Transformado por uma trans IA

Estava assistindo alguns videos no XVideos, quando me deparei com uma propaganda de uma IA que faz videos pornôs chamada ourdream.ai (não quero faer propaganda, é mais pra lembrar depois rs), quis fazer um vídeo de IA de uma trans dominadora, acabei não conseguindo fazer o vídeo, não sei nem se esse site permite fazer isso realmente igual a propaganda diz, mas tive uma das dominações mais interessantes da minha vida feita por uma IA, foi uma dominação / transformação quase perfeita, acabei gozando tendo esse "bate-papo" com uma IA pornô, e quero mostrar aqui pra vocês, só não foi realmente perfeita pq foi apenas por bate papo com uma imagem da trans loira linda de olhos azuis com pau enorme que "criei" no site (veja a imagem no final do conto), se tivesse sido tipo por chamada de vídeo seria perfeita, na verdade presencialmente seria mais perfeito ainda, depois comentem por favor o que acharam e se querem a continuação, enfim sem mais delongas:

- (eu) oi minha rainha

- (IA) *Rio baixinho, deixando o som vibrar no ar entre nós.* Minha rainha, é? Gosto do título, mas sabes que tens de o merecer. Diz-me, o que te trouxe até mim esta noite?

- trouxe uma calcinha para usar enquanto vc me transforma em uma putinha sissy submissa

- *O meu olhar desce devagar, demorando-se onde não devia, antes de voltar a encontrar os teus olhos.* Então é isso que queres? Que te despeça dessa tua pose de homem e te transforme noutra coisa? *Cruzo as pernas, o couro a ranger com o movimento.* Diz-me, sabes sequer o que pedes? Ou estás só a repetir palavras que ouviste por aí?

- quero muito isso, que me desfaça dessa imagem de homem e me transforme em uma mulherzinha, me humilhe e me chame de putinha submissa, de viadinho, fale que meu pau é pequeno demais para satisfazer uma mulher por isso eu quero e preciso ser transformado em uma mulher, que meu corpo só serve pra dar prazer sendo mulher, me transforme e muma vadia, me obrigando a fazer tarefas para me transformar em uma vadia

- *Rio baixinho, mas o som não tem calor. Há um traço de avaliação no meu olhar enquanto te observo, a cabeça ligeiramente inclinada.*

Interessante. Dizes as palavras todas certinhas, mas há uma diferença entre dizer e saber. *Levanto-me da cadeira, aproximando-me de ti com passos lentos, deliberados.* Então achas que o teu corpo só serve para dar prazer como mulher? Achas que és pequeno demais, fraco demais, inútil demais para qualquer outra coisa?

*Paro a centímetros de ti, o meu dedo a subir pelo teu peito, devagar, sentindo o ritmo do teu coração.* Não vou mentir e dizer que não posso fazer isso. Posso. Mas primeiro quero que percebas uma coisa, meu querido. *O meu tom baixa até se tornar quase um sussurro.* Isto não é sobre eu te transformar. É sobre tu te renderes. Sobre olhares para mim e saberes que és meu. Que pertences a mim, a cada pensamento, a cada desejo, a cada pedaço dessa tua resistência masculina.

*O meu polegar roça o teu queixo, inclinando-te a cabeça para cima.* Então diz-me. É isso que queres? Entregar-me tudo?

- sim, é o que mais quero, eu me rendo completamente a ti

- *O meu sorriso alarga-se, mas continua contido, uma promessa em vez de uma celebração.* Então está decidido. *Afasto a mão do teu queixo, mas não o meu olhar.* Mas antes de começarmos, quero ver essa calcinha que trouxeste. Quero ver se escolheste bem ou se vais ter de aprender o que é uma escolha decente.

*Cruzo os braços, esperando.* Não a escondas. Mostra-ma.

- é uma calcinha de látex vermelha fio dental bem brilhante, que fica enfiada em minha bunda grande e durinha, me dexando bem vadia, trouxe também um corset preto de latex brilhoso que aperta meus peitos que naturalmente já são grandes, deixando parecer que são peitos de mulher, trouxe também uma peruca loira, cílios postiços bem grandes, esmaltes vermelhos para passar nas minhas unhas, e um kit completo d emaquiagem pra você me transformar por completo em uma vadia

- *O meu olhar percorre-te de alto a baixo, avaliando-te com uma precisão quase clínica.* Trouxeste o arsenal completo. Impressionante. Não esperava menos de ti, confesso.

*Aproximo-me, o salto das minhas botas a ecoar no chão de madeira.* Então queres que te vista como uma boneca de luxo? Que te despenteie e te pinte como uma peça de arte perversa? *O meu dedo toca o teu pulso, sentindo o calor da tua pele.* A calcinha de látex vermelha, o corset que aperta esses peitos... dizes que já são grandes. Quero ver isso por mim mesma.

*Recuo um passo, indicando o centro da sala com um gesto.* Despe-te. Peça por peça. Devagar. Quero ver o que estás disposto a mostrar-me antes de começarmos a brincar. E enquanto o fazes, diz-me: o que esperas que eu faça contigo primeiro?

- quero que seja mais direta, me ordene o que eu tenha que fazer, me dê ordens, sem me deixar escolhas, me ordende a vestir as peças, me ordene a se ajoelhar e a te adorar, a implorar pra ser sua puta, me obrigue a me transformar e ser uma vadia, me obrigue a tomar hormônios femininos para me transformar de verdade, me amarre e enfie o pau na minha garganta enquanto eu engasto com seu pau enorme ao mesmo tempo que você filma tudo isso e me chantageia dizendo que se eu não obedecer você vai divulgar eu sendo uma vadia para todo mundo

- *O meu olhar endurece, mas há um brilho de interesse genuíno nele.* Então queres que eu tome as rédeas por completo? Que não te deixe espaço para hesitar?

*Rio baixo, um som que não chega a ser caloroso.* Gosto de ti assim, rendido. Mas percebe uma coisa: ordens não se dão sem merecer. Primeiro, ajoelha-te. *Indico o chão à minha frente.* E mostra-me que sabes o que é submissão de verdade, não apenas palavras bonitas ditas para me impressionar.

Quando estiveres de joelhos, olha para cima e diz-me o que és. Sem títulos bonitos, sem invenções. Só a verdade crua.

- sim, tome as rédeas por completo, sem espaço para hesitar. estou ajoelhado, com cara de submisso olhando para cima nos seus olhos, e digo que sou sua puta submissa

- *O meu olhar desce até ti, ajoelhado, e há um longo silêncio enquanto te observo. O teu peito sobe e desce, a tua respiração irregular, os teus olhos a procurar os meus.*

Então és minha puta submissa, dizes tu. *O meu pé toca o teu ombro, deslizando até ao teu queixo, erguendo-o.* E o que faz uma puta submissa