Filha manda foto da ppk para o pai por engano

Larissa sempre soube que vivia no limite. Aos 26 anos, magrinha, peitos pequenos e naturais, ela era a filha educada que todo mundo via durante o dia: atendente sorridente na loja de roupas, voz suave, roupas discretas. Mas quando chegava em casa, trancava a porta do quarto e virava outra pessoa — uma putinha exibicionista viciada.
Seu celular era cheio de provas. Centenas de fotos e vídeos da sua bucetinha: os lábios grandes e carnudos bem abertos, o interior rosadinho e brilhante, às vezes com os dedos enfiados, outras com o cuzinho piscando pra câmera. Ela adorava o risco. Adorava mandar pra desconhecidos e sentir aquela adrenalina quente.
Aquela noite não era diferente. Depois de um banho, Larissa estava só com uma camiseta larga, sem nada por baixo. A bucetinha ainda latejava de uma sessão no grupo mais cedo. Ela escolheu uma das fotos mais safadas: tirada de baixo, pernas bem abertas, dedos puxando os lábios grossos pra mostrar tudo — aquela xana rosada, molhada e convidativa. Escreveu a legenda automática: “Tá com fome dessa xana, safado?”
Com o coração acelerado de tesão, apertou “Enviar” sem olhar duas vezes e jogou o celular na cama, já descendo a mão entre as pernas novamente.
Foi só quando o aparelho vibrou que ela sentiu o mundo parar.
“Enviado para Papai ??”
O ar ficou preso no peito. Um frio subiu pela barriga ao mesmo tempo que um calor estranho, proibido, se espalhava entre as coxas. Antes que pudesse apagar a mensagem, as duas confirmações azuis apareceram. E então… “Digitando…”
O coração dela batia tão forte que parecia querer sair pela boca. As mãos tremiam segurando o celular. Mil pensamentos passavam na cabeça: “Apaga logo”, “Ele vai achar que é golpe”, “Meu Deus, o que eu fiz…”.
A primeira mensagem do pai chegou:
“Larissa…? Que porra é essa que você me mandou?”
Ela ficou paralisada, olhando a tela. A bucetinha, que segundos antes estava molhada de tesão, agora pulsava com uma mistura perigosa de vergonha e algo que ela não queria admitir.
Outra mensagem veio logo em seguida:
“Filha… responde.”
Larissa sentiu o estômago revirar quando leu a mensagem do pai. As mãos tremiam tanto que quase derrubou o celular. Respirou fundo, tentando pensar rápido, e digitou desesperada:
Larissa: Pai, pelo amor de Deus, foi sem querer!! Eu mandei pra pessoa errada ???? Desculpa, foi um erro horrível!!
Ela ficou olhando a tela, coração disparado, esperando. Os dois ticks azuis já tinham aparecido há segundos. Ele tinha visto tudo.
Roberto estava sentado no sofá da sala, sozinho em casa. A TV ligada no jornal, mas ele mal prestava atenção. Quando o WhatsApp apitou e viu que era foto da filha, abriu sem pensar duas vezes.
A imagem carregou.
Por um segundo, o cérebro dele simplesmente travou.
Era uma buceta. Uma buceta bem aberta, lábios grandes e carnudos puxados pros lados, interior rosadinho, molhado, brilhando. A legenda suja bem embaixo: “Tá com fome dessa xana, safado?”
Ele piscou. Uma, duas vezes. Depois aproximou o celular do rosto, quase sem perceber, e deu zoom na foto. O dedo tremeu levemente enquanto ele analisava cada detalhe: os lábios grossos, a cor rosada intensa por dentro, o brilho do tesão, o jeito como estava inchada.
“Caralho…”, murmurou baixo, quase sem voz.
Era a buceta da filha. Da Larissa. A mesma menina que ele via quase todo final de semana, que ajudava na loja, que ele achava que era tão certinha.
Ele sentiu um calor subir pelo pescoço. Olhou rápido pra porta da sala — ninguém em casa, graças a Deus. Mesmo assim, virou o celular pra baixo instintivamente, como se alguém pudesse aparecer do nada. O coração batia forte. Uma mistura estranha de choque, confusão… e algo que ele não queria nomear.
