Saiu me puxando então saímos por uma porta ele já foi logo me agarrando pelo bunda beijando meu pescoço tentei me desvencilhar mais ele era muito forte,ele disse cama minha putinha só relaxa então falei para ele parar pois alguém poderia ver ele foi me puxando até um lugar escuro no estacionamento chegando lá ele continuou me agarrando me chamando de putinha safada eu tentando sair daquela situação mais já estava praticamente entregue foi quando ele me virou de costas levou minha sainha e sinto eu pau no meio da minha tomo um susto e tento sair mais já era tarde ele me pega pela cintura com uma das maos e com a outra fica batendo o pau na minha bunda então ele fala vem putinha vem chupar esse pirulito
Eu falo moço você tá louco nunca fiz essas coisas sou homem ela ele pega minha mão e cola no seu pau tento soltar mais ele fala segura um pouquinho só, então seguro era um pauzao grosso estáva muito duro pulsando em minha mão então falo aí moço você é louco ele fala não você que é uma putinha gostosa enquanto seguro seu pau meio desajeitado mais essa altura já tava praticamente entregue ele beijava meu pescoço e segurava minha bunda fazendo me arrepiar todo então falo tabom moço vamos entrar alguém pode chegar então ele calma vem aqui chupa ele um pouquinho então digo não moço eu nunca fiz isso você está confundindo então ele me vira de frente e cola a mão no meu ombro me empurrado pra baixo com estava de pernas foi quase que automático ficando abaixado mais no automático tentei levantar e fui um pouco pra frente no que fez meu rosto encostar no pau dele que já estava melado ele então insiste e segura minha cabeça com uma mão e com a outra começa a esfregar a pica na minha cara eu falava para moço não faz isso eu ele continuava no fundo estava delicioso está situação então ele para e fala da um beijinho nele e vamos embora então eu falo tudo bem só um beijinho então dou um selinho na base quase chegando no saco ele fala não assim não beija a cabeça do pau então ele pega minha nuca com uma mão e com a outra pega no pau e aponta para minha boca ela beija putinha aquilo foi quase como uma ordem então dou um selinho então ele fala beija direito então ele pega minha cabeça e coloca o pau nos meus lábios e ficou pincelado e fala isso vai abrindo a boca fui abrindo quando percebi já estava com metade do pau na boca e senti o gosto meio salgado estranho mais confesso que foi um dos melhores gostos que senti na vida ele começa o vai e vem devagar e fala isso putinha já está aprendendo chupa essa pica sua vadia.
Nessa hora já estava entregue ele começa a força o pau na minha bochecha dentro da boca no que faz o pau sair de dentro da boca e espalhando o gosto na minha boca então ele fala tá gostando quer que eu pare mais já era tarde já estava entregue então falo não so mais um pouco então ele fala então pega e chupa então eu já no automático pego o pau dele e começo a chupar com um vai e vem chupo a cabeça e volto a engolir fico assim por uns 10 minutos derrepente sinto o pau pulsar na minha boca e ele segura minha cabeça e sinto 2 jatos fortes na minha garganta e não tá tempo de cuspir e outro mais fraco caiu na minha língua e estava docinho ele então fala isso putinha viu você chupou como uma vadia então a ficha cai e a vergonha bate e falo nossa moço não acredito que fiz isso sou homem então ele me abraça e me dá um beijo na testa e fala relaxa é carnaval você não fez nada de errado no que me tranquilizou então ele fala vamos entrar ao passar pelo caminho vejo que já tem um monte de gente se pegando como estava fantasiado e estava escuro ninguém percebeu que eu era um homem ao passar por um casal o homem que isso juca já estava pegando então ele cumprimenta o cara e continua andando em direção a porta assim que cruzamos a porta de volta para o ambiente barulhento e iluminado da festa, o som grave voltou a tremer o meu peito. Limpei discretamente o canto dos lábios com as costas da mão, sentindo a boca ainda aquecida e o gosto característico daquele momento impregnado na minha memória. Minha cabeça girava entre o choque do que tinha acabado de acontecer no estacionamento e uma onda irresistível de adrenalina que ainda corria pelas minhas veias.
O Juca me deu um último aperto sutil na cintura, piscou para mim e se perdeu no meio da multidão. Fiquei ali por alguns segundos, ajustando a saia xadrez que continuava perigosamente curta e puxando a tanguinha minúscula para se acomodar de volta entre as minhas ndegas.
Não demorou muito para eu avistar o grupo. Fernando, Lucas e Bruno estavam perto do bar com copos cheios na mão, olhando ao redor como quem procura algo perdido. Quando o Fernando virou o rosto e me viu vindo na direção deles, ele abriu um sorriso largo e soltou uma gargalhada:
"Olha ela aí! Achamos a nossa colegial! Onde você tinha se metido, Rafaela? Ficou perdida no meio do salão ou tava fazendo hora nos bastidores?"
"Sumiu do nada, cara!", emendou o Lucas, me entregando um copo com bebida. "A gente ficou preocupado de algum tarado te carregar no colo. Do jeito que você tava rebolando naquele trenzinho, parecia que tava pedindo para aprontar."
Sentindo o rosto esquentar de novo, dei um gole fundo no drink para disfarçar o tremor nas mãos. "Eu só... fui tomar um ar lá fora. A pista tava sufocante", respondi, tentando manter a voz firme, mas dando uma leve empinada no bumbum para entrar na provocação deles.
"Tomar um ar, sei...", debochou o Bruno, Reparando na minha peruca meio desalinhada e na saia levemente torta. "Aposto que foi arrumar mais pretendentes. Olha em volta, Rafa, a festa inteira tá de olho no seu bumbum. Você virou a atração do salão."
