Reencontro com um antigo amigo!


Esse é o nosso segundo conto. Depois da viagem para Fortaleza, ficamos ainda mais apaixonados, mais cúmplices, como se aquela noite tivesse aberto uma porta que os dois adoravam explorar juntos.

Numa tarde comum de trabalho, no meio do expediente, o celular de Luana vibrou em cima da mesa. Uma mensagem de um número que ela não via há anos.
"Luana! Não sei se ainda tem esse número, mas sou eu, Diego. Vou estar na cidade esse fim de semana. Que saudade, hein? Bora marcar alguma coisa?"

Ela sorriu sozinha, olhando para os lados antes de guardar o celular. Diego. Fazia anos que não pensava nele — não daquele jeito, pelo menos. Tinham se conhecido antes de ela casar, e o que rolou entre os dois nunca foi namoro sério, mas era muito gostoso enquanto durou. Ela lembrava exatamente do jeito que ele trepava, do tesão que sentia só de pensar nele.

O resto da tarde de trabalho passou devagar, os pensamentos de Luana voltando várias vezes para aquela mensagem e para as lembranças que ela trazia.

À noite, em casa, enquanto ajudava Pedro a arrumar a mesa para o jantar, Luana comentou, tentando soar casual:
— Um amigo meu, que eu não via há muitos anos, me mandou mensagem hoje. Disse que vai estar na cidade esse fim de semana.
— Amigo quem? — perguntou Pedro, curioso, sem parar o que estava fazendo.
— Um cara que eu conheci antes da gente, o Diego. A gente era bem próximo, mas perdemos contato faz tempo. Ele é gente boa, queria rever ele.
— Legal — disse Pedro, sorrindo, dando de ombros. — Chama ele pra vir aqui, então.
Mas Pedro conhecia bem demais a esposa depois de dez anos de casamento. Tinha algo no jeito que ela falou, um brilho diferente no olhar, uma leveza na voz que ele reconhecia. Não disse nada na hora, só guardou aquilo.

Naquela noite, na cama, Pedro percebeu que Luana estava diferente. Mais ofegante, mais entregue, gemendo de um jeito que ele não ouvia fazia tempo.
— O que foi que deu em você hoje? — perguntou ele, sorrindo, sem parar o ritmo, o corpo dela por baixo do dele.
— Nada, só tô com muito tesão — respondeu ela, mordendo o lábio, os olhos fechados.
— Tem a ver com aquela mensagem? — insistiu Pedro, a voz mais rouca agora, entrando mais fundo nela.
Luana abriu os olhos, encarando o marido, um sorriso safado se formando.
— Tem — admitiu ela, gemendo.

Aquilo acendeu algo em Pedro — um misto de ciúme e tesão que ele nunca soube explicar direito, mas que sempre funcionou entre os dois. Ele começou a meter mais forte, mais fundo, a mão segurando o queixo dela.

— Conta — pediu ele, a voz num sussurro rouco. — Por que você tá se lembrando dele?
— Porque ele comia minha buceta muito gostoso, Pedro — confessou Luana, gemendo alto, o corpo se movendo junto com o dele.
— Conta com detalhes — pediu Pedro, acelerando o ritmo, o ciúme e o tesão se misturando em cada estocada.
— A gente transava no carro dele, várias vezes — contou ela, ofegante. — Às vezes ia pro apartamento dele também. Ele sabia exatamente onde tocar, gemeu... era muito gostoso, Pedro.
— Continua — pediu ele, gemendo, sentindo-a apertar mais em volta dele.
— Depois ele se mudou de cidade e a gente perdeu o contato — terminou ela, gemendo alto, sentindo o orgasmo se aproximar com a força das estocadas do marido. — Mas nunca esqueci como era gostoso.
— Vou gozar — avisou Pedro, o corpo tenso.
— Goza, goza dentro de mim — pediu Luana, e os dois chegaram juntos, ofegantes, suados, mais excitados um com o outro do que em muito tempo.

A sexta-feira chegou rápido. Diego confirmou que passaria a noite lá em casa antes de seguir viagem no sábado. Luana e Pedro prepararam um jantar leve, abriram uma garrafa de vinho, e receberam o amigo com sorrisos largos.

Diego chegou exatamente como Luana lembrava — mais maduro, mas com o mesmo jeito engraçado e o mesmo sorriso que ela sempre gostou. Os três conversaram animados, relembrando histórias antigas, o vinho descendo fácil.
— E aí, Diego, ainda solteiro? — perguntou Pedro, servindo mais uma taça.
— Infelizmente — riu Diego, passando a mão pelo cabelo. — Ninguém me quer, parece.
— Duvido — provocou Luana, rindo. — Você sempre foi um homem bonito, para de onda.