Antes que pudesse pensar direito, o dedo já tinha salvado a foto na galeria. Nem percebeu que fez isso. Foi automático.
A mensagem dela chegou logo depois: “foi pra pessoa errada!!”
Roberto ficou olhando a tela, a foto ainda aberta no canto. O zoom ainda estava lá. Ele engoliu em seco, sentindo o pau mexer dentro da calça sem permissão.
Digitou devagar:
Pai: Pessoa errada?
Pai: Filha… você tá me dizendo que essa foto não era pra mim?
Ele pausou, respirou fundo, e enviou mais uma:
Pai: Porque tá bem explícita pra um “erro”.
Larissa estava sentada na cama, pernas cruzadas, o coração martelando no peito. A calcinha que tinha colocado depois do banho já estava úmida de novo, mas agora não era só de tesão… era de nervoso, vergonha e algo bem mais perigoso.
Ela leu as mensagens do pai várias vezes. Aquelas palavras simples estavam carregadas. Ele não tinha deixado passar. Não tinha fingido que não viu. Ele estava cutucando.
Larissa: Pai, pelo amor de Deus… foi um erro mesmo. Eu tava mandando pra um amigo e cliquei no seu nome sem querer. Apaga isso, por favor. Tô morrendo de vergonha aqui ??
Do outro lado da cidade, Roberto estava sozinho na sala. A TV continuava ligada, mas o som parecia distante. Ele tinha aberto a foto novamente. Salva. Zoomada. O dedo deslizava devagar pela tela, analisando cada detalhe daquela bucetinha rosada que ele nunca, nunca deveria ter visto.
“Porra, Larissa…”, murmurou pra si mesmo, voz rouca.
Ele sentiu o pau endurecer aos poucos dentro da calça. Tentou ignorar, mas a imagem não saía da cabeça. Aquela filha magrinha, de peitinhos pequenos, sempre tão quietinha… com uma xana tão carnuda, tão molhada, tão bem cuidada. A legenda suja ainda ecoava na mente dele.
Ele digitou, deletou, digitou de novo. Finalmente enviou:
Pai: Amigo, é?
Pai: E esse “amigo” sabe que minha filha tem uma buceta tão bonita assim?
Larissa leu e sentiu um choque elétrico descer direto pra entre as pernas. Ela mordeu o lábio com força. Não esperava essa resposta. O pai nunca falava assim. Nunca.
Larissa: Pai!!! Para com isso… tô super envergonhada. Apaga logo, vai…
Mas ela não bloqueou. Não apagou a conversa. Ficou olhando os ticks azuis, esperando.
Roberto sorriu de canto de boca, um sorriso que ele mesmo não reconheceu. A maldade já estava plantada. Ele sabia que deveria apagar. Deveria fingir que nada aconteceu. Mas em vez disso, salvou a foto numa pasta escondida e respondeu:
Pai: Tá envergonhada?
Pai: Mas abriu tanto assim pra tirar a foto… tá molhada desse jeito todo pra quem, Larissa?
Ele pausou, o pau já bem duro contra a calça, e completou:
Pai: Ou você sempre foi assim safada e eu que nunca percebi?
Roberto sentiu o sangue pulsar mais forte nas veias. A foto ainda aberta na tela, zoomada nos lábios grandes e rosados da filha. Ele respirou fundo, o pau latejando na calça, e resolveu cutucar mais fundo. A maldade já estava solta.
Pai: Larissa…
Pai: De onde veio essa foto? Você tirou agora?
Pai: Tava se tocando quando mandou isso?
Ele enviou e ficou olhando a tela, o coração acelerado como se fosse um adolescente. Sabia que estava atravessando uma linha perigosa, mas a curiosidade — e o tesão — falaram mais alto.
Do outro lado, Larissa leu as mensagens e soltou um gemidinho baixo, quase involuntário. A bucetinha deu uma pulsada forte. Ela estava molhada pra caralho, as coxas apertadas uma contra a outra. A vergonha misturada com o proibido estava deixando ela louca.
Larissa: Pai… para de perguntar essas coisas ??
