Depois que a Loja Fecha - Cap 2

Capitulo 2 - A Porta dos Fundos

Eu beijei a boca dela mais uma vez, rápido e molhado, e saí. Era outono. O ar fresco da rua contrastava com o calor que ainda sentia — chocolate e Lúcia misturados. Sabia que ela, lá dentro, já estava contando as horas...
No dia seguinte cheguei às vinte e uma em ponto. A porta dos fundos estava entreaberta. Empurrei. O cheiro de chocolate ainda pairava no ar, mais fraco agora, misturado ao perfume dela. Lúcia estava sentada na beirada da mesa de inox, pernas cruzadas, blusa branca com dois botões a mais abertos. O rabo de cavalo solto caía sobre um ombro. Quando me viu, sorriu de lado.
— Pontual. Gostei.
— Vim com fome.
Fechei a porta, travei, e fui até ela. Parei na frente. Ela não se mexeu. Só abriu um pouco mais as pernas e me olhou de baixo para cima, o sorriso safado e leve.
— Então come…
Segurei o queixo dela e beijei. Foi beijo de quem já sabia o gosto. Língua quente, mão na nuca puxando o cabelo, lábios macios. Ela gemeu dentro da minha boca e puxou a camisa para fora da calça. As mãos dela subiram pelo meu peito, quentes. Eu desci a mão pela coxa, por baixo da saia, e encontrei a calcinha. Já estava úmida. Pressionei o tecido. Lúcia parou o beijo e soltou o ar quente no meu pescoço.
— Porra… você nem chegou direito e eu já estou toda molhada.
— Ontem você já estava. Hoje está pior.
— Está. Desde ontem. Toda vez que eu mexia o chocolate eu lembrava da sua boca.
Deslizei o dedo por baixo da calcinha. A buceta estava quente, inchada, lisa, encharcada. O fluido era abundante, suave, aveludado. Dois dedos entraram fácil. Ela arqueou e mordeu meu ombro por cima da camisa.
— Assim… filho da puta… seus dedos são grossos… que gostoso… mexe… mmmmm…
Comecei devagar, depois um pouco mais firme. O polegar no clitóris. Lúcia rebolava na beirada da mesa, a saia amassada na cintura, a blusa aberta o suficiente para os seios pedirem para sair. Abri mais um botão e puxei o sutiã para baixo. Os seios caíram pesados, naturais, mamilos duros. Chupei um com sutileza primeiro, só a língua passando. Depois a boca inteira, sugando com mais vontade, a mão apertando o seio por baixo, a língua massageando. Ela segurou minha cabeça e empurrou o peito contra minha boca.
— Chupa… isso… aiiii… mais forte… que delícia… mmmmm…

Continuei. Dedos encharcados fazendo círculos lentos, boca nos seios. O cheiro dela subia, doce e quente. Em pouco tempo Lúcia gozou. As coxas tremeram, a buceta se fechou em volta dos meus dedos, um gemido longo e baixo que ela tentou abafar na minha camisa. Líquido escorreu pela minha mão e pingou no chão.
Quando o tremor passou, ela estava rindo ofegante, a testa no meu peito. O rosto corado, quente, um pouco suado.
— Que merda… eu gozei muito rápido. Perdi o controle…
— Sem vergonha. Só o tesão de uma mulher que estava precisando.
Ela me olhou. Havia algo nos olhos dela — surpresa, alívio, desejo. Como se estivesse sendo autorizada a sentir. Puxou meu cinto, abriu a calça e tirou o pau. A mão era quente, suave. Segurou a base e puxando o campus para trás, deixando toda a glande exposta, já melada.
— Nossa… que gostoso. Do jeito que eu gosto. Que pau grosso… cabeçudo…
Deslizou da mesa para o chão e se ajoelhou. A boca quente envolveu a cabeça. Não foi só abocanhar. Ela puxou o pau um pouco para trás, deixou a glande toda de fora e passou a língua devagar por baixo, exatamente naquele ponto. Depois envolveu de novo, sugando com pressão, enquanto a outra mão puxava o saco com carinho. Babou bastante. O barulho molhado encheu a cozinha. Eu soltei o ar e segurei o rabo de cavalo dela.
Ela engoliu mais, engasgou de leve, riu com a boca cheia e continuou. Língua sempre trabalhando. Em algum momento puxou o pau pra cima e chupou o saco, depois voltou subindo com a língua molhada. Eu metia devagar na boca dela, sentindo a garganta apertar.
— Isso… chupa gostoso, minha putinha…
Ela gemeu no meu pau e acelerou. A mão massageando a base. Eu puxei o cabelo dela para trás e tirei o pau da boca. Um fio de saliva escorreu do lábio inferior até o queixo.
— Levanta.
Ela levantou. Virei-a de costas contra a mesa, levantei a saia, puxei a calcinha para o lado e deslizei o pau entre os lábios molhados. Só roçando. A cabeça grossa abrindo, entrando um centímetro, saindo, entrando de novo. Lúcia empurrava o quadril para trás, tentando me engolir.
— Mete, Ricardo… para de me torturar.
— Pede direito.
— Me fode. Me mete esse pau gostoso até o fundo. Eu quero. Agora…!!
Enfiei só a glande. Devagar. A buceta cedeu, quente, escorrendo. Ela soltou um gemido alto e bateu a mão na mesa.
— Mais… por favor…
— Ainda não. Quero você mais molhada.
Continuei só com a cabeça, entrando e saindo, o pau inteiro brilhando do gozo dela. Lúcia estava louca de tesão, rebolando, pedindo, a voz quebrada.
— Filho da puta… você me deixa louca… eu nunca pedi tanto assim na vida…
Ri contra a nuca dela e mordi de leve.
— E você pede tão bem…
Retirei de vez. O pau latejava. Lúcia virou o rosto, ofegante, olhos de desejo, a boca vermelha.
— Você vai me matar de tesão assim…
— Amanhã. Amanhã eu te como de verdade. Até você não conseguir mais ficar em pé nessa cozinha.
Ela soltou uma risada rouca.
— Você é um sádico gostoso.
— E você é uma putinha educada que vende chocolate e goza muito gostoso.

Lúcia se virou de frente, ainda ofegante, a blusa aberta, os seios à mostra, a saia erguida. Passou a mão no meu pau, sujo do líquido dela, e chupou os dedos depois.
— Gosto do gosto… meu misturado ao seu.
Beijei a boca dela, molhada. Depois ajeitei a blusa, puxei a saia para baixo e limpei o canto da boca dela com o polegar. Ficamos alguns segundos em silêncio. Só o barulho distante da rua e a respiração dos dois. Minha mão acariciava a cintura dela, devagar.
— Tranca a porta quando eu sair. E não se toca mais hoje. Guarda tudo para amanhã.
Ela arqueou uma sobrancelha, safada.
— E se eu não aguentar?
— Aí você me manda mensagem me contando. E eu te faço esperar ainda mais.
Lúcia riu alto dessa vez, o som leve e quente ecoando na cozinha.
— Vai embora antes que eu te pule em cima de novo.
Beijei a testa dela, depois a boca, mais uma vez, e saí pela porta dos fundos. O ar fresco da noite me recebeu. Eu ainda sentia o gosto dela na língua e o aperto da buceta na memória da mão. E sabia que ela, lá dentro, já estava contando as horas de novo.
Continua no Capítulo 3 — "Depois das Sete"

Foto 1 do Conto erotico: Depois que a Loja Fecha - Cap 2


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois que a Loja Fecha - Cap 2

Codigo do conto:
268692

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/07/2026

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