Tá Tudo Certo, Mãe.

Tá Tudo Certo, Mãe.
Um conto erótico de Andreia MRS
Publicado por Tuga069
Categoria: Heterossexual

Data: 07/08/2026 01:19:51

Assuntos: 50 Anos, Advogada, Cliente, Coincidência, Divorciada, Filha, Ginásio, Heterossexual, Sexo Explícito, Tesão Reprimido.

O ginásio do condomínio estava quase vazio quando Andreia terminou a última série de agachamentos. O legging preto colava na pele suada, o top marcava os seios firmes. Ela se endireitou, passou a mão pelo cabelo úmido e foi até o bebedouro.

Tufão estava lá.

Quarenta e dois anos, camiseta cinza colada no peito largo, shorts escuros. Cliente antigo do escritório. Sempre educado, sempre um pouco distante. Andreia nunca tinha admitido em voz alta, mas desde o primeiro processo, anos atrás, aquele homem tinha ficado guardado na cabeça dela. A voz grave, as mãos grandes, o jeito de olhar sem pressa.

Ele sorriu ao vê-la.

— Que coincidência — disse, enchendo a garrafa. — Nunca te vi nesse horário.

— Eu também não. O elevador quebrou de novo?

— Quebrou. Desci pela escada de serviço. Quase me matei.

Eles riram. A conversa fluiu fácil demais. O processo antigo, a filha dela que já morava longe, o filho dele Samuel que tinha saído de casa. O divórcio de Andreia, completando um ano naquele mês. As palavras ficaram no ar, pesadas.

Na semana seguinte o elevador quebrou de novo. Dessa vez os dois desceram juntos pela escada estreita e mal iluminada. No meio do caminho o pé de Andreia escorregou. Tufão segurou o braço dela com força. A mão quente, firme, demorou dois segundos a mais do que deveria.

— Tudo bem? — perguntou baixo.

— Tudo — ela respondeu, a voz um pouco rouca.

Quando chegaram no térreo a área da piscina estava vazia. O sol baixava. Andressa passou a língua nos lábios.

— Estou sozinha em casa. Faz um ano que… bem, faz um ano.

Tufão olhou para ela. Sem pressa.

— Minha mulher está na casa da mãe foi ver ela está meio adoentada.

Silêncio.

Andreia engoliu em seco.

— Quer subir tomar um café?

Ele hesitou só um segundo.

— Quero.

A casa era ampla, silenciosa, cheia de luz dourada do final da tarde. Andreia deixou a bolsa em cima da mesa da cozinha. Tufão ficou parado, olhando para ela.

O café nunca foi feito.

Ele deu um passo. Depois outro. As mãos dele pousaram na bancada de mármore, um de cada lado do corpo dela. Andreia ergueu o rosto. O primeiro beijo foi inseguro, quase hesitante. Lábios se tocando, respiração quente. O segundo já não foi. A língua dele entrou na boca dela com fome, profunda, molhada. Andreia gemeu baixo e segurou a camisa dele com as duas mãos.

— Porra… — ele murmurou contra a boca dela. — Eu pensei nisso tantas vezes.

— Eu também — ela confessou, a voz trêmula. — Faz um ano que ninguém me toca. Um ano inteiro.

Ele puxou o top preto para cima. Os seios pesados e ainda firmes saltaram livres. Tufão baixou a cabeça e chupou um mamilo com força, a língua girando, os dentes roçando de leve. Andreia arquejou, as unhas cravando nos ombros dele.

— Mais forte… assim… faz tempo pra caralho…

Ele obedeceu. A outra mão desceu, apertou a bunda dela por cima do legging, depois puxou o tecido para o lado. Os dedos encontraram a buceta já encharcada. Dois dedos entraram sem dificuldade, grossos, explorando.

— Tá molhada pra caralho — ele disse, a voz rouca. — Isso é tudo pra mim?

— É… porra, é… um ano sem sentir nada disso…

Andressa abriu o short dele com mãos trêmulas. A picha grossa e pesada saltou para fora, já dura, a cabeça brilhando. Ela segurou com as duas mãos, masturbando devagar, sentindo o peso, o calor.

— Enfia — ela pediu, olhando nos olhos dele. — Logo. Aqui mesmo. Eu preciso.

Tufão virou ela de frente para a bancada. Puxou o legging até as coxas. A cabeça da picha abriu os lábios molhados e entrou de uma vez, fundo. Andreia soltou um gemido alto, a testa batendo no mármore frio.

— Ai, caralho… que grosso… faz falta pra porra…

— Aguenta — ele rosnou, começando a meter com força. As mãos seguravam a cintura dela, os quadris batendo contra a bunda com estalos molhados. — Fala o que você sente.

