Se passaram 4 anos dês do episódio relatado na parte 1, lembrava vagamente da putaria que tinha rolado com os primos do meu namorado e tinha esquecido completamente da promessa que tinha feito a Juliano, pelo fato de não ter acontecido mais nenhuma viagem para a fazenda do tio Ivo do meu namorado, até que meu sogro decidiu marcar uma viagem para lá no mês de abril, aproveitando do feriado de Tiradentes para passar 10 dias na fazenda, que meu namorado fez logo questão de me convidar para ir junto com eles.
Diferente da primeira vez, eu estava trabalhando e já encaminhando a faculdade para a reta final, e 10 dias era muito tempo mas falei para meu namorado que iria tentar uma liberação do trabalho dos dias seguintes ao feriadão.
No dia seguinte fui falar com meu chef que acabou me alertando de uma agenda que eu estava escalada para participar e que eu havia esquecido completamente, a agenda em questão era um seminário em São Paulo, que iria ocorrer do sábado dia 18 até a segunda dia 20 (lascando meu feriado prolongado), mas ele falou que depois dessa tarefa eu estaria o resto da semana liberada.
Liguei para o meu namorado explicando a situação e como eles iriam na sexta, dia 17 a noite, eu não conseguiria ir, mas meu namorado propôs de eu pegar um ônibus para a cidade da fazenda do seu tio após o término do seminário e ele me buscaria na rodoviária de Itapeva, gostei da ideia e assim combinamos.
Na sexta dia 17, antes de ir para a faculdade, fui até a casa do meu namorado, e entreguei a mala com as roupas que iria usar na fazenda para eles levarem no carro, que eu levaria apenas uma mochila para minha tarefa em São Paulo e aproveitei para pedir pro meu namorado me levar na rodoviária no final do dia.
Já no final da tarde meu namorado passou no meu trabalho e me levou para pegar meu ônibus e me falou que depois de me deixar na rodoviária eles já iriam arrumar o carro para viajarem também.
Em São Paulo o seminário estava indo super bem até que no domingo a tarde meu namorado me liga perguntando se eu já tinha comprado a passagem para Itapeva, eu aleguei que não e ele disse que não precisava mais comprar porque tinha quebrado uma peça de um dos tratores e seu tio Ivo iria para São Paulo na segunda e já aproveitaria para me levar até a fazenda. Na hora lembrei doque tinha feito com os primos e perguntei de maneira despretensiosa com quem o tio dele estaria vindo e meu namorado listou seu tio Ivo, seu primo Juan e o mecânico da fazenda.
No mesmo momento que escutei o nome do Juan já me veio na memória a imagem daquele pau lindo que ele tinha e automaticamente senti uma excitação sinistra que fez minha calcinha se umedecer lembrando doque tinha acontecido no chalé.
Na segunda à noite, como combinado, o tio Ivo passou no local do seminário para me buscar, assim que entrei na Hilux, me deparei com o Juan no banco de traz, acompanhado do Ivo e do mecânico que estavam nos bancos da frente.
Conversamos algumas coisas, e o tio Ivo me informou que iríamos fazer um desvio para pegar seu filho Juliano que agora estava morando em Ribeirão Preto.
Eu que já estava com um fogo acima do normal dês da noite de domingo, na hora que escutei o nome do Juliano, cheguei a me arrepiar de tesão e comecei a me recordar do boquete naquele pau gigante dele, lembrei até do cheiro e do sabor da porra dele, e foi o suficiente para fazer descer um rio entre as minhas pernas, deixando minha bucetinha toda melada. Minha vontade era de subir a saia de secretária que eu estava usando e bater uma siririca ali mesmo com todos no carro, me vinha pensamentos e lembranças da orgia com o Bruno e seus amigos e começava a imaginar eu ali, sentada no meio dos dois, indefesa, pronta pra ser abatida e isso me dava ainda mais tesão, mas infelizmente tinha que me controlar, porque até onde eu sabia, Juan não sabia do boquete que eu fiz no irmão dele e queria que continuasse assim.
