Categoria: Heterossexual
Data: 08/08/2026 01:25:25
Última revisão: 08/08/2026 01:53:06
Assuntos: Amizade Colorida, Boque-te Perfeito, Colegas de Trabalho, Confidência, Desejo Contido, Dirtytalk, Garganta Profunda, Heterossexual, Noite de Sexo, Separação, Sexo Oral.
Eu tenho 42 anos. Sou loira platinada, cabelos ondulados até os ombros, olhos verdes, pele clara com sardas leves no colo e nos ombros. Meu corpo é curvilíneo: peitos médios e firmes, cintura marcada, quadris largos, coxas grossas e macias, bunda redonda. Trabalhava no mesmo escritório que o Marco há quase seis anos, no setor de projetos. Fui casada por mais de uma década com um homem bem mais velho, sistemático, rude e grosso, que me tratava com indiferença e fazia sexo como quem cumpre obrigação.
O Marco tem 38. Moreno de pele bronzeada, cabelos curtos com alguns fios grisalhos, barba bem cuidada, olhos escuros. Corpo firme, peito largo, braços fortes, mãos grandes. Pau grosso, veado, uns 20 cm. Era casado com uma mulher da mesma idade; o casamento começou bem, mas os anos transformaram tudo em convivência fria de colegas de quarto.
A gente era quase inseparável no trabalho. Almoçávamos juntos quase todos os dias no restaurante em frente ao prédio. Ficávamos até mais tarde “fechando relatórios”, mas na verdade conversávamos sobre tudo. À noite trocávamos mensagens longas reclamando dos chefes, dos clientes impossíveis e, aos poucos, dos casamentos. Eu contava sem filtro como meu marido era seco, grosseiro e nunca se preocupava com o meu prazer. Ele admitia que fazia meses — depois anos — que não tocava a mulher, e que o silêncio em casa já era mais barulhento que qualquer briga. Nossas conversas eram pesadas de confiança e leves de deboche. Nunca passamos do limite. Nunca nos tocamos de forma ambígua. Mas o olhar dele às vezes demorava um segundo a mais. O meu também.
Minha separação veio primeiro. Numa segunda-feira cheguei ao escritório com o rosto cansado e contei a ele, no intervalo do café, que tinha pedido o divórcio no fim de semana. Meu marido reagiu com indiferença, pegou as coisas e saiu. Nos dias seguintes eu ainda falava dele com um misto de alívio e vazio. O Marco ouvia, como sempre. Duas semanas depois foi a vez dele. A mulher chegou em casa com as malas prontas e um acordo já redigido. Não houve gritos. Só o reconhecimento mútuo de que aquilo tinha acabado havia muito tempo.
Nas semanas que se seguiram, a rotina no escritório mudou sutilmente. Os almoços ficaram mais longos. As mensagens noturnas, mais frequentes e mais íntimas. Falamos sobre solidão, sobre o medo de recomeçar, sobre o que sentíamos falta e o que não sentíamos. Uma noite, depois de três taças de vinho cada um (ele em casa, eu no apartamento agora só meu), eu mandei:
“Às vezes penso que a gente se conhece melhor do que qualquer um que já dividiu a cama com a gente.”
Ele respondeu só com um “pois é”. Mas os dois ficamos online por mais uma hora, em silêncio, sem desligar.
O convite não veio de repente. Foi construído. Primeiro eu sugeri que ele fosse buscar umas pastas que eu tinha esquecido no escritório e levasse até a minha casa, porque eu não queria voltar ao prédio no fim de semana. Depois, que ele ficasse para um café. Depois, que levasse vinho. Cada mensagem era um degrau a mais, e nenhum de nós fingia não perceber.
Na sexta à noite, quase um mês depois da separação dele e seis semanas depois da minha, ele tocou a campainha. Eu abri a porta de calça jeans e camiseta simples, cabelo preso num coque bagunçado. Sem maquiagem. Sem pose. Mas meus olhos estavam diferentes — mais abertos, mais atentos.
Conversamos no sofá como sempre tínhamos feito. Reclamamos dos advogados, rimos de situações absurdas dos ex, bebemos o vinho devagar. As mãos se tocaram quando os dois pegamos a mesma taça sem querer. Dessa vez nenhum de nós tirou a mão imediatamente. O silêncio que veio depois não foi constrangedor. Foi carregado, denso, quase físico.
