Meus amores, hoje, eu tô radiante de alegria!
Tô aqui agora no escritório da minha casa, são exatamente 19:47. Acabei de sair do banho, estou de roupão rosa, comendo canjica quentinha. Confesso, a mente ainda está fervendo. Quero contar tudo pra vocês.
Primeiro ponto:
Deu certo, gente! Diferente daquele dia, daquela decepção com o José. O cara dessa vez, foi o Lucas, fez direitinho o papel de macho alfa. Me deu um prazer danado naquele motelzinho barato de quinta categoria.
Antes tudo isso, a vontade de sair e conhecer alguém veio ontem à noite, quinta-feira. Deu vontade de assistir a um filme pornô antes de dormir.
Pesquisei um site na internet, coloquei o tema, deitei na cama, e me toquei até gozar gostoso. Isso só me atiçou mais a vontade de aprontar. Agora que estou morando sozinha, não tenho mais preocupação de fazer na correria.
Acordei hoje, às 06h da manhã e, quando tirei a calcinha para banhar, estava toda ensopada. Tomei banho e me masturbei de novo, pensando em muita putaria, do tipo: 10 homens me fodendo, comigo amarrada.
Depois me vesti, me maquiei, me preparei toda pra ir trabalhar. Durante o expediente não consegui pensar em outra coisa. Só na presepada, que eu queria fazer assim que saísse. Até esqueci de colocar uma daquelas calcinhas que comprei há duas semanas pra presentear o amante da vez.
Almocei antes de sair. Quando voltei ao banheiro feminino pra escovar os dentes, fui fazer xixi e, ao baixar a calcinha, olha só, ensopada outra vez. Deu muito tesão na hora, quase me masturbei lá mesmo, mas chegaram duas mulheres, colegas de trabalho, falando alto, então desisti da siririca.
Saí às 14h do trabalho, me despedi das amigas, entrei no meu carro, e dirigi mais ou menos, 20 minutos, ouvindo pagodinho, até na região da estação da Luz. Não quis ir até a Praça da Sé. Gosto de variar.
Deixei o carro num estacionamento particular na Rua Florêncio de Abreu, pertinho da Rua: Vinte e Cinco de Março. Antes de descer, abri a bolsa e conferi tudo: preservativo, documentos, dinheiro. Retoquei a maquiagem. Só aí saí. Tive um frio na barriga danado ao sair do carro. Quase rezando pra dar tudo certo.
Saí do estacionamento, sabendo onde pegaria o ônibus. Fui andando até a Passarela das Noivas, passei a passarela, e fiquei esperando o ônibus, na Rua: Brigadeiro Tobias, lá do outro lado, no sentido centro…
Peguei o ônibus n° 175T-10, aquele que vai do Metrô Santana até o Metrô Jabaquara. Nunca tinha pego esse antes. O itinerário dele é comprido pra caramba, dá tempo de sobra pra achar alguém, seduzir e fechar a missão em algum motelzinho na zona sul. Antes tinham passado o 609F-10, e o 1156-10, mas preferi entrar no 175T-10.
Quando o coletivo parou e abriu a porta, respirei fundo, subi os primeiros degraus e cumprimentei o motorista. Era um homem gordinho, com seus 50 anos, calvo e óculos de grau.
O ônibus não estava cheio. Nos assentos da frente só tinha três mulheres idosas e um moleque… não interessava, passei longe. Fui andando mais pro fundo e, já perto de passar a catraca, achei dois possíveis pretendentes. Um de boné lá no fundão, e outro mais pra frente, um barbudinho, de camiseta preta.
Confesso; que preferi escolher o mais bonito, porque com o José não tinha dado muito certo.
Fui andando segurando nas barras pra não cair. Quando cheguei na catraca, era uma cobradora. Cumprimentei ela, passei o bilhete na máquina e passei a catraca. Fiquei ali escorada um pouquinho, demorando pra guardar o bilhete na bolsa… igual eu tinha feito duas semanas atrás. Foi de propósito, uma estratégia pra os dois me olharem. E acabou com eles olharam mesmo.
Como havia decidido ir no de camiseta preta, descartei o outro. Dei mais dois passos. Ele me olhava e o outro também. Ele tava no assento do corredor, deixando o da janela vago. Tinha outros assentos vazios, mas meu objetivo ali era outro…
Sentei do lado dele com o coração na boca. Assim que encostei a bunda no banco e ajeitei a bolsa no colo, senti o cheiro dele… um perfume masculino, forte. Sabe daqueles com cheiro de homem? Pois é… ganhou valiosos pontos comigo!
