Ana movia-se em silêncio à minha volta. Senti a presença dela antes de sentir o toque — uma onda de calor, uma alteração na pressão do ar. Quando as mãos finalmente contactaram a minha pele, foram diretas: uma agarrou o meu seio esquerdo por cima da blusa, dedos apertando o tecido contra o mamilo endurecido, enquanto a outra desceu pela minha cintura, palma aberta, a deslizar pela curva da minha bunda, apertando a carne com força possessiva, dedos a cavarem na carne macia.
— Tens um corpo feito para ser usado — murmurou ela contra a minha orelha, e o hálito quente fez-me arquear.
As mãos trabalharam com eficiência brutal. A blusa subiu por cima da cabeça, rasgando o ar. Os seios expostos contraíram-se imediatamente, mamilos a endurecerem em botões sensíveis ao frio. Ana não deu tempo para hesitação — agarrou os dois seios, massageou com força, puxou os mamilos entre polegar e indicador, torcendo levemente, fazendo-me sugar o ar entre dentes num sibilo. Depois desceu, as mãos a deslizarem pela minha barriga, a entrarem debaixo da saia, a agarrarem as nádegas por baixo das cuecas, dedos a cavarem na carne macia, a separarem as minhas nádegas, a tocarem a entrada anal com leveza calculada que fez-me contrair involuntariamente.
— Vais gostar disto — prometeu, a voz gutural.
A saia caiu. As cuecas desceram até aos tornozelos. Eu estava nua, vulnerável, a pele a arrepiar-se por todo o corpo, cada pêlo eriçado, cada nervo exposto.
Ela agarrou-me pelo braço — não gentil, mas firme, controladora, dedos a cravarem-se no meu bíceps — e conduziu-me alguns passos. Parou. As suas mãos subiram até à minha cabeça, encontraram o nó da venda, e puxaram. A seda deslizou pelos meus olhos, caindo suavemente.
A luz ofuscou-me por um segundo. Quando os olhos se ajustaram, o ar travou-me na garganta.
Ana estava à minha frente, nua, completamente exposta. O corpo dela era uma escultura de carne viva — seios grandes, pesados, perfeitamente firmes, com mamilos escuros e eretos apontando ligeiramente para cima. A pele era clara, suave, contrastando com a escuridão dos mamilos e com o triângulo escuro entre as pernas. A barriga era plana, suave, descendo para ancas largas, coxas grossas e musculosas, a virilha completamente exposta, os lábios internos já brilhantes, visíveis, rosados, a excitação a escorrer-lhe pelas coxas internas.
— Vês o que vais ter? — perguntou ela, a voz baixa, as mãos a subirem aos próprios seios, a massagearem-nos, a oferecerem-mos. — Vês o que vais comer?
Eu não conseguia falar. A boca secara. O coração batia tão forte que ouvia o sangue a pulsar nos ouvidos. Ela era magnífica, volumosa, real, em carne e osso, cheirosa, húmida.
— Toca — ordenou, agarrando o meu pulso e puxando a minha mão até ao seu seio esquerdo.
O peso surpreendeu-me — macio, mas denso, quente, a pele aveludada. O mamilo endureceu contra a minha palma. Eu apertei involuntariamente, e ela gemeu baixinho, as pálpebras a cerrarem-se por um instante.
— Isso — ela sussurrou. — Agora deita-te. Quero que me adores.
Conduziu-me até à cama. Deitei-me de costas, a cabeça apoiada nas almofadas. O tecido frio contra as costas nuas fez-me estremecer. Ana subiu na cama, ajoelhando-se por cima de mim, os seios a balançarem pesadamente com o movimento. Posicionou-se com as coxas de cada lado da minha cintura, os seios suspensos directamente acima do meu rosto, a sombra deles a cobrir-me.
— Agora saboreia — ordenou, baixando-se, guiando um seio até à minha boca. — Chupa. Morde. Adora-me.
Abri a boca, aceitei o mamilo. Era grande, escuro, ereto, com uma textura rugosa contra a língua. Suguei com força, puxando-o para dentro da boca, e ela gemeu, as mãos a agarrarem a cabeceira. Eu passei a mão livre ao outro seio, massageando, apertando a carne macia, sentindo o peso, o calor, a textura da pele.