O clima já estava mais solto, os três rindo mais alto, as taças esvaziando mais rápido. As piadas foram ficando mais picantes, mais ousadas, e em um momento de descontração, Pedro comentou, com um sorriso torto:

— Você é um homem de sorte, ela continua linda — disse Diego
— Você sabe bem o motivo de eu ser um homem de sorte, né?! — Brincou Pedro — ela me contou que você aproveitaram muito a vida.

Diego ficou sem graça por um segundo, mas o sorriso não sumiu.

— Ah é? — perguntou ele, olhando para Luana, curioso, um brilho safado no olhar. — E o que mais ela comentou?
— Não tem segredo entre a gente — disse Luana, sorrindo, sem desviar o olhar.
— Relaxa — disse Pedro, olhando direto para Diego, a voz mais baixa agora, o tom de brincadeira dando lugar a algo mais sério. — Eu sei que ela gostava muito de como você comia a buceta dela.

O silêncio que se seguiu durou só um segundo, mas foi suficiente para todos entenderem o que estava sendo dito. Diego entendeu o recado.

Ele se aproximou de Luana, a mão pousando de leve na coxa dela, os olhos buscando confirmação. Ela sorriu, se aproximando também, e foi ela quem tomou a iniciativa dessa vez, beijando-o devagar, sentindo a mesma boca que tanto lembrava.
Pedro se aproximou por trás da esposa, beijando o pescoço dela enquanto ela continuava o beijo com

Diego. Luana ficou entre os dois homens, sentindo as mãos deles percorrerem seu corpo — a de Diego subindo pela coxa até a beirada do shortinho, a de Pedro acariciando sua bunda por cima do tecido.

— Que saudade dessa boca — sussurrou Diego contra os lábios dela.
Pedro puxou o shortinho da esposa para baixo, deixando à mostra a buceta molhada dela. Diego deixou escapar um gemido baixo ao ver.
— Continua do mesmo jeitinho gostosa — comentou ele, a voz rouca.

Pedro desabotoou o sutiã dela por trás, os seios fartos e firmes se libertando. Diego levou uma das mãos até eles, apertando de leve, os olhos brilhando de tesão.
— Sempre tive saudade desses peitos — murmurou ele, abaixando a boca para beijar um dos mamilos.
Luana gemia baixinho, sentindo-se completamente entregue entre os dois. Aos poucos, os três foram se despindo, entre beijos e carícias, até ficarem completamente nus.
— Vem cá — chamou Diego, puxando Luana para o colo dele, sentado no sofá.
Luana montou nele de frente, guiando o pau dele para dentro dela devagar, soltando um gemido longo assim que se sentiu preenchida.
— Ai, Diego, que saudade disso — gemeu ela, começando a rebolar em cima dele.
— Você continua apertadinha, meu Deus — gemeu Diego, segurando os quadris dela, ajudando no ritmo.

Pedro se afastou um pouco, sentando numa poltrona de frente para os dois, a mão já descendo até o próprio pau duro. Ele começou a se tocar devagar, os olhos fixos na esposa cavalgando o amigo.
— Fica aí, gostosa, deixa eu ver vocês dois — pediu Pedro, a voz rouca, o punho subindo e descendo devagar no próprio pau.
— Tá gostando de ver, meu amor? — provocou Luana, olhando para ele por cima do ombro, um sorriso safado nos lábios, sem parar de se mover em cima de Diego.
— Tô adorando — respondeu Pedro, sem tirar os olhos dela. — Continua, rebola gostoso pra mim.

Diego puxou o rosto de Luana para perto, os dois se beijando com vontade, línguas se encontrando, como se estivessem matando anos de saudade num beijo só. Luana gemia contra a boca dele, o ritmo dos quadris cada vez mais intenso.
— Sua boca também tava com saudade da minha, né? — sussurrou Diego entre um beijo e outro.
— Muita — confessou Luana, ofegante, mordendo o lábio dele de leve.

Pedro observava tudo, se tocando cada vez mais rápido, o corpo tenso de tesão vendo a esposa se entregar daquele jeito na frente dele.
— Geme mais alto pra mim, meu amor — pediu Pedro, a respiração pesada. — Deixa eu te ver gozando nele.
— Tô quase, Pedro — avisou Luana, o corpo começando a tremer em cima de Diego.
— Goza, gostosa — pediu Diego, segurando firme os quadris dela, acelerando as estocadas por baixo.

