui e fiquei animadíssimo.
Ao final da tarde resolvi dar uma corridinha leve na praia. Quando voltava para casa atravessei a avenida e continuei correndo. Ao passar em frente uma loja eu atropelo alguém. A pessoa e eu caímos lado a lado. Levanto assustado e sinto uma dor forte no meu joelho. Quando tento socorrer a outra pessoa, vi que era uma das mulheres do restaurante. Tentei levantá-la e ela reclamou de dor no joelho. Era a que usava aliança e tinha acenado para mim.
Eu: Você? Desculpa, foi imprudência minha, vamos ver o que aconteceu com seu joelho.
Ela: A culpa foi minha. Sai da loja feito doida. Está doendo muito.
Eu: Bati meu joelho direito no seu esquerdo. O meu está doendo a patela, mas o seu atingiu a lateral. É bom irmos ao médico. Meu apartamento é na segunda rua atrás da avenida, aguenta ir até lá, eu pego o carro e vamos. Quer ligar para alguém?
Ela: Não vai ser preciso. Também estou no apartamento na segunda rua aqui atrás. Se aguentar me ajudar eu prefiro ir em casa primeiro.
Amigos, quando tem que ser é.
Fui a ajudando e fazendo força para não reclamar do meu joelho que doía muito.
Ao virarmos o quarteirão ela disse que era no prédio da esquina, exatamente onde eu tinha o apartamento.
Eu: Então estamos no mesmo prédio.
Ela: Que coincidência. Estou no nono andar, pode me deixar no elevador que está ótimo.
Eu: Estou no décimo e te levarei lá. A não ser que seu marido ache ruim com você, por mim tudo bem.
Ela: Ele não está aqui. Agradeço sua gentileza.
Descemos e ela digitou a senha na fechadura e abriu a porta, demos de cara com a outra mulher, sua irmã gêmea.
Eu estava segurando-a pela cintura.
A outra mulher disse: Não perde tempo mesmo em Elisa, já está com moço te abraçando.
Ela disse entre choro e risada: "Idiota sofri um acidente."
A outra mulher: "Desculpa amor, o que aconteceu?"
Ela: Ele trombou em mim enquanto corria.
Eu: Sou o culpado, inadvertidamente atropelei sua irmã.
A outra mulher: Não somos irmãs. Todos pensam, mas não somos, somos primas/irmãs.
Eu: Parecem gêmeas.
Ela: Entre me ajude a senta-la aqui, me conte o que aconteceu.
Entramos e eu contei.
Ela: Eu sou Ana Clara, a atropelada é Ana Eliza, e qual o nome do charmoso atropelador?
Eu: Prazer, sou Leno.
Eliza: Dr. Leno o proprietário da cobertura acima do meu apartamento?
Eu: Só Leno, não sou doutor. Sim, sou o proprietário.
Ela: O administrador me disse o seu nome, estamos com uma pequena infiltração, depois conversamos, agora precisamos saber se ambos estão bem ou teremos que ir a um médico.
Eliza: Já estou com menos dor, apenas um pouco insegura. E você, querido?
Eu: Pancada na patela dói muito, mas não quebrou nada.
Clara: Está vendo Eliza, cuidado com o que deseja.
Eu: Desejou se acidentar?
Clara: Acidentar não, mas estar nos seus braços, sim.
Eliza: Que isso Clara, vai constranger o Leno. O moço pode ser casado.
Eliza: Foi uma brincadeira. Mas minha intuição diz que ele é recém divorciado. Ele tirou a aliança de casado a pouco tempo do dedo.
(Riu) Tá bom, na verdade a esposa dele me disse no dia que liguei para ela por causa da infiltração. Ela disse que a cobertura era da responsabilidade do Leno, seu ex-marido.
Demos boas gargalhadas.
Eu: Gostei de você. Adoro pessoas bem humoradas.
Eliza: Faz parte da vida dela. Ela é escritora, roteirista e redatora de humor, entre outras coisas.
Eu: Seu joelho vai doer um pouco, um beijinho do marido vai resolver.
Clara: Nem brinca, se ele beijar, este joelho cai. Prefiro que seja eu ou você a beijar este joelhinho.
Eliza: Isso é verdade... quer dizer, a parte do marido.
Clara: Leno, se disser que vai beijar o joelho dela eu também vou sentar o meu na quina da mesa. Ainda desconfio deste encontrão de vocês.
