Como contei no meu conto anterior, não conseguia parar de pensar na encoxada que levei no ônibus, lógico que nao contei pra ninguém, mas aquilo ficava me consumindo, principalmente porque sempre que pensava sentia minha bocetinha ficar super molhada e foi assim por uns dois dias, até que em uma sexta feira depois da aula como sempre fazia, fui pra casa, comi alguma coisa e resolvi ir no apartamento da Laura, a Laura é minha amiga desde que éramos crianças, alem de morarmos no mesmo prédio também estudávamos juntas, e éramos muito próximas, a Laura tem um irmão, o Lucas, que é 5 anos mais velho que nós. Sempre achei o Lucas um chato, desde criança vivia enchendo o saco da Laura e também o meu que estava quase sempre com ela, se bem que depois que ele fez seus 15 ele mudando um pouco, nessa idade meio que parou de andar com a gente, e passava mais tempo com os amigos dele da escola, acho que só voltei a falar de novo com ele depois que ele fez 18, nessa época ele entrou na faculdade, mas de vez em quando ia pegar a Laura na escola de carro e eu também aproveitava a carona. Ele era o típico playboyzinho, tudo bem que eu e a Laura também éramos bem paty, tanto meus pais quanto o pai deles tem uma condição muito boa, então o Lucas ganhou carro antes mesmo de tirar a carta, na verdade ele acabava indo pegar a gente mais para se mostrar, principalmente pras meninas, mas passava o dia inteiro jogando vídeo game ou com os novos amigos da faculdade e ia pra faculdade estudar a noite. Mas voltando à história fui pra casa da Laura e ficamos conversando no quarto dela enquanto ele estava no quarto dele jogando vídeo game, a mãe da Laura tinha saído pra algum lugar e o pai dela estava trabalhando, e em um certo momento acabei contando pra ela sobre o que aconteceu no ônibus, ela ficou revoltada, falou que eu devia contar para meus pais que tinha que chamar a polícia e nesse momento eu disse: - Não vou contar pra ninguém, até mesmo porque eu gostei. Ela ficou quieta por um momento e quis mais detalhes porque ela não estava entendendo porque eu tinha gostado, contei então que tinha achado gostoso aquele movimento roçando minhas coxas e a bucetinha, mesmo que por cima da calça, também disse que sabia que não era certo e que estava envergonhada por ter gostado e por isso não queria contar pra ninguém e pedi segredo pra ela que jurou que não ia contar pra ninguém, depois disso acabamos mudando de assunto. Bem, depois dessa conversa veio o fim de semana, eu saí com meus pais tanto no sábado quanto no domingo, e na segunda meu dia começou como todos os outros dias, fui pra escola, saindo da escola fui pra casa, quando cheguei em casa me troquei e fui comer alguma coisa, nem terminei de comer ouvi o barulho da campainha, achei bem estranho, fazia muito tempo que não escutava a campainha tocar, geralmente quando queríamos falar com alguém costumávamos usar o interfone, isso quando não telefonavamos direto para a pessoa. Fui olhar e quem estava na porta era o Lucas, fiquei apavorada, e já fui perguntado: Eu - Aconteceu alguma coisa com a Laura? Lucas - Não Mary, a Laura está bem, e que eu queria falar com você em particular. Achei estranho, afinal o que ele poderia ter para falar comigo, ele perguntou se podia entrar e deixei ele entrar, ele mesmo fechou a porta e ficamos os dois ao lado da mesa que tem do lado da porta e então ele começou a falar: Lucas - E então quer ser encoxada de novo? Senti um calor de vergonha pelo meu corpo todo, sempre fico vermelha fácil, mas dessa vez devo ter ficado muito vermelha, vieram muitas perguntas na minha cabeça será que a Laura tinha contado pra ele?, eu ia matar ela por me fazer passar essa vergonha, como não falei nada ele voltou a falar: Lucas - Não precisa ficar vermelha desse jeito, mas ainda estou esperando sua resposta, Tá afim? Eu gaguejando - Ma...ma...mas quem te falou isso? Lucas - Você Eu espantada - Eeeeuuuu? Lucas - Sim, na sexta eu ouvi a Laura gritando e fui até o quarto dela pra ver se estava tudo bem e ouvi você contando, então deixa eu te encoxar? Fiquei paralisada de vergonha, não estava acreditando em como fui tão burra, e ele voltou a perguntar: Lucas - Vamos lá? Eu percebi que tinha que responder alguma coisa senão ele não iria sair dali e falei: Eu - Nãoooo, você tá louco?, e se alguém descobre?, e se a Laura descobre?, não de jeito nenhum. Lucas - Pode ficar tranquila, não vou contar pra ninguém, assim como você tem seus segredinhos com a Laura, pode ter comigo também. Quando