Larissa: Foi um erro, já falei… eu tava só brincando no celular e cliquei errado.
Roberto não demorou nem dez segundos pra responder:
Pai: Brincando como?
Pai: Tava com os dedos nessa bucetinha rosada quando tirou a foto?
Pai: E tem mais? Me fala a verdade, filha. Tem quantas fotos assim no seu celular?
Larissa mordeu o lábio inferior com força, sentindo o clitóris latejar. Ela desceu a mão devagar e tocou por cima da calcinha, já encharcada. Estava envergonhada, com medo… mas absurdamente excitada com o rumo que a conversa estava tomando.
Ela digitou, apagou, digitou de novo. Finalmente enviou:
Larissa: …Tem várias, pai.
Larissa: Muitas.
Roberto sentiu o pau dar um salto dentro da cueca. Ele abriu um sorriso lento, quase predatório, e respondeu:
Pai: Quero ver.
Larissa leu a última mensagem do pai (“Quero ver”) e sentiu um frio na barriga misturado com um calor safado que subia pelas coxas. Ela apertou as pernas com força, a bucetinha latejando.
Larissa: Não, pai. Isso é errado…
Larissa: Eu não vou mandar mais nada. Já foi um erro enorme ter mandado aquela. Apaga, por favor.
Ela largou o celular na cama por um momento, o rosto queimando. Estava molhada pra caralho, mas a vergonha ainda falava mais alto.
Do outro lado, Roberto não desistiu. O pau duro latejava enquanto ele relia a foto salva. Ele digitou com calma, mas firme:
Pai: Errado?
Pai: Então pra mim, que sou teu pai, é errado ver…
Pai: Mas pros outros marmanjos, pros caras aleatórios dos seus grupos, você abre a bucetinha toda, mostra esse interior rosadinho molhado e ainda pergunta se eles estão com fome?
Roberto deu uma pausa curta e mandou mais:
Pai: Isso não é justo, Larissa.
Pai: Se você é capaz de mandar pra desconhecido, eu — que te criei — não posso nem ver direito?
Pai: Manda mais uma. Só uma. Quero ver melhor.
Larissa leu as mensagens com o coração disparado. Cada palavra do pai batia direto no meio das pernas dela. Ela estava encharcando a calcinha, os bicos dos peitinhos pequenos duros contra a camiseta.
Ela digitou tremendo:
Larissa: Pai… pelo amor de Deus… você não devia estar me pedindo isso…
Larissa: Eu tô muito envergonhada agora.
Mas ela ainda não bloqueou. Ainda não apagou a conversa.
Roberto, sentindo que ela estava balançando, insistiu mais uma vez:
Pai: Vergonha de mim ou vergonha de gostar que eu esteja vendo?
Pai: Manda só mais uma, filha. Quero ver essa bucetinha de perto. Prometo que ninguém vai saber.
Larissa leu a última mensagem do pai e sentiu o corpo inteiro esquentar. Ela não respondeu. Largou o celular virado pra baixo na cama e ficou lá, respirando rápido, bucetinha latejando de tesão e culpa.
Roberto esperou. Um minuto. Dois. Nada.
Então ele ligou. Chamada de vídeo.
Larissa viu o nome dele na tela e o coração quase saiu pela boca. Recusou na hora.
Segunda chamada. Ela recusou de novo, mordendo o dedo, nervosa.
Na terceira chamada, o dedo dela tremeu… e ela atendeu.
A câmera abriu com o rosto dela bem vermelho, olhar baixo, cabelo bagunçado. A camiseta larga mal cobria as coxas magras.
— Larissa… — a voz do pai saiu rouca do outro lado. Ele estava com a câmera ligada também, sentado no sofá, rosto sério mas com os olhos brilhando. — Por que você tá fugindo de mim agora?
Ela quase não conseguia olhar pra tela.
— Pai… eu tô morrendo de vergonha. Por favor, desliga…
Roberto deu um sorrisinho lento e falou baixo, do mesmo jeito que os caras dos grupos falavam com ela:
— Vergonha de quê, filha? De eu ter visto essa bucetinha rosadinha toda aberta? Olha pra mim.
Larissa levantou o olhar devagar, envergonhada pra caralho. Roberto continuou, a voz mais grossa:
