Aprendendo a ser Liberal (5)



Meu marido me disse que aquele dia seria um dia especial pra ele e pra mim. Eu estava vestida de calça jeans e camiseta, daí ele disse:- Hoje vou produzir você como uma mulher deve sempre agradar o marido. Fiquei surpresa com essas palavras e perguntei:- Como assim? Ele pegou uma sacola debaixo da cama, tirou uma blusa de seda branca bem transparente e falou: - Tire essa camiseta e o sutiã e vista essa blusa. Eu falei que ele estava louco e que ainda estava claro e que a janela do quarto estava aberta e alguém poderia ver. Ele disse: - E daí? Nós estamos dentro no hotel, pô! Olhei para os lados para verificar a situação e consegui tirar a camiseta, o sutiã e vestir a blusa. Foi aí que ele tirou da sacola uma mini-saia verde água toda rodada que eu não usava há tempos e pediu para eu vestir e que tirasse a calcinha e eu disse: - Eu visto essa saia mas, não tiro a calcinha. E assim eu fiz.
Depois de vestida, com a mini-saia levemente solta mas, que ainda marcava o meu quadril e desenhava a curva da minha bunda, me olhei no espelho e sorri de lado. Sabia que aquele reflexo não era de uma mulher indecisa.
Então, p meu marido falou: - Porra, Helena… você tá uma delícia — murmurou rouco, passando a mão pela minha cintura e descendo até a minha bunda — Você está exatamente como eu queria… — rosnou contra minha boca, mordendo de leve meu lábio inferior. — Tá cheirosa, arrumada… e com essa sainha que mal cobre essa bunda gostosa.
Ele me perguntou se estava tudo bem, eu disse que sim. Perguntou se tinha passado a minha ansiedade. Eu disse que sim, que estava esperando chegar o horário do encontro mas, que ainda estava um pouco nervosa. Daí ele falou: - É normal, amor! Eu estou com medo de você não aguentar e querer transar com ele já no primeiro encontro. E, eu disse: - E o que é que tem transar com ele no primeiro encontro? Não é isso o que você quer? Então, ele respondeu: - Eu acho normal hoje em dia. E, eu respondi: - Mas, estou preocupada dele achar que sou uma puta. Meu marido deu risada e respondeu: - Ainda não! Eu ergui uma sobrancelha, fingindo surpresa, mas o coração já acelerou, e disse: - Credo, amor! É isso mesmo que você quer? Ele nada falou mas, ainda tirou da sacola uma calcinha fio-dental bem menor do que o número que eu uso, e tive a certeza de que ela mau cobriria a minha xana, e que também entraria no meu rêgo ficando bem no meio da minha bunda.
Eu peguei ela e dando risada falei: - Mas você heim? Tá me surpreendendo a cada instante! Tá bom eu vou vestir por baixo da mini-saia quando for me arrumar tá? Se é isso que você quer!
As horas voaram e disse ao meu marido que iria ao banheiro porque precisava me arrumar.
Quando entrei no banheiro e abaixei a calcinha, a minha bucetinha estava completamente encharcada, escorrendo pelas pernas. Estava bamba e aquele homem não me saía da cabeça, queria muito dar pra ele.
Ainda estava no banheiro me arrumando quando chegou uma mensagem dele de whatsapp : - Oi tudo bem com você? Eu respondi: - Estou bem sim, com saudades de você ? E, ele: - Também estou! Só que vou me atrasar um pouco! Você está aonde? Respondi que em casa. E, ele escreveu: - Ok! Me dá mais um 40 minutos que chego lá onde combinamos.
Quando foi chegando a hora, muito nervosa, beijei o meu marido, que me deu um tapinha na bunda, um beijo, me desejou boa sorte e por volta das 20h entrei no Uber. Cheguei no barzinho e ele já estava lá Vestia uma camisa branca dobrada nos antebraços, calça jeans, um sorriso contido, olhar que me despiu sem cerimônia. Disse: - Boa noite... sem tirar os olhos dele. Daí ele falou: - Pensei que você fosse me deixar esperando mais um pouco. Você está linda. Na mesa, o vinho já esperava. Um tinto encorpado. As taças reluziam. Ele me serviu com calma, observando cada gesto meu — da forma como cruzei as pernas ao levantar a taça até o modo como deslizei os dedos pelo colo, distraída. Mas ele não estava distraído. Conversamos sobre tudo um pouco. Política, filmes, viagens. Mas a tensão entre nós era o verdadeiro prato principal. A cada vez que nossas mãos se tocavam por acidente, eu sentia o arrepio subir pelas minhas coxas. E ele percebia. Falou: - Não aguentei esperar — sussurrando no meu ouvido, com aquela voz grave de tesão. Percebi o volume por baixo da calça dele, e ele percebeu que fiquei toda arrepiada.
Confesso que passou em minha mente varias putaria ao ver ele daquele jeito. Não sei o que estava passando pela mente dele, mas eu sei que na minha era as piores ou melhores putarias. A minha vontade era beijar, deixar ele mais excitado ainda por minha causa mas, a minha timidez me fez travar um pouco, não me lembro qual era o assunto que estávamos conversando só sei que do nada ele puxou a minha cabeça e me beijou. Nossa que beijo maraaaavilhoso, ele beijando minha boca e a minha bucetinha piscando feito louca para ser beijada também. Daí ele pegou a minha mão levou até o pau dele por cima da calça, ele mordiscava a minha orelha, beijava minha nuca, e eu cada vez mais molhada.
Ele me olhava como se eu fosse um presente raro. Me acariciava o cabelo, gentil, sem forçar. De vez em quando, deixava os dedos tocarem de leve o meu rosto enquanto eu o entregava a minha língua na boca dele com carinho, num ritmo lento, tentando entender como lidar com tudo aquilo. Eu sorria entre um beijo e outro. Nervosa, mas entregue.
Continua...
Foto 1 do Conto erotico: Aprendendo a ser Liberal (5)

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Aprendendo a ser Liberal (5)

Codigo do conto:
268147

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/07/2026

Quant.de Votos:
4

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5