Eu sorrindo: O encontrão de minha parte foi real. (Rimos.) Não precisa se machucar para ganhar um beijo nos seus joelhos. Para me redimir, aceitam jantar comigo amanhã no meu apartamento, faço uma massa para nós. Amanhã vou conversar com o administrador do prédio e fazer uma reunião on-line com minha filha. Não vou à praia. Aí conversamos sobre o seu probleminha e vemos a evolução do joelho de Eliza.
Clara sorrindo: "Eu aceito."
Eliza: Vou sim querido. Obrigado pela preocupação, mas foi mais um susto. Que horas amanhã?
Eu: Prefiro que às moças marquem a hora.
Eliza: 20hs, levo um vinho.
Eu: Combinado, melhoras Eliza, qualquer coisa me interfone. Não deveria ser deste jeito, mas foi um prazer conhecê-las.
Clara: Foi nosso.
Elas chegaram, estavam lindas. Era absurdo não serem irmãs.
Eu: É impressionante como parecem, são lindas igualmente.
Clara: Sou bem mais nova do que a Elisa, 6 meses. (Risos). Outra diferença é que ela por ser mais velha usa óculos. (Rimos)
Clara: Nossa ficha. (Risos) Eu tenho 45 anos e ela 45 anos e 6 meses. (Risos) Tenho uma filha de 26 anos que atualmente mora com o pai na Holanda. Agora você amor.
Eliza: Tenho a idade que ela falou, um casal de filhos que estão estudando nos USA. Uma filha de 23 e um filho de 21. Casei muito nova, infelizmente. Estou em processo de divórcio.
Clara: Como ela suspirou ao te ver entrar no restaurante e eu só suspirei quando te vi na saída. (Risos) Temos que ser totalmente honestas com você. Além de primas/irmãs, somos amantes há 10 anos.
Eliza: Eu amo a Clara, somos bi. Clara não faz sexo com outro homem a 6 anos. Eu fazia com meu marido, quase por obrigação, há 2 anos não faço mais. Mas senti uma atração por você. Isso tem problema para você?
Eu: Qual problema?
Eliza: Para muitas pessoas é um problema. Mas tenho que mencionar que nunca fomos promíscuas.
Minha ficha: "Divorciado, como já sabem, tenho duas filhas lindas. A mais velha é casada com outra mulher linda e que eu amo de paixão. Isso já mata qualquer preconceito de minha parte. Aliás elas estão no comando da empresa para mim. A mais nova é casada e está grávida. Tenho 50 anos.
Clara: Muito legal, gostei mais de você.
Eu: Obrigado! Vamos jantar e continuamos a conversar.
O jantar foi à beira da piscina.
A noite estava linda e da cobertura se vê o mar.
Encostei nos braços de Eliza para perguntar sobre o joelho e ela se arrepiou toda.
Eliza: Nossa!
Eu: Desculpa, minha mão está fria. Foi a garrafa de vinho.
Ela olhou diretamente nos meus olhos, tirou os óculos e disse: "Não, foi o tesão que provocou em mim quando me tocou."
Ela se virou para mim e me deu um beijo. Ficamos nos beijando e Clara olhando para nós.
Ela desgrudou os lábios de mim e falou: Foi verdade que ontem eu suspirei por você, o encontrão foi acidente, mas não podia ter sido tão providencial e quando encostou em mim eu me arrepiei toda.
Eu: Bendito encontrão.
Puxei o rosto dela e a beijei novamente. Coloquei minha mão na sua coxa e acariciei. Ela colocou a mão na minha e acariciou.
Ela sussurrou aos meus ouvidos: "Hands, touching hands."
Eu: touching me, touching you.
Ela: Caralho, não me faz apaixonar. Amo esta música.
Eu: Sweet Caroline, Neil Diamond.
Ela intensificou o beijo e levou sua mão para dentro do meu calção. O mesmo eu fiz nela.
Ela: Sobe mais sua mão.
Eu levei a mão até sua xoxota e acariciei. Ela estava molhadinha. Ela segurou no meu pau.
Ela: Meu corpo está tremendo. Não assuste com as coisas que vou te falar.
Eu: Fale.
Ela: Você é a segunda pessoa que me faz sentir assim. Juro! Meu corpo treme, estou completamente arrepiada e minha respiração mudou. Agora, você me responder quando te disse, mãos, tocando mãos. Foi apaixonante.
