O que vou relatar aconteceu comigo há muitos anos, quando eu ainda tinha apenas 17 anos e era virgem. Na época existia um tabu sobre sexo, mulher não podia transar nem com o namorado senão era considerada vagabunda. A minha mãe e amigas sempre comentavam que pra segurar o homem não podia transar, caso contrário a moça deixava de ter valor e o cara se desinteressava. Eu namorava já tinha quase um ano, um cara muito legal, 21 anos, bonito, o cara perfeito, eu sonhava em me casar com ele. A gente ficava nos beijos e nos pegas mas eu não deixava ele me penetrar. A gente ficava de beijos no carro dele ou na escada do prédio que eu morava. Rolava de tudo mas eu não deixava ele me comer, explicava que era virgem e que ainda não me sentia segura pra fazer. Entretanto estava na flor da idade, hormônios explodindo, alta, bunda grande, pernas grossas, seios pontudos, durinhos e rosados. Só de me beijar eu já ficava com a calcinha molhada. No começo lembro dos longos beijos, ele tocava meus seios e a minha bocetinha até piscava de vontade. Certa vez ele me beijou e colocou minha mão no pau dele. Senti aquele cacete duro e quente. Fiquei apertando enquanto a gente se beijava, então ele tirou da calça e colocou na minha mão. Que delícia beijar e segurar aquele cacete enorme. Ele me beijava e pressionava minha xoxota por cima da calça. Rapidinho ele gozou. Foi a primeira vez que vi um homem gozar, aqueles jatos de porra lambuzando a roupa dele e a minha mão, eu quase gozei junto de tanto tesão. No nosso próximo encontro saímos, fomos em um barzinho mas eu estava doida era pra sentir aquele pau de novo. Ele estacionou em um escurinho e os pegas começaram. Ele passava a mão em todo meu corpo. Eu vestia uma blusa de alcinha e um short, estava calor. Ele abaixou as alças e começou a sugar meus mamilos que estavam durinhos, depois ele pegou minha cabeça e tentou colocar a boca no pau dele. Eu não deixei, mas estava com muita vontade de sentir aquela vara na minha boca. Ele tentou novamente. Eu perguntei se ele ia gozar na minha boca, ele disse que não, que ia avisar. Então fui me abaixando e coloquei aquele pauzão na boca. Ele mexia como se estivesse metendo na minha boca. Com o tempo fui pegando o jeito, segurava a base com uma mão e movimentava a cabeça, rapidinho ele falou que ia gozar, foi só eu tirar a boca que ele ejaculou um monte, no meu rosto, cabelo, pescoço, seios. Depois desse dia ele sempre ia pra casa depois de gozar. E eu estava ficando cada dia mais louca de vontade. Às vezes a gente namorava na escada do prédio. Nesse dia eu estava de saia, ele encostado na parede me abraçando, beijando, passando a mão na minha bunda. Ele tocava minha bocetinha por trás me deixando doida de tesão. Quando ele colocava o dedo dentro da calcinha eu tirava, ficava com medo dele enfiar o dedo dentro. Ele passava a mão na minha bocetinha por cima da calcinha, mas eu estava tão molhada que sentia os dedos dele escorregando entre os lábios. Ele tentou várias vezes abaixar minha calcinha mas não deixei. Aí ele puxou ela pra cima e ela ficou toda enfiada na minha bunda. A essa altura eu já estava com a saia levantada e a blusa abaixada. Ele me beijava, beijava meu pescoço, seios, estava muito gostoso. Aí ele tirou o pau e fiquei preocupada, mas ele prometeu que não ia enfiar, ia só roçar. Ele colocou o pau no meio das minhas pernas, senti a cabeça do pau dele na minha bunda. Ele com a mão segurava o pau na minha bunda e eu esfregava meu grelo na base do pau dele. Eu estava quase gozando quando ele parou. Veio me beijando, foi descendo e começou a beijar minha bocetinha, desceu minha calcinha até o joelho e colocou a língua entre meus lábios. Foi subindo e senti quando ele colocou a língua no meu clitóris. Sentia seus lábios nos meus e a língua no meu grelinho. Ele continuou até eu gozar. Ele estava muito excitado, falou que a minha boceta é linda demais, que queria apenas olhar pra ela, mandou eu me virar, eu empinei a bunda ele se masturbou olhando minha bunda e xoxota e gozou nas minhas costas, bumbum e pernas. Meu namoro era sempre assim, estávamos com muito tesão acumulado. Foi aí que as coisas começaram a ficar estranhas. Tinha um vizinho, mais velho, casado, pai de duas meninas. Ele devia ter uns 40 anos ou mais. Ele era bonito, todas as mulheres mais velhas achavam ele gato. Eu nunca tinha olhado pra ele por ser mais velho e casado. Certa