Continuando minha história. No dia seguinte acordei ainda pensando no que tinha acontecido no dia anterior, pensando se o Lucas ia me procurar de novo ou se ele já tinha ficado satisfeito, como seria que eu ia reagir se ele me procurasse de novo, entre outras mil coisas que se passavam pela minha cabeça, tomei banho coloquei o uniforme da escola, comi alguma coisa e saí para encontrar a Laura para irmos para a escola como sempre fazíamos, foi aí que me subiu um arrepio pelo corpo, meu estômago começou a revirar, nem sei como não coloquei pra fora tudo que tinha comido, como eu ia conseguir encarar a Laura depois de tudo que tinha acontecido entre mim e o irmão dela? Será que o Lucas tinha cumprido a promessa dele de nao contar nada? E se ele contou pra ela? E como será que ela iria reagir? Enquanto descia o elevador, pensei que de repente ela não estivesse ainda me esperando e eu iria sozinha pra escola, mas desse jeito não iria cumprir nosso acordo de uma esperar a outra para irmos juntos e talvez ela pudesse desconfiar de algo, meu deus quanta coisa me passou pela cabeça enquanto descia pelo elevador. Quando cheguei lá embaixo ela já estava me esperando, me cumprimentou e saímos para a escola, ela como sempre bem falante reclamando de algumas coisas (ela era um pouco mau humorada de manhã, se bem que eu também sou, ksks, mas com o passar das horas o humor melhora), mas diferente do que geralmente fazia eu não estava interagindo muito com ela, mas acho que ela acabou nem percebendo muito por causa do humor. Mesmo assim, acabei evitando ela durante toda a aquela manhã, na minha cabeça estava meio estranho ficar conversando com ela. No final da aula acabou não dando para evitar, pois como também voltávamos juntas ela já colou em mim, mas para a situação piorar quando saímos pelo portão já avistamos o Lucas que esse dia "resolveu" ir buscar a gente. Acho que fiquei vermelha na mesma hora, a vontade que eu tinha era de sair correndo, mas a Laura já foi me puxando feliz da vida que o irmão dela tinha ido nos dar uma carona, ele nos cumprimentou, já entrando no carro: Lucas - Boa tarde meninas. Laura - Boa tarde Eu fiquei quieta, principalmente com vergonha. Lucas - Que foi Mari, tá quietinha porque? Lógico que ele sabia o porquê, eu estava simplesmente pegando fogo de tanta vergonha,mas diferente dele não conseguia disfarçar, pelo menos nao ainda ksks Laura - Verdade Mari, você está muito estranha hoje, aconteceu alguma coisa? Ainda bem que ela estava no banco da frente ao lado do irmão dela e eu no banco de trás, sempre que fico com um pouco de vergonha fico vermelha fácil, e acho que nunca fiquei com tanta vergonha na minha vida como estava ali, devia estar mais vermelha que um pimentão, mas mesmo assim sabia que tinha que responder algo para disfarçar Eu gaguejando muito - Não, não, não, nada Laura - tem certeza?, você tá meio estranha. Eu - Não é nada não, só estou pensando em algumas coisas, besteira. Lucas -E aí como foi a aula? E a conversa continuou entre os dois, ainda bem que a Laura é de falar bastante e foi falando durante todo o caminho que também graças a deus era bem curto, 4 quarteirões apenas, chegando lá ele parou o carro em frente a portaria do prédio e disse: Lucas - Chegamos ... podem descer Laura - Ué voce não vai entrar? - apontando para a garagem. Lucas - Não, tenho que fazer umas coisas. Desci do carro rapidinho, de uma certa forma aliviada, mas também por outro lado meio triste, não tenho como não dizer que também não queria ser encoxada de novo, peguei o elevador junto com a Laura com ela falando alguma coisa, e eu de uma certa forma mais calma respondendo ela, e falei tchau quando desci no meu andar ( morava no 18° e ela morava na cobertura no 21°). Cheguei em casa fui no banheiro, acho que todo aquele nervosismo fez eu ficar com vontade de fazer xixi e depois fui me trocar, tirar o uniforme da escola e colocar uma roupinha confortável para ficar em casa, quando ouço a campainha tocar. Meu coração disparou, será que era o Lucas?, mas