Aí começou aquele dilema, que pra mim, é o mais difícil. O bom, logo que sentei, ele virou o rosto devagar e me olhou. Foi um olhar direto no meu corpo, ficou encarando meu decote e voltou para os meus olhos.
Poxa, eu senti um frio na barriga, as mãos ficaram frias e suadas na mesma hora. Tive que esfregar uma na outra disfarçada o nervosismo, porque estavam úmidas pra cacete.
Fiquei uns segundos quieta na minha, me ajeitando no assento, ajeitando a bolsa no colo. O barbudinho, continuava me olhando de canto. Eu também olhava. A cada balanço do ônibus nossos braços quase se tocavam a todo instante. O nervosismo estava tão forte que eu pensei em levantar e sair.
Mas, aí, lembrei do tesão que eu estava sentindo, desde de manhã e decidi ficar e atacar de vez. Se não desse certo, sairia e voltaria pra casa.
Quando o ônibus entrou no Túnel: João Paulo 2°. Tomei coragem, virei o rosto pra ele, dei um meio sorrisinho, e falei alto, quase no ouvido:
— Será que vamos pegar trânsito?
Ele não entendeu de primeiro, devido ao barulho dos carros e motos dentro do túnel. Então repeti a mesma pergunta, só pra puxar assunto.
Ele sorriu de canto de boca:
— “Não sei, talvez um pouco, depende de onde você vai”.
Foi a deixa que eu precisava. Ficamos nos olhando mais um pouco. Esperei o ônibus sair do túnel pra continuar a conversa.
Eu continuei:
— Você pega esse sempre?
Ele respondeu: — “Quase todos os dias.”
Eu continuei: — É… nunca tinha pegado esse. Tô indo sentido aeroporto.
Ele deu uma risadinha, e perguntou olhando nos meus olhos:
— Ah, tá… (meio que sem saber o que responder)
Não vou colocar a conversa toda. Aí a conversa foi andando. Perguntei o nome dele. Ele falou:
— Lucas.
Ele perguntou o meu. Repetiu meu nome baixinho, falando que havia achado bonito, como se tivesse gostado. Depois perguntou onde eu morava. Falei que era pela zona oeste. Ele disse que morava no Bom Retiro, que descia duas paradas depois, do aeroporto. Fiquei martelando, calculando, quanto tempo eu tinha pra fazê-lo sair comigo. (risos);
Perguntei a sua idade. Ele falou 41, e perguntou a minha. Eu falei 51. Ele arregalou os olhos, e falou:
— ‘Cinquenta e um? Nem parece’…
‘Chavequeiro de mão cheia’.
A conversa foi evoluindo. Perguntei se ele era casado, se tinha alguém, se tinha filhos. Respostas dele: tinha namorada e não tinha filhos. Ele perguntou; se eu era casada, se tinha filhos. Minhas respostas: era divorciada, estava solteira, e tinha dois filhos adultos.
Vou resumir:
Foi aí, que o flerte dele começou de verdade. Ele encostou um pouco mais a perna na minha e falou, olhando direto olhando nos meus olhos; se eu queria sair com ele hoje de noite. Perguntei de boba: Pra onde? — Ele sorriu, e respondeu: “Você escolhe o lugar.”
Senti a pepeca latejar e a gotejar dentro da calcinha. As mãos ficaram ainda mais suadas, o coração acelerado, porém, agora, tudo mudou, era de tesão.
O cara foi bem canalha, porque ele namora. Mas, como a maioria dos homens são safados, ele percebeu o que eu realmente queria e precisava naquele instante. Depois daquele flerte. Sem papas na língua. Lucas falou baixo, perto do meu ouvido: — ‘Então, e se a gente descesse, se a gente fosse no motel?
Antes disso, ele tinha me pedido um beijo, e falou de um bar, de tomar uma cerveja, de comer um negócio. Papo de Chavequeiro. O convite de sair, eu dei uma desculpa, enrolei um pouco, nem lembro o que eu disse. Acho que falei, que tinha compromisso, que ia sair com uma amiga, que não daria pra sair.
Em relação ao motel. Aceitei o convite do barbudinho. Meu coração começou a acelerar novamente. Descer com um completo desconhecido e ir trepar direto no motel… era exatamente o que eu queria na hora.