Eu: me tocando, tocando você. Isso deve ser um sinal.
Ela: Sinal compreendido.
Eu: Pode falar quem foi o outro felizardo que te fez arrepiar?
Ela: Sim, é a Ana Clara. Nunca pensei que meu corpo reagiria assim por outra pessoa. Ontem quando saiu, ela veio até mim e tocou nos meus seios. Eu suspirei e arrepiei todinha. Ela olhou para mim e disse: 'Pensei que meu encanto tinha passado. Quando ele tocou no seu joelho eu vi sua respiração mudar.' Eu disse a ela que você tinha mexido comigo.
Eu: Incrível. Ela está ali olhando para o mar pensativa. O que vai acontecer?
Ela me beijou, voltou a enfiar a mão sobre meu calção e acariciou meu pau. Eu toquei na sua xoxota, estava absurdamente molhada. Ela suspirou e me beijou apaixonadamente.
Ela: Preciso muito fazer amor com você. Ela sabe que vai acontecer, ela sabe. Ela também ficou com tesão em você, mas a princípio ela não quer assumir. Olha, quero fazer amor com você, amar eu amo Clara. Namoraria com você e acho que também lhe amaria. Nunca me peça para me separar dela. Namoraria comigo mesmo sabendo que eu posso não te ver um dia porque estou afim de transar com Clarinha?
Eu: Se for honesta comigo, tudo bem. Namorar é a melhor coisa de um relacionamento.
Ela chamou Clara e disse: "Clara, vou fazer amor com Leno. Quer fazer amor conosco."
Clara: Não hoje. Leno, ela realmente ficou com tesão em você. O resto foi coincidência. Por mim, sem problemas. Sou apaixonada por ela, sei que ela por mim, mas sei que ela quer você. E tudo bem!"
Ela deu um beijo na Eliza e deu outro em mim.
Clara: Vou descer, aproveitem a noite. Amanhã nos vemos.
Eliza: Me beije novamente amor.
Ela deu mais um beijo apaixonado em Eliza. Olhou para mim e me deu um delicioso beijo.
Clara: Porra, o cara beija bem, tem bom hálito, é lindo, solteiro, só falta ter pinto grande.
Disse e deu uma risada.
Eliza: Tem um pinto bem grande amor.
Clara se despediu e foi embora.
Eu: Vai ficar tudo bem?
Ela: Vai, ela vai tomar um banho, colocar uma música e vai escrever.
Clara me deu um beijo daqueles que falávamos que era de cinema. Tirou sua blusa e jogou no chão.
Os seios dela eram maravilhosos. Duros com marcas de sol, os bicos são rosados e as aréolas são elevadas, só vendo, difícil descrever. Ela tirou minha camisa e passou a mão no meu tórax, beijou meus mamilos e mordeu. Desabotoou a bermuda, arrancou e também jogou longe. Eu continuava com a cueca e ela com o shortinho. Eu estava encantado com seus seios, quando levei a mão para tocá-los ela segurou minha mão.
Ela sussurrou: "Não amor, não, na cama por favor, não vou aguentar."
Levei ela para o quarto, sentei ela na beirada da cama, desci seu shortinho e sua linda calcinha.
Sua buceta é rosada, seu clitóris é lindo, também rosado, ele se destaca na sua xoxota estufada. Suas coxas eram grossas. Abri suas pernas e comecei a passar minha língua de baixo para cima. Encostava minha língua bem perto do seu cuzinho e ia subindo, massageava seu clitóris. A xoxota dela era depiladinha. O cheiro da buceta era muito bom, parecia canela, ela estava muito, mas muito melada. Eu introduzi um dedo e com o outro massageei seu clitóris. Ela levantava os quadris e dizia coisas incompreensíveis, gemia, soprava, apertava os lençóis. Seus seios apontavam para cima. Sua voz estava rouca.
Ela: Que delícia amor, vou gozar na sua boca. Vou gozar na sua boca. Morde meu grelo morde.
Quando eu mordi, ela esfregou a xoxota na minha cara, apertou minha cabeça, gritou e levantou seu tronco. Suas coxas apertaram meu rosto, senti mais líquido saindo de sua xoxota. Ela quase me matou. Deitou novamente com as pernas arreganhadas e os braços largados. Sua respiração era acelerada e depois foi normalizando. Escorriam lágrimas de cada lado de seu lindo rosto.