Esse desvio até Ribeiro, fez nossa viagem atrasar pelo menos em umas 4 horas e quando chegamos lá, já eram 21h e enquanto esperávamos o Juliano descer do prédio, o tio Ivo me perguntou se eu me incomodaria caso tivéssemos que parar para dormir em um hotel de beira de estrada e eu de pronto respondi que de forma alguma ficaria incomodada e que seria até mais seguro. Foi eu terminar de falar e avistei Juliano saindo pela portaria, ele estava diferente, pra melhor, tinha mais corpo, uma barba fechada e algumas tatuagens pelo corpo, na hora me surpreendi, jamais achava que ele ia se tornar um gato daqueles, ainda mais porque seu irmão Juan pouca coisa tinha mudado.
Juliano deu a volta na caminhonete, jogou sua mochila na caçamba e entrou pela porta do meu lado, na hora ele se assustou, não sabia que eu estaria ali e chegou a gaguejar quando foi me cumprimentar, e entrou me fazendo ficar no meio dos dois irmãos.
Seguimos viagem e aquilo parecia seção de tortura, eu ali, 22 aninhos, 1,68m, no meio deles com as pernas deles roçando nas minhas, com um cheiro de macho no ar, estava para ficar maluca de tesão.
Foi então que o Sr Ivo disse que estava cansado e que pararia na próxima cidade, e assim fizemos.
Na cidadezinha passamos em alguns hotéis e todos lotados, até que encontramos um hotel que só tinha 1 quarto disponível, e que nele eram só 2 camas de casais, mas o hotel iria fornecer colchão para por no chão.
No quarto falei que seria a primeira a tomar banho, até por questões de higiene e todos concordaram. Tomei meu banho e coloquei um vestido leve, florido que ia até para baixo do joelho e fiquei sem calcinha. Juliano foi o segundo a tomar banho e o Sr Ivo iria em seguida, mas antes ele pediu para que o Juliano fosse em uma pizzaria que havíamos passado, e pedisse 2 pizzas e sugeriu a mim ir junto. Na momento já pensei é a hora, se tiver que rolar algo era naquele momento e eu não iria perde a chance como no passado.
Foi entramos no carro e eu já voei em direção a boca dele, ao mesmo tempo que já apalpava o pauzao dele por cima do short. O trajeto até a pizzaria durou uns 2 minutos, era muito perto, coisa de 500m.
Então ele falou -“ou ou ou, vai com calma, deixa eu fazer o pedido e enquanto eles preparam a gente resolve nossas pendências” - e eu respondi -“vai lá, mas apura, tem muita pendência pra resolver”- ele logo fechou o zíper que já estava parcialmente aberto e fez o pedido e em um piscar de olhos já estava de volta e guiou a caminhonete para o outro lado da rua onde tinham umas árvores que deixavam o local bem escuro, perfeito para um crime. De imediato me mandou ir para o banco de trás e me seguiu às pressas eu já me posicionei de 4 no banco e fui com meu rosto ao volume que estava marcando dentro de short, ia mordendo por cima do shorts enquanto tentava desesperadamente libertar aquele caralho para poder chupar ele todo, e assim eu fiz quando aquele mastro saltou de dentro da cueca. Chupava, lambia, beijava, tentava engolir ele inteiro, babava ele todo ao mesmo tempo que batia uma punheta pra ele com as 2 mãos.
O tempo era curto, assim que as pizzas ficassem prontas teríamos que voltar para todos jantarem no quarto do hotel e eu iria fazer de tudo pra fazer aquele homem gozar nesse tempo. Bom ao menos tinha sido isso que nós tínhamos entendido.
Quando subitamente abriram a porta. Não deu tempo de fazer absolutamente nada, quando olhei para cima, ainda com o pauzao do Juliano parcialmente na minha boca, vi os 3, espantados, segundos de silêncio que pareceu ter durado horas, em que todos permanecemos estáticos, eles me olhando e eu os olhando com um caralho enorme na boca. Até que o Sr Ivo falou - “sabia que essa é vagabunda, a cara de putinha não nega” - nessa hora tirei o pinto do Juliano na boca e com uma das mãos enquanto limpava o restante da baba do meu rosto com a outra, quando o Tio Ivo começou a falar novamente -“ des de a primeira vez que ela veio aqui eu já achava essa menina uma vadiazinha” - e de repente Juan o cortou falando -“Achava? Eu tinha era certeza, daquela vez essa piranha bateu uma pra mim até eu gozar nos peito dela”- Eu estava estática, não conseguia esboçar nenhuma reação, não tinha coragem nem de levantar o olhar, e acabou que continuei ali , dê quatro no banco, segurando o caralho do Juliano rente ao meu rosto e quando pensei que não dava pra ficar pior escuto Juliano começar a falar -“Tá fraco em maninho, daquela vez que ela veio na fazer ela pagou um boquetão pra mim e ainda engoliu tudim”- no que ele terminou de falar seu pai Ivo de imediato voltou a falar -“Então já que faltou só eu, hoje essa puta vai me mostrar se ela é melhor na punheta ou no boquete, ou eu pergunto pro meu sobrinho Matheus “- foi ele terminar de falar e o mecânico que até aquele momento estava calado, falou - “mas daí eu também vou querer saber no que ela é boa Sr Ivo” -, o mecânico se chamava Cleiton, era pardo de uns 50 anos e seu fenótipo era típico de um mecânico, não tão alto e com uma barriguinha.
