Noite diferente



O luar entrava pelas janelas do restaurante enquanto eu ajustava meu vestido curto, sabendo exatamente como ele me olhava — meus seios pequenos e firmes não eram o foco, mas minha bunda... ah, eu sabia que Paulo não conseguia tirar os olhos dela desde que me buscara em casa. Durante todo o jantar, foi uma tortura deliciosa: nossos pés se encontravam por baixo da mesa, seus olhos me devoravam por cima da taça de vinho, e eu sentia a excitação crescer na barriga.

Quando saímos, ele segurou a porta do carro, mas em vez de me deixar entrar, me puxou para perto e me beijou com aquela fome que eu já conhecia bem. Gemi contra a boca dele, sentindo seu desejo endurecido pressionar contra mim.

"Vamos dar um passeio", ele sussurrou, mordiscando meu pescoço.

Eu não disse nada quando ele pegou aquela estrada de terra entre as colinas, afastando-se da cidade. Meu coração batia forte quando ele estacionou no meio do nada, só nós dois, as estrelas e a escuridão total.

Olhei para ele, sentindo o nervosismo misturado com aquela excitação quente na barriga. Sem pensar, abri a porta e me mudei para o banco de trás, puxando-o pelo braço. Ele entrou atrás de mim, o espaço apertado deixando tudo mais urgente, mais intenso.

Deitei-me no banco, abrindo as pernas para ele, e Paulo não precisou de mais nada. Ele mergulhou entre minhas coxas e eu arqueei as costas quando sua boca encontrou minha intimidade molhada. Ele me chupava vorazmente, lambendo, sugando, e eu segurei os cabelos dele enquanto gemia sem me importar com o silêncio do campo.

Foi então que senti — seu dedo úmido deslizando por mim, descendo, encontrando meu outro lugar. Ele pressionou delicadamente, massageando em círculos enquanto continuava a me devorar com a boca. Eu gemia alto, as mãos agarrando o couro do banco, me contorcendo de prazer.

De repente, ele parou. Protestei com um gemido, mas Paulo já estava puxando algo do bolso — um pequeno bullet prateado que brilhava na penumbra. Ele ligou o dispositivo e, sem me avisar, encaixou-o contra meu clitóris enquanto enfiava o dedo mais fundo no meu cu.

"Paulo... meu Deus!" gritei, meu corpo convulsionando com a dupla sensação.

O bullet zumbia insistentemente, e ele movia-o em círculos precisos enquanto seu dedo trabalhava ritmicamente em mim. Me contorci, minhas coxas tremiam, até que o orgasmo me atingiu como uma onda violenta, e eu gritei desenfreadamente, enchendo o carro com meus gemidos.

Mal conseguimos nos vestir para voltar. Minhas mãos tremiam, meu corpo ainda vibrava.

Quando entramos no quarto, só havia uma vela acesa. As roupas caíram no chão em desespero. Empurrei Paulo para sentar na beira da cama e ajoelhei-me entre suas pernas, meus seios pequenos balançando com o movimento.

Peguei-o na mão, admirei-o por um momento — duro, pulsando para mim — antes de levá-lo à boca. Ele gemeu alto quando o envolvi com meus lábios, minha língua desenhando círculos na ponta sensível. Chupava com entusiasmo, alternando entre lambidas longas e sucções profundas, minhas mãos massageando a base enquanto a outra acariciava suas bolas.

"Porra, Maria...", ele resmungou, as mãos nos meus cabelos.

Deitei-o na cama e subi sobre ele, guiando-o para dentro de mim com um gemido baixo. Fizemos amor em várias posições — de lado, de costas, de quatro — nosso suor colando nossos corpos, a cama rangendo, nossos gemidos misturando-se na escuridão.

Finalmente, Paulo sentou-se e me puxou para seu colo, eu de frente para ele, e comecei a cavalga-lo com movimentos profundos e circulares. Meus seios roçavam em seu peito, e ele segurava minha bunda com força, guiando meu ritmo.

"Eu te amo", ele ofegou, olhando nos meus olhos. "Quero você para sempre. Namora comigo?"

Parei por um segundo, surpresa, e então um sorriso iluminou meu rosto. Beijei-o com ternura misturado à paixão, aumentando o ritmo das minhas estocadas.

"Sim", suspirei. "Sim, eu namoro."

Ele me segurou pela cintura e me penetrou com força, profundamente, e senti cada centímetro dele pulsando dentro de mim. Quando ele gozou, senti o jato quente me inundando, enchendo-me, e apertei-o com minhas paredes internas, gemendo seu nome enquanto ele me abraçava, ofegante e feliz. Senti o leite dele escorrendo dentro de mim, quente e intenso, enquanto cavalgava mais um pouco, querendo sentir cada gota, querendo aquele momento para sempre.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


268392 - Uma nova experiencia - Categoria: Fantasias - Votos: 0

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico blackjacer

Nome do conto:
Noite diferente

Codigo do conto:
268396

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
27/07/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0