vez, ao chegar em casa depois do namoro, encontrei com ele no corredor do prédio. Ele ficou puxando assunto, olhando pra mim de um jeito, reparando meu corpo. Achei que era bobagem. No dia seguinte, de manhã, encontrei com ele novamente na porta de casa e ele novamente puxou assunto, até colocou a mão no meu ombro durante a conversa. Só aí caiu a ficha, ele tava dando em cima de mim. Entrei no jogo dele, passei a parar, conversar e eu só ficava imaginando o que ele viu em mim. A mulher dele é linda, tipo madame, toda chique. Eu sabia que se fizesse alguma coisa com ele e alguém descobrisse ia dar muita merda. A gente passou a se cruzar muito no prédio. Só de vê-lo meu coração já disparava. Teve um dia que eu encostei na parede pra conversar com ele, e ele colocou o braço na parede e ficou conversando bem de pertinho. Ele fez elogios, falou que era linda e tentou me beijar, eu não deixei mas disse que se ele fosse solteiro eu ficaria. Eu não ia ficar com ele, amava meu namorado mas ele me dava muita adrenalina, aquele joguinho era gostoso. Eu cheguei em casa certo dia e vi que ele estava entrando na garagem do prédio. Fui lá pra ver ele e bater papo, quando me viu ficou surpreso e falou que já que eu tinha ido lá ele queria um abraço. Ele me deu um abraço gostoso, apertado, demorado e me beijou sem que eu pudesse me desviar. Falei que tinha namorado e não podia, mas ele nem ligou. Me encostou no carro e me pegou bem gostoso. Sai correndo e fui para casa, coração na boca, acelerado, que loucura. Enquanto isso, meu namoro continuava a mil maravilhas. Nós dois cada vez mais apaixonados e eu cada vez mais tarada. Nesse dia lembro que depois de muitos beijos e toques no carro, meu namorado tirou o pau e comecei a chupar. Estava muito gostoso mamar aquela rola dura e ouvir seus gemidos de prazer. Ele falou que ia gozar mas não parei, queria sentir a porra na minha boca. Ele começou a gozar e os primeiros jatos passaram pela minha garganta sem que eu percebesse, mas foram muitos jatos e acabei engasgando com tanto esperma. Achei que ele ia desmaiar de tanto tesão. Me limpei e fui pra casa. Já era tarde, por volta das duas da madrugada, mas curiosamente encontrei com meu vizinho. Comecei a rir quando o vi. Eu estava cheia de tesão. Ele já veio me abraçando e beijando como se fosse meu namorado. Descemos para a garagem. Ele me beijava e tocava meus seios durinhos e minha bocetinha por baixo da saia, por cima da calcinha. Nossa, como ele sabia o que estava fazendo, me beijava e me tocava com maestria. Falou no meu ouvido que queria sentir o gosto da minha boceta. Me deitou no chão frio da garagem e tirou minha calcinha. Abriu minhas pernas e me chupou como nunca tinha sido chupada. Ele veio beijando minhas coxas até chegar nela, tocava meu cuzinho com o dedo e passava a língua no meu clitóris em movimentos circulares. Eu estava delirando de prazer. Ele foi subindo com os beijinhos por minha barriga, seios, pescoço, boca e então senti o cacete dele pressionar minha vagina. Quando me dei conta já estava sendo penetrada. Eu ainda tentei argumentar, disse: não, não, para, sou virgem, sou virgem mas a vara já estava toda dentro de mim me abrindo por dentro, arregaçando meu hímem me arrombando todinha. Não sei como ele tirou o pau sem que eu percebesse e não sei como ele acertou a entrada sem as mãos e sem que eu visse. O pau dele parecia em poste dentro de mim, me machucando apesar de estar totalmente molhada. Quanto mais dizia que era virgem mais forte e fundo ele enfiava, comecei a chorar, mais pela emoção que pela dor mas ele não parou de meter até gozar e deixar minha xoxota desvirginada cheia de esperma. Ele me abraçou e consegui parar de chorar. Coloquei minha calcinha e ele perguntou se eu era mesmo virgem. Eu disse que era sim. Ele disse que não acreditava, que já tinha me visto com meu namorado nas escadas do prédio chupando sendo chupada e tudo mais. Expliquei que nunca tinha feito. Passei a mão na minha calcinha e vi resquícios de esperma e sangue. Mostrei a ele. Ele ficou branco. Ele realmente não achava que eu era virgem. Acho que ficou com medo de algum problema. Ele foi meu primeiro amante. Meu namorado nunca descobriu nada. Continuei virgem com meu namorado e putinha com meu amante casado. Depois vieram outros namorados e amantes, outro dia conto pra vocês.
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