ele falou isso lembrei que não queria que ninguém soubesse, apesar de mais uma pessoa agora estar sabendo, também me veio na cabeça que se eu falasse que não, talvez ele pudesse contar para mais alguém, mas também estava com vontade e acho que isso foi a razão mais forte então falei morta de vergonha: Eu - Tudo bem eu topo, mas você tem que jurar que nunca vai contar nada pra ninguém. Lucas - Pode deixar não vou falar pra ninguém. Sentia que estava muito vermelha de vergonha, nem lembro no que pensei ali, só lembro que me virei ficando de frente pra mesa e de costas pra ele oferecendo minha bunda pra ele se esfregar, e ele disse: Lucas - Abaixa sua bermuda. Eu virando em direção a ele - Não ... de jeito nenhum. Lucas - Vai ser mais gostoso você vai ver. Eu - Não mesmo ... voce tá louco ... não vou tirar nada. Lucas - Confia em mim ... vai ser bem mais gostoso do jeito que vou fazer. Eu - Não, então não quero mais. Imagina, eu timida do jeito que era abaixar meu short.e ficar só de calcinha na frente de um homem. O pior é que quando eu pensei em aceitar não só pela vontade, mas também pelo medo de que ele pudesse falar do meu segredo acabou virando verdade e ele disse: Lucas - Tá bom, mas desse jeito a gente não vai ter um segredo. Comecei a chorar e pensei que agora aquele filho da mãe estava me chantageando e que ia ter que fazer o que ele queria, hoje sei que era muito tímida e inocente nessa época e que o certo seria denunciar tanto o cara que fez isso comigo no ônibus como também a chantagem do Lucas, com certeza hoje não cairia em uma chantagem tão barata como essa, mas ali não via outra solução, mas por outro lado essa mesma timidez e inocência me levaram a ter experiências que eu acabei gostando muito, não apenas essas, mas todas as outras que acabaram acontecendo na minha vida e que se iniciaram com essas, sei também que muito provavelmente vou ver algumas pessoas me chamando de puta ou outras coisas do tipo conforme forem conhecendo mais minha história, mas eu gosto muito da vida que eu levo e não é algo que me envergonho. Então acabei me virando de novo e me oferecendo para o Lucas se esfregar em mim, chorava de raiva e de vergonha, enquanto o Lucas abaixava o meu short até meus joelhos e logo depois a minha calcinha também. Ali estava eu apavorada e sem fazer nada, queria sair correndo, mas fiquei ali esperando o Lucas fazer não sabia exatamente o que comigo, ele então disse: Lucas - Relaxa, você vai ver que vai gostar muito ... trouxe até um gelzinho para ficar mais gostoso ... se não gostar eu paro ... pode ficar sossegada. Lógico que não fiquei mais calma e levei um certo susto quando ele encostou o pau dele nas minhas costas e começou a descer com ele pelo meio da minha bunda, com esse susto acabei engolindo o choro, mas ainda estava bem nervosa, acho que mais nervosa ainda, mas o tal gelzinho dele ajudava mesmo o pai dele a deslizar, o toque suave, duro e quentinho dele passando pelo meio da minha bunda, assim como tinha acontecido no ônibus me fez ter novamente sensações diferentes e confusas, se dessa vez estava ainda mais nervosa e envergonhada por estar ali quase totalmente nua o toque realmente era delicioso, senti que quando ele fez o primeiro movimento, ele tinha colocado o pau dele apontado para cima e foi abaixando, quando chegou no final da minha bunda o pau ficou reto e foi aí que ele encaixou no meio das minhas pernas, ele fez um movimento de vai e vem ali e começou a subir novamente o pau dele que dessa vez ficou apontado para baixo, foi aí que as coisas começaram a mudar um pouco, depois de subir o pau pela minha bunda, ele começou a descer de novo, e nessa posição foi maravilhoso, pois conforme o pau chegava no final da bunda, ia ficando reto exatamente seguindo a curvatura do meu corpo e passando bem pelo meio da minha bucetinha, separando meus lábios, quase que instantaneamente senti minha bucetinha começar a ficar molhada, passou um pouco do meu medo, e estava começando a sentir prazer, o que me fez ficar ainda mais confusa, até alguns instantes atrás estava com raiva, envergonhada e agora estava sentindo prazer, quando ele fez o movimento seguinte eu acabei não aguentando e soltei um pequeno gemido que o Lucas percebeu e imediatamente falou: Lucas - Viu só... não disse que ia ser bem mais gostoso. Não falei nada, mas senti um calor subindo pelo meu corpo, meu deus do céu que vergonha que eu estava, não tinha como negar que estava gostando e ele continuou fazendo os movimentos, e aos