Eu puxei seu corpo para cima. Deitei sobre ela e beijei sua boca. Ela parecia querer arrancar minha língua. Beijei seu pescoço e ela gemeu, seu corpo inteiro arrepiou. Desci minha boca até seus seios. Contornei as auréolas com minha língua e dava mordidinhas nos bicos. Ela balançava a cabeça e erguia o corpo.
Ela: Eu sabia, eu sabia que eu sentiria isso. Deite em cima de mim, me deixe te abraçar um pouco. Quero sentir você sobre mim.
Eu deitei, ela segurou meu rosto e me deu um delicioso beijo. Explorou minha boca com sua língua, mordeu a minha. Eu comecei a beijar todo o seu corpo arrepiado.
Ela: Coloca este pauzão em mim. Faz amor comigo.
Coloquei um travesseiro sob seu bumbum, passei meu pau na entrada de sua xoxota e fui massageando o seu grelo. Fui colocando bem devagar. Ela arqueava o ventre. Coloquei e comecei a beijar sua boca. Ela rebolava e eu mexia até ela sentir ele totalmente passeando por dentro dela. Ela começou a acelerar seus movimentos.
Ela: Isso amor, isso, goza comigo, goza, goza comigo, vou gozar amor. Ela levantou os quadris e eu gozei muito na sua buceta. Ela gritava e apertava minha bunda. Suas pernas que estavam em volta de mim pareciam que iam me partir ao meio. Me julguem, mas foi o maior orgasmo da minha vida. Senti toda minha energia sendo sugada por ela. Parecia estar levitando. Até respirar era difícil. Fomos nos acalmando, respirando melhor e ela simplesmente chorava. Sem desespero, mas as lágrimas saiam dos seus olhos. Saí de cima dela, ela virou de costas para mim e ficou na posição fetal. Eu não sabia o que fazer. Por uns minutos só se escutava sua respiração bem profunda. Acariciei seu rosto, comecei a acariciar seu corpo e ela foi desfazendo da posição fetal.
Ela virou de barriga para cima, seus lindos seios voltaram a apontar para cima. Olhou para mim com um lindo sorriso no rosto e me puxou para me dar um beijo longo, calmo e exploratório. Foi até meu pau e chupou ele. Sentou em minhas coxas e foi deixando um rastro de porra que saia de sua xoxota, que ia do meu pau até minha boca. Voltou sua boca para o meu pau e veio chupando e lambendo todo o meu corpo. Sugou até a última gota e me deu um longo beijo. Encaixou suas pernas na minha coxa e voltou a me beijar.
Ela: Foi melhor do que eu imaginava. Senti coisas incríveis.
Pareceu que saí de mim. Tem algo muito diferente acontecendo conosco. Se depender de mim eu não abro mão de você. Me diga por favor se gostou de fazer amor comigo.
Eu: Senti exatamente o que você sentiu. Por um breve período achei que estava tendo uma parada. Foi alucinante. Ninguém acreditaria se eu contasse.
Ela: Tem uma pessoa que vai acreditar em nós dois.
Eu: Ana Clara.
Ela: Sim. Você viveria conosco. Não digo nem para morar. Digo em ficarmos juntos. Você aceitaria de boa?
Eu: Minha resposta deveria ser, me dê um tempo, mas só consigo responder que quero muito você.
Ela se enrolou no lençol, foi até a bolsa dela, pegou o celular e fez uma ligação e colocou no viva-voz.
Ela: Oi amor.
Clara: Oi amor.
Ela: Vem para cá. Vem dormir conosco. Só dormir.
Clara: já estou deitada vida.
Ela: Eu sei. Meu joelho está doendo muito, traz uma pomada para mim. Vem me fazer massagem no joelho. Mas eu quero mesmo é você conosco.
Eu: Vem Clara, vem, acorda conosco amanhã. A cama é enorme, venha.
Clara: Vou. Precisam de algo?
Eliza: Primeiro de você aqui conosco e traz a pomada. Venha logo amor.
Fui tomar banho e escutei Clara chegar. Coloquei um calção e fui até a sala. Eliza disse que ia tomar banho para passar a pomada, me deixou sozinho com Clara.
Notei ela bem pensativa. Ela estava linda. Abriu a porta da área e foi até a beira da piscina. Fui atrás dela.
Eu: Oi, tudo bem?