— Os outros caras te falam safadeza, né? Então eu também vou falar… Essa xana que você mandou tá linda pra porra. Lábios bem grandinhos, interior todo rosado e brilhando… Tá molhada assim até agora?
Larissa apertou as coxas, visivelmente constrangida, mas não desligou.
— Pai… para… — murmurou, voz fraquinha.
— Para nada — ele rebateu, firme. — Você adora quando mandam áudio gemendo pra você, não adora? Adora quando chamam você de putinha, de vadia, de safada… É assim que os caras reagem quando você mostra essa bucetinha pra eles?
Ele inclinou um pouco o celular e continuou:
— Então me responde, Larissa… É assim que você fica molhada? Quando o cara elogia sua xana bem aberta? Quando fala que quer comer essa pepinha rosada?
Larissa estava vermelha até o pescoço. A respiração dela estava pesada. Ela apertava as pernas com força, claramente excitada, mas ainda morrendo de vergonha.
— …É — respondeu quase num sussurro, voz tremendo.
Roberto sorriu devagar, satisfeito.
— Então mostra pra mim agora. Abre as pernas e me mostra essa bucetinha que você mostra pros outros. Quero ver ao vivo.
Larissa estava com o rosto queimando na câmera. Ela balançou a cabeça, olhos marejados de vergonha e tesão.
— Não, pai… eu não vou mostrar nada — disse ela, voz tremendo. — Isso é errado. Muito errado. A gente não pode fazer isso.
Roberto ficou em silêncio por um segundo, só olhando pra ela. Larissa respirou fundo e continuou, tentando se segurar no que ainda restava de consciência:
— Você e a mamãe… vocês são tão felizes juntos. Vocês se amam, têm uma vida boa… Se ela soubesse disso, se ela visse essa conversa, ia destruir tudo. Eu não quero estragar nossa família, pai. Por favor… vamos esquecer isso. Apaga a foto e finge que nunca aconteceu.
Ela apertou a camiseta entre as coxas, visivelmente apertando as pernas. A bucetinha estava encharcada, latejando, traindo cada palavra “certa” que saía da boca dela.
Roberto respirou fundo, o pau ainda duro, e inclinou a cabeça levemente na câmera.
— Sua mãe… — murmurou ele. — Sua mãe não precisa saber de nada. Isso fica entre nós dois. Só eu e você.
Ele fez uma pausa e continuou, a voz mais baixa e intensa:
— Mas me diz uma coisa, Larissa… enquanto você tá aí falando da família, da sua mãe, da nossa felicidade… você tá com a bucetinha molhada agora?
Larissa fechou os olhos com força, mordendo o lábio. Não respondeu.
— Responde, filha — insistiu ele. — Tá molhada ou não tá? Porque eu tô aqui de pau duro olhando pra você, imaginando aquela xana rosadinha que você mandou… e você ainda quer fingir que não quer?
Larissa abriu os olhos, voz quase sumindo:
— Pai… para. Por favor. A gente não pode… A mamãe…
— Sua mãe não é gostosa assim não, Larissa.
Larissa arregalou os olhos, chocada.
— Pai… não fala isso…
— É a verdade — ele continuou, sem desviar o olhar. — Sua mãe é boa pessoa, mas não tem essa xotinha apertadinha que você tem. Não tem esses lábios grandinhos, não fica rosadinha e molhada desse jeito. Ela não é uma vadia de internet que abre a buceta pra um monte de cara bater punheta.
Larissa ficou sem ar. As palavras dele eram pesadas, cruas, erradas… e acertaram direto no meio das pernas dela. Ela apertou as coxas com mais força, sentindo um novo jorro de tesão.
— Para, pai… — murmurou, quase sem força. — Isso é horrível… a mamãe não merece isso.
Roberto deu um sorrisinho torto e inclinou o celular um pouco mais pra perto do rosto:
— Talvez ela não mereça. Mas você merece ser vista. Merece ser elogiada. Merece alguém que realmente saiba apreciar essa bucetinha safada que você tanto mostra pros outros.
