Aprendendo a ser Liberal (6)

Quando ele colocou a minha mão em cima do cacete dele, por cima da calça, disse: - Olha aqui! Sente! Vê se gosta! Nossa! Era um cacetão de respeito, bem grosso e comprido e fiquei alisando bem devagarinho por cima da calça dele por baixo da mesa e ele ficou mais doido ainda depois que eu comecei a apertar e percorrer a mão por toda aquela coisa enorme, grossa e dura, enquanto ele me beijava. Ele pegou o meu rosto e me beijou na boca enquanto eu esfregava a mão no cacete dele e ele continuava tocando a minha xana e as minhas coxas por baixo da minha minúscula saia. Claro que a minha xana já estava Estávamos muito excitados e sedentos de tesão.
.Saímos do barzinho como dois namorados, trocando beijos e afagos. O tesão já era tanto que até a minha vergonha tinha passado.
Quando entramos no carro dele, ele não agüentou. A rua estava deserta e me pediu para que tirasse a minha blusa e aminha minúsculla calcinha Em troca, pedi a ele também pediu que tirasse a sua camisa e a calça. Ele, ficou só de cueca e eu só de sutiã com minha minúscula mini-saia sem calcinha. Ele então veio pra cima de mim caíu de boca nos meus seios, com fome e fúria. Tentava tirar o meu sutiã de uma vez só. Apertava e chupava tentando tirar o meu sutiã com os seus dentes. Daí, pude ver o volume já tinha se formado por baixo da cueca dele, explodindo, latejando e quase rasgando o pano.
Ele percebeu e sorrindo, falou: - Isso aqui ficaria muito melhor na sua boca. Colocando a mão na minha cabeça, foi me abaixando na direção da pica dele, dizendo: - Mama que eu quero sentir e ver! Ele estava com a voz rouca como um senhor de idade. Me arrepiei toda, e atendi prontamente.
Puxei a cueca dele pra baixo, suficiente pra tirar o seu pau pra fora segurei aquela tora bati com ela no meu rosto até finalmente começar a chupar. Iniciei devagarinho, com a pontinha da lingua na cabeçona, e fui engolindo, tudo bem calma porque adoro aquele gemido que o homem dá, pelo menos na minha boca o meu marido gemia. Esse gemido me excita, me fascina. Pedi pra bombar na minha boca, até o fundo. Como era enorme aquela tora mas, adorei chupá-lo até ele esporrar. Confesso que não foi uma boa ideia ir até ao fim, porque me engasguei com o tamanho e quando a porra veio, mas ele adorou.
Foi tanta porra que não consegui segurar e escorreu pela minha bôca. Mas, para não sujar o carro, engoli o que pude e lambi o resto que tinha ficado escorrendo no pau dele.
Me lembro que eu chupei como uma criança chupa um pirulito, seu pau duro feito rocha e muito cheiroso me deixou cada vez mais molhada, meu grelinho lateja de tesão e sentia o meu corpo tremendo querendo sentir aquele ferro me fuder gostoso, Antes de sentir a porra dele na boca, eu chupei a cabeça e desci por todo o seu caralho lambendo todo o seu saco, colocando tudo na boca e depois ainda ficava punhetando vendo o filho da puta gemer de tesão.
De tanto ficarmos nos agarrando no carro, chupando e lambendo, ele me segurou forte e disse que o melhor ainda estava por vir, que me queria todinha e que tínhamos que apressar as coisas. Ligou o carro e saímos. A sensação do vento e da proximidade do corpo dele enquanto dirigia em direção ao seu apartamento fez o meu coração disparar, anunciando que aquela noite estava apenas começando. Assim que chegamos, ele entrou na garagem e comecei a me arrepiar dos pés à cabeça. Era uma sensação estranha e maravilhosa: eu não sabia dizer se aquele tremor era pelo frio da lá fora ou pela descarga de adrenalina de saber, com absoluta certeza, o que estava prestes a acontecer. O tremor que percorria o meu corpo, indeciso entre o frio da e a febre do desejo, parecia aumentar a cada centímetro de minha pele que ele já tinha descoberto. Seus olhos não saíam dos meus, como se ele estivesse mapeando cada reação, cada respiração acelerada, cada milímetro de entrega que eu lhe oferecia. A mulher casada e tímida que tinha entrado pela porta tinha ficado lá fora, junto com o frio. O que restava era uma mulher pronta para ser deflorada. Ele aproximou o rosto do meu, o perfume marcante misturando-se ao aroma da pele molhada, e sussurrou algo que eu não entendi direito, mas que fez meu interior pulsar como nunca antes. Ele me envolveu em um abraço firme e começou a me conduzir, com passos lentos e decididos, em direção ao que seria o nosso refúgio. A noite estava apenas começando, e o que viria a seguir seria a resposta para todas as perguntas que aquele beijo no carro tinha deixado no ar. Um beijo no marido, e depois, correndo para dar para o amante de pau grande.
