Sozinho em casa com minha irmã mais nova / Perdendo o cabaço com minha irmã.

Opa, como estão, amigos?

Dessa vez vou trazer o início da minha relação incestuosa com minha irmã (que já não acontece há anos). E, sim, nós somos filhos do mesmo pai e mãe, e, não, não fomos separados na infância nem nada do tipo que pudesse ter desbloqueado desejos sexuais; foi mais por ficarmos muito tempo sozinhos em casa durante a pandemia.

Para deixar a história mais explicativa, hoje temos 19 e 18, temos uma relação muito tranquila, jogamos juntos, saímos, etc. Inclusive nós dois somos compromissados, e meu cunhado é um cara muito top, meu parceiro de gameplay quase todos os dias depois do trabalho.

Tudo isso começou na época da pandemia. Nossos pais trabalhavam 6x1 e só ficavam em casa no domingo, mas, durante a semana toda, éramos só nós. Acredito que, nessa época, as aulas já tinham sido temporariamente suspensas, então nossa rotina se resumia a organizar a casa, jogar, ver TV, comer... Nós dois nunca tivemos muitos amigos. Lembro que minha irmã costumava ter só uma amiga em toda a escola; comigo era mais ou menos assim também.

Nessa época eu já tinha o hábito de assistir muito porno, mas acredito que minha irmã estava ainda iniciando nessa vida. Lembro que, por alguns dias, tivemos que dividir o celular, pois o meu havia quebrado, então, em alguns momentos, ficávamos juntos assistindo a vídeos e etc. Eu já tinha uma certa maldade, estava no auge da minha puberdade, isolado dentro de casa... De vez em quando apareciam alguns anúncios ou coisas de teor sexual, em que eu aproveitava para me fazer de bobo e clicar, falando coisas do tipo "oloko, que estranho". E ela, por ser curiosa, não tirava nem nada. Isso foi meio que normalizado depois de um tempo entre nós. Claro que não era nosso hobby, não nos convidávamos para assistir pornô juntos, mas, de vez em quando, rolava.

Depois de um tempo, começamos a nos tocar de leve; era mais por curiosidade mesmo, a barreira de sermos irmãos ainda travava o pensamento do sexo. Às vezes, quando víamos alguns vídeos, eu ficava excitado e ela reparava bem no meu pênis, chegava a tocar, mexer pro lado, sempre meio curiosa, não parecia sentir tesão. Eu só aproveitava para pedir algumas punhetas às vezes; tinha muito medo dela se sentir forçada a algo e perdermos esses momentos. Querendo ou não, era a única "mulher" disponível para mim.

Lembro até hoje de um dia em que ela estava deitada num colchão, virada de bunda para cima. Estava usando só um short jeans curto. Lembro que começamos a conversar sobre bastante coisa e, em algum momento, decidi começar a massagear os pés dela, obviamente com pura intenção de tocá-la. Comecei pelos pés e fui subindo: pernas, costas, pescoço...

Para descer de volta, lembro de ter falado algo como:

- Aqui dói?

Enquanto apertava/massageava a bunda dela.

— Não.

Para um bom entendedor, sabe que isso era um passe livre dela, mas, como eu era cabaço, não tive ousadia para passar muito disso. Fiquei por uns bons minutos passando e apertando-a, já estava meio que encaixado em suas pernas, e ela deitada ainda de bruços para mim.

Após isso, teve um momento em que abaixei seu short um pouco e fui repreendido. Acho que ela não queria me deixar olhar, ou só tinha cansado daquilo... Como já estava no final da tarde e nossos pais já estavam perto de chegar, levantamos e fomos arrumar a casa. Lembro até hoje da dor no pênis que me deu quando levantei; devo ter ficado mais de 1 hora de pau duro massageando-a.

Irei deixar a segunda parte desse conto para mais tarde; considerem isso como uma intro. Infelizmente não tenho fotos nossas aqui, mas já achei relatos meus dessa época em uns diários online que eu escrevia, então, se achar, trago no próximo conto.

Minha DM está aberta para vocês; também adicionei uma forma de contato direto no meu perfil, onde podem me chamar para trocarmos experiências.

Por fim, vou reforçar mais uma vez que tudo o que for publicado aqui será fiel à realidade. Durante a semana, trago a segunda parte desse conto, em que as coisas tomam um rumo muito bom para mim.

Agradeço a todos por estarem lendo até aqui, e também a todos que me enviaram mensagens e pedidos de amizade. Estou realmente gostando do site, e o fato de estar contando minhas vivências me deixa bem feliz. Podem ficar tranquilos que, por mais que demore, sempre irei ter algo para postar aqui. Tenho vários relatos de "quase rolou" com primas, mãe adotiva (sim, sou adotado) e também com uma professora do último ano do ensino médio...

Até mais, amigos!


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Comentários


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gaucho50nh Comentou em 29/07/2026

Esperando os contos




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Ficha do conto

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dize7

Nome do conto:
Sozinho em casa com minha irmã mais nova / Perdendo o cabaço com minha irmã.

Codigo do conto:
268551

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/07/2026

Quant.de Votos:
1

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0