E ele não estava errado. A sensação de estar com a pele lisa exposta, a maquiagem e a roupa provocante continuava atraindo olhares famintos ao nosso redor. Outros caras passavam perto, olhando sem pudor para a saia curta que deixava a poupa da minha bunda em evidência.
Fernando se aproximou, me puxou pelo ombro com cumplicidade e falou perto do meu ouvido por causa do som alto: "Já que você entrou no clima de vez e superou a vergonha, vamos voltar pro meio da pista. A noite tá só começando e a gente tem que aproveitar essa aposta até o final!"
Eles me cercaram e começamos a caminhar juntos de volta para o centro do salão lotado. A cada passo, a tanguinha cravada continuava atiçando aquele calor no meu ventre, e eu sabia que, depois do que tinha acontecido no estacionamento, qualquer toque ou provocação naquela pista me levaria ainda mais longe.
Voltamos para o meio da pista de dança, onde o grave das caixas de som fazia o chão e o meu peito tremerem. O clima entre nós quatro era de pura zoeira de Carnaval: os três me cercavam, rindo, dançando e zoando a minha postura, enquanto eu me entregava de vez ao papel da "Rafaela". A cada rebolada, a saia xadrez subia e a tanguinha minúscula cravada na minha bunda fazia o trabalho de manter a minha pele e minhas curvas totalmente em evidência.
Durante cerca de uma hora, ficamos ali naquele ritmo frenético. O álcool mantinha o meu corpo quente e a minha inibição no zero. Como o salão estava lotado e o empurra-empurra era constante, não demorou para as mãos bobas voltarem a aparecer. Outros homens que passavam pela pista aproveitavam a aglomeração para passar a mão na minha coxa, dar apertões rápidos na carne macia da minhw bunda exposta e dar encoxadas rápidas ao passar.
Em vez de travar, a sensação de ser cobiçado e a adrenalina do que tinha acontecido no estacionamento só atiçavam mais o meu tesão. Meus amigos viam os caras encarando e passando perto, e caíam na gargalhada, me provocando ainda mais:
"Aí, Rafaela, tá fazendo sucesso até demais! Vai ter que arrumar um segurança!", gritava o Lucas sobre o som alto, enquanto eu dava mais uma empinada provocativa na bunda, entrando no jogo.
Foi então que, no meio do jogo de luzes piscantes e da fumaça da pista, meus olhos cruzaram o salão. A uma certa distância, encostado perto de uma das colunas do clube, estava o Juca. Ele segurava uma cerveja na mão, com aquele olhar fixo e safado direcionado diretamente para mim.
Quando ele percebeu que eu o tinha visto, ele deu um sorriso de canto de boca, bem lento. Sem pressa, ele ergueu a mão livre e fez um sinal claro com os dedos, me chamando para ir até ele.
O meu coração deu um salto no peito na mesma hora. Sentir o olhar dele de longe e lembrar com precisão do gosto e da sensação de minutos atrás no estacionamento fez minhas pernas fraquejarem levemente. Olhei de relance para o Fernando, o Lucas e o Bruno, que estavam distraídos pulando e cantando o refrão da música, e depois voltei a olhar para o Juca, sentindo o sangue esquentar de novo.
Olhei para o grupo ao meu redor, que continuava pulando e cantando animadamente no meio da pista, e dei um toque no ombro do Fernando. Cheguei perto do ouvido dele por causa do som alto e avisei que ia até o banheiro retocar a maquiagem e ajeitar a peruca. Eles concordaram rindo, me fazendo mais uma provocação rápida, e eu me afastei devagar, abrindo caminho entre as pessoas na direção do Juca.
Conforme me aproximava, ele fixou o olhar nas minhas pernas e no balanço da minha saia. Quando cheguei perto da coluna onde ele estava encostado, ele puxou meu corpo pela cintura sem hesitar, colando a mão na minha bunda de um jeito firme. Ele começou a fazer carícias intensas no meu pescoço e a sussurrar no meu ouvido, dizendo o quanto a "colegial" estava gostosa e como tinha gostado do que tinha acontecido.
A conversa foi ficando cada vez mais quente, e ele soltou a proposta de voltarmos ao estacionamento. A adrenalina e o tesão falaram mais alto; sem conseguir resistir, acabei concordando.
Saímos juntos novamente pela mesma porta lateral na direção do setor mais escuro do estacionamento. No entanto, ao nos aproximarmos do local reservado entre os carros, percebi que não estávamos sozinhos. Encostado na lateral de um veículo, estava aquele mesmo cara que tinha cumprimentado o Juca mais cedo quando estávamos voltando para o salão.
Ao lado dele, no meio da penumbra, havia ainda um outro homem. Os dois nos olharam se aproximando e deram um sorriso cúmplice, enquanto o Juca me segurava firme pela cintura, me conduzindo direto para o meio deles.
Chegando no ponto mais escuro do estacionamento, o Juca me puxou para perto do grupo e nos apresentou. Com um sorriso malicioso, ele olhou para os dois e soltou:
"Falei pra vocês que a colegial era diferenciada... Ela gostou tanto do primeiro round que eu resolvi trazer mais dois amigos para atender melhor a Rafaela."
Antes mesmo que eu conseguisse assimilar a situação ou ensaiar qualquer reação, os três já se aproximaram em cima de mim. Sem dar espaço para recuar, eles me cercaram e foram me conduzindo e prensando contra a lateral de um dos carros no canto mais isolado. As mãos deles começaram a se espalhar pelo meu corpo de uma vez, apertando minha bunda por baixo da saia xadrez e segurando minha cintura de forma firme, me deixando completamente dominada e entregue à adrenalina do momento.
Continua...


sbcsp