Agosto de 1999. O mês mais incrível da minha vida, o mês em que conheci aquela que roubou minha sanidade... Era um sábado calorento quando a vi pela primeira vez. Soube que se mudara com a família há pouco tempo. Linda, toda gostosa, seios médios, bunda arrebitada, cabelos longos e cacheados, olhos negros, um tesão de mulher... Engoli o tesão, rsrs. Tinha 59 anos e não queria problemas. Já bastava estar preso a um casamento de fachada e indissolúvel - de meu só tinha meu comerciozinho, todo o resto era da "patroa".
Nesse dito sábado, verão de 40° na sombra, ela entrou na minha mercearia e depois de me cumprimentar, disse que a mãe havia pedido um mantimento qualquer. Me virei e me deparei com aquele anjo que me encarava sorrindo. Perfeita! Uma boquinha deliciosa, pequena, rosada e carnuda. Imaginação foi a mil. Vislumbrei aqueles lábios carnudos em volta do meu pau, a boquinha devorando minha rola e me chupando como eu gostava. Loucura. Respirei fundo e bani o pensamento absurdo. Não podia. Não devia.
O tempo passava bem lento naquele lugar, a atração maior era o bingo da igreja todo sábado. A minha alegria era ela, Ana, nos meus sonhos minha Aninha, minha deusa maravilhosa. Ia sempre na mercearia, poucas vezes vi a mãe, tinha dois irmãos menores e o pai que trabalhava fora do município.
Estava ficando obcecado, vivia esperando por ela, a alegria da minha vida. Já nem fodia mais a mulher em casa, o que era um alívio pra ela. Meu pau só ganhava vida quando via minha delícia. Aí ficava no aço. Eu disfarçava, mas acho que ela começou a notar, porque sua atitude mudou. Começou a puxar mais assunto, coisas aleatórias e vinha sempre de sainha. E diga-se de passagem, que sainha... minúscula, cheia de preguinhas, exibindo suas coxas deliciosas e suas popinhas tentadoras.
Um belo dia, fim de tarde, veio comprar coisas pra mãe, que queria fazer um bolo. Estava adiantando o fechamento do caixa, então pedi que entrasse e pegasse o que quisesse. Esse foi meu erro. Quando foi pegar o trigo, abaixou e mostrou aquela maravilha de bunda... porra, que bunda! Redondinha, carnuda, um fio dental branco enfiado no rego... Enlouqueci! A agarrei por trás e deixei que sentisse o quanto estava duro para ela. A safadinha paralisou, mas não se afastou. Roçou de leve a bunda no meu pau e riu. Perguntou o que era "aquilo". Expliquei que ela era quem me deixava assim, a ponto de explodir. E fui falando. Não era boba, podia até não saber o desfecho, mas entendia o propósito. Após alguns minutos se despediu e perguntou se poderia voltar, pois havia gostado das "aulas". Delirei. Respondi que voltasse a hora que quisesse, rsrs, seria um prazer. Melhor no meio da tarde, quase não tinha movimento e ninguém ia incomodar. Deixei claro que era um segredo nosso, ninguém poderia saber. Ela concordou.
Três longos dias depois ela voltou, eu já estava ficando louco com a espera. Mas valeu a pena! Estava mais linda ainda, de sainha verde e top preto. Eram quase três da tarde, um calor infernal, ninguém na rua. Ela entrou e eu baixei o toldo, para todos os efeitos por causa do calor extremo. Aí começou minha Via Crucis, o inferno e o céu em forma de mulher.