Eu ainda estava sem reação, na mesma posição, não sabia como reagir, mas apesar do medo e da vergonha eu estava sentindo um tesão absurdo e resolvi falar -“se vocês jurarem não contar nada pra ninguém, lá no hotel eu mostro pros 4 oque eu sei fazer com a mão e com a boca”- foi eu falar e o Juan já foi dizendo -“É óbvio que não vamos falar, mas tem que fazer o serviço direitinho sua putinha”- neste momento Ivo e Cleiton já iam entrando nos bancos da frente da caminhonete e Juan aproveitou para dar a volta e entrar no outro lado na parte de trás.
Eu estava alucinada de tesão e ja voltei a chupar o pau de Juliano ainda de 4 no banco de trás, quando escutei Juan entrando, fechando a porta e imendando um tapa fortíssimo na minha bunda que estava desprotegida e virada para ele e em seguida já avançou e começou a me chupar ali mesmo, enquanto eu me deliciava no cassete enorme do Juliano ao mesmo tempo em que a caminhonete saía sem nem pegarem as pizzas e nessa hora soube que eu iria ser a janta e que não iria ser boquete e punheta.
Rapidamente chegamos no hotel, do carro ao quarto fomos em um silêncio sepulcral em fila indiana nos corredores, Sr Ivo e Juan na frente, eu no meio, Juliano logo atrás e por último o mecânico.
Quando entramos no quarto, Juliano já veio me agarrando por trás e Juan pela frente, ali eles levantaram meu vestido me deixando completamente peladinha e nisso seu Ivo é Cleiton já estavam do meu lado.
Eu estava morrendo de tesão, e ali indefesa no meio de 4 homens sem precisar de ordem nenhuma já me ajoelhei no centro. Eles entenderam o recardo e já foram botando seus paus para fora. Eu já conhecia o do Juan e do Juliano e o primeiro que sacou sua ferramenta foi o Sr Ivo, ele tinha o menor pau ali, devia ter uns 15cm e era meio enrugado pela idade, não me importei e de uma vez coloquei o pau dele todo dentro da minha boca e comecei a chupar o pau do tio do meu namorado.
Enquanto estava com a boca ocupada, Juan e Juliano direcionaram minha mão para punhetalos, e seu Ivo falou -“agora vamo descobrir noque essa vadia é boa”- eu que já estava pirando de tesão, tirei o pau dele da boca, olhei para cima e com uma voz bem safada falei -“então quem gozar por último ganha”- e então Juan respondeu -“ganha oque?”- e eu que já não aguentava mais o tesão falei -“o que ficar por último pode me fuder e gozar a onde quiser”-, vi que eles ficaram malucos na proposta e então Juliano falou -“mas e se ninguém gozar no teu boquete, como é que faz?”- olhei pra ele com um sorrisinho e respondi -“tu nem devia tá participando porque ja fiz tu gozar daquela vez”- virei o rosto olhando pro Juan e falei -“nem tu bonitinho, tbm te fiz gozar naquela vez”- falei isso enquanto punhetava eles e dava pequenas sugadas no pau do senhor Ivo, mas antes deles falarem algo eu voltei a falar -“mas voltando a sua pergunta, se eu não fizer nenhum de vocês gozar eu deixo os 4 me foderem”- na hora vi a cara de espanto e o olhar de cumplicidade entre eles para não gozarem para que todos pudessem me comer, mal sabendo eles que era oque eu mais queria.