logo já lembrei que não podia ser, afinal ele tinha saído, achei estranho e fui atender a porta, tomei um susto, era realmente o Lucas. Eu espantada - Lu...Lu...Lucas? .... Você não ia sair? Lucas - Não, foi só pra dar uma desculpa, não queria chegar em casa e já sair para vir te ver ... Posso entrar? Meu coração disparou novamente, sabia exatamente o que ele queria (e eu também ksks), como só tinha aberto uma frestinha da porta, terminei de abrir deixando ele entrar, enquanto virava as costas e já parei em frente da mesa de novo. Estava morrendo de vergonha, como sempre, mas como sabia o que ele queria que eu fizesse, eu mesma já fui abaixando o short do uniforme e minha calcinha enquanto ele entrava e fechava a porta. Vendo aquela cena ele disse enquanto ria: Lucas - Assim que eu gosto. Aquilo me deixou ainda mais envergonhada, comecei a pensar, nossa o que eu estou fazendo?, estou tirando a roupa pra um cara se esfregar em mim, e o pior de tudo, dessa vez ele nem tinha pedido ou me chantageado, fiquei pensando em tudo isso calada enquanto ele passava o gelzinho no pau dele para se esfragar em mim,. Logo em seguida ja senti o pau duro e quente dele separando a minha bundinha e aquele mesmo movimento suave e gostoso, dessa vez ele também colocou a mão na minha cintura, que sentia úmida e escorregadia do gelzinho que ele usou no pau, o que me fez relaxar e pensar em só aproveitar a situação. Não levei minha mão na minha bucetinha, sabia que se eu gozasse ele ia querer gozar logo em seguida e eu queria aproveitar um pouco mais enquanto já começava a soltar meus gemidos baixinho. Dessa vez foi bem mais rápido, pelo menos foi o que eu pensei, em uns dois minutos ele já parou de fazer o movimento e encaixou o pau dele bem no meio da minha bunda, na entrada do meu cuzinho. Nesse instante estava pura da vida por dentro, pensei nossa ele já está terminando e eu nem tinha começado a esfregar minha bucetinha. Até hoje nunca conversei com ele sobre o que aconteceu, mas tenho certeza que ele fez aquilo com a intenção de ver qual iria ser minha reação e eu bobinha pensando outra coisa. Logo que ele encostou fez uma leve pressão o que me fez sentir um arrepio que ele percebeu pelo jeito que eu movimentei meu corpo. Lucas - Calma ... relaxa. Eu - Tá bem? Como fui inocente e burra, aquilo foi praticamente o consentimento que ele estava precisando. Comecei a sentir a pressão a aumentar, mas continuei ali sem falar nada, só esperando e achando que ele estava terminando, mesmo com a pressão ficando cada vez maior e começando a incomodar e se transformar em dor. Não vou dizer que foi uma dor insuportável como algumas mulheres relatam que tem, foi uma dor bem forte, mas que trouxe uma mistura de sensações que até então nunca tinha imaginado que pudessem existir, tanto que tomei um susto junto com aquela dor e dei um grito que até hoje não sei se foi da dor ou do susto, junto com a dor, veio a sensação de estar sendo preenchida como se faltasse algo que eu nunca tinha percebido que faltava ali e também do meu cuzinho se abrindo como se o pau dele fosse me rasgar(apesar de falando assim parecer algo ruim, é incrivelmente prazeroso, pelo menos para mim,quem já fez sabe do que eu estou falando), além de um grande calor se espalhando por todo o meu corpo, junto com ondas de choque incrivelmente prazerosas. Já a dor, foi indo embora de uma maneira bem rápida enquanto ele continuava a enfiar o resto do pau dele, não que ele tenha um pau enorme, mas ele foi deslizando bem devagarinho, um verdadeiro cavalheiro ksksks. Quando ele terminou de colocar todo o pau dele em mim ele perguntou: Lucas - Tudo bem? Eu - Ahããã Estava sentindo tanto prazer que já tinha perdido totalmente a vergonha, sentindo o pau dele preenchendo meu cuzinho, parecia que podia sentir até mesmo o peso do pau dele lá dentro. Lucas - Então vou começar. Em uma fração de segundo passou pela minha cabeça - Começar?, Tem mais ainda? E ele começou o movimento de vai e vêm, aquilo ali para mim pareceu a coisa mais