Publicado por Tuga069
Categoria: Grupal
Contém 1395 palavras
Data: 09/08/2026 07:07:39
Assuntos: Arrombada, Bizarro, Buceta, Casada, Chifradeira, Comida, Corno, Esperma, Fart, Goza Dentro, Grupal, LESB, Scat, Sexo Anal, Traição, Vizinhos.
Eu acordo todo dia sabendo que vou cagar misturado.
Não é exagero.
O corno já sabe.
Ele deixa o celular carregado do lado da cama e, assim que eu levanto, ele pergunta:
— Hoje tem quanto?
Eu respondo sempre a verdade, ainda deitada, a voz rouca de quem dormiu pouco:
— Tem de ontem. Tem do cara da concessionária. Tem do entregador. Tem do velho que veio ver o carro. Tem de mais um que eu nem sei o nome. Tudo dentro ainda.
Ele já fica de pau duro só de ouvir. Eu vejo o volume crescendo na cueca.
— Levanta então — ele manda. — Quero filmar.
Eu levanto. Vou pro banheiro de camisola. Ele vai atrás, de joelho, câmera na mão, apontando de baixo pra cima. Eu levanto o tecido, abro as pernas, sento no vaso e começo a fazer força.
O cu abre devagar.
Primeiro sai um pouco de ar. Depois a ponta da bosta aparece, escura, brilhante, e logo atrás vem o branco. Esperma. Muito esperma. Grosso, meio amarelado, misturado na merda.
— Olha isso, corno — eu falo, olhando pra baixo enquanto ele filma. — Tá vendo a quantidade de porra? Ontem o moleque de dezenove anos gozou fundo e eu não deixei sair. Ficou a noite inteira dentro.
A bosta desce mais.
É pesada, consistente, daquelas que fazem barulho quando caem na água. No meio dela tem fios brancos de esperma coagulado. O cheiro sobe forte. Não é só cheiro de merda. É cheiro de merda com porra velha, azedo, meio doce no fundo.
Eu peido enquanto empurro o resto.
— Cheira, corno. Cheira de perto.
Ele aproxima o rosto. Eu sinto o ar quente da respiração dele batendo no meu cu. Ele inspira fundo e geme.
— Porra… tá fedendo gostoso pra caralho. Esse cheiro de porra misturado…
— É do cara da loja — eu explico, fazendo mais força. — Aquele de trinta e poucos que veio ver o SUV ontem de tarde. Gozou duas vezes. Uma na buceta e outra no cu. Eu segurei tudo de propósito.
Mais bosta sai.
Agora vem uma parte mais mole, quase pastosa, e o esperma escorre junto, branco e viscoso, grudando nas beiradas do cu. Eu faço força de novo e um pedaço grande cai de uma vez, fazendo splash na água. O cheiro piora.
— Tá vendo a cor? — eu pergunto, olhando pra ele. — Mais escura que o normal. É porque eu comi feijoada ontem depois de foder com o velho de setenta anos. Ele gozou tão fundo que eu senti o esperma quente na barriga. Ficou a noite toda lá.
O corno filma em close. Eu abro mais as nádegas com as mãos pra ele ver melhor o cu se abrindo e fechando, empurrando o resto.
— Ainda tem mais — eu aviso. — Tem do entregador de peças também. Aquele de vinte e dois. Meteu só no cu e gozou sem tirar. Eu pedi pra ele deixar tudo dentro. Agora tá saindo junto.
Eu empurro.
Sai um último pedaço, mais ralo, quase líquido no final, e o esperma escorre em fio branco pela beirada do vaso. O cheiro está pesado demais. Eu mesma sinto o estômago revirar um pouco, mas o tesão é maior.
— Limpa com o dedo e mostra pra câmera — eu mando.
O corno obedece. Enfia o dedo no meu cu ainda sujo, tira um pouco da mistura e mostra pro celular. Merda escura com fios brancos de porra.
— Fala de quem é — eu ordeno.
Ele fala, a voz rouca de tesão e vergonha:
— Essa porra aqui é do moleque de dezanove. Essa outra é do cara da concessionária. E esse pedaço mais claro é do velho.
Eu rio.
— Isso. Agora cheira de novo.
Ele cheira o dedo. Eu olho e falo:
— Bom menino. Guarda esse cheiro. Porque hoje à tarde eu tenho mais dois clientes. Um de quarenta e cinco e um de cinquenta e oito. Vou deixar os dois gozarem dentro de novo. Amanhã de manhã você filma a mistura nova.
