Em conto anterior, relatei uma aventura que tive com um colega da faculdade. Havia me envolvido com Sandro, um rapaz da minha turma, na faculdade. O que vou relatar agora, foi uma consequência desse envolvimento. Passados alguns dias desde essa aventura, Fábio, outro colega da turma, disfarçadamente deixa um bilhete sobre a minha carteira, ao passar por mim. Fábio era um dos amigos de Sandro; estavam sempre juntos, e faziam parte da turma que jogava bola no centro esportivo. Não tinha a menor simpatia por ele. Tinha mais ou menos a minha altura; era troncudo, moreno claro, cabelos lisos, olhos castanhos, sobrancelhas espessas e lábios grossos. Até era um rapaz bonito, mas tinha um sorriso irônico, não confiável. O bilhete dizia que ele tivera conhecimento de tudo que se passara comigo e com Sandro. Queria conversar comigo, e indicava o local onde iríamos nos encontrar (um bar) naquele dia, após a última aula da tarde. Era um dia que tínhamos aula em período integral. Estremeci ao ler o bilhete. Sandro quebrara sua promessa, e tinha dado com a língua nos dentes. Para quem mais ele havia contado? O que Fábio queria de mim? Mal consegui me concentrar nas aulas daquela tarde, preocupado com o teor daquele bilhete. Não poderia deixar de ir ao encontro com ele. Tinha que saber, afinal, o quanto ele sabia do meu envolvimento com Sandro, e o que ele pretendia fazer com aquela informação. Finalmente, perto das 18 horas, terminou a última aula da tarde, e eu me dirigi apressadamente para o bar indicado no bilhete, pois o horário que ele marcara era 18h30. Entrei no bar. Apesar da hora, estava praticamente vazio; apenas duas ou três mesas ocupadas. Escolhi uma mesa num canto isolado, e esperei. Após alguns minutos, ele chegou, com aquele sorriso no canto da boca que eu tanto detestava. - Sabia que você viria – disse ele. Sentou-se, e perguntou o que eu iria beber. - Não bebo. O que você quer de mim? - perguntei, com raiva. - Caaalmaaaa! A bichinha tá nervosa? Olha, eu não quero beber sozinho. Escolha uma bebida. - OK, vou tomar um Martini, então. Acena então para o garçom, e pede 2 caipirinhas. Ele estava me forçando a beber. Percebi logo que aquele encontro não seria nada tranquilo. Procurando me acalmar, perguntei novamente: - Então, o que significa aquele bilhete? - Vamos com calma, disse ele sorrindo – você está muito ansioso. Sandro me contou tudo o que houve entre vocês. Corei de raiva. - O que foi que ele te contou? - Tudo, e com detalhes. - Mas o que? Quero saber. Pode ser mentira. - Então, contou que ele o convidou para ir à sua casa, e que você estava doidinho para dar prá ele. Contou que você chupa uma rola muito bem, que tem uma bunda muito gostosa e que sabe dar como uma puta. Me contou também as posições que vocês fizeram. Quer que eu te fale? Aquele canalha, pensei! Como pude confiar nele? - É mentira. Eu fui estudar Cálculo com ele. - Sim, claro, teve aula, mas antes disso você chupou o pau dele e ainda deu a bunda feito uma putinha, não foi? E depois da aula ainda chupou o pinto dele de novo e deixou-o gozar na sua boca. - É mentira, ele inventou tudo isso – disse, nervoso. Queria gritar, aumentar o tom de voz, mas estava num lugar público. - Bom, não adianta negar. Seu tom de voz e o seu rubor mostra que é tudo verdade. Ele disse que você é muito gostoso. Chupa uma pica muito bem, senta e rebola com gosto numa vara. Disse ainda que te comeu de franguinho e em pé. - Mentira, não foi assim, eu só... Eu tinha mordido a isca. Ele tinha aumentado a história de propósito, e eu, nervoso, e indignado, acabei me traindo. - Ah certo, não foi dessa forma, mas de qualquer modo você chupou o pau dele feito um bezerro e também deu o cu prá ele, não foi? - Bem, e o que você quer de mim? - O que eu quero de você é muito simples. Fiquei com