— Sinto sua picha me abrindo… toda… porra, Tufão, mete mais fundo… eu tava precisando disso…

Ele agarrou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás e acelerou. A bancada rangia. Andreia gemia sem parar, palavras sujas saindo sem filtro.

— Isso… assim… me fode gostoso… um ano sem gozar de verdade… me faz gozar…

Tufão tirou a rola, virou ela de frente e a ergueu para cima da bancada. As pernas dela se abriram. Ele entrou de novo, agora olhando nos olhos dela, metendo fundo e girando o quadril.

— Olha pra mim enquanto eu te como — ordenou.

Andreia olhou. Os olhos escuros brilhavam de tesão e alívio misturados.

— Eu vou gozar… não para…

— Goza na minha picha. Quero sentir você apertando depois de tanto tempo.

Ela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo em espasmos quentes ao redor da rola dele. Tufão não parou. Continuou metendo, mais rápido, mais fundo, até gozar dentro, jatos quentes enchendo ela enquanto ele gemia baixo no ouvido dela.

— Porra… Andreia…

Eles ficaram abraçados por um tempo, ofegantes, o suor misturado. Depois ele a carregou até o sofá da sala. Lá ela ficou de quatro. Ele chupou a buceta dela por trás, a língua entrando fundo, lambendo o próprio porra que escorria. Andreia empurrava a bunda contra a boca dele, gemendo sem vergonha.

— Chupa… assim… mais língua… faz tempo que ninguém me chupa assim…

Quando ele enfiou de novo, foi mais devagar, mais profundo. Andreia olhou por cima do ombro.

— Fala putaria pra mim — pediu. — Eu quero ouvir. Faz um ano que ninguém fala putaria pra mim.

— Sua buceta é quente pra caralho… aperta minha picha toda vez que eu enfio… você é uma puta divorciada, né? Uma puta de cinquenta anos que precisava de porra.

— Sou… sou uma puta… me fode mais… não para…

Eles gozaram de novo, quase juntos. Depois subiram para a cama. Lá Andreia montou nele, sentando devagar, sentindo cada centímetro entrar. Ela rebolava, os seios balançando, as mãos apoiadas no peito dele.

— Assim você me mata — ele disse, apertando os quadris dela.

— Então morre — ela respondeu, sorrindo pela primeira vez, a voz rouca de tanto gemer. — Mas morre com a picha dentro de mim. Eu merecia isso.

O sol já tinha sumido quando eles pararam. Andreia deitou de lado, a cabeça no peito suado dele. Tufão passou a mão pelo cabelo dela, sem pressa.

— Eu não planejei isso — murmurou.

— Eu também não — ela respondeu. — Mas não me arrependo. Um ano é tempo demais.

A porta da frente abriu com o barulho familiar da chave.

Andreia se sentou de uma vez na cama, o coração disparado. Tufão já estava se mexendo, puxando o lençol.

— Mãe? — a voz da filha ecoou da sala. — Cheguei! Surpresa!

Andreia fechou os olhos por um segundo. A filha. Dezanove anos. Sem avisar.

Ela se levantou rápido, pegou a camisa de Tufão e se cobriu como pôde. Ele vestiu o short às pressas. Os dois desceram a escada quase ao mesmo tempo.

A filha estava parada no meio da sala, a mochila ainda no ombro, olhando o sofá bagunçado, as roupas de ginásio jogadas no chão da cozinha, o cheiro inconfundível no ar.

Andreia engoliu em seco.

— Amor… eu… a gente… não era pra você…

A filha ergueu uma sobrancelha, olhou de Andreia para Tufão e de volta para a mãe. Depois soltou um risinho curto, sem julgamento.

— Mãe. Eu sei o que aconteceu.

— Eu posso explicar…

— Não precisa. Faz um ano que você tá sozinha. Eu sabia que um dia ia acontecer. Tá tudo certo. Sério.

Andreia abriu a boca e fechou de novo.

A filha apontou com o queixo para o sofá.

— Só uma coisa… evita que seja no sofá da próxima vez. Eu sento aí, né?

Tufão baixou a cabeça, tentando esconder um sorriso constrangido. Andreia sentiu o rosto queimar, mas um alívio estranho se espalhou pelo peito.

A filha jogou a mochila no chão e foi até a cozinha.

— Vou fazer um café. Vocês dois precisam. E mãe… parabéns. Tava na hora.

Andreia olhou para Tufão. Ele olhou de volta. Os dois ainda ofegantes, ainda suados, ainda com o gosto um do outro na boca.

E pela primeira vez em muito tempo, Andreia riu de verdade.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tá Tudo Certo, Mãe.

Codigo do conto:
269376

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
08/08/2026

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