A gente ficou de conversinha, ele mais próximo, pegando na minha mão, parecíamos um casal. Antes da gente descer, em um momento, eu pedi pra tirar umas selfies. São essas das fotos abaixo. Falei, que eram de lembranças.
Ele topou. Tirei essas duas. O outro pretendente, o homem de boné do lado direito ao fundo, até olhou, reparem. Eu nem liguei para as outras pessoas que estavam olhando. Tinha uma mulher do outro lado, que ficou encarando a gente com cara bunda, mas ignorei. Tava no meu momento.
Depois das fotos, ele pegou o celular e começou a pesquisar motéis próximos. Ficou dois, três minutos fuçando, pesquisando, encontrando um perto da onde a gente estava. Ele levantou primeiro, depois fui eu. A gente foi de mãos dadas até a porta.
Quando o ônibus parou no ponto, a gente desceu junto. Assim que o pé tocou a calçada, ele segurou minha mão, e o ônibus foi embora, tivemos o primeiro contato de verdade. Demos um beijão, com duas mulheres na parada de ônibus e, uma centena de carros e motos passando na Av. - A mão dele era grande, pegada firme. Senti um frio gostoso na barriga.
Andamos um pouco mais de 100 metros, de mãos dadas, como se fossemos um casal. Ele já estava excitado, presenciei o volume em sua calça jeans.
O trajeto foi curtinho. Eu pensava: “Tô andando de mãos dadas com um desconhecido que conheci faz menos de vinte minutos… e vou entrar num motel com ele”.
Chegamos no portão social do motel. Ele apertou a campainha, o portão abriu e a gente entrou na recepção.
Na recepção, a mulher olhou pra nós dois, e pediu os RG. Lucas pagou o quarto por uma hora, com possibilidade de estender pra uma hora e meia.
Quando a mulher da recepção, entregou a chave na mão dele, outra vez, senti um frio na barriga. Estava quase entrando num motel, com um desconhecido, que conheci no ônibus. Andamos pelo corredor estreito e meio escuro, daqueles bem vagabundos. O chão era de cerâmica. Só não lembro qual era o número do quarto.
Chegamos na porta do quarto. Antes de ele abrir, Lucas me puxou pela cintura e me beijou com bem mais pegada. A língua dele entrou na minha boca. Depois enfiou a mão por dentro do meu vestido laranja, passou os dedos pela barriga e desceu direto na minha calcinha, passando os dedos por dentro, na minha buceta. Eu tava ensopada, o clitóris inchado, soltei um gemidinho no ‘pé do seu ouvido’. Aquilo acendeu meu lado puta na hora.
Pedi pra ele abrir a porra da porta. Ele abriu. O quarto era simples pra caralho. Um pulgueiro de verdade: cama de casal com lençol branco, um ar-condicionado barulhento, um banheiro pequenininho e uma TV antiga.
Sabe... eu amei tudo. Tinha cheiro de desinfetante e sexo. Assim que a porta fechou, tiramos essas duas selfies e mais nada foi registrado.
Ele foi puxando meu vestido pra cima. Tirei os braços e fiquei só de calcinha preta e sapatilhas. Ele amou meus seios, os elogiou. A gente se beijou muito, colado, se agarrando. Lucas lambeu meus seios. Fomos pra cama e tiramos o resto lá. Ele tirou a minha calcinha e ficou louco ao ver a minha pepeca.
Então, ele tirou a calça e a cueca. Ficamos nus, um para o outro. Lucas me deitou e começou a lamber meu corpo inteiro. Passou a língua pelos seios, chupou os bicos com vontade, desceu pela barriga, abriu minhas pernas e enfiou a língua na buceta. Eu gemia e segurava a cabeça dele. Lambeu devagar, depois mais forte, chupava o clitóris, enfiou dedos, passava a língua pelas coxas e voltava. As pernas e as coxas dele lambiam sem parar. Eu estava acompanhando de um cafajeste profissional.
Depois, foi a minha vez de chupá-lo. Chupei o pau dele. Não era grande… uns 15 centímetros no máximo, mas era até grosso e estava duro pra caralho, diferente ao pau do José, aff. Chupei com vontade, subindo e descendo a boca, chupando com a boca cheia, lambendo a cabeça, enquanto ele gemia na cama me olhando.