Ela: Tudo bem, só pensando num projeto.
Eu: Está com medo né?
Ela: Sim, estou, são dez anos amando Eliza, sempre amei, digo como mulher. Seu marido nunca me incomodou. Você vai ser diferente. Sei que também vou gostar de você. Mas fica o medo. Moro aqui com ela, você mora em BH. Será que ela vai embora?
Eu: Está precipitando. Fizemos amor, tem muitas coisas envolvidas para dar certo. Não quero exclusividade. Se der certo eu prometo não a tirar de você. E tem mais, quem disse que não posso te desejar também e sentir sua falta. E se forem morar em BH? Tem muita coisa para acontecer, isso se for acontecer. Não se precipite. Vem senta comigo aqui na sala e me empresta a pomada.
Ela: deixa que eu passo em você, tenho mãos boas para massagem.
Eliza entrou na sala e Clara passava a pomada em meu joelho. Ela sentou ao meu lado. Clara começou a massagear seu joelho.
Eliza: Meu amor tem mãos de fada. Amanhã faça uma massagem no Leno.
Clara: Amor, nossas massagens sempre acabam..., você sabe como.
Eliza: Ele vai adorar, isso tenho certeza.
Clara: Leno, foi bom fazer amor com Eliza? Ela eu sei que está nas nuvens.
Eu: Eliza sabe o que senti. Foi a melhor foda da minha vida e olha... deixa para lá.
Eu puxei Clara, sentei aquele mulherão no meu colo e coloquei sua cabeça no meu peito.
Eu: Clara, não fique insegura, quer fazer amor com Eliza agora? Vai ver o tesão que ela tem por você. E saiba que também me dá tesão. Vou te respeitar sempre, mas se quiser fazer amor comigo vou adorar.
Ela começou a chorar e me abraçou. Eu enxuguei as lágrimas dela e beijei seu rosto.
Eu: Durma com ela hoje. Vou dormir no outro quarto.
Ela: Não, de jeito algum. Vamos dormir juntos. Eliza não chore, não estou triste, só tenho medo.
Fomos para o quarto e dormimos os três rapidamente, tinha sido um dia puxado. Clara dormiu abraçada a Eliza, só que ela ficou entre mim e Eliza. Clara assim como a prima tem uma bunda linda e muito grande. Como disse antes, são gostosas. Quando eu acordei estava abraçado a Clara e ela tinha a bunda colada ao meu pau que estava duro. Fui puxando a mão lentamente, para piorar minha mão estava sobre os seios dela.
Quando puxei ela falou baixinho: Pode deixar sua mão aí e pode deixá-lo encostando em mim. Bobo!
Aí eu ajeitei e encaixei o pau na bundona dela. Dormi novamente. Acordei com Eliza levantando. Olhei para ela e ela fez sinal de silêncio para mim. Eu estava na mesma posição com Clara. Minutos depois ela acordou. Se virou para mim e me deu um selinho.
Ela: Bom dia lindo. Quantas ereções você tem por noite. Eu contei três.
Eu: Obrigado por contar, agora eu sei. (Rimos)
Eliza entrou e falou: "Coisa feia, Leno, aproveitando da indefesa Clarinha."
Clara: Foi por muito pouco que os seis anos sem homem foi literalmente para o saco. Umas 5hs da manhã quase acordei ele. Fiquei molhada, mas recuperei o juízo e resisti. Que pau é esse moço?
Eliza: Foi boba, devia ter aproveitado, vai gostar muito, garanto.
Clara: Não duvido.
Eu só ria e deixei como brincadeira.
Tomamos café lá na casa delas. Mais tarde fomos para a praia. Porra, como elas estavam gostosas. Eliza ficou comigo como se fosse minha namorada. Clarinha de vez em quando passava a mão nas mãos de Eliza.
Quando fomos embora eu disse para elas que ia fazer uma ligação para minha filha. Subi e elas ficaram no apartamento delas.
Mais tarde Eliza me liga: "Amor, vamos subir, estamos levando vinho e pedimos pizzas."
Eu: "Vem as duas para dormir comigo. Ok?"
Eliza: "Oba! Vamos sim."
Depois da pizza e do vinho. Clara colocou música para nós. Eliza me puxou para dançar, Clara colocou o biquíni e pulou na piscina. De lá mandava beijos para nós.
Eliza: Vem cá amor, vamos para o quarto, falta eu experimentar uma coisa.
