Desta vez não fui no meu carro, fui de Uber. Eram 8hs da manhã quando a enorme caminhonete de Silvia entra no estacionamento. Abro a porta de trás e entro. Seguindo as instruções eu me deito no banco. Desta vez Silvia estava acompanhada de Nanda.
Nanda: Oi Caio, está lindo e cheiroso.
Silvia: Bom dia gostoso! Hoje vai ser um dia longo e espero que seja muito bom. Minha irmã está nervosa e com a mão fria.
Eu: Oi lindas! Sei como fica a mão de sua irmã. Mas consigo dar um jeito nisso.
Nanda: Safado, puto, gostoso. Hoje vai realizar o sonho de comer as duas né safado.
Em poucos minutos estávamos entrando na garagem da casa.
Quando descemos foi que vi como elas estavam lindas. Vestidinhos curtinhos e soltinhos. Assim que entramos na casa, Nanda me deu um beijo apaixonado. Ela suspirava e acariciava meu rosto com suas mãos geladas. Eu a abracei e acariciei seu bumbum ainda sobre o vestido.
Ela sem desconectar sua boca de mim falava: Delicia, gostoso, lindo...
A irmã ao lado apenas disse: Está se apaixonou. Lindo, nós vamos subir e depois eu venho te chamar. Ou mana, larga dele. Deixa eu dar um beijo nele.
Elas subiram e uns 20 minutos depois Silvia chegou no topo da escada e me convidou a subir.
Ela usava um quimono de seda bem curto.
Assim que cheguei ao lado dela, ela me deu um rápido beijo e disse: Não assuste, o quarto foi preparado para o encontro de hoje.
O quarto.
Ele estava todo escuro, tinha as cortinas fechadas, o ar condicionado estava ligado, em cada um dos criados mudos havia 1 castiçal duplo de velas. Eram a única luz do ambiente. Com certeza eram velas aromatizadas, o cheiro no ar era maravilhoso. No canto do quarto que estava completamente na penumbra, via-se uma poltrona com uma silhueta de uma pessoa sentada nela. A fraca luz das velas revelava ser um homem alto com cabelos brancos. Ao fundo ouvíamos músicas de muito bom gosto.
Ao meu lado estava Silvia e na cama via-se o lindo corpo nu de Nanda. Os seios e o desenho dos seus quadris se destacavam na fraca luz. A primeira voz que ouvi depois de entrar no quarto foi da minha anfitriã.
Silvia: Caio, ali naquela poltrona está meu marido. Ele só intervirá se for solicitado. Na cama está minha irmã que você já conhece bem.
Disse isso e foi tirando minha roupa, me deixou nu.
Ela falando para o marido: Está vendo amor, como este macho já está de pau duro. Te garanto que ele é capaz de dar conta de mim e de minha irmã. Sua mulherzinha já gozou nessa linda rola. Foi ele que me fez te chamar de corninho. Sabe que te amo, mas agora é meu corninho. Ele vai me foder a buceta e o cuzinho, fará o mesmo com minha irmã que você sempre desejou, mas nunca teve.
Na cama, Nanda já acariciava sua xoxota. Silvia desamarrou o quimono e o deixou escorregar até o chão. Estava nua. Ajoelhou e começou a chupar o meu pau. Chupou por um bom tempo. Fomos para a imensa cama e deitamos ao lado de Nanda. Eu estava entre as duas. Nanda me beijava e me chamava de amor. Eram duas mulheres gostosas e lindas. Me beijavam e me chupavam. Se revezavam entre minha boca e meu pau. Nanda falava sussurrando nos meus ouvidos.
Nanda: Senti sua falta, preciso desse pinto dentro de mim, quero gozar.
Virou de bunda para mim, pegou o meu pau e colocou na entrada de sua buceta. Eu fui empurrando para dentro dela e ela rebolava. Quando entrou tudo ela gemeu e colocou minha mão sobre os seus seios. Eu metia nela, acariciava seus seios e mordia sua nuca. Ela gemia mais alto. Atrás de mim, Silvia esfregava sua xoxota em minha bunda e beijava minha nuca e meu pescoço.
Silvia: Fode minha irmãzinha. Faz ela gozar no seu cacete. Mostra para o meu corno o quanto você é viril.
Falando para o marido: Olha a sua cunhadinha gemendo na rola de um macho. Olha como ela vai gozar.
Rapidamente Nanda realmente gozou.