Ela nunca tinha beijado, era "BV". Tinha muita curiosidade, mas também medo. Me ofereci pra ensinar o que ela quisesse saber, rsrs. Enquanto estávamos só na teoria, ok. Mas a curiosidade da menina era muita. Eu tentava ser delicado, mas um dia acabei perdendo a cabeça e a beijei. Estava louco de tesão e toda aquela situação estava acabando comigo. Ela retribuiu e imitava o que eu fazia. Enfiei a língua em sua boca e ela desajeitada no começo, buscou a minha. Depois pegou o jeito. Que beijo! Que boca! Ficamos ali por um longo tempo, nos beijando, num abraço apertado, delicioso. Ela era muito receptiva e aprendia rápido. Excitado, aprofundei os carinhos. Comecei a passear as mãos por seu corpo maravilhoso, sondar até onde poderia ir e ela entregue... Passei pelas laterais do corpo, subi e cheguei nos seios macios por cima do top. Deliciosa. Sem sutiã, seios livres. Os biquinhos endureceram. Salivei de vontade de chupá-los, mas não quis assustá-la. Era seu primeiro beijo, sua primeira vez com um homem. Segui cauteloso por cima do top. Desci e cheguei na bunda durinha. Por cima da sainha, apertei as nádegas. Senti a calcinha minúscula, enfiada no rabo. Fui à loucura. O pau estava tinindo, babando dentro da cueca, louco pra que ela o pegasse com sua mãozinha delicada. Apertei mais o corpo no dela. Ela suspirava fundo e aceitava as carícias. Não resisti. Invadi e peguei um seio na mão. Maravilhoso. Macio, biquinho duro, parecia que ia furar o top, rsrs. Fiz o mesmo com o outro. Outro suspiro gostoso. Um gemido baixinho. Avancei. Subi o top e expus os seios inchados. Puta que pariu! Que peitos deliciosos, parecia que estavam me convidando ao prazer. Nem pensei. Abocanhei um e suguei com maestria. Ela paralisou pelo choque, surpresa. Quando envolvi o biquinho com a língua, ela gemeu desesperada. Se entregou. Fiz o mesmo com o outro. Nova entrega. Novos gemidos, mais fortes. Loucura. Ainda sugando seus peitinhos, levantei a sainha e acariciei aquela bunda que era meu sonho de consumo, rsrs. Fio dental atochado. Separei as nádegas e alisei seu cuzinho com o dedo. Ela tremeu. Afastei para sentir a bucetinha, o pau duro como aço. A calcinha estava ensopada, a ppk meladinha. Surtei. Massageei aquela delícia, quase gozando nas calças. O grelo estava duro e inchado. Queria beber aquele mel, mas como demonstrar sem assustar a garota? Me contive. Nisso, caiu a ficha pra ela e ela saiu correndo. Fiquei ali, duro, receoso de que contasse a alguém pois aí estaria ferrado, mas não tinha muito o que fazer. Me tranquei no banheiro e bati uma punheta pra me aliviar, o tesão absurdo, as bolas doendo com o esforço.
10 dias se passaram. 10 dias sem ver minha deusa, 10 dias sem minha Aninha. Então ela veio. Chegou de mansinho e disse que tinha se assustado não comigo, mas com as sensações que despertei em seu corpo. Falei que era natural e que jamais a machucaria, mas gostaria muito que pudesse me dar a honra de ser o primeiro a mostrar-lhe o prazer. Concordou na hora, dizendo que tinha se informado sobre sexo. Leu sobre penetração e perda da virgindade. Falou que não queria deixar de ser virgem, mas adoraria descobrir todo o prazer que eu quisesse lhe dar. Surtei. Era meio da tarde, o mesmo marasmo. Desci o toldo. Levei-a pros fundos da loja e a tomei nos meus braços. O beijo foi intenso. Novamente estava de sainha, preta, reta. Um top preto. Linda! Pedi que confiasse em mim, ela concordou. Agarrei-a, percorrendo todo aquele corpo maravilhoso. Descobri os seios, lambi, chupei, mamei com vontade, louco. Ela gemia gostoso, suspirava e tremia em meus braços. Lambi seu pescoço, sua boca, falei que queria tudo e que iria fazê-la gozar muito. Voltei aos seios intumescidos, os biquinhos durinhos, mamei. Os gemidos aumentaram. Desci pela barriga lisa, alcancei a bucetinha lisa e ensopada. Ela quase gritou, rsrs. Que delícia de buceta! Pequena, cabia na minha mão. Massageei o grelinho que estava duro, só não mais que meu pau, uma rocha que babava. Delicadamente abri um pouquinho os lábios daquela maravilha e penetrei o meio do dedo, sondando. Não queria e nem podia romper seu cabacinho, que achei protegendo sua intimidade. Vibrei. Voltei ao grelo que já se salientava e num delicioso vai e vem, ela gemendo palavras desconexas, lhe dei seu primeiro orgasmo. Se segurou em mim, pernas bambas, uma expressão de felicidade no rosto.