vontade. Também quero! Eu e o Sandro gostamos de mulheres. Mas estávamos com vontade de saber como é comer um viado. E queríamos que fosse você, porque você tem uma bundinha arrebitada e rebola ao andar. Fiquei furioso. Eu tinha raiva daquele cara. Como poderia me entregar a ele? - E se eu me recusar? – disse, quase explodindo de raiva. - Bom, você quem sabe. O Sandro só contou prá mim. Mas... A bebida chegou. Fábio ia tomando a dele rapidamente, enquanto eu ia devagar, sorvendo pequenos goles. Eu era fraco com bebida. Enquanto bebíamos e conversávamos, tentava analisar a situação. Ele teria mesmo coragem de contar a outras pessoas? Afinal Sandro também ficaria comprometido se alguém soubesse. Mas eles poderiam inventar, mudar a história. Tinha medo. O mais prudente seria mesmo ceder. - Está bem – disse, procurando me acalmar. – Como quer fazer? - Vamos combinar para amanhã à tarde. Você vai na minha casa. Na hora achei melhor essa ideia. Não queria aquele cara na minha casa. - Mas você vai estar sozinho? - Sim, meus pais trabalham, e só voltam à noite. A bebida dele terminou, e ele pediu outra caipirinha. - Sandro disse que você tem uma bunda gostosa. Já deu muito? - Ele foi a segunda pessoa com quem fiquei. E foi muito grosseiro comigo. Sexo tem que ser feito com carinho. Tem que ser bom para os dois. Meu ex-namorado era muito carinhoso comigo. Já alcoolizado, fez outras perguntas irritantes. Uma após a outra. - Eu adoro uma chupeta. Dizem que viado chupa melhor que mulher. Você gosta de mamar? - Gosta que gozem na sua boca? Engole tudo? - Que posição você mais gosta de dar? - Seu cu é lisinho ou peludo? - Gosta de rola grande? - Seu cuzinho é apertadinho ou largo? Minha vontade era sair correndo dali. O cara já era insuportável. Bêbado era pior ainda. - Olha, to com o maior tesão, e de pau duro. Se estivesse sozinho te levaria prá minha casa agora. Como não dá, quer me fazer uma chupeta agora? - Como? Você está louco? - Vamos terminar a bebida e pagar. Antes de sair, vamos ao banheiro e você me chupa lá, OK? - É loucura. Não, aqui não. Espera amanhã. Alguém pode perceber ou entrar no banheiro. - O bar está quase vazio. Vamos lá. Você me mostra sua bunda gostosa, me faz uma chupetinha rápida, e saímos dali. Chamou o garçom, pagamos a conta e nos levantamos. - Venha. Me acompanhe. Muito contrariado, fui atrás dele. Entramos no banheiro, e ele me pediu para eu entrar no reservado. - Abaixa a calça. Eu fico aqui fora. Se ouvir o barulho da porta, finjo que estou no mictório. Fiz o que ele pediu. - Porra meu! Não é que o Sandro tem razão? Que puta tesão. Queria meter nessa bunda agora. Abre ela, abre. Deixe-me ver teu cuzinho. Separei as nádegas com as mãos, deixando meu buraquinho visível para ele. - Hummmm cara. Que delícia! Cuzinho rosadinho. O Sandro já alargou ele um pouco, né? Dizendo isso, tirou o pau prá fora, entrou no reservado e me encoxou. - Não, aqui não, por favor – supliquei. - Então dá uma pegadinha nele. Peguei no pau dele, e agitei-o um pouco. - Pronto, vamos sair daqui agora. - Chupa, chupa – insistia ele, forçando minha cabeça para baixo, e falando meio enrolado, pelo efeito das duas caipirinhas que havia ingerido. - Aqui não, por favor, é loucura, suplicava eu. Amanhã faremos tudo. Para meu alívio, ele se afastou, se arrumou, e eu, fiz o mesmo. Saímos dali. Ele anotou o endereço da casa dele, e me entregou. - Amanhã às 15 horas. Não falte! Fui embora para casa, triste e pensativo. Sandro havia prometido que não contaria a ninguém. Por que teria feito aquilo? Contar justo para o Fábio! Que raiva que eu estava sentindo! A conversa do bar só fez aumentar a repulsa que sentia por aquele sujeito. Mas o que eu poderia fazer? O jeito seria enfrentar a situação, esperando que tudo se resolvesse depois. No dia seguinte, já