Nanda: Estou gozando amor, que saudade dessa rola. Continua, quero gozar mais. Pinto gostoso.
Segurei ela pela cintura e aumentei a velocidade da metida. Ela gozou novamente. Silvia começou a acariciar minha bunda e a beijar minha boca. Assim que a irmã gozou pela segunda vez, Silvia me virou de barriga para cima, sentou nas minhas pernas e começou a mamar minha rola.
Ela: Nossa irmã que delícia o seu gozo no pau do Caio. Que sabor bom. Corno, sua cunhada, melou todo o pau do nosso macho. Escorreu por todo o pau de Caio. Que delícia a Nanda.
Depois de limpar o meu pau, ela colocou a cabeça dele na entrada de sua xoxota e foi descendo. Puxou a irmã e fez ela sentar com sua xoxota na minha boca. Ficou uma virada para a outra. Nesta hora ela Silvia começou a acariciar os seios da irmã. Eu chupava a xoxota da Silvia. Era a primeira vez que as irmãs se tocavam. Eu senti Nanda esfregar sua xoxota em minha boca. Ela estava excitadíssima. Silvia começou a esfregar os seus seios nos seios da irmã. Vi as mãos de Nanda indo em direção a bunda de Silvia. Não demorou e elas começaram um beijo de língua. Era um beijo incestuoso e apaixonado. Senti o corpo de Nanda ter espasmos. Ela gozou na minha boca tendo a sua boca beijada pela irmã. Logo a irmã gozou no meu pau. Elas gemiam e se esfregavam. Mordi suavemente as nádegas lindas de Nanda. Ela batia nas nádegas da irmã. Vi um vulto alto pelado ao lado da cama. Era o marido de Silvia. Ele foi ver tudo de perto. Ele apertava o seu pau que estava menos que meia bomba. Parecia querer subir, mas não tinha força. Ele começou a dar tapas na bunda da sua mulher que rebolava no meu pau. Ele a puxou e começou a lhe beijar e ela gozou novamente com meu pau na sua xoxota. Nanda tirou a buceta do meu rosto, ficou de quatro e começou a me beijar. Mário, marido de Silvia, meio sem jeito começou a acariciar o bumbum espetacular de Nanda.
Nanda disse baixinho: Amor, ele está passando a mão na minha bunda.
Eu: Deita do meu lado.
Ela: Não, deixa o corno, não está incomodando, está gostoso.
Eu: Isso, relaxa e curti o momento.
Ela com voz dengosa: Amor, ele está passando os dedos grossos dele na minha xoxota. Ai amor, está gostoso.
Ela começou a me beijar e a rebolar sua enorme bunda nos dedos do cunhado. A irmã ainda quicava no meu pau.
Silvia falando para o marido: Isso corno, faz a sua cunhada gozar com seus dedos mágicos. Eu estou me acabando no cacete desse macho gostoso.
Nanda gozou nos dedos do cunhado e me beijou. Ele começou a passar e a esfregar o seu pau zonzo na xoxota da cunhada. Sua mulher saiu do meu pau deitou debaixo da irmã e começou a chupar os seios dela. Depois se ajeitou e ficou na posição de 69. Uma chupava a xoxota da outra enquanto Mario se esfregava na cunhada. Logo uma voz grave foi ouvida. Era as primeiras palavras de Mario.
Mario: Vou gozar, ai estou gozando.
Ele gozou na bunda da cunhada sem conseguir penetrá-la, Silvia levantou, chupou o pau do marido e depois lambeu a bunda da irmã. Tirou o pouco de porra que estava na bundona de Nanda. Ela continuou a lamber a xoxota e o cuzinho da irmã. Nanda voltou a me beijar.
Sílvia: Vem comer o rabo dessa putinha. Já deixei ele prontinho para você.
Eu levantei e comecei a brincar com o meu pau no cuzinho de Nanda. Silvia deitou e ofereceu sua xoxota para a irmã. Mario continuava em pé ao lado. Ele, num ato que eu não esperava, abriu as nádegas da cunhada facilitando a visão do meu pau entrando no cuzinho dela. Fui colocando e ela gemendo. Ela quando a dor passava, chupava a xoxota de Silvia. Ficamos assim até não sobrar nem um mm de fora. Eu tirava até o meu pau quase sair todo e empurrava de uma vez. Senti a língua de Silvia passando na base do meu pau e na xoxota da irmã. Nanda gozou rebolando no meu pau. Em uma das vezes que tirei meu pau, ele quase saiu todo, senti a mão de Mario segurando o meu pau e posicionando ele no cuzinho da cunhada. Surpresa total para mim. Ficamos nessa meteção até eu gozar fartamente no cu de Nanda. Foi um gozo quase que geral. Assim que tirei o meu pau, Mario começou a chupar o cu da cunhada junto com sua mulher.