Ele baixou um pouco a voz, quase sussurrando:
— Eu tô aqui de pau duro, Larissa. Pau duro por causa da minha própria filha. Agora me mostra. Tira essa camiseta ou abre as pernas pra mim. Deixa eu ver direito essa xota que você tanto gosta de exibir.
Larissa estava vermelha, respirando rápido, claramente dividida entre o que sabia que era certo e o tesão proibido que estava dominando ela.
— Eu… eu não posso… — sussurrou, mas os olhos dela já estavam diferentes.
Roberto viu a hesitação no rosto da filha e decidiu pressionar mais. A voz saiu baixa, firme e carregada:
— Larissa… se você não me mostrar agora, eu vou mostrar pra alguém. Não brinca comigo.
Larissa sentiu um frio na espinha, mas ao mesmo tempo a bucetinha deu uma contração forte. Ela estava encharcada.
— Pai… você não faria isso — murmurou, quase sem acreditar.
— Já vi uma boa parte dessa xota na foto que você mandou — ele respondeu, direto. — O que custa me mostrar o resto? Eu já vi. Só quero ver ao vivo agora.
Larissa ficou em silêncio por uns longos segundos, mordendo o lábio inferior com força. A vergonha e o tesão brigavam dentro dela. Finalmente, com a voz bem baixinha e envergonhada, ela falou:
— Tá bom… mas eu não quero ver você. Desliga a sua câmera, por favor. Eu… eu consigo fingir que é outro cara qualquer. Só assim eu consigo.
Roberto sorriu satisfeito. Sem dizer nada, desligou a própria câmera. A tela dela agora mostrava só o nome dele e um quadrado preto.
— Pronto. Tá desligada — disse ele, voz rouca. — Agora é sua vez, filha. Mostra pra mim. Abre essa bucetinha que eu quero ver tudo.
Larissa respirou fundo, o coração disparado. Ainda com muita vergonha, ela ajoelhou na cama, tirou a camiseta devagar e ficou só de calcinha. Depois, deitou de costas, abriu bem as pernas na direção da câmera e puxou a calcinha pro lado com os dedos trêmulos.
A bucetinha rosada apareceu inteira: lábios grandes e carnudos, interior brilhando de tesão.
— Tá… tá vendo? — perguntou ela, voz manhosa e envergonhada. — É isso que você queria?
Do outro lado, Roberto já tinha o pau na mão, respirando pesado.
— Caralho, Larissa… que delícia. Abre mais com os dedos. Quero ver esse interior rosadinho bem de perto.

Continua…



Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario jmgaucho

jmgaucho Comentou em 28/07/2026

Nossa que tesão ler esse seu conto.E que filha safadinha só faltou as fotos

foto perfil usuario medeiros61

medeiros61 Comentou em 28/07/2026

Que tesão de conto, só faltaram as fotos, muito excitante e sensual, votadíssimo, parabéns e continue.

foto perfil usuario lozo

lozo Comentou em 28/07/2026

Delicioso demais esse conto, nossa, que filha linda, muito gostosa e bem safadinha, como deveria ser todas as filhas com os pais. Mas, será que mandou sem querer mesmo ou foi um teste? Bem, de uma forma ou de outra o resultado foi o melhor e mais gostoso possível, onde tudo terminou em gostosas e longas gozadas, demoradas como devem ser, sem pressa. Ter uma filha assim é o que todo pai deseja, querendo ou não. Parabéns. Só faltou as fotos. votado e aprovado




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


268470 - Putinha das chamadas em grupo - Categoria: Fetiches - Votos: 3
268386 - Putinha, libera a bucetinha e ama ser gravada - Categoria: Fantasias - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil aneemastro
aneemastro

Nome do conto:
Filha manda foto da ppk para o pai por engano

Codigo do conto:
268473

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
28/07/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0