Ainda ajoelhada, me virei para chupar o pau do mecânico Cleiton e quando vi me assustei, um troço meio marrom, enorme, mas não de comprimento e sim de grossura, parecia uma garrafa de corote, devia ter um 17cm de comprimento mas era grosso igual uma daquelas mortadelas que parece um extintor, fiquei realmente surpresa, eu já tinha experimentado paus bem dotados mas aquilo ali fugia da realidade.
A cabeça era roxa e tinha a mesma circunferência do restante, avancei colocando a língua pra fora e encostando naquela coisa descomunal, obviamente passei longe de conseguir chupar aquela cabeçona e vi que ali era só lamber, e foi isso que comecei a fazer.
Fiquei ali por uns 30 minutos, revezando, quando falei -“to cansada, não aguento mais, quem vai ser o primeiro a me comer”- tava louca pra eles falarem que iriam todos juntos, mas então seu Ivo falou -“Eu vou primeiro, tu quer que eu meta aonde piranha”- e eu já me colocando de 4 apoiada no sofá respondi -“onde vc quiser, pode comer minha pepekinha….” - fiz uma pausa dramática e com a voz manhosa continuei -“…. Ou pode foder meu cuzinho”- na hora olhei para ele por cima dos ombros e dei uma leve rebolada, e ele já foi se possicionando atrás de mim.
Eu já tinha decidido que ali naquele quarto de hotel eu só iria liberar meu cuzinho pro Ivo e pro Juan, que tinham os pintos menores, porque o pau do Juliano sem nenhum lubrificante não ia entrar de jeito nenhum e o do Cleiton nem com todo lubrificante do mundo caberia dentro de mim.
Mas eu estava enganada, Juliano puxou seu pai de trás de mim e falou que ele seria o primeiro a me enrabar e já deu play no vídeo que eu tinha feito da última vez o qual eu não me lembrava, o vídeo em questão era eu mamando ele falando que na próxima vez nos víssemos a primeira coisa que ele iria comer seria meu cu, e já foi me ameacando dizendo que se eu não cumprisse ele iria mostrar aquele vídeo para todo mundo.
Na hora pensei, FUDEU, não me lembrei desse vídeo, se tivesse lembrado da promessa, teria me preparado, trazido lubrificante, falei para ele que ali não ia ser possível por esse motivo, mas ele foi relutante e eu tive que acabar cedendo.
Tentei relaxar ao máximo, babava na minha mão e enfiava 2,3 dedos tentando me preparar, eu estava a algumas semanas sem dar o cu e com certeza iria sofrer, ele veio por trás, posicionou a cabeça e começou a empurrar, aquilo começou a me rasgar, a falta de lubrificação dava a sensação de ter uma lixa em volta do pau dele, estava doendo demais, não tinha entrado nem a cabeça e eu já estava aos prantos no chão do quarto, os outros olhavam a cena como se estivessem no cinema enquanto riam e faziam comentários.
Falei que estava doendo demais, que não iria conseguir, ele deu mais uma forçada que me arrancou um grito alto e isso fez ele retroceder.
Ele se levantou, pegou seu cartão e passou pro seu irmão pedindo para ele sair atrás de um lubrificante, Juan negou inicialmente, mas logo concordou quando Juliano falou que se ele não me fudesse ninguém ia naquela noite.
Juan saiu às pressas e Juliano voltou a se posicionar atrás de mim, abrindo um sachê de condicionador que tinha no banheiro e passando no meu cuzinho e na cabeça do seu pau.
Voltou a forçar e por incrível que pareça o produto ajudou, ainda doía bastante, mas ao menos não estava lixando as pregas do meu rabinho.
E ali eu fiquei, aguentando cm por cm, para minha sorte ele estava sendo cuidadoso, estava indo devagar, me dando tempo pra me acostumar, quando Juan chega de volta já jogando o lubrificante pro seu irmão.
Juliano tá estava com o pau quase na metade dentro do meu rabo, untou o restante do seu pau que estava fora da minha bunda e falou -“agr ta lubricado, agr não tem porque reclamar “- ele terminou de falar e me segurando pelo quadril empurrou tudo de uma vez, PQP q dor, eu dei um grito enorme, vi estrelinhas na hora, cheguei a me contorcer e tentei fazer de tudo pra empurrar ele e tirar aquela tora de dentro do meu rabo, mas era em vão, ele me segurava firmemente pelo quadril, n deixando eu ir 1cm pra frente.