Logo estavam os três deitados e Mario foi tomar um banho.
Eu: Silvia, me surpreendeu o seu marido pegar no meu pau e colocar na entrada do cuzinho de sua irmã. E ainda chupar minha porra que escorria da bunda dela.
Silvia: Lamber sua porra eu vi, me surpreendeu também. Então ele pegou no seu pau? Depois vou fazer uma surpresinha para ele. Além de meu corninho vai ser meu veadinho. Aguardem!
Elas resolveram que íamos tomar banho e almoçar uma comidinha mais leve. Assim fizemos. Mario juntou-se a nós e ficamos conversando sobre sexo.
Ele disse que sempre teve tesão na cunhada, mas sempre a respeitou. O que foi confirmado por ela. Disse que estava feliz em saber que o marido dela também era corno. Disse que estava louco para ver sua mulher sendo enrabada por mim.
Sílvia: Vai ver amor, logo vai ver. Você é um corno feliz, isso que importa.
Nanda estava sempre ao meu lado. Me tratava como um namorado. Colocava comida na minha boca. Me beijava, me acariciava, colocava suas mãos nas minhas coxas. Acariciava meu pau. Ela estava nua apenas com um quimono igual ao da irmã. Eu usava apenas um calção e Mario, idem.
Após o almoço deitamos nos sofás da sala. Nanda comigo e Mario com Sílvia.
Sílvia: Nanda, estou preocupada com você, claramente está se apaixonando pelo Caio.
Nanda: Acho que ainda não, mas pode acontecer. Sei que vai ser uma merda.
Eu: Não estamos aqui para dar lição a ninguém. Claro que não é o ideal. Mas gosto de seus carinhos e os da Silvia também. Acontece que a Silvia ama o Mário, ela comigo é só sexo. Você não ama o seu marido, então fica mais suscetível a se apaixonar.
Nanda me deu um beijo apaixonado.
Mario: Fodas para aquele velho babaca. Ela devia ir toda gozada para casa. Isso que ele merece. Eu infelizmente estou nessa situação, mas não quero que meu amor se prive de seu prazer.
Continuou: Nanda como foi ficar com sua irmã?
Nanda: Falei para o Caio que estava muito nervosa com duas situações. Uma era ter contato sexual com minha irmã. Foi bom. Gostei e farei sempre que ela quiser. A segunda era você. Mesmo sabendo que tinha desejo em mim, eu não tenho por você. Tentei me convencer que seria só sexo, e deu certo. Agora com toda certeza do mundo. Adoro, amo, fazer amor com o Caio. Ele encosta em mim e a xoxota escorre.
Eu passei a mão na sua xoxota e estava melada.
Eu: Confirmei agora, ela está molhadinha. Não mentiu.
Ela segurou no meu pau e me beijou.
Nanda: Confirmei agora que ele adora ficar perto de mim. O seu pau está como uma estaca.
Rimos.
Levantei Nanda, lhe dei um beijo e acariciei sua bunda. Desamarrei o quimono e suguei os seus seios.
Com minha boca percorria seu pescoço e ombros. Ela gemia e me apertava as nádegas.
Nanda: Como não desejar este macho? Caio pode comer quantas mulheres quiser, mas não me deixe.
Silvia: Uau! Está apaixonada.
Peguei Nanda pela mão e subi para a suíte, fomos seguidos por Silvia e Mario. Deitei ela, tirei o seu quimono e comecei a beijar os seus pequenos pés. Alternava entre um e outro. Subi beijando as suas pernas. Cheguei nas grossas coxas. Ali me perdi entre tanta gostosura. Devagar eu alcancei sua virilha. Brinquei com minha língua rodeando sua vagina. Comecei a possuir sua xoxota com a língua. Brinquei com seu clitóris, seu grelo estava intumescido. Durinho feito um pequeno pênis. Chupei e beijei até ela gozar em minha boca. Sorvi cada gota de seu gozo. Ajoelhei em sua frente e passei o meu pau no seu grelo. Ela se debatia e me chamava de amor. Empurrei até colocar a cabeça e fiquei ali colocando e tirando as vezes colocava todo o meu pau. Ela gritou muito alto que ia gozar. Gozou muito. Deitei ao lado dela e a beijei. Ela: O que mais vai fazer comigo amor? Por que está me fazendo te amar?