poucos eu fui cedendo e ficando relaxada, sentia também minha bucetinha ficando cada vez mais molhada e muitos arrepios, sentia minhas pernas tremendo, coloquei as mãos sobre a mesa usando ela como apoio, isso fez meu corpo inclinar um pouco e assim como minha bunda arrebitar um pouquinho, a cada instante que passava aquilo ficava cada vez melhor, se no começo estava querendo que aquilo terminasse o quanto antes, agora já não queria mais que acabasse. Alguns minutos se passaram assim, nao sei se foram 2 ou 10, já estava começando a perder a noção do tempo, quando o Lucas falou no meu ouvido: Lucas - Quer que fique mais gostoso? Já estava adorando aquilo, e apenas se passou pela minha cabeça "nossa tem como ficar melhor ainda?", e fiz um ahã , ele parou um pouco com os movimentos, pegou minha mão e colocou um pouquinho de gel no meu dedo e me fez colocar no meu clitóris. Nunca havia me tocado antes, no mesmo instante senti uma contração e um calor enorme que começou ali e se espalhou para o corpo todo, que sensação maravilhosa estava experimentando pela primeira vez, como se fosse um instinto, fiquei ali mexendo nele enquanto o Lucas continuava com os movimentos, simplesmente fui a loucura, esqueci de qualquer vergonha que estivesse sentindo, rapidamente comecei a sentir algumas contrações e soltei um gemido mais alto, também comecei a sentir um formigamento pelo corpo, uma sensação de relaxamento que fez minhas pernas ficarem quase sem forças, me fazendo levar minha mão de volta a mesa para me apoiar e não cair, o que fez o Lucas soltar uma risada e falar: Lucas - Gozou né? ... Viu só sua bobinha, não disse que você ia gostar ... Agora é minha vez de gozar. Só então realmente percebi o que tinha acontecido, verdade tive meu primeiro orgasmo ali, e foi a melhor sensação que já tinha tido até aquele momento da minha vida, enquanto isso senti o Lucas pressionar seu pau bem no meio de umas das bochechas da minha bunda (a direita para ser mais exata ksks) e bater uma punheta, até tive uma certa curiosidade de olhar para trás para ver, afinal tudo o que eu realmente sabia era o que eu acabava ouvindo dos meninos sem noção da escola que ficavam falando direto e de umas 6 ou 7 meninas que já tinham assumido que tinham feito nos namorados, mas ao mesmo tempo já tinha retomado a consciência da situação que eu estava (com o short e a calcinha nos joelhos enquanto um cara se esfregava em mim) e a minha vergonha não deixou, apenas queria que acabasse logo para ele ir embora, acho que esse sofrimento deve ter durando 1 ou 2 minutos, que foram intermináveis e logo senti ele ficar mais ofegante e soltar um gemido, junto com o gemido senti algo quente e pegajoso molhar minha bunda. Bom pelo menos já sabia o que era, achei meio estranho ainda aquele textura, ainda com vergonha, acho que agora ainda mais, sem me virar perguntei se ele tinha terminado, ele disse que sim e eu pedi que ele fosse embora, ele me perguntou se estava tudo bem e eu respondi com um ahà, me deu um beijo no rosto e foi embora. Nossa, hoje fico pensando em como era tímida e ficava com vergonha de qualquer coisa, apesar de ainda ser bem tímida hoje encaro o sexo e ficar pelada na frente de alguém bem melhor, acho que até mesmo pelo fato de ter se tornado algo comum na vida hoje. Voltando a história, assim que ouvi a porta se fechar sai dali e fui para o banheiro para tomar banho, já sentindo o gozo dele escorrendo pela minha bunda até minha coxa, percebi também que tinha ficado tão molhada que estava escorrendo o meu gozo entre as minhas pernas. Fiquei o resto do dia pensando em tudo aquilo, até mesmo quando meus pais chegaram, eles perceberam que eu estava "meio aérea" como eles disseram, inventei que estava pensando nas coisas da escola e acabei indo dormir um pouco mais cedo do que de costume, na verdade fui para meu quarto mais cedo, até tentava dormir mas não conseguia de jeito nenhum, não sabia se aquilo era certo ou errado, ao mesmo tempo ficava pensando em como tinha gostado, e só acabei me acalmando um pouco mais quando lembrei que eu mesma tinha me masturbado quando o Lucas pediu, e resolvi fazer o mesmo, dessa vez demorei um pouco mais para gozar enquanto lembrava de todas as sensações que tinha tido, acho que devo ter demorado uns 10 ou 15 minutos, meu clitóris até já estava começando a ficar dolorido quando finalmente consegui gozar de novo, isso acabou me relaxando e eu até que enfim consegui dormir.
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