Minha mãe já tinha me avisado durante a semana que minha tia mais velha com 45 anos, a Verônica, viria de Itapipoca para passar uns dias hospedada na nossa casa aqui em Fortaleza. Quando ela finalmente chegou, fiquei hipnotizado na hora, não tinha muitas lembranças dela pois só morei lá até meus 2 anos. Ela tem por volta de 1,65 a 1,70 de altura, com uma pele morena quase dourada pelo sol do interior, cabelos loiros cheios de cachos definidos que caíam pelos ombros e seios pequenos que deixavam o visual dela super elegante. Mas o destaque absoluto era a bunda: enorme, empinada e muito gostosa, desenhando perfeitamente a roupa a cada passo que dava.
?Nos primeiros dias, a convivência com ela na casa era um teste diário para o meu autocontrole. A Verônica tinha uma rotina super à vontade: acordava cedo, tomava o café na mesa de roupa de ginástica colada, andava pela casa exalando um perfume doce e marcante e passava as tardes na varanda pegando a brisa de Fortaleza enquanto lia. Ela me olhava com um jeito diferente, sustentando o contato visual um segundo a mais do que o normal. O ar entre a gente já estava carregado de uma eletricidade velada.
?Na tarde de sábado, ela me pediu o celular emprestado para avisar a minha prima em Itapipoca que tinha chegado gostado muito de Fortaleza e viria mais vezes. Entreguei o aparelho desbloqueado e fui até a cozinha buscar dois copos de água. Quando voltei para a sala, ela já tinha terminado de falar com a filha; o meu celular estava bloqueado e deitado em cima da mesa. A Verônica me agradeceu com um sorriso calmo, bebeu a água e a semana seguiu normalmente. Eu nem desconfiava do que tinha acontecido naqueles poucos minutos em que ela ficou sozinha com o aparelho.
?Até que chegou a última madrugada antes de ela voltar para Itapipoca.
?Eu estava dormindo no meu quarto, totalmente apagado, trajando apenas um calção leve, quando acordei no susto com uma sensação quente e molhada me envolvendo. A Verônica tinha entrado no meu quarto em silêncio, puxado a coberta e descido meu calção. Ela estava ajoelhada entre as minhas pernas, engolindo meu pau com uma fome absurda, chupando a cabeça roxa e babada da minha rola com uma técnica de dar inveja.
?Dei um gemido abafado, segurando nos cachos loiros dela sem entender nada. Ela tirou a boca da minha rola por um segundo, olhou no fundo dos meus olhos no escuro do quarto, com aquele bafo quente e melado encostando na minha virilha, e confessou baixinho:
?"Sabe aquele dia que você me emprestou o celular?... Eu não aguentei de curiosidade. Mexi na sua galeria e vi aqueles nudes maravilhosos do seu pau ereto e da sua bunda aberta depois de meterem. Fiquei tão louca que peguei meu celular e tirei foto da tela do seu pra guardar de recordação... Passei a semana inteira me tocando no banheiro olhando pras suas fotos, mas eu não podia ir embora de Fortaleza sem provar essa pica de verdade."
?A confissão dela me deixou em choque e fez meu pau estalar de tão duro, babando na cara dela. Ela deu uma risada abafada e voltou a mamar com o dobro de vontade, lambendo a haste toda e me deixando completamente louco.
?Quando não aguentei mais só receber a chupada, puxei a minha tia pra cima da cama. Na penumbra, levantei a camisola fina dela. A bunda morena, redonda e dourada estava totalmente nua, sem calcinha. Montei por cima dela, abri aquelas pernas gostosas e encostei a cabeça do meu pau na buceta dela, que já estava ensopada de tesão.
?Meti tudo na buceta dela de uma vez. A buceta era quente, apertada e abraçava meu pau perfeitamente. Comecei a socar num ritmo gostoso, fundo e ritmado, fazendo a virilha bater forte na bunda dela. Ela arranhava minhas costas e gemia alto, totalmente entregue à foda da última noite. Ela entrou em colapso primeiro: a buceta dela travou numa série de espasmos violentos, gozando forte ao redor da minha rola.
?Aproveitando que ela tinha acabado de gozar e a buceta estava super lubrificada, tentei dar uma variada: direcionei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela e coloquei só a cabeça. Mas na hora em que entrou, ela deu um gemido agudo e segurou meu quadril, dizendo ofegante: "Aí não, meu amor... A cabecinha tá muito grande, não vou aguentar! Mete de volta na buceta, fode minha buceta com força!".
?Atendi o pedido na hora. Voltei a rola direto pra buceta encharcada dela e comecei a estocar sem dó, metendo fundo e rápido. A sensação daquela buceta quente apertando meu pau no pós-gozo dela, combinada com o perfume doce e o tesão daquela revelação, me levou direto pro limite.
?Segurei firme na cintura dela, enfiando até o talo e travando o quadril colado ao dela. Não segurei mais nada: comecei a jorrar um gozo grosso, quente e sem fim direto no fundo da buceta dela, sentindo cada pulsação do meu orgasmo descarregar lá dentro.
?Depois de esvaziar tudo, tirei o pau devagarzinho, vendo meu gozo escorrer da buceta dela. Deitei ao lado dela arfando. Minha tia encostou a cabeça no meu peito, me deu um beijo gostoso e sussurrou no meu ouvido: "Mandei as fotos para sua prima também. Ela disse que nas férias quer vir passar o mês aqui..."
Espero que gostem do meu relato. Tudo que posto aqui é verdade, não alterou nada da história.
Tenho outros contos para mandar mas estou com pouco tempo. Quem for de Fortaleza pode me chamar no twitter: Versatv085