surreal do mundo naquele instante, conforme ele foi tirando veio uma sensação de alívio e ao mesmo tempo de vazio e ao entrar voltava a sensação de preenchimento e aquela sensação de pressão que parecia que ia me rasgar, junto com uma fisgada, a sensação de prazer era tão grande que mesmo a fisgada estava me dando muito prazer. Eu que estava apoiando minhas mãos na mesa nesse momento não aguentei e me debrucei sobre a mesa, empinando ainda mais minha bunda, com esse movimento parece que o pau dele entrava um pouco mais fundo ainda, foi um pouco mais incômodo do que estava, tentei ainda voltar para a posição que estava, mas parecia estar sem força alguma. PS1: Sim, o sexo anal é extremamente prazeroso (pelo menos para mim), mas muito desconfortável o que acaba sendo uma grande ironia (se bem que hoje eu aprendi a sentir um prazer maior com esse desconforto) PS2: Acho engraçado como as coisas são, acho que se não tivesse acontecido do jeito que aconteceu, se ele tivesse me perguntado, tenho certeza que iria falar que, mesmo que ele me chantageasse etalvez hoje ainda não tivesse feito anal, o que seria uma pena, pois até hoje e minha prática favorita e a que me dá os melhores orgasmos, naquela época achava que o sexo anal devia ser a pior coisa do mundo, sempre que ouvia alguém querendo ofender outra pessoa ouvia (ainda ouço) expressões como "vai tomar no cú" ou "vai dar a bunda" " vai dar o cú", e achava que devia ser algo muito ruim ksks, como as coisas podem mudar em instante ksks. Ele continuou com os movimentos de vai e vem a princípio bem devagar, ainda tinha algum controle sobre meu corpo e conseguia gemer baixo, não tão baixo que ele não escutasse, mas se alguma outra pessoa estivesse em um cômodo ao lado, talvez não ouvisse, foi então que ele começou a aumentar o ritmo eu comecei a perder esse controle e gemer mais alto ao ponto de ele soltar a minha cintura e tampar minha boca. Lucas - Quieta, desse jeito o prédio todo vai ouvir. Mas na verdade não tinha controle nenhum de tanto prazer que sentia, naquele momento já não me importava com nada, se não fosse por ele tampando minha boca e abafando meu gemido, acho que o prédio inteiro teria escutado. Acho que muito provavelmente é daí que vem a expressão "sem-vergonha", eu mesmo quando estou sentindo prazer perco totalmente a minha. Com uma das mãos tampando a minha boca para abafar meus gemidos, a outra ele colocou em cima da minha bucetinha que estava incrivelmente molhada para segurar minha pelve e ajudar nos movimentos de vai e vem e ao mesmo tempo começou a me tocar, instantaneamente senti um grande choque que começou ali e se espalhou de maneira bem rápida pelo meu corpo, também sentia ele tremendo inteiro, minhas pernas que estavam apoiadas no chão perderam totalmente a força, com o resto de força que ainda restava no meu corpo abri os braços e me agarrei da maneira que consegui na borda da mesa, perdi a sensação de que estava deitada sobre a mesa parecia que estava em um grande vazio, a única coisa que ainda conseguia sentir era o pau do Lucas entrando e saindo da minha bunda, meu corpo todo formigava e ficou totalmente relaxado, quando ouvi o Lucas falar: Lucas - Tá gozando safada. Sim estava gozando, e se já tinha achado maravilhoso o orgasmo que tinha tido no dia anterior, nem tenho palavras para descrever esse, foi muito mais forte e longo que o outro. O Lucas aumentou ainda mais o ritmo, meu corpo estava tão relaxado que nem sentia mais qualquer fisgada ou desconforto, apenas prazer, sentia que nem gemia mais, urrava de prazer e muito rapidamente comecei a sentir uma perca total de qualquer tipo de controle do meu corpo que a essa altura nem tremia mais, sentia espasmos que faziam ele chacoalhar inteiro, minha mente já não conseguia pensar ou controlar qualquer coisa, nem mesmo respirar parecia que eu estava. Nem sei dizer ao certo quanto tempo durou isso, mas quando consegui ter alguma consciência de novo, percebi que o Lucas já tinha gozado também e já estava fora da minha bunda ofegando