mais calmo, comecei a refletir sobre aquele encontro. Lembrei das conversas no bar, mas principalmente do episódio do banheiro: primeiro, eu baixando a calça e exibindo minha bunda prá ele e as exclamações de elogio; depois ele exibindo o pau prá mim e pedindo para chupá-lo; o risco de alguém entrar no banheiro naquele momento. Essas lembranças começaram a me excitar. Afinal, ele me desejava, e aquelas lembranças da conversa e do episódio do banheiro começaram a me dar tesão. Como já expliquei, Fábio tinha mais ou menos a minha altura; era fortinho e tinha um rosto bonito. O pau dele não era tão grande, e, agora, pensando bem, comecei a aceitar e gostar muito da ideia de ir visitá-lo. Talvez se eu escolhesse a posição na hora da foda, eu poderia conduzir, sem me sentir violentado. Pensava também no Sandro, amigo dele, do lance na sua casa e de como encheu minha boca com seu leitinho após uma mamada. Havia ficado puto naquele momento, mas agora, essa simples lembrança me causava desejo e excitação. Meu estado de ânimo agora estava totalmente diferente, e, ansioso, contava os minutos para me encontrar com o rapaz. Após a aula, fui rapidamente para casa. Almocei, tomei um banho, me arrumei, e sai rumo ao encontro de Fábio, que não morava tão próximo de mim, mas era numa região central, de fácil acesso. Tomei um ônibus que me deixou a três quadras da sua casa. Era 14h50 quando toquei a campainha da casa em que morava. Por fora, dava para se ter a ideia de que era uma casa ampla e muito bonita. Fábio atendeu. Abrindo um largo sorriso, disse: - Que pontualidade! Até chegou adiantado! Entre, seja muito bem-vindo. Passamos pela garagem, jardim de inverno, e chegamos à sala. Ao entrar no recinto, uma surpresa! Sentado no sofá, estava Sandro, que acenou para mim, sorrindo. Olhei surpreso para o Fábio com um ponto de interrogação. O que significava aquilo? Ele havia me dito que estaria sozinho! De imediato entendi o plano deles, e, puto da vida, toquei na maçaneta da porta, para abri-la, e fugir dali. Fábio segurou minha mão, e disse: - Epa, espera ai! Aonde vai? Calma, explicamos! – Queremos brincar com você, nós dois juntos. Seja legal conosco. Prometemos que não vamos te machucar – disse Fábio. - Isso mesmo, Paulo. Dessa vez será diferente. Se você for bonzinho e servir a nós dois, também iremos te tratar bem. Você é muito gostoso, cara. Tem uma bunda deliciosa, chupa gostoso, e tenho certeza de que no fundo também gostou da minha pica. Enquanto eles tentavam explicar, e me convencer, refletia, com dúvida. Poderia confiar neles? Ao mesmo tempo o tesão falava mais alto, e resolvi, então impor condições. - Está bem. Mas se forem violentos comigo, vou embora. E vocês têm que ser carinhosos comigo. Gosto que chupem meus peitinhos, meu pescoço, que me acariciem. Não é só pedir prá eu chupar e me comer. Não quero ser usado apenas como um objeto para o prazer de vocês. Outra coisa: se lamberem meu cuzinho, vai me deixar com muita vontade – eu simplesmente adoro isso. - Pode deixar com a gente. Você vai ser nosso viadinho, e vamos te fazer feliz – retrucou Fábio. A seguir, ambos se despiram, enquanto eu os observava. A seguir, Fábio me ajudou a tirar a roupa, enquanto Sandro já estava a postos atrás de mim. Já peladinho, peguei no pau do Fábio, e comecei a tocar-lhe uma punheta, enquanto Sandro já passava a mão na minha bunda, abria-a, explorava um pouco meu anelzinho com os dedos e me encoxava beijando meu pescoço e minha orelha Para minha surpresa, Fábio me abraçou me beijou, beliscou meus peitinhos e depois chupou-os deliciosamente, enquanto Sandro continuava a apalpar e massagear minhas nádegas, abri-las com as mãos e explorar meu cuzinho com seus dedos. Me encoxava e encostava a cabeça do seu pau rígido na entradinha do meu cuzinho, o que me