Lá pelas 18:00 começamos a beber. Estávamos sentados na frente do computador, vendo vídeos e falando sobre várias coisas. Não demorou muito para a bebida começar a fazer efeito e já começamos as rapidinhas, na cadeira, na cama, no banheiro... Tocamos em vários assuntos, como: passado, traumas, nossos pais, etc. Também falamos sobre fetiches que tínhamos. Tina é bem fechada na hora de falar, mas é parceira para fazer de tudo!
Como falei no meu primeiro conto, eu já tinha dado a ideia de irmos a uma casa de swing, porém ela não curtiu a ideia... Ontem, durante a conversa, disse-me que o que lhe incomodava era o fato de ter mais mulheres lá, e então disse que nunca faria nada sem a permissão dela, e que iríamos apenas para ver e dar umas risadas.
Por volta das 23:00, começamos a nos arrumar. Ela colocou um vestido preto decotado na cintura e na perna esquerda, então era só levantar um pouco o vestido e ela já estaria com metade da bunda para fora. Eu disse que ela podia ir sem nada embaixo; eu fui com uma roupa social padrão, regras da casa.
Chegando lá, pedimos umas cervejas e ficamos só olhando o pessoal. Já tinham mulheres sem roupa dançando; isso era por volta das 00:30.
Tina estava bem solta quando começou a tocar umas músicas mais aceleradas. A gente levantou e ela ficou dançando e rebolando colada em mim. Confesso que gostei muito da sensação de ver os outros olhando ela descer até o chão e depois subir se esfregando em mim. Tinha até um casal na nossa frente que aparentemente se desentendeu kkkk. Minha namorada rebolava igual a uma putinha e o cara ficava dando umas olhadas. Tina me disse depois que a mulher deu uma olhada meio brava para ela em um momento, e pouco depois foram embora. Eu realmente entendo o cara. Tina tem 18, porém a altura e aparência deixam ela ainda mais jovem do que é. Sei que isso dá um tesão do caralho em alguns... Ficamos um bom tempo dançando assim; ninguém nos incomodou. Alguns homens passavam olhando para ela e depois me cumprimentavam; algumas mulheres também passavam e me olhavam. Vontade não faltou, mas o respeito pela minha mulher vem primeiro.
Foi bom demais vê-la agindo igual a uma puta na frente de todos. Algumas vezes o decote do peito caía e ela ficava abaixada com os peitos à mostra, botava até o dedinho na boca. O pessoal estava gostando dela. Uma menina veio com uma garrafa de vodka e deu um gole para ela beber direto no gargalo. Dava para ver que ela estava amando aquilo, amando se sentir livre e, ao mesmo tempo, segura.
Nesse dia a casa fechava às 03:00, e já eram mais de 02:00 horas. Até pensamos em conhecer os quartos, mas Tina já estava literalmente implorando para ir a um motel de tanto tesão, e a gente concordou. Quase na hora de ir embora, um casal que devia ter uns 40-45 anos chegou perto de nós e perguntou o que tínhamos achado, se era nossa primeira vez, coisas assim... Também nos falaram que nessa quarta-feira teria uma festa ali também, e que podíamos vir. Como trabalhamos em dias de semana, combinamos de ir no próximo sábado, até porque a casa vai estar mais cheia. Acordamos também que, da próxima vez, Tina vai ir de calcinha, assim ela pode tirar o vestido lá e ficar à vontade, mas também não vejo problema em tê-la nua na frente de todos, contanto que ela esteja gostando...
Pouco antes da casa fechar, fomos para o motel, pegamos pernoite em uma suíte com hidro. Foi a primeira vez dela em um motel; hoje mais cedo me disse que sempre passava na frente dele de carro e achava bonito, disse que realizei um dos sonhos dela.
Nosso domingo foi esse; mais embaixo deixo algumas fotos nossas no motel. Tina estava bem animada, rolou até um "pai e filha" kkkkk, coisas que pretendo contar aqui futuramente. Peço desculpas se em algum momento o conto ficar meio perdido, e espero que gostem. Reafirmo o que disse no primeiro conto: tudo o que for postado nessa conta vai ser fiel às nossas vivências.
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dize7