Sabrina a novinha boqueteira

Essa é uma história da minha juventude. Eu e mais três amigos andávamos sempre juntos — e até hoje andamos. Vivemos experiências incríveis naquela época, especialmente no fim do ensino médio. Todos nós, os quatro, gostávamos muito de putaria. Éramos jovens adolescentes, na flor da idade, com os hormônios à flor da pele. Não éramos os mais bonitos nem tínhamos dinheiro, então precisávamos ser engenhosos. Nossa estratégia era construir fama: ser conhecidos por fazer coisas legais. E uma dessas coisas eram as festas, as resenhas.

Nessas resenhas conhecíamos muita gente nova, sempre com o objetivo de ficar com alguém. Vou usar nomes fictícios para os meus amigos: Vítor, Thiago e André.

O Vítor era o cara gordinho, gente boa pra caralho, mas falava demais. As mulheres às vezes o evitavam, mas ele conseguia ficar com elas. O Thiago era grandão, mais velho no visual, olhos azuis, parecia polaco, mas era meio devagar e sinistro. O André era o nerdola: não usava óculos, mas entendia de informática e tecnologia. Eu era a mistura dos três — só não era grande como o Thiago.

Certa vez decidimos fazer uma festa para atrair pessoas novas, especialmente as amigas dos nossos conhecidos. O André conseguiu um salão e queria ser o DJ. Eu, o Vítor e o Thiago ficamos encarregados de convidar. Chamamos todas as meninas que queríamos e falamos:

— Pode levar mais alguém. A entrada é liberada, não cobra nada, mas tem que trazer uma bebida. Preferência forte, porque a festa vai ser boa e vai durar a noite toda.

A desculpa para os pais era aniversário. Todo mundo sabia a verdade.

No dia, o salão estava escuro, só com luzes de festa — azuis, vermelhas, verdes — piscando. O André tocava música boa de verdade. Começamos às nove. As pessoas foram chegando, a gente recepcionando, distribuindo bebida para soltar o clima.

Chegaram os colegas, amigos, conhecidos… e as meninas que a gente queria. Uma delas era a namorada do Thiago, a Mariana. Morena, parecida com índia, bem bonita e grandona igual ele. Ela trouxe três amigas: Franciele, Sabrina e Andreia.

Andreia era magrinha, com franjinha, fã de Paramore, Green Day e Simple Plan — o tipo emo clássico. Veio de saia de renda curta, meia arrastão, botas e blusa apertada que marcava os peitinhos de limão. Cara toda maquiada, olhos verdes, boca fina. Gostosinha, mas não era meu tipo.

Franciele chegou com a franjinha bem feita, rosto mais redondinho e corpo proporcional. Peitos que cabiam na mão, bunda redonda, cintura fina. Fui cumprimentá-la com dois beijos e um abraço bem apertado, safadinho, cheirando o pescoço. Ela estava cheirosa pra caralho. A boca dela ainda me dá lembranças boas.

E finalmente a Sabrina. Não era a mais bonita do grupinho, mas estava sem sutiã e os peitos duros, saltando da blusa decotada como dois cocos novinhos. Calça jeans que levantava o bumbum, blusa que deixava a barriga à mostra. Muito sensual.

Fui cumprimentá-la do mesmo jeito: dois beijos, abraço apertado e chamegado. O perfume dela me deixou excitado na hora. Parecia feromônio.

Depois que cada um foi para o seu lado, eu cheguei no Vítor:

— Porra, que amigas gostosas a Mariana tem, hein?

E pro Thiago:

— Deixa ela andar mais com a gente. Pode trazer amiga nova sempre.

Mas pro Vítor eu falei direto:

— Aquela Sabrina me deixou de pau duro. Não é a mais bonita, mas hoje eu quero ela.

A festa rolou. Por volta das onze, já estava todo mundo alto. A galera começou a querer ir embora, a gente tentando convencer. Eu puxei a Sabrina de canto. Ficamos encostados na parede, conversando. Eu olhava nos olhos dela, prestava atenção, fazia carinho na mão, no cabelo. Em pouco tempo já estávamos nos beijando no fundo escuro. Minha mão na bunda dela, puxando contra mim. Ela beijava pra caralho — língua no jeito certo, me abraçava, me arranhava. Meu pau latejava dentro da calça, eu estava de jeans e cinto.

O clima tava bom de mais, ela era muito safada, nesses pegas ela tava passando a mão em mim todo, na época eu era safadinho tava no shape, e ela curtiu muito isso, enquanto tava passando a mão na minha barriga ela parou de me beijar e me olhou com uma cara de puta tão linda cheia de desejo, ela desceu a mão pela minha barriga sentiu o meu caralho duro igual ferro aí ela se jogou. Logo estávamos com as mãos um dentro da calça do outro: ela no meu pau, eu na buceta molhada dela, imagina aí, aquela bucetinha lisinha, novinha, apertada, eu tava ali dedilhando gostoso e ela até se contorcendo.

Na festa ficamos nisso um tempo, ela não queria avançar por causa das amigas e tal então ficamos por isso mesmo.

Depois ficamos juntos com os amigos bebendo um pouco mais, daí já eram quase meia noite, a Franciele chegou e avisou que precisava ir embora. Andreia também. Chamaram a Sabrina. Ela pediu meia hora. Já era meia-noite. Eu olhei pra ela:

— Quer que eu te leve em casa?

Sabrina olhou pra mim e sacou na hora aquela safada. Ela topou e dispensou as amigas, combinando de avisar antes de entrar em casa pq elas tinham que chegar juntas na casa da Franciele.