fazia estremecer de vontade e de tesão. O tesão era grande com tudo o que estavam fazendo, e, sem me fazer de rogado, prontamente me abaixei, peguei na rola do Fábio, e comecei a lambê-la, beijá-la, e, devagar enfiá-la na boca, e começar a chupar lentamente aquela piroca deliciosa. - Uau, que delícia – exclamou ele – como você chupa gostoso! Ai, assim, chupa, chupa, ai que gostoso! Adoro ouvir os gemidos do ativo, e esses comentários me incentivam ainda mais a caprichar no boquete. Aquela pica cabia todinha na minha boca, o que permitia que eu fizesse garganta profunda. O rapaz delirava de prazer. Sandro veio posicionar-se ao lado dele, encostando a rola perto da minha face. Comecei, então, a revezar as chupadas. Ora mamava um, ora o outro. Tentei até enfiar as duas pirocas na boca, mas era demais. Eles me incentivavam na chupada, gemiam e diziam: - Isso, assim, minha flor. Engole o pau do seu macho. Chupa, vai. Olha só que viadinho! Como chupa gostoso! Vai seu safado! Toma rola, vai. Sandro sentou-se no sofá, pedindo que eu me ajoelhasse entre suas pernas para chupá-lo. Fábio, por sua vez, postou-se atrás de mim, e, com as mãos, afastou minhas nádegas, fazendo transparecer meu cuzinho rosado. Logo veio outra surpresa, quando senti sua língua quente e áspera lamber meu anelzinho. Delirei com aquilo. Acelerei a mamada no Sandro remexendo o quadril com as linguadas do Fábio no meu rabinho. Depois de alguns minutos fodendo meu cuzinho com sua língua, Fábio levantou-se, dirigindo-se a uma mesinha de canto, apanhou uma camisinha, e encapou sua rola. As chupadas e lambidas dele no meu rabinho, me deram uma vontade louca de dar prá ele. Depois de passar gel no cacete, pediu-me para ficar em pé, inclinando meu corpo e apoiando no sofá. - Quer rola, quer? – perguntou ele. Acenei positivamente com a cabeça. - Então pede, vai. Pede rola do teu macho. Meio envergonhado, falei: - Põe - Pede pica, vai, viado, implora. Faziam mesmo questão que eu admitisse que era o viado e eles os machões. Mas como estava mesmo querendo pica, obedeci. - Me come, quero vara, mete essa pica em mim – pedi. - Então abre as perninhas, sua putinha. Arrebita a bunda pro seu macho. Faziam questão de me chamar de bicha, viado, florzinha. Na visão deles, eram os machões, e não percebiam que aquele era um relacionamento homossexual. Eu entendia isso muito bem, e me deixava levar, porque estava gostando daquela brincadeira. Fiz o que ele pediu, mas antes avisei-o de que não era para empurrar tudo de uma vez. Ensinei-o que deveria ir devagarinho, enfiar a cabecinha, tirar, por de novo, tirar, empurrar o pau devagarinho para dentro de mim; depois de entrar tudo, deveria parar até eu me acostumar com a piroca dele dentro de mim. Os dois ouviram atentamente o que eu pedia. Riram, e prometeram que assim seria. Fábio fez direitinho, conforme eu havia explicado. Lubrificou o pau, passou um pouco de gel no meu reguinho a meu pedido, encostou no meu buraquinho, e a cabecinha entrou fácil. Esperou, tirou, pôs de novo, tirou, cada vez empurrando mais, até entrar tudo. Parou, com o pau todo dentro de mim, esperou, e, ao meu sinal, começou a movimentar o pênis, devagar, dentro do meu cuzinho. As estocadas foram aumentando devagar, eu comecei a gemer, a balançar o quadril, a empurrar a bunda para trás. Fábio segurava meu quadril, e, ajudava a movimentar minha bunda prá frente e para trás. O rapaz urrava de prazer. - Tá gostando, minha flor? – disse ele. Tá gostando da rola do seu macho? - Eu gemia, e assinalava positivamente com a cabeça. - Safado, você dá gostoso! Que bunda gostosa! Rebola prá mim, mexe a bunda pro seu macho. Sandro olhava e se masturbava. Aproximando-se de mim, colocou um pé no sofá e encostou o pinto no meu rosto, sinalizando que queira que eu o chupasse. Enquanto