Ela tirou sua roupa, ficou peladinha e deu uma volta para mim. Surpresa, ela tinha um plug-anal na sua bundinha. Eu enlouqueci. Quando eu comecei a chupar os seios dela ela arrepiou e me puxou. Começou a me beijar e a acariciar meu pau.
Ela: Vai comer meu cuzinho agora. Seu pau é grande e grosso, por isso me precavi. Clara lavou meu cuzinho e colocou o plug para eu me acostumar.
Eu: Preciso agradecê-la.
Eliza: Eu já agradeci, fiz ela gozar 2 vezes na minha boca. Ela também beijou meu cuzinho e laceou ele para meu macho. Amor, ela está feliz e acho, só acho que qualquer dia ela vai querer você, só acho. Se ela quiser amor, lembra que faz muito tempo que ela não transa com homem.
Eliza chupou meu pau e eu meti na sua xoxota até ela gozar. Desta vez ela cavalgou e tinha o plug no rabo. Ela rebolava e eu tirava e colocava o plug. Mamei nos seus peitos e ela gozou novamente. Ficou muito tempo abraçada a mim.
Ficou de quatro olhou para mim e disse: "Tira o plug e coloca este pauzão de uma só vez."
Tirei o plug. Seu buraquinho estava lindo. Posicionei a cabeça.
Ela: Empurra puto.
Eu empurrei de uma vez, o pau deu uma envergada mais entrou. Ela gritou, socou o colchão e mordeu o lençol. Eu empurrei tudo. Minhas bolas batiam na sua xoxota. Ela gritava e rebolava.
Ela: Isso amor me arregaça, emenda meu cu com minha xoxota. Seu pinto é muito grosso.
Eu socava e ela gemia.
Ela: Amor chama a Clarinha, chama.
Eu chamei Clara. Ela escutou e veio, ela parou na porta e ficou paralisada comigo metendo no cu da Eliza.
Eliza: Vem amor me dê sua xoxota para eu chupar.
Clara: Estou de biquíni amor.
Eu: Tira seu biquini gostosa.
Ela tirou e ficou peladinha, estava arrepiadinha, seus peitos eram um pouco maiores que a prima e realmente seu rabo era maior. Ela começou a beijar a boca de Eliza. Ela deitou com aquela buceta greluda na frente de Eliza. A prima começou a chupar aquele grelo enorme. Clara apertava seus seios com uma mão e com a outra apertava a cabeça de Eliza. Eu socava no rabo de Eliza. Clara, virou o corpo, entrou por baixo da Eliza e começou a chupar a buceta dela. Faziam um 69 com Eliza tomando no rabo. Senti as mãos de Clara nas minhas bolas, depois senti sua língua nas bolas e no meu pau. Não aguentei e enchi o cu de Eliza de porra. Eliza tinha gozado na boca de Clara. Depois eu tirei meu pau do cuzão de Eliza, Clara ficou abismada com o tamanho que tinha ficado o cu da prima. Ela chupou minha porra do rabo da prima. A Eliza me puxou e limpou meu pau com sua boca. Cansado deitei na cama. Elas ainda se chuparam. Foram as duas tomar banho e saíram enroladas na toalha. Eu fui tomar banho e saí de short. Sentamos na sala. Namorei um pouco com Eliza. Fomos deitar.
Desta vez elas me deixaram louco. Deitamos na mesma posição que no dia anterior. Eu, Clara e Eliza. Só que ambas estavam nuas.
Eliza: Nova regra, quando fomos dormir os três temos que estar nus. Ela tirou meu short e mamou o meu pau.
Clara: Caralho, ele é grande mesmo, ontem só senti ele no meu rego, hoje vi ele dentro de você amor e depois me distraí com você. Teve coragem de dar seu rabinho tão lindinho para ele.