Xinguei ele de tudo que era nome, meu rosto lavado de lágrimas e os outros ao redor riam da situação. Juliano ficou ali por uns 2 minutos, estático, totalmente rígido e meu cu que piscava desesperadamente tentando expulsar aquele pau de dentro de mim as poucos foi diminuindo a intensidade e a dor foi se esvaindo aos poucos.
Ele vendo que eu estava mais acostumada começou a movimentar de maneira lenta e eu fui começando a sentir prazer sendo enrabada ali.
Juliano já metia forte, não sentia quase nenhuma dor, cada estocada me levava ao céu. Estava de 4 levando pica no rabo, ao mesmo tempo que chupava um e punhetava os outros que estavam sentados na cama da frente. As estocadas eram tão forte que me lançava pra frente.
Eu sentindo um tesão absurdo olhei pro Juliano por cima dos meu ombros e falei -“tá gostando tá? Valeu a pena esperar? Continua que eu quero sentir os 2 irmãos dentro de mim”- Juan entendeu o recado e já se colocou por baixo de mim e colocou seu pau na minha buceta que deslizou pra dentro, quase fui ao céu, aquela sensação de sentir os 2 paus dentro de mim, roçando por dentro, me fez ter um mega orgasmo, cheguei a ficar fraca, mas não tive descanso porque eles continuaram socando, as vezes um tirava o pau enquanto o outro empurrava, as vezes enterravam as 2 rolas ao mesmo tempo, eu só sabia gemer e gemer com o pau do Sr Ivo na boca e o tronco do mecânico Cleiton na mão, estava uma maravilha, ate que sinto Juliano pulsar dentro do meu cuzinho e despejar todo seu leite, e quase ao mesmo tempo sinto Juan inundar minha bucetinha e aí aumento o ritmo da chupada no Ivo, porque queria a porra dos 3 homens daquela família em mim e en instante seu Ivo gozou na minha boca uma porra espessa e com gosto forte que fiz questão de engolir tudinho e mostrar a minha boquinha pra ele no final.
Me joguei em uma das camas e quando ia pensar em descansar escuto seu Ivo falar que estava faltando o serviço pra um, olhei para trás e vi o Cleiton se masturbando e falei -“e oque você quer que eu faça com esse negócio? Nem na minha boca cabe, na minha buceta e no meu cuzinho é que não vai caber” - e aí seu Ivo falou -“mas acho bom você da um jeito de fazer ele gozar, esse era o combinado”.
Não tinha a menor ideia doque fazer, mas me levantei e sentei no seu colo de costas pra ele, botei a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta e como esperado nem chegou perto de querer entrar. Então ele pegou e direcionou para a entrada do meu cuzinho, nem me preocupei, sabia que não iria entrar também, vi ele pegando lubrificante e passando por tudo na esperança de conseguir alojar aque tronco em mim.
Fiquei ali, mesmo com meu cuzinho já aberto pelo Juliano sentia que era impossível meu rabinho se dilatar mais a ponto de engolir aquele pau, mas eu estava enganada. Ele começou a me puxar para baixo e no início nada aconteceu, mas depois de um tempo comecei a sentir uma dorzinha, ele viu que estava tendo progresso e subitamente suspendeu minhas, fazendo com que o peso do meu corpo fizesse o serviço, e deu certo, meu cuzinho nao suportou peso do meu corpo concentrado na cabeça daquele pau enorme e começou a se abrir, entrei em desespero, achei que era impossível, tentei sem sucesso me livrar daquela posição ao mesmo tempo em que meu cuzinho cedia mais e mais.
Apesar de acabar de ter sido enrabada a dor que comei a sentir era insuportável, parecia que estava sendo rasgada ao meio, estava aos prantos e não suportando aquela dor acabei perdendo a consciência e desmaiei ali.
Não sei por quantos minutos fiquei desacordada, só sei que quando recobrei os sentidos eu estava deitada em colchão no chão do quarto e naquela escuridão só conseguia escutar os rapazes roncando. Estava pelada e sentindo uma dor insuportável no meu cuzinho e na minha bucetinha, tentei me levantar para ir ao banheiro mas não tive forças, mal conseguia sentir minhas pernas e comecei a chorar de desespero e remorso pelo oque eu tinha feito naquele quarto de hotel, tanto das coisas que eu lembrava quanto das coisas que fizeram comigo enquanto estava desmaiada e acabei adormecendo.
Continua na parte 3