Eu pus a taça na mesa, me levantei e fiquei de pé na frente dele. Olhei para baixo, para o rosto dele, e falei baixo, sem pressa, como quem finalmente decide dizer em voz alta o que já estava no ar há semanas:
— Eu não te chamei aqui só pra conversar sobre divórcio.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, me olhando. O vinho já tinha aquecido o corpo dos dois, mas não era só isso. Havia semanas de mensagens longas, de olhares no escritório que demoravam um segundo a mais, de confissões sobre solidão e sobre o que faltava nas camas vazias. Ele passou a mão no rosto, exalou devagar e respondeu com a voz rouca:
— Eu sei.
Eu não me mexi. Continuei de pé, perto demais. Meu jeans roçava o joelho dele. Passei a língua nos lábios, hesitei um instante, depois falei mais baixo ainda:
— Faz semanas que eu durmo pensando nisso. Em como seria se a gente parasse de fingir que é só amizade. Em como seria te tocar de verdade.
Ele ergueu a mão e tocou a lateral da minha coxa por cima do jeans, só a ponta dos dedos. O contato foi leve, quase testando. Eu não me afastei. Pelo contrário: dei um passo à frente, ficando entre as pernas dele abertas no sofá. A mão dele subiu um pouco mais, sentindo o calor da minha pele sob o tecido.
— Você tem certeza? — perguntou ele, a voz já mais grossa. — Porque se a gente começar… eu não vou conseguir parar fácil.
Eu sorri de um jeito que ele nunca tinha visto no escritório. Um sorriso sujo, confiante, faminto.
— Eu não quero que você pare.
Minhas mãos desceram e abriram o botão da calça dele com calma deliberada. O fecho desceu devagar. O pau já estava duro, apertado dentro da cueca, a cabeça marcando o tecido. Eu ajoelhei entre as pernas dele sem pressa, olhei para cima e falei, a voz baixa e carregada:
— Faz anos que eu imagino isso. Deixa eu te chupar. Do meu jeito. Sem pressa.
Ele não respondeu com palavras. Só abriu mais as pernas e ajudou a puxar a calça e a cueca para baixo. O pau saltou livre, grosso, veias saltadas, a cabeça roxa já brilhando de pré-gozo. Eu fiquei ajoelhada olhando por longos segundos, como quem finalmente tem na frente o que desejou em silêncio. Depois olhei nos olhos dele e sorri daquele jeito sujo:
— Vou te dar o melhor boque-te da sua vida. Quero que você lembre disso toda vez que bater uma. Toda vez que sentir vontade. Quero que essa boca aqui se torne a única que você consegue imaginar.
Eu comecei devagar. Primeiro só o cheiro. Enterrei o nariz na base do pau, inalei fundo o aroma de pele quente, de desejo acumulado, de homem. Minha respiração esquentava a pele dele. Ele soltou um gemido baixo, a mão já descendo para o meu cabelo loiro, mas sem forçar. Minha língua saiu e deu uma lambida longa, lenta, da base até a fenda, coletando o líquido transparente que já escorria. O gosto salgado e amargo me fez gemer baixinho contra a pele dele.
Eu abri a boca e engoli só a cabeça. Meus lábios macios e quentes se fecharam em torno da glande com perfeição, a língua girando em círculos lentos e precisos, pressionando a parte de baixo sensível, onde a pele era mais fina. Sucção suave, quase preguiçosa, puxando o pré-gozo como se eu quisesse saborear cada gota. Eu subia e descia só uns poucos centímetros, devagar, babando de propósito para deixar tudo molhado e brilhante. A saliva escorria pela haste e pingava nas bolas.
— Porra… sua boca é quente pra caralho — ele rosnou, os dedos se apertando no meu cabelo. — Quente e molhada… caralho, Andreia.
Eu tirei a boca com um som molhado, passei a língua na haste inteira de baixo para cima, depois desci e engoli uma bola, chupando com carinho sujo, enrolando a língua ao redor, puxando levemente com a boca. Depois fiz o mesmo com a outra. A mão livre masturbava o pau molhado de saliva, lenta, apertando na subida, o polegar passando na fenda a cada movimento.
— Suas bolas são pesadas… cheias — murmurei, a voz rouca contra a pele dele. — Quero sentir elas baterem no meu queixo quando eu engolir tudo. Quero que você goze tanto que eu sinta o gosto por horas.