Eu não lhe respondi, passei ela para cima de mim, mas não deixei ela sentar no meu pau.
Eu: Nanda, se entregue, feche os olhos e curta.
Coloquei dois dedos em sua xoxota e fiquei brincando com o grelo. Com uma mão acariciava seus seios e com a outra brincava na sua bucetinha. A irmã começou a beijá-la, o cunhado começou a brincar com seu cuzinho. Ela se debatia e gemia. Senti seu corpo arrepiar. Com os dedos achei o que procurava. Com movimento certo no lugar certo ela teve um orgasmo violento e fez um squirting. Saiu muito líquido de dentro dela. Me molhou todo, foi como ela tivesse entrado em transe e logo após perdido as forças. Ela caiu sobre mim. Passei os braços sobre ela e lhe dei um abraço. Beijei seu rosto. Ela ainda tinha pequenos espasmos. Não abria os olhos. Sua irmã lhe acariciava as costas. Seu cunhado acariciava suas pernas e bunda. Nanda virou rosto para mim e me deu um beijo suave.
Nanda: Amor, me leve no banheiro.
Peguei ela, e fui praticamente a carregando até o banheiro. Silvia ficou com o marido chupando o seu pau zonzo. E ele chupando sua xoxota num 69.
Abri o chuveiro e comecei a dar um banho em Nanda. Ela sentou sobre a tampa do vaso, pôs a mão no rosto e chorou. Dei um tempo para ela e a levantei. Colei seu corpo junto ao meu e lhe beijei. Ficamos por bons minutos assim.
Do nada ela sorriu e disse: Estou apaixonada, estou apaixonada, seu puto, seu sacana, seu fdp, seu gostoso, amor.
Peguei as toalhas e nos enxugamos. Voltamos para o quarto. A cena que vimos nos fez tomar um choque.
Mario estava de quatro sobre a beirada da cama e Silvia que usava um cintaralho, comia o seu cu.
Ela: Corno e veadinho. Amor, tá gostando de dar a bundinha para sua mulher? Sua sorte é que este só tem 13,5 cm. O próximo será do tamanho do pau do Caio.
Ele: Me fode amor.
Nanda olhou para mim assustada. Fomos chegando mais perto.
Silvia: Caio vem cá com essa rola gostosa.
Eu: Não vou comer ele não.
Ela: É para me comer amor. Antes coloca seu pau aqui.
Cheguei com o pau perto do Mario, que rapidamente o segurou e começou a chupar. Ele chupava o meu pau todo. Lambia e passava a língua na cabeça.
Silvia: Isso veadinho chupa o pau do nosso macho. Corno, veado, corno. Te amo corno.
Ela o empurrou mais para o meio da cama. Ficou com a bunda arrebitada e passou para a irmã um tubo de KY, a irmã lambuzou o rabo dela e o meu pau. Fiz um exercício, mas consegui comer o cuzinho dela. Eu socava nela e ela socava nele. Nanda sentou encostada na cabeceira e ofereceu sua xoxota para o corno chupar. Ficamos assim até ele gozar. Saiu pouca porra, mas saiu do pinto mole dele. Silvia tirou o pau do rabo dele. Trocou a camisinha e comeu a bunda da irmã. Aí eu e Silvia fizemos uma DP em Nanda.
Nanda gozou muito. Eu ainda não tinha gozado. Foi a vez de Silvia me cavalgar. Trepamos muito, Nanda beijava e chupava os peitos da irmã. Gozei muito na buceta de Silvia. O quarto cheirava a sexo. Fomos os três tomar banho.
Elas ainda fizeram sexo, começaram no banheiro e acabaram na cama. Era tarde quando me levaram embora.
Depois deste dia eu ainda não conversei com o casal. Com Nanda quase todos os dias nos falamos. Nanda fez sexo com a irmã na casa dela. Me mandaram fotos. Nanda não quer fazer mais com o marido de Silvia participando. Ela jura amor por mim e já trepamos muito. Ela topa sair só nós três ou até outra mulher se eu quiser.
Pensando!
Bye!