Ela gozou gemendo alto, o corpo sacudindo, agarrando os ombros de Diego. Ainda tremendo de prazer, ela desceu do colo dele e se virou para o marido, que continuava sentado, ainda se tocando, os olhos cheios de tesão.
— Vem cá — chamou Luana, se aproximando de quatro no tapete, o corpo virado para ele, olhando por cima do ombro. — Já chega de só olhar.
Pedro se levantou da poltrona, largando o próprio pau para se aproximar dela, se ajoelhando atrás.
— Você não faz ideia do tesão que foi te ver assim — disse ele, a voz rouca, guiando o próprio pau até a entrada dela.
— Então mostra — provocou Luana, rebolando de leve, ainda olhando para ele por cima do ombro.
Pedro a penetrou com força, arrancando um gemido alto dela, as mãos segurando firme os quadris da esposa enquanto começava a se mover.
— Isso, marido — gemeu Luana, se apoiando nos braços, empurrando o quadril de encontro a ele.

Diego se ajoelhou na frente dela, o pau na altura do rosto. Luana o levou à boca sem hesitar, chupando com vontade enquanto Pedro continuava a metendo por trás.
— Essa boca continua deliciosa — gemeu Diego, a mão na nuca dela.
— Vem cá, deita — pediu Pedro, depois de um tempo, puxando a esposa para a cama.
Luana deitou, e os dois homens se posicionaram, um de cada lado, começando a beijar e chupar sua buceta alternadamente, revezando entre eles, enquanto ela gemia sem parar, o corpo se contorcendo de prazer.

— Assim, os dois — gemeu ela, uma mão em cada cabeça, guiando o ritmo.
Depois de um tempo, Diego se posicionou de joelhos ao lado do rosto dela, o pau duro pedindo atenção, enquanto Pedro continuava entre as pernas dela, a língua trabalhando sem parar. Luana virou o rosto, levando o pau de Diego à boca, chupando com vontade enquanto gemia por causa do que o marido fazia com ela.

— Isso, gostosa — gemeu Diego, a mão na nuca dela.
Depois de um tempo, trocaram de posição: Pedro ficou de pé, o pau na boca dela, enquanto Diego se posicionava entre as pernas dela, penetrando-a com cuidado, o gemido dela abafado pelo pau do marido na boca.
— Ah, que delícia — gemeu Luana, afastando a boca por um instante. — Continua assim, Diego.
— Chupa gostoso, meu amor — pediu Pedro, vendo a esposa alternar entre gemer e chupá-lo.

Os três continuaram revezando as posições por boa parte da noite — ora Pedro dentro dela enquanto ela chupava Diego, ora o contrário, os gemidos de Luana enchendo o quarto, cada troca trazendo um prazer diferente.
— Vou gozar — avisou Luana, o corpo todo tremendo, sentindo Pedro dentro dela naquele momento.
— Goza, meu amor — pediu Pedro, segurando firme os quadris dela.
Ela gozou gemendo alto, o corpo sacudindo, e pouco depois os dois homens também chegaram ao limite, satisfeitos, exaustos.

Depois de um tempo recuperando o fôlego, trocando risadas e carícias mais suaves, Diego começou a se vestir, já era tarde da noite.
— Isso foi surreal — disse ele, rindo, ajeitando a camisa. — Obrigado pelos dois.
— Sempre que quiser — brincou Pedro, dando um aperto de mão cúmplice.
Luana o acompanhou até a porta, um beijo de despedida mais contido, e Diego se foi, prometendo aparecer mais vezes na cidade.

Quando a porta se fechou, Pedro puxou a esposa pela cintura, os olhos ainda acesos de desejo.
— Chuveiro. Agora — disse ele, sorrindo.
Debaixo da água quente, os dois se abraçaram, ainda excitados, o corpo de um colado no do outro.
— A gente é muito safado, sabia? — disse Luana, rindo, encostando a testa na dele.
— Muito — concordou Pedro, sorrindo, beijando-a devagar antes de puxá-la mais para perto.

Os dois transaram outra vez ali no chuveiro, e depois mais uma vez na cama, a noite inteira dedicada só a eles dois, entre risadas, sussurros e a certeza gostosa de que o casamento dos dois só ficava mais forte a cada nova fantasia que viviam juntos.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Reencontro com um antigo amigo!

Codigo do conto:
269170

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
05/08/2026

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