(Rimos)
Logo após eu ganhar um beijo de boa noite delas eu dormi. Ainda escutei elas se declarando uma para outra. Apaguei. Não sei que horas era eu estava novamente encostado na Clara, só que desta vez estava pele com pele. Senti sua pele macia no meu pau. Meu tesão foi a mil. A bunda de Clara era maravilhosa. Eu encostei mais nela e coloquei minha mão nos seus seios. Senti os bicos dos seios ficarem eriçados. Seu bumbum deu uma leve mexida. Comecei a acariciar seus seios bem lentamente. Mordi sua nuca. Ela gemeu. Senti sua mão pegar no meu cacete e colocar na entrada de sua xoxota que estava quente e molhada. Incrível, mas ela era mais apertada. Fui empurrando e ela rebolava bem devagar, parecia que ela não queria acordar a Eliza. Apertei os seus seios e empurrei tudo. Puta merda que buceta quente. Ela rebolava bem devagar e eu também fazia movimentos lentos. Meu pau estava muito duro. Não sei por quanto tempo ficamos assim. Estava muito gostoso. Mordi sua nuca novamente e ela estremeceu e soprou o ar. Sua xoxota escorreu. A safada havia gozado e não foi pouco. Meu pau molhou todo. Estava muito gostoso. Melhorou mais com ela apertando meu pau com a xoxota. Ela apertava e puxava a bunda até a cabeça do meu pau ficar na porta da buceta e empurrava para trás. Eu fui até o ouvido dela e sussurrei: "Vou gozar."
Ela sussurrou: "Goza e deixa ele dentro."
Metemos mais e eu gozei muito, mas muito mesmo. Normalmente eu urro quando gozo, desta vez só puxei o ar.
Senti os jatos baterem dentro dela. Ela pegou minha mão que estava no seu seio, beijou e colocou entre suas pernas. Depois apertou meu pau e ficou quietinha. Não sei como nem quando eu dormi. Acordei o dia já estava claro, ela estava virada para mim, segurando o meu pau que estava duro.
Ela sorriu e disse baixinho: "Três, três ereções."
Ela chegou mais perto e me beijou.
Logo Eliza acordou e virou Clara para ela e a beijou. Passou por cima da Clara e me beijou. Levantou peladinha e foi para o banheiro mijar. Clara foi atrás com a mão na xoxota.
Eliza: Que isso branco nas suas coxas?
Clara: Porra, muita porra.
Eliza quase gritando: "Mentira, não acredito, deixa eu ver, mentira, aí que delícia amor. Como não vi, sua safada. São dois traidores safados. Que delícia amor. Gozou, gozou? Fala."
Clara falando baixo: "Gozei."
Eliza saiu nua e pulou em mim: "Aí amor, que delícia, vocês fizeram amor. Gente, como eu não vi?"
Vamos tomar café e vão me contar.
Durante o café Clara contou como foi.
Clara: Era a segunda ereção dele. Acho que ele sentiu minha bunda nele e acordou. Aí começou a acariciar meus peitos e ainda mordeu minha nuca. Aí não aguentei e coloquei o cacetão dele dentro de mim. Eu gozei e ele ainda demorou para gozar. Senti os jatos baterem forte dentro de mim. Não o deixei tirar. Fiquei com medo de você acordar. Queria que fosse surpresa. Gostou Eliza?
Eliza: Porra que pergunta. Estou quase chorando. Estou muito feliz meu amor. Você não gozava com homem há mais de 6 anos. Ai amor, agora quero ver ele te foder como faz comigo.
Eliza levantou, sentou no meu colo e disse: "pronto, agora estamos completos. Obrigado meu gato."
Me beijou e puxou a Clara e beijamos os três.
Eliza: E agora Clarinha?
Clara: Só muda que sei que é bom fazer amor com ele. O pau dele é gostoso e de vez em quando vou dar para ele.
Eliza: De vez em sempre e a primeira foda real vai ser hoje, quero ver você gemendo no pauzão dele.
Fizemos amor e Clara gemeu, gemeu muito, gozou muito. Dormi com uma de cada lado me abraçando.
Ainda estamos juntos. Eliza mora com Clara. Eu passei a empresa para minhas 2 filhas administrarem. Tenho 1 neto. Fico com as filhas uns dias e volto para cabo frio. Clara vai vender o apartamento para investir em um projeto. Elas vão morar comigo. Não, não transamos todos os dias e nem todos juntos todas as vezes. Às vezes transo com Clara. Com Eliza, quase todos os dias que estamos juntos. Elas também transam muito. Quando transamos os três juntos, quase morremos de cansaço. Elas já conhecem minhas filhas e eu os da Eliza. Eliza passa muitos dias comigo em BH. O gostoso é receber ligação da Clara dizendo que quer fazer amor comigo. Quando chego lá ela faz amor assim que entro, mas adora fazer amor como fizemos da primeira vez.
Que tenhamos saúde!