Ele continua filmando enquanto eu limpo. O papel sai sujo de merda e de esperma. Eu mostro cada papel pra câmera antes de jogar no vaso.
— Quer que eu lave o cu ou prefere lamber agora? — eu pergunto, ainda sentada.
Ele já está de pau duro, pingando. Eu sei a resposta. Eu me levanto, viro de costas, empino e ele enfia a língua. O gosto deve ser forte. Ele geme enquanto limpa. Eu peido na cara dele de propósito e ele não se mexe.
— Isso. Limpa tudo. Porque daqui a pouco eu saio e quando eu voltar à noite vai ter mais porra pra você filmar amanhã.
Depois do banho eu me visto. Calcinha fio dental preta, jeans justo, blusa da loja. O corno ainda está no banheiro, cheirando os dedos.
Eu beijo a testa dele e falo:
— Trabalha bem hoje. E não apaga o vídeo. Esse eu quero guardar.
Ele só acena com a cabeça, ainda de pau duro.
Eu saio.
Na loja o dia segue normal. Cliente entra, cliente sai. Mas eu já sei quais vão foder. O de quarenta e cinco chega por volta das onze. Eu chamo ele pro escritório no fundo, tranco a porta e já baixo a calça.
— Cheira minha bunda primeiro — eu mando.
Ele obedece, meio surpreso. Eu empino e ele enfia o nariz. Ainda tem cheiro de sabonete, mas por baixo tem o cheiro residual de merda e porra de ontem.
— Agora mete. E goza fundo. Não tira.
Ele mete. Eu deixo. Quando ele goza eu aperto o cu e seguro tudo. Ele tenta sair e eu falo:
— Não. Deixa dentro. Eu quero levar pra casa assim.
Ele obedece, confuso, mas goza mais só de ouvir.
— Porra, você é doida — ele murmura.
— Sou. E você gostou de gozar dentro sabendo que eu vou levar tudo pra casa pro meu marido ver.
Ele não responde. Só ajeita a roupa e sai.
À tarde vem o de cinquenta e oito. Mesma coisa. Eu faço ele lamber o cu antes.
— Cheira bem — eu falo. — Ainda tem resto de porra de manhã.
Ele lambe. Depois mete e eu mando:
— Goza fundo. Não tira nada.
Mais uma carga. Eu saio da loja no final do dia com a calcinha já molhada por dentro, esperma escorrendo devagar pelas coxas.
Chego em casa. O corno está esperando na porta do banheiro.
— Quantos hoje? — ele pergunta, já com o celular na mão.
— Dois. Os dois no cu. Tudo dentro. Um de quarenta e cinco e um de cinquenta e oito.
Ele já ajoelha.
Eu vou direto, levanto a saia, baixo a calcinha e sento. O esperma começa a sair antes mesmo da bosta. Branco, viscoso, escorrendo pelo cu. Depois vem a merda, mais clara que de manhã, misturada com a porra nova.
— Filma — eu mando. — E cheira. Essa porra é fresca. Dos dois de hoje.
Ele filma. Cheira. Geme alto.
Eu descrevo enquanto cago, olhando pra ele:
— Essa parte mais grossa é do cara de quarenta e cinco. Ele gozou muito, quase não cabia. Essa parte mais rala é do velho de cinquenta e oito. Misturou tudo. Tá vendo o branco no meio da merda?
— Tô vendo — ele responde, a voz embargada.
— Cheira mais perto. Quero que você sinta a diferença.
Ele aproxima o rosto. Eu peido de propósito na cara dele. O cheiro fica ainda mais forte.
— Porra… — ele geme.
— Isso. Aguenta. Amanhã de manhã você filma de novo. Porque eu ainda tenho mais dois marcados. Um de trinta e dois e um de sessenta e um. Vou deixar os dois gozarem dentro também.
Ele só responde, ainda filmando:
— Tá bom.
Eu empurro o resto, peido de novo, e falo:
— Acabou por hoje. Limpa com a língua agora.
Ele obedece. Língua dentro do cu sujo, limpando a mistura de merda e porra fresca. Eu seguro a cabeça dele e rebolo devagar.
— Isso. Limpa direito. Porque amanhã cedo a gente começa tudo de novo.
Quando ele termina, eu me levanto, olho pra ele ainda de joelho e falo:
— Guarda esse vídeo. Eu quero ver depois.
Ele acena.
E eu já estou pensando nos próximos machos.
Nas próximas cargas.
Na próxima manhã em que eu vou sentar no vaso e fazer o corno filmar a mistura de merda com esperma de novo.
Porque essa é a minha rotina.
E ele adora.