Novamente, ele me deu um abraço bem atrevido e forte, me elogiou e falou que eu estava muito bonita e elogiou o meu perfume também. Eu gelei na hora, porque ao entrarmos no elevador para subir para o apartamento dele um silêncio entre nós deixou o ambiente meio tenso, parece que sabíamos o que ia acontecer. Claro!...sabíamos!
Assim que entramos, ele me segurou pela cintura e me encarou nos olhos, eu perdi o chão naquela hora, sabia o que iria acontecer mas não conseguia oferecer a menor resistência. Ele falou que tava louco de vontade de ficar comigo e que percebeu minhas provocações na praia. Daí ele me deu um beijo e eu simplesmente me entreguei, eu não conseguia raciocinar, falar ou qualquer outra coisa, apenas seguia os estímulos do meu corpo.
?Ficamos nos beijando e nos agarrando por alguns instantes, em seguida ele tirou a camisa, mostrando aquele tórax todo definido, aquela pele morena escura, aquele volume nas calças, que eu já tinha visto muito bem no carro.
Entramos no quarto dele . Ele fechou a porta com um clique suave, e o som pareceu ecoar como um ponto final na minha vida normal de casada.
Ele falou: - Senta aí! Apontando para a cama.
A voz dele era grave, controlada, como se já estivesse no comando. Eu obedeci, cruzei as pernas, sentindo a minha mini-saia subir mais, expondo as minhas coxas. Ele se sentou na beirada da cama, de frente pra mim, e disse: - Vamos conversar primeiro. Você parece nervosa. Falando com os seus olhos bem fixos nos meus, sem piscar. Eu respirei fundo, sentindo os meus peitos subirem e descerem por debaixo do sutiâ . A aflição era real — medo de me machucar, de perder o controle, de me arrepender. Mas também havia curiosidade, um fogo baixo que queimava desde nossas conversas no barzinho e a nossa pegação no carro dele. Eu então respondi que nunca tinha traído o meu marido e que era a minha primeira vez com outro homem.
Ele não falou nada a respeito mas, naquele momento disse: - Levanta da cama! Fica em pé na minha frente. E tira roupa be, devagar. Quero ver tudo que essa putinha casada esconde. Aquilo me soou como uma ordem, que ecoou pelo quarto. Obedeci, com as minhas pernas moles e trêmulas mas, com o corpo obediente.
Levantei devagar, fui tirando a mini-saia e a minha blusa já coladas no meu corpo pela minha pele suada. Puxei as alças finas do sutiã pelos ombros, sentindo o tecido deslizar pelo meu corpo, revelando os meus seios firmes, a barriga lisa, as marquinhas de biquíni na pele já queimada pelo Sol. Ele observava tudo, sem me tocar, mas as palavras saíam sujas e cortantes da boca dele que dizia: - Olha só esses peitinhos durinhos... aposto que o seu marido não sabe o quanto eles ficam tesudos para um estranho. Continua, vadia. Mostra essa buceta molhada que tá pingando desde que toquei nela no carro.
Meu corpo ardia, os mamilos eriçados, a minha buceta inchada e úmida. Ele se levantou devagar, tirando o resto da roupa — cueca no chão, pauzão balançando grosso e reto, rígido com as veias pulsando. Nu, andou ao meu redor, mas não tocou. Só olhava, comentando baixo: - Que corpão de puta casada... bunda empinada, coxas grossas... você nasceu pra ser usada, não é? Pra trair e gozar no pau de outro. Fiquei calada, imóvel. Tremia igual a vara de bambú verde. Ele praticamente ordenou: - Deita na cama! Deitei e ali, eu nua na cama olhava para aquele homem imaginando o que faria comigo por toda noite. E ele veio subindo , beijando minhas pernas, lambendo as minhas coxas, nesta hora a minha buceta latejou e eu sabia que estava gozando.

Continua...

Foto 1 do Conto erotico: Aprendendo a ser Liberal (6)

Foto 2 do Conto erotico: Aprendendo a ser Liberal (6)

Foto 3 do Conto erotico: Aprendendo a ser Liberal (6)

Foto 4 do Conto erotico: Aprendendo a ser Liberal (6)

Foto 5 do Conto erotico: Aprendendo a ser Liberal (6)


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario lcarinhoso

lcarinhoso Comentou em 28/07/2026

Gostosa demais, adoro assim, aprendendo muito bem.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


268147 - Aprendendo a ser Liberal (5) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 23
267963 - Aprendendo a ser Liberal (4) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 36
267436 - Aprendendo a ser Liberal (3) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 34
267085 - Aprendendo a ser Liberal (2) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 43
266938 - Aprendendo a ser Liberal (1) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 44
266844 - Aprendendo a ser Liberal - Categoria: Traição/Corno - Votos: 49

Ficha do conto

Foto Perfil helena40
helena40

Nome do conto:
Aprendendo a ser Liberal (6)

Codigo do conto:
268509

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/07/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
5