Primeira vez na casa de swing

Depois do meu primeiro anal, acabei me envolvendo ainda mais com o marido. Nas minhas férias, a gente passava o dia inteiro transando: só eu e ele, só eu e ela ou nós três — mas principalmente eu e ele.
A cada foda, ficava cada vez mais gostoso. Eu amava sentir a rola dele dentro de mim e ele adorava, até implorava para eu gozar dentro dele. Meu cu já parecia adaptado ao formato do pau dele de tanto que a gente transava, e a gente já sabia de cor o que o outro gostava. Mesmo nas fodas a três, sempre tinha que rolar um anal entre nós dois e ela. Ela amava aquela cena; chegou a gozar várias vezes só de olhar a gente transando.
Foi nessa época, logo depois que fiz 18 anos, que eles me convidaram para ir numa casa de swing. Antes de sairmos, a gente sentou para conversar e eles me explicaram certinho como funcionava o meio liberal: o respeito que tem lá dentro, como a galera se aborda e que ninguém toca em ninguém sem autorização. Disseram também que sempre tiveram vontade de me levar lá desde a primeira vez que a gente ficou.
Quando deu o horário, eles vieram me buscar em casa. Ela estava com um mini vestido de couro tão curto que os seios fartos quase pulavam para fora, e a cada passo a bunda aparecia mais, mostrando o fio-dental minúsculo que usava. Fomos direto para a House Hot, ali na Aldeota. Quando a gente passou da recepção, o clima de fetiche já tomava conta, misturando aquele cheiro forte de perfume com o som abafado da pista. Logo na entrada, nos apresentaram para uns conhecidos do meio, que olharam para mim e perguntaram rindo: "Esse é o garoto comedor de quem vocês tanto falam? Ele é bem gostoso, mas sabe comer direito?". Eles confirmaram com um sorriso de canto e a gente entrou.
A entrada parecia um bar normal: luzes vermelhas e roxas, sofás de couro e vários casais e solteiros conversando e bebendo enquanto a música tocava. Mas conforme a gente ia entrando, o clima esquentava. Perto da pista e do palco onde rolava o striptease, o fetiche era liberado, com vários casais se pegando e transando ali mesmo, sem frescura. Fiquei totalmente ereto com aquela visão. Eles me pagaram um drink no bar para eu ir relaxando e me puxaram para perto da ação.
Chegando perto do palco, dois homens abordaram minha vizinha perguntando se ela topava transar com eles. Ela deu uma risada provocante, olhou para mim e mandou: "Só se ele deixar". Eu aceitei na hora e me juntei a eles. Fomos para um dos sofás da área de interatividade e ela levantou o vestido, mostrando que, além do fio-dental, estava usando um plug anal de coração com uma joia rosa.
Ela se ajoelhou para me mamar enquanto os dois caras se revezavam para comer a buceta dela. Quando um deles tentou puxar o plug para pegar aquela bunda gostosa, ela cortou na hora: "Não mexe, aí é só do meu menino. Vem, amor, mostra para eles como se come um cu". Ela virou a bunda para mim, tirei o plug e comecei a estocar com força, sem parar, até gozar. Mesmo depois de descarregar, continuei metendo até espumar, enquanto um dos caras comia a buceta dela por baixo, ela mamava o outro e o marido só observava encostado, se tocando no ritmo da foda.
Quando nos cansamos daquela maratona, fomos explorar a parte mais reservada da casa. Deixamos a área iluminada e entramos pela zona dos quartos temáticos e do labirinto escuro. O som do bar foi ficando abafado, dando lugar aos sussurros, estalos de pele e gemidos vindos das cabines. Eles me levaram pelo corredor até a área do glory hole.
O marido me colocou de joelhos e ficamos esperando. Pouco tempo depois, uma pica de uns 20 cm atravessou o buraco da parede: preta, veiuda, com a cabeça roxa e pulsando. O marido começou lambendo a cabeça e depois guiou a rola direto para a minha boca. Mamei até sentir o jorro quente do cara gozando na minha garganta, enquanto o marido vinha por baixo de mim e passava a língua no meu cu no mesmo ritmo.
Assim que o cara da parede descarregou, me levantei com o tesão no topo. Comecei a pincelar aquela pica no meu cu melado e enfiei ela toda bem devagarzinho, até sentir o encaixe perfeito. Ele começou a bombar de leve, mas com firmeza, e foi aumentando o ritmo até que senti o pau dele pulsar no meu limite. Falei ofegante: "Ele vai gozar...". O marido, ouvindo aquilo, não perdeu tempo: caiu de boca no meu pau e começou a me mamar e a me masturbar com fome. Completei tomado pelo tesão: "Caralho, que gostoso! Vou gozar nessa pica!".
Senti o gozo quente do cara escorrendo pelas minhas pernas no mesmo segundo em que gozei forte, direto na boca do marido. Retirei devagar aquela rola de dentro de mim e o marido veio imediatamente, limpando a minha bunda com a língua ali mesmo, sem deixar nada para trás.
Depois dessa maratona toda, voltamos para o bar da frente para desacelerar e pedir outro drink. Sentamos nos sofás de boa, rindo e conversando com outros casais e solteiros, trocando contatos e já deixando engatados os encontros para os próximos finais de semana.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico grand18

Nome do conto:
Primeira vez na casa de swing

Codigo do conto:
268944

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
02/08/2026

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1

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