dava a bunda para o Fábio, mamava o Sandro. Eu estava gostando daquela brincadeira. Fábio metia gostoso, elogiava minha bunda e dava tapinhas nela e Sandro fodia minha boquinha. Ele era pistoludo, e o movimento do seu pau na minha boca me dava ânsia. Eu apertava a perna dele, como sinal para que ele fosse devagar. Jamais tinha imaginado uma cena como aquela, mas estava muito bom. Já previa que logo seria a vez do Sandro me comer, e pensava numa posição que eu poderia controlá-lo, pois a experiência anterior com ele não tinha sido legal. Não demorou muito para que Sandro retirasse o pau da minha boca, e anunciasse que seria a vez dele. Fábio retirou o pau de dentro de mim, e Sandro se aproximou, encostando a rola no meu cuzinho, já relaxado e um pouco alargado. Para sua surpresa, eu me levantei e disse que queira outra posição. Pedi que Sandro se sentasse no sofá com a pernas abertas. Lubrifiquei o pau dele, e também o meu anelzinho. Posicionei-me em pé entre suas pernas, abri minhas nádegas com as mãos, pedi para ele segurar o pau, e fui sentando, de costas, devagar naquela rola, que foi deslizando para dentro do meu cuzinho. Assim, eu iria controlar a situação, e daria o ritmo da foda. Esperei um pouco, sentado no colo dele, com a pistola toda dentro de mim até que meu rabinho se acostumasse e se acomodasse com o calibre daquela jeba. Comecei a cavalgar a sua rola devagar, ajudado por ele, que me segurava pela cintura e me ajudava a movimentar a bunda. Era uma posição que eu já tinha imaginado, mas ainda não experimentara, e ser penetrado daquela forma me deu muito tesão. Minha sensação era de dominar a situação, de ser dono daquele portentoso caralho. Fábio havia retirado a camisinha e, em pé, na minha frente, colocou o pau na minha boca. Ouvia o arfar e o gemido de ambos, e, massageando meu pintinho mole com a mão, estava quase gozando. Mas Sandro pediu que eu me levantasse, pois queria mudar a posição. Fábio então sugeriu que fôssemos para o quarto dele. Sandro pediu que eu me deitasse na cama, e entendi que ele queria um papai e mamãe. Apanhei um travesseiro, e coloquei-o sob a barriga, deitando-me sobre ele, o que fez meu bumbum levantar. Era uma posição de entrega, de exibicionismo, e que eu usara tantas vezes com o Rodrigo. - Abre as perninhas, querido. Deixa a bundinha bem aberta para mim – disse Sandro. Surpreendi-me com o tom carinhoso com que ele se dirigia a mim. Passou mais gel no meu rego e deitou-se sobre mim, encostando o pau na entrada do meu rabinho, enfiando-o devagar dentro de mim. Foi gentil, meteu devagarinho, mas o caminho já estava aberto de qualquer maneira. Começou as estocadas, devagar no começo, e aumentando gradativamente. Sentia o peso do seu corpo másculo sobre mim e sua respiração ofegante no meu pescoço. Estava totalmente entregue àquele macho. Fábio observava enquanto se masturbava. Por fim, quando estava prestes a gozar, tirou o pau de dentro de mim, e pediu que eu me sentasse na cama. Os dois se aproximaram de mim, e, batendo punheta, próximos à minha boca, pediram que eu abrisse a boquinha para receber leitada de ambos. Sandro gozou primeiro, e logo em seguida Fábio. Recebi todo aquele sêmem na língua e no rosto. Parte de toda aquela porra eu engoli, parte escorria pelo canto da minha boca e pela face. Rindo, pediram que eu fosse ao banheiro para me limpar. A seguir, voltei para a sala, me vesti, e me despedi deles. - Vamos manter sigilo, certo? – disse eu. - Claro, fique tranquilo. Foi muito gostoso. Vamos repetir. Você será o nosso viadinho, nossa femeazinha – afirmou Fábio. Depois disso, nos separamos, porque fomos para área diferentes na faculdade. Raramente cruzava com eles no campus. Apesar da promessa, não houve outro encontro com eles.
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