bastante também. Comecei a sentir uma grande sensação de vazio dentro da minha bunda e também sentia meu cuzinho todo aberto e formigando, sentia que ele ia voltando ao normal aos poucos, hoje em dia acho até agradável a sensação dele piscando e voltando ao normal, mas ali começou a me incomodar um pouco aquelas contrações, começou a parecer que estava prestes a cagar, e por mais que eu fizesse força, ou tentasse fazer, meu cuzinho continuava aberto, a essa altura o Lucas estava começando a respirar um pouco menos pesado sentado no sofá ali da sala e minha vergonha começou a voltar, mas esse era o menor dos meus problemas, assim que consegui um pouco de controle nas minhas pernas e consegui levantar fui correndo para o banheiro. Hoje penso que deve ter sido algo engraçado essa minha ida ao banheiro, minhas pernas ainda estavam meio mole, estava tentando prender o que eu pensava que estava para sair do meu cuzinho ainda meio aberto, deve ter sido bem engraçado, mas na hora foi um desespero ksks. Consegui chegar no banheiro do lavabo que fica no fim da sala perto do já dos quartos que era o mais perto de onde estava, fechei a porta e sentei com um pouco de dificuldade estava também começando a doer e arder, ouvi o Lucas perguntar: Lucas - Tá tudo bem? Apesar de nao estar respondi: Eu - Tá ..... vai embora Lucas - Precisa de alguma coisa? Eu - Não... pode ir embora Lucas - Certeza? Eu - Certeza Lucas - Quer conversar? Eu - Não... pode ir embora ... depois a gente se fala Lucas - Certeza? Eu já meio brava- Sim ... Vai Fiquei ali sentada um pouco, senti meu cuzinho finalmente se fechar, a vontade de cagar também passou, ainda fiquei ali por uns dois minutos esperando que a dor e a ardência passassem, o que não aconteceu, quando me levantei olhei no vaso e vi a água meio rosa com umas manchas esbranquiçadas, percebi que aquilo tudo tinha me machucado um pouco, por isso estava doendo, passei um papel, saiu com mais um pouco de sangue e descobri o que era aquela mancha branca, que tinha me deixado um pouco preocupada por não saber o que podia ser, era um pouco do gozo dele que estava saindo também. Sai dali e resolvi ir tomar um banho, a água morna me ajudou bastante, parou de sangrar e a dor e a ardência diminuíram, o problema e que não passou, vesti uma roupa e decidi ficar deitada ali mesmo na minha cama, lógico que tive que ficar de bruços ksks, peguei o celular vi que tinha algumas mensagens, a maioria do grupo de WhatsApp da sala mesmo, mas também uma da Laura, perguntando se estava tudo bem, que me achou meio estranha o dia todo e se eu queria conversar com ela. Imagina, ela era a última pessoa que eu queria ver naquela hora, acabei respondendo que estava tudo bem, que só estava meio indisposta e graças a deus ficou por isso mesmo. Ainda bem que a dor e ardência diminuíram bastante até meus pais chegarem, imagina, o que eu ia falar pra eles, mesmo assim ainda doía um pouco e mesmo sem perceber ainda caminhava com um pouquinho de dificuldade, minha mãe perguntou o que estava acontecendo, gelei um pouco nessa hora, mas mesmo assim ela continuou e acabou me dando uma desculpa que ficou perfeita, ela perguntou se eu estava com cólica e eu disse que sim. Jantei junto com eles e tentei disfarçar ao máximo, de bruços na cama não estava doendo tanto, mas sentada, sei que fiz algumas caretas que chamou a atenção do meu pai que também perguntou o que estava acontecendo, mais uma vez minha mãe me salvou aquela noite respondendo por mim que estava com cólica e ainda perguntou se estava muito forte, lógico que confirmei, ela falou para mim terminar de comer e depois tomar um remedinho que ela tinha e ir deitar e foi o que eu fiz, fui pra minha cama ficar de bruços , acabei dormindo assim, foi um pouco mais difícil, nem tanto pela dor, a essa altura pelo menos de bruços nao estava doendo tanto, mas como estava acostumada a dormir de barriga pra cima e quando ficava assim doía, ficou difícil achar o sono naquela posição.
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