Na hora do: ‘vamos ver’. Ele pegou um preservativo da carteira dele, abriu e colocou no cacete. Me deitou de novo na posição ‘papai e mamãe’.
Essa parte foi boa demais! Quando enfiou a cabeça, senti aquele arrepio gostoso de ser penetrada por um homem que eu mal conhecia. O pau dele trabalhou bem. Ele começou a meter devagar, depois foi aumentando o ritmo, e foi só bombadas. A cama rangeu, muito beijo na boca, muita chupava no meu pescoço, muitas chupadas nos meus seios. Eu arranhava as costas dele.
Não demorou até ele pedir meu cu. Eu liberei! Ele me virou de quatro na cama, pedindo para eu colocar a almofada debaixo da barriga. Apenas obedeci às ordens. Feito isso, segurou minha cintura, mandou eu arrebitar a bunda, e meteu fundo, com força. Batia as bolas na minha buceta, me puxava pelo cabelo, me xingou de tudo que foi nome feio: piranha, foi o mais leve.
Estava com muita vontade de dar o cu, e aproveitei a deixa. Depois me colocou sentada em cima dele. Outra vez, sexo anal. Eu rebolava, ele segurava minhas nádegas e empurrava pra cima. Foi nessa posição que gozei pela primeira vez. O orgasmo veio com tudo, me tremeu inteira, a buceta pingando, meu cu apertando o pau dele.
Ele ainda aguentou mais um pouco. Me deitou de lado, levantou uma perna e meteu de colherzinha, agora na buceta. Depois um pouco no cu, e emendamos um ‘papai e mamãe’, e gozou gemendo, enterrado fundo em mim.
Demos uma pausa de 20 minutos.
Ficamos um tempo abraçados, suados, respirando fundo. Depois fomos pro banheiro tomar banho juntos. Não tinha hidromassagem. O chuveiro era fraco, mas a gente se ensaboou, se beijou debaixo da água. Ele me masturbou um pouco, fiz o mesmo nele.
Ao sair do banheiro, secamos o corpo, e ele pediu um vinho e cubinhos de queijo e salame na recepção. Tomamos direto da taça e comemos sentados na cama vestidos de roupões.
Não demorou muito pro tesão voltar. A segunda transa não foi tão gostosa quanto a primeira vez. Eu o chupei de novo até ficar duro. Ele colocou outro preservativo, subi em cima, pau na buceta. Rebolei gostoso, ele me virava, me comia de quatro outra vez, me dava tapinha na bunda. Gozei de novo, dessa vez gemendo mais alto. Ele gozou pouco depois, segurando forte nas minhas nádegas. A gente ficou ali mais um tempo, se beijando, se tocando…
Depois da segunda transa, perdi completamente o tesão pelo Lucas, fui tomar banho sozinha. Ele ficou na cama terminando o resto do vinho. Ele nem entrou no chuveiro. Quando saí, a gente foi se vestindo pra ir embora.
Enquanto eu colocava o vestido, pediu para me ver de novo no sábado, alegando que sua namorada estava viajando. Expliquei que na noite de hoje, eu já tinha compromisso mais tarde com uma amiga, mas acabei aceitando o sábado. Tudo mentira, só aceitei porque ele tava insistindo pra caralho.
A gente trocou número de telefone ali mesmo. Mas, assim que cheguei em casa, já bloqueei ele. O Lucas ficou todo apaixonadinho por mim. Fiquei até lisonjeada, sério. Mas foi só uma vez. Não quero me apegar a ninguém por um tempo. Quero continuar livre pra fazer essas loucuras quando der vontade.
Ainda dentro do quarto, chamei o carro de aplicativo. Me maquiei rapidinho no espelho do banheiro e saímos de mãos dadas. Ele ficou do meu lado na calçada até o carro chegar. A gente conversou sobre o tal encontro de sábado… só pra despistar.
Antes de entrar no carro eu o beijei na boca. Um beijo rápido de despedida, assim que a porta fechou e o carro andou, senti um alívio. Tinha dado certo. Dessa vez não foi decepção. Obrigada Deus.
Desci do carro de aplicativo, bem em frente ao estacionamento, onde tinha deixado meu carro. Paguei o cara do estacionamento, peguei o carro e voltei pra casa contente, realizada, com o corpo relaxado.
É isso, meus amores, meus queridos.
Boa noite.
Aguardem a minha próxima saída… porque eu não pretendo parar.
Beijos e mais beijos.