Voltei para o pau. Agora engolia mais. Cada vez mais fundo. A cabeça batia no fundo da minha garganta, eu engolia o reflexo de propósito, relaxava os músculos e descia mais um pouco. Quando o nariz finalmente tocou a base, fiquei lá, engasgando de forma controlada, a garganta contraindo ritmadamente ao redor do pau grosso. Lágrimas escorriam nos cantos dos meus olhos, mas eu não desviava o olhar. Ele sentia minha garganta apertar e soltar, quente, úmida, perfeita.
Eu subia devagar, babando, um fio grosso de saliva ligando a boca à cabeça do pau. Depois peguei o pau com a mão e bati ele molhado na minha própria cara: nas bochechas, nos lábios, na língua de fora. O som molhado e obsceno ecoava no apartamento silencioso.
— Bate mais forte. Suja minha cara com esse pau — pedi, a voz já rouca de tanto engasgar. — Quero sentir o peso dele. Quero ficar marcada.
Ele segurou meu cabelo com mais firmeza e bateu o pau na minha língua, na bochecha, no nariz. Eu abria a boca e recebia cada tapa, lambendo a haste toda vez que o pau voltava, gemendo baixo.
Voltei a engolir fundo. Ritmo lento e profundo: descia até engasgar, ficava alguns segundos com a garganta completamente cheia, sentindo o pau latejar dentro de mim, depois subia quase saindo, lambendo a fenda com a ponta da língua, e descia de novo. A mão esquerda apertava a base, controlando a profundidade, a direita acariciava as bolas com os dedos leves. De vez em quando eu parava, olhava nos olhos dele com a boca ainda cheia de pau e falava, a voz abafada e molhada:
— Quero chupar seu cu também. Quero passar e enfiar a língua no seu cu enquanto te masturbo devagar. Quero te deixar doido. Quero que você goze tão forte que esqueça o nome da mulher que você casou.
Eu sentia o tesão dele subir de forma perigosa. Minha boca era quente demais, molhada demais, apertada demais. Cada engolida profunda fazia minha garganta se fechar em volta da cabeça do pau como um anel quente e vivo. A saliva escorria pelo meu queixo em fios grossos e pingava nas bolas dele, deixando tudo escorregadio. O som era obsceno: meus engasgos molhados, a sucção profunda, meus gemidos vibrando direto no pau dele.
Acelerei só um pouco, ainda no controle total. A mão girava na base enquanto a boca trabalhava a metade superior com sucção forte e ritmada. A língua pressionava a veia de baixo a cada subida. De vez em quando eu tirava o pau quase todo, batia na língua de novo, lambia a cabeça como quem saboreia um doce, e voltava a engolir até o fundo, engasgando de propósito.
— Vai gozar na minha língua — mandei, a voz embargada e molhada. — Quero sentir o gosto quente. Quero engolir tudo e ainda chupar limpo depois. Me dá essa porra, Marco. Me alimenta.
Ele agarrou meu cabelo com as duas mãos e começou a meter minha boca no ritmo que o corpo dele pedia. Estocadas profundas na minha garganta. Eu relaxava completamente e aceitava, olhos marejados, babando sem parar, gemendo a cada investida. Quando ele sentiu as bolas subirem e o prazer se concentrar, eu puxei o pau para fora no último segundo, abri a boca o máximo que consegui, coloquei a língua bem de fora e olhei para ele com meus olhos verdes molhados:
— Goza. Na língua. Tudo. Quero sentir cada jato.
Ele gozou. Jatos quentes e grossos acertaram minha língua, o céu da boca, os lábios, o queixo. Eu recebi tudo sem desviar o olhar, a língua cheia de porra branca e quente escorrendo pelas laterais. Quando o último jato caiu, fechei a boca, engoli devagar, mostrando a garganta se mexendo enquanto engolia, e depois abri de novo, língua limpa, só um fio residual brilhando no canto dos lábios.
Ainda não parei. Voltei a chupar o pau sensível e latejante, limpando cada centímetro com a língua, lambendo as bolas, passando a língua lenta e provocadora no períneo — o fio terra — com a ameaça clara de ir mais atrás se ele deixasse. Ele tremia, ainda ofegante. Eu sabia, pelo jeito que ele me olhava, que aquele tinha sido o melhor boque-te da vida dele. Nada se comparava à minha boca quente, à minha vontade suja, à minha entrega sem pressa.
Olhei para cima, lábios vermelhos e brilhantes de saliva e porra, e falei baixo, a voz rouca de prazer:
— Ainda não terminei com você. A noite é longa. E eu quero mais. Muito mais.