Esperei uns minutos e logo voltei à carga. Com toda a delicadeza que ela merecia, tirei seu top bem devagar e deixei os seios nus. Babei, maravilhosos, os biquinhos durinhos apontados pra mim. Lambi com suavidade e ela estremeceu. Olhei pro lado e vi uma mesinha baixa que me servia de apoio pros pés às vezes. Com a língua enfiada na sua boca, fui deitando minha menina devagar. Ela agarrou meu pescoço. Sem parar de beijá-la, fui acariciando e descendo a boca por seu corpo de deusa. Meu pau latejava. Ergui a sainha e vi a calcinha minúscula totalmente encharcada. Afastei pro lado e expus a bucetinha. Puta que pariu! Que buceta linda! Lisinha, pequena, molhadinha, o suco brilhando... mergulhei de cara, senti seu perfume doce e tentador. Porra, que buceta cheirosa! Aninha se remexeu, ansiosa. Pedi que confiasse em mim. Me afastei e a posicionei melhor, livrando ela do resto das roupas. Aninha nua em pelo era uma pintura viva. Timidamente fechou as pernas, mas não permiti, queria ver aquela maravilha rosada pra sempre. Abri suas coxas e a expus mais, salivando. A bucetinha latejava, o grelo aparecia, inchado. Ajoelhei e comecei a lamber a parte interna de suas pernas. Ela deu um suspiro profundo. Fui subindo lentamente, ela querendo se fechar, eu não permitindo, ela gemendo, ofegando, pedindo mais... obedeci, beijei e lambi a parte interna de suas coxas deliciosas, suas virilhas, até chegar naquele doce de buceta. Lambi, beijei como se estivesse beijando sua boca e quando abri os lábios e abocanhei o clitóris, Aninha foi a loucura. Deu um grito abafado e mordeu os dedos. Sorrindo, safado, mamei gostoso aquele grelinho doce como mel. Chupei forte e ela gozou na minha boca. Ahhh, que delícia de mel... Suguei cada gota até deixá-la sequinha. Minhas bolas estavam muito doloridas pelo tesão acumulado, mas eu queria dar mais prazer ainda à minha menina. Tirei o pau pra fora e o exibi, duro como aço, babando, a cabeça melada. Aninha não tirava os olhos, fascinada. Pediu que eu me despisse também, queria me ver. Aquiesci, mas primeiro me ajeitei e fui fechar a mercearia, não podíamos ser surpreendidos. Na volta já fui me despindo pelo caminho e cheguei nela completamente nu. Ela não tirava os olhos do meu pau duro. Perguntei se queria tocá-lo e ela disse que sim. Me aproximei e pegando sua mão, fui ensinando como fazer... fiz um esforço gigantesco para não gozar, queria mais. Interrompi a punheta leve. Novo beijo, mais molhado, com mais tesão. Aninha se esfregava em mim, os peitos no meu, meu pau na sua barriga. Virou de costas pra mim, esfregando a bunda no meu pau. Tremi, a aluna aprendeu rápido, rsrs. Deitei-a de bruços na mesa, ia brincar com aquele cuzinho guloso. Mordi e chupei suas costas, as nádegas macias e abrindo as abas, vi o cuzinho pulsando. Salivei. Chupei um dedo e com ele bem molhado, fui alisando aquela delícia que se contraia a cada passada de dedo. Pedi que relaxasse, ia ser gostoso. Abaixei, lambi muito e enfiei a língua. Aninha surtou. Tremeu violentamente, mas não parei. Chupava e lambia, estocava o cuzinho com a língua e depois de bem babado, penetrei o dedo. Aninha rebolou instintivamente. Devagar, fui metendo num vai e vem gostoso. Virei-a de frente, a buceta escorria... abocanhei, queria aquele mel, agora penetrando seu cuzinho com meu dedo. Fazia um esforço tremendo para não gozar como um adolescente, mas confesso que estava difícil. Aquela bucetinha era esplêndida e o cuzinho uma delícia... chupei mais forte, Aninha gemendo louca, suguei, a baba escorria e servia de lubrificante pro meu dedo, que agora fodia seu rabinho com força. Aninha estremeceu e gozou forte. Tremia como se tivesse levado um choque. Não aguentei, gozei junto, os jatos esporrando o chão.
Ficamos ali, jogados, nos refazendo, até que depois de um tempo Aninha levantou e se jogou em mim. Amou cada minuto. Queria sempre, mas entendia que ainda não era a hora de perder o cabaço, coisa que certamente ocorreria se continuássemos com aquelas brincadeiras. Perguntou se podia retribuir à altura todo o prazer que eu a fizera sentir. Sorri e aquiesci. Ela me abraçou e começou a me beijar no rosto, no pescoço, no peito... não acreditei... meu pau, meia bomba, endureceu logo. Ela distribuía beijos molhados pelo meu corpo e abaixando, pegou meu pau. Punhetou com vontade. Olhar safado, disse que ia provar se tinha aprendido a lição oral. E pôs-se a lamber minha tora, no início meio sem jeito, mas depois com maestria. Lambia toda a minha extensão, passava a língua na cabeça melada, voltava, lambia e sugava, chupou minhas bolas, até que abocanhou a cabeça e lambeu e chupou toda a glande. Caralho, que mamada gostosa, que boquete delicioso! Ia fundo, fodendo a boca com meu pau, até quase a garganta. Minha aluna superou o professor, rsrs. Anunciei que ia gozar e nova surpresa: juntou os seios numa bela espanhola e me masturbou assim, até que jorrei litros de porra em seus peitos, rosto, pescoço e todo o resto. Levantei- a, agarrei apertado e agradeci o melhor boquete que já havia recebido. Fogosa, ela se esfregou em mim e disse que queria gozar uma vez mais. Seria nossa última. Lógico que concordei. Suspendi ela e a pus sentada no balcão, abocanhando um seio de cada vez. Sem parar de mamar, desci até a bucetinha que já estava melada e circundei seu botãozinho do prazer. Enfiei o dedo até a metade, lambi e comecei uma siririca deliciosa... quando vi que seu gozo se aproximava, tirei a mão e separando suas coxas, mergulhei de boca naquela gruta do prazer. Aninha convulsionou e gozou gostoso, suguei cada gota daquela bucetinha até o fim. Nos vestimos e despedimo-nos com abraços apertados, beijos quentes e promessas de muitos orgasmos ainda.