Falei com os amigos que ia embora, levar a Sabrina e depois sumir, eles entenderam também, deram aquela risada de filhos de outa que os amigos são. Eu e a Sabrina saímos abraçados. Rua deserta, já era meia-noite e quarenta e eu ainda tava seco querendo comer ela. No caminho eu comecei a beijar o pescoço dela, cheguei ela junto de novo, e falei no ouvido dela:

— Sabrina, não tô aguentando mais. Tô te querendo pra caralho.

Ela não tava se aguentando também, a respiração tava até difícil e ofegante, naquela altura a bucetinha dela já tava um rio.

Vimos um cruzamento mais pra baixo da onde a gente tava. De um lado da rua tinha um bar de trailer com uns velhos bêbados. Do outro, avenida de galpões com vários caminhões parados. Nem pensei muito já falei logo que vai ser aqui mesmo. Fomos atrás de um dos caminhões, do lado da cabine do passageiro, fora da visão do bar.

Ela me beijou com a mesma fome da festa, mão na minha calça. Eu:

— Não tô aguentando mais. Quero te comer.

— Eu também tô doida — respondeu. — Na festa a gente não podia mas aqui foda-se!

— Tira minha calça aqui e vem chupar meu pau delícia.

Ela tirou o cinto devagar, passando a mão em mim. Tirou o pau pra fora. Agachou. Estava escuro, só a luz do poste iluminava certinho a cara dela de vagabunda. Ela Começou chupando a cabeça do meu caralho, gostoso. Já estava melado do tesão. Desceu pras bolas, depois engoliu devagar até a base. Eu gemia:

— Vai, porra. Chupa gostoso. Que boca deliciosa!

Ela chupava a cabeça, a base, as bolas, batia punheta no meio, passava a ponta da língua no olho do meu pau e mordia de leve. Quando mordia eu arrepiava inteiro puta que pariu que sensação gostosa. Ela ainda olhava pra cima com a boca no pau e cara de safada, gostando de ver meu tesão.

Ficou uns quinze minutos nisso. Aí falei:

— Caralho Sabrina eu quero te fuder, vem vira de costas.

— Você tem camisinha?

— Porra não tenho, mas a gente não vai perder essa chance nem fodendo, bora!

— Então tá. Quando for gozar, tira e põe na minha boca, eu quero que vc goze na minha cara e fundo na minha goela, com esse pau gostoso.

Caralho imagina a cena dessa putinha me olhando com cara de safada com meu pau na mão..

Ela já levantou, eu abri os botões da calça dela, já deixei ali pra baixo da bunda só de calcinha, e essa safada rebolando a bunda no meu pau, CARALHOOO QUE DELÍCIA. Eu botei calcinha dela pro lado, abaixei ela pra frente um pouco. Ela apoiou as mãos na cabine. Lambi a buceta dela de baixo pra cima, enfiando a língua, chupei o grelinho, metendo a língua no cu dela. Estava molhada, salgadinha, deliciosa. Depois segurei os braços dela pra trás:

— Agora eu vou meter em você, safada.

— Vai Oli mete então, gostoso. Quero gozar na sua pica porra!

Enfiei. A buceta apertada e molhada engoliu o pau fácil. Comecei a meter forte, segurando os braços. Plok, plok, plok. O melado escorrendo pelo meu pau. Ela gemia baixinho, gostoso e falava com a voz manhosa:

— Va Oliii… mete tudo… caralho, tá gostoso… aí que delícia mete... Isso... Ahhhhn

O bar na frente ficou silencioso. Só se ouvia o barulho da minha porrada na bunda dela. Quase gozando, a cabeça do pau vermelha e inchada. Aumentei a força tava quase gozando já, aí fiz a cena pre gozo, já dei uns tapão na bunda dela, puxei o cabelo enrolado em uma mão, e segurei o pescoço dela por trás com a outra e falei no ouvido:

— Que buceta gostosa… apertadinha… vou gozar tudo aí dentro, sua puta, caralho que delícia eu vou gozar gostoso

E Plok, plok, look cada vez mais forte e antes de eu chegar lá ela segurou minha cintura e falou naquela voz de tesão:

— Não! Goza na minha boca, goza na minha boca… na minha cara… enche ela de porra, vem, vem!!

Caralho, tirei meu pau correndo, prendi a respiração, segurei na base pra não estourar gala. Aí ela abaixou de novo, e meteu a boca no meu caralho de ferro e engoliu fundo.

— AAAAAAAAAII CARALHOOOOO, QUE DELICIA, PORRA, AAAARH AARH, QUE DELICIA, PUTA QUE PARIU!

Jorrei tudo na garganta daquela safada. Ela sugou até a última gota, não deu nem pra jogar na cara dela, piranha safada ficou mordendo a cabeça do meu pau no final enquanto eu tava no tesão da gozada. Que mamada, que foda gostosa.

Já era uma da manhã. Como eu gemi alto, ela também na hora da ação. Alguns vizinhos apareceram na janela perto do conjunto de prédios. Eu de pau pra fora, ela com a boca ainda nele. Foda-se viram tudo no fim das contas a gente já tava era se exibindo também o que deixou a gente mais excitado ainda.

Gozei na boca daquela gostosa e comi ela no mesmo dia em que conheci. Depois não vi ela mais, era amiga da amiga de uma amiga. Mas encontrei uma vez, já namorando, e não deu nem pra conversar mas os olhares já falavam a putaria toda hehe.

Mas fica o relato daquele dia: a noite em que gozei na rua, na boca da Sabrina. Que mulher gostosa.

Essa é ela na altura que tivemos essa experiência gostosa.

Foto 1 do Conto erotico: Sabrina a novinha boqueteira


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Ficha do conto

Foto Perfil oburg
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Nome do conto:
Sabrina a novinha boqueteira

Codigo do conto:
268832

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
01/08/2026

Quant.de Votos:
2

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1