Ela baixou mais, pressionando o seio contra a minha boca, oferecendo mais carne. Eu mordi levemente, depois mais forte, e ela suspirou, as ancas a rebolarem involuntariamente. A língua circulou o mamilo, lambendo, provocando, enquanto eu massageava o outro seio, puxando-o, torcendo-o entre os dedos.
— Mais — ela ordenou, a voz rouca. — Dá-me mais. Lambe tudo.
Mudei de seio, capturando o outro mamilo na boca, sugando com avidez, sentindo-o a endurecer ainda mais contra a língua. As mãos dela agarraram o meu cabelo, puxando-me para mais perto, querendo mais contacto, mais adoração. Eu perdi-me na tarefa, lambendo a pele macia entre os seios, mordendo a carne, sentindo o peso dela a pressionar-me, o calor a irradiar.
— Chega — ela disse finalmente, puxando a minha cabeça para trás, os olhos escuros de luxúria. — Agora vou comer-te. E depois vais pagar-me isto em dobro.
Desceu pelo meu corpo, a boca a deixar rastos de saliva no pescoço, nos seios, na barriga. Ajoelhou-se entre as minhas pernas. As mãos abriram-me as coxas com força, dedos a pressionarem o interior das coxas, marcando a pele, deixando marcas. Depois desceu a cabeça — não hesitação, apenas ação predatória.
A língua encontrou a minha virilha numa lambida longa, desde a entrada até ao clitóris. Quente, molhada, precisa. Eu arqueei as costas, as mãos agarraram os lençóis, os dedos a torcerem o tecido. Ela repetiu, estabelecendo um ritmo cruel — lamber, sugar, penetrar com a língua rígida, a vibrar contra as paredes. Os sons eram húmidos, obscenos, o som da boca dela contra a minha buceta já molhada, a saliva a misturar-se com os meus fluidos. Os dedos seguraram os meus quadris, imobilizando-me com força, enquanto ela me comia com a boca de forma metódica, implacável, arrancando gemidos agudos que não reconhecia como meus.
— Vira-te — ordenou, erguendo o rosto, os lábios brilhantes, o queixo húmido. — De quatro. Quero-te de quatro, bunda no ar.
Obedeci, tremendo. Virei-me, apoiei-me nos cotovelos, elevei a bunda. A posição expunha tudo — a buceta escorregadia, a entrada anal contraída, a pele das coxas internas húmida. Ana ajoelhou-se atrás de mim. As mãos agarraram as minhas nádegas com força, dedos a cravarem-se na carne, separaram-nas obscenamente, e a língua encontrou a minha entrada, lambera de baixo para cima, passando pela buceta, circulando o clitóris por trás, depois descendo outra vez, repetindo, estabelecendo um ritmo frenético que me fazia rebolar contra o rosto dela. O som de lambidas úmidas encheu o quarto.
Eu gemia, o rosto enterrado no colchão, as mãos agarrando os lençóis até aos nós dos dedos ficarem brancos. Ela introduziu dois dedos na buceta, curvou-os, massageou o ponto G com pressão cirúrgica enquanto a língua continuava a trabalhar o clitóris por baixo. Eu estava a perder o controlo completamente, as pernas a tremerem violentamente, a respiração a falhar, quando ela parou.
Senti o som de algo a ser pego na mesinha — vidro a tilintar, tampa a abrir. Depois os dedos dela, frios, lubrificados, a tocarem a minha entrada anal. Massageou em círculos firmes, relaxando o músculo, preparando, empurrando o dedo médio para dentro, retirando, entrando de novo. O plug — frio, metálico, pesado, com uma base redonda — pressionou contra a entrada. Ela empurrou devagar, num movimento contínuo, implacável, sem dar tempo para adaptação, até a base assentar entre as minhas nádegas, fazendo-me gritar no colchão, a carne a arder em torno da invasão.
— Fica assim — ordenou, a voz dura. — De quatro. Não te mexas, putinha.
Ouvi o som dela a levantar-se, a mover-se. Quando olhei por cima do ombro, ela estava de pé ao lado da cama, nua, os seios pesados a balançarem ligeiramente com a respiração, a buceta exposta, brilhando, escorrendo. Ela era um monumento.
— Agora comes-me — ordenou, agarrando o meu cabelo e puxando. — Aproxima-te. Usa a língua como eu ensinei.
Caminhei de joelhos até à beira da cama, o plug a mover-se dentro de mim a cada movimento, estranho, cheio, provocador. Ela guiou a minha cabeça para a sua virilha. O cheiro atingiu-me — intenso, musk, animal, quente. A língua encontrou a carne molhada, lambendo de baixo para cima, encontrando o clitóris, circulando em espirais. As mãos dela seguraram o meu cabelo com força, controlando o ritmo, aproximando-me brutalmente, afastando-me, ditando o tempo.
— Isso — ela ofegou, as coxas a tremerem. — Suga. Mais forte. Mete a língua dentro.
Capturei o clitóris entre os lábios, suguei com pressão forte, e ela gemeu alto, um som rouco, as coxas a contraírem em espasmos. Continuei, estabelecendo um ritmo frenético, a língua a circular, a entrar na sua entrada, a sentir o gosto salgado, complexo, a textura rugosa das paredes internas. Ela rebolava contra o meu rosto, usando-me, esfregando-se na minha boca, até empurrar a minha cabeça para trás com força.
— Chega — disse, a voz rouca, quebrada. — Deita-te. De costas. Na beirada. Agora.
Obedeci, tremendo. Deitei-me, a cabeça pendendo ligeiramente para fora da cama, o pescoço esticado, vulnerável. Ana subiu na cama, posicionou-se por cima do meu rosto, de frente para os meus pés, olhando para baixo, para mim. Baixou-se devagar, controlando o movimento, até a buceta estar diretamente sobre a minha boca, o peso dela a assentar-se sobre o meu rosto.
— Agora comes-me — ordenou. — E não pares até eu dizer, ou castigo-te.
O peso dela assentou-se completamente. A buceta abriu-se contra a minha boca, e eu mergulhei a língua profundamente, sentindo o gosto intenso, a textura das dobras internas, o clitóris a pulsar contra a minha língua. Ela rebolava, movendo os quadris em círculos, usando o meu rosto para o seu prazer, esfregando-se em mim. Eu lambia, sugava, respirava com dificuldade, o nariz enterrado no seu períneo, o plug no meu cu a mover-se ligeiramente com cada movimento, a fricção a aumentar.
— Paulo — ela chamou, ofegante, a voz a falhar. — Deita-te na cama. Ao lado dela. Cabeça junto à dela.
Ouvi o som dele a mover-se, a despir-se. A cama inclinou-se quando ele se deitou ao meu lado, nu, o calor do corpo dele a irradiar. O pau dele estava ereto, vermelho escuro, veias salientes, a ponta húmida e brilhante, pulsando visivelmente.
— Agora chupa-o — ordenou Ana, erguendo-se ligeiramente do meu rosto para eu poder respirar, mas mantendo-se por cima. — Enquanto eu te como por trás. Quero-te a engasgar-se no pau dele enquanto eu como a tua buceta.
Virei a cabeça para o lado. Paulo aproximou-se, guiou o pau até aos meus lábios, a ponta a tocar no meu queixo, deixando um rastro húmido. Abri a boca, aceitei-o, sentindo o sabor salgado intenso do pré-ejaculado, a textura rugosa da pele, o calor a queimar. Ele empurrou devagar, entrando na minha boca, preenchendo-a, enquanto eu sugava forte, a língua a circular na glande, a pressionar no freio.
Ao mesmo tempo, senti Ana a reposicionar-se atrás de mim. As mãos agarraram as minhas coxas com força, abriram-nas ainda mais, e a língua dela encontrou a buceta por baixo, lambendo desde a entrada até ao clitóris, enquanto o plug ainda ocupava o cu, a base a pressionar contra a pele sensível. A dupla sensação — o pau de Paulo a entrar e a sair da minha boca, a língua de Ana na buceta, o plug no cu — fez-me gemer em torno do membro dele, a vibração a faze-lo rosnar e empurrar mais fundo.
Ana trabalhou-me com a boca, dedos a entrarem na buceta, a curvarem-se, a massagearem o ponto G com precisão cirúrgica, enquanto eu chupava Paulo com mais força, a cabeça a mover-se, a mão a segurar a base do pau dele, a masturbar o que não cabia na boca. O ritmo era frenético, os três conectados em corrente de prazer.
— Para — ordenou Ana de repente, levantando o rosto, a boca brilhando. — Quero-te noutra posição. Quero-te a tremer.
Ela afastou-se, limpou a boca com a parte de trás da mão. — Levanta-te. Vem aqui.
Obedeci, o plug a mover-se dentro de mim a cada movimento, estranho, cheio, provocador. Ana deitou-se na cama, de costas, já inserindo um strapless em si preto, grosso, rígido, curvado para cima, que se projetava do seu corpo como uma extensão obscena da sua vontade.
— Sobe aqui — ordenou, as mãos a agarrarem os próprios seios, a puxarem os mamilos. — Cavalga-me. De costas para mim. Quero ver essa bunda a rebolar enquanto te fodo.
Posicionei-me por cima dela, de costas, sentindo a ponta do silicone a alinhar-se com a minha entrada já molhada. Desci devagar, sentindo o silicone a abrir-me, a esticar-me, a preencher-me profundamente, enquanto o plug ainda ocupava o cu. A sensação de dupla plenitude — plug no cu, strapless na buceta — fez-me parar, a respiração presa, os olhos a rolaram para trás, a adaptar-me à pressão intensa.
— Isso — ela sussurrou, as mãos a subirem para os meus seios, a apertarem com força, a puxarem os mamilos. — Agora move-te. Fode-te no meu pau.
Comecei a rebolar, levantando e baixando os quadris, o silicone a entrar e a sair com sons húmidos, a base a pressionar contra o plug no cu, criando fricção dupla que me fazia ver estrelas. Eu estava perdida, as mãos apoiadas nos joelhos dela, a cabeça jogada para trás, os seios a balançarem, o suor a escorrer pela coluna.
— Vira-te — ordenou Ana, a voz áspera. — Não tires o strapless. Vira-te para mim. Quero ver a tua cara enquanto te fodo.
Obedeci, movendo-me cuidadosamente, rodando no colo dela sem deixar o silicone sair de dentro de mim, mantendo-o enterrado profundamente. Agora estava de frente para ela, sentada no colo dela, o strapless a pressionar contra o ponto G de forma diferente, o plug ainda no cu, as pernas abertas, expostas. As mãos dela agarraram os meus quadris, controlando o movimento.
— Paulo — chamou Ana, a voz rouca, autoritária. — Agora. O cu dela. Por trás. Tira o plug e mete-te. Quero-a empalada entre nós, cheia de pau por todos os buracos.
Paulo posicionou-se atrás de mim, de joelhos na cama. Senti as mãos dele nas minhas nádegas, a agarrarem a base do plug, a puxarem devagar, retorcendo levemente. A saída foi uma sensação de vazio imediato, de perda, o músculo a contrair-se no vazio, a ansiar por preenchimento. Mas depois — o toque quente, pulsante, da ponta do pau dele contra a entrada anal, já relaxada, preparada, escorregadia de lubrificante.
Ele empurrou. Entrou num movimento único, profundo, implacável, preenchendo o espaço que o plug deixara, o pau grosso a esticar-me, a queimar, a completar a penetração dupla. Eu gritei, as unhas a cravarem-se nos ombros de Ana, deixando marcas vermelhas profundas, enquanto Paulo entrava até à base, as suas coxas a baterem contra a minha bunda com um baque seco.
— Porra — ele rosnou, as mãos a cravarem-se nos meus quadris, imobilizando-me, puxando-me para trás contra ele. — Tão apertada. Tão cheia de mim. Tão quente.
Ana estendeu a mão para a mesinha, pegou num pequeno bullet vibrador prateado, ligou-o. O zumbido agudo encheu o quarto. Ela aplicou-o diretamente no meu clitóris, pressionando com força cruel, esfregando em círculos pequenos.
— Agora sim — ela sussurrou, maliciosa, os olhos a brilharem de excitação. — Agora vais sentir o que é ser nossa completamente. Vais ver estrelas, putinha.
A vibração atingiu-me imediatamente — intensa, directa, cruel, insuportável. Eu gritei, o corpo a arquear involuntariamente para trás, pressionando-me contra Paulo, a sensação do vibrador no clitóris, o silicone na buceta a pressionar o ponto G, o pau no cu a esticar-me, tudo simultâneo, tudo a colidir numa sinfonia de prazer devastador.
— Fode-a — ordenou Ana, começando a levantar os próprios quadris, a mover o strapless dentro de mim em estocadas curtas, profundas, ritmadas. — Fode o cu dela enquanto eu como a buceta. E não pares de vibrar esse clitóris. Quero-a a loucura.
Paulo começou a estocar. Cada empurrão seu fazia-me descer sobre o strapless de Ana, forçando ambos os brinquedos mais fundo, o bullet a pressionar-se entre nós, a vibração a transmitir-se para todos, a ecoar através de mim. Eu estava impalada entre eles — Ana por baixo, o silicone na buceta martelando o ponto G, o vibrador no clitóris a torturar-me, Paulo por trás, o pau no cu a entrar e a sair em ritmo selvagem. A fricção era quádrupla, intensa, cada movimento de um afetando o outro, criando uma sinfonia de prazer que me rasgava, que me desmanchava.
— Mais forte — gritei, perdida, sem controlo, a boca aberta, o suor a escorrer em rios, o cabelo colado à testa. — Me fode! Me usa! Fode-me os dois! Por favor!
Paulo acelerou. As estocadas tornaram-se violentas, profundas, selvagens, o som de carne a bater em carne a encher o quarto — o baque seco do seu corpo contra a minha bunda a cada embate, o som húmido obscene do strapless na buceta molhada, o zumbido agudo do bullet, os gemidos entrecortados dos três, a respiração ofegante sincronizada. Ana apertava os meus seios, puxava os mamilos com força quase dolorosa, enquanto movia os quadris em contraritmo, martelando-me por baixo, mantendo o bullet pressionado no clitóris, a vibração insuportável, insaciável.
— Estou a gozar — Ana avisou, as coxas a tremerem violentamente, os músculos a contraírem-se, a buceta a apertar o strapless em espasmos rítmicos intensos. — Não pares! Não pares! Fode-a! Fode-a!
Senti as contrações dela ao redor da extremidade interna do strapless, e isso empurrou-me ao limite absoluto. A minha buceta começou a estremecer, a apertar o silicone em espasmos violentos, o cu a apertar Paulo em ondas irresistíveis, o clitóris a pulsar contra o bullet em convulsões. Eu estava a tremer em convulsões incontroláveis, a perder completamente a consciência do espaço, a dissolver-me em prazer.
— Vem comigo — Paulo rosnou, as unhas cravadas na minha carne a deixarem marcas, estocando com violência final, descontrolado, profundo. — Goza agora! Goza no meu pau, puta! Goza connosco!
Explodimos. O orgasmo foi uma onda tripla, simultânea, devastadora — Ana a tremer embaixo de mim, gritando, arqueando, eu a apertar ambos os brinquedos em convulsões violentas que me faziam ver branco, a boca aberta num grito mudo, Paulo a jorrar no meu cu em jatos quentes, profundos, repetidos, que senti claramente a inundarem-me, o calor a espalhar-se em ondas. Eu gritei, um som estridente, agudo, animal, o corpo inteiro a tremer em convulsões incontroláveis, enquanto a penetração dupla e o bullet me rasgavam em camadas de prazer absoluto, cegador, insuportável.
Paulo desabou sobre mim, o peso a pressionar-me contra Ana, os três colados — suor, saliva, fluidos misturados, respirações ofegantes sincronizadas, pele a escorregar sobre pele húmida, quente. O bullet ainda vibrava, preso entre nós, torturando o meu clitóris sensível, até Ana o desligar com a mão trêmula, retirando-o devagar.
— Primeira vez — Ana murmurou finalmente, a voz completamente rouca, estrangulada, beijando o meu ombro trêmulo, lambendo o suor salgado. — E já és completamente nossa. Minha e dele. Nossa putinha boa. Nossa completamente.
E naquele momento, empalada entre eles, cheia deles, o cu ainda a pulsar com o orgasmo, a buceta ainda a contrair em espasmos, soube que jamais seria a mesma. Que tinham rasgado algo em mim para sempre, quebrado e reconstruido em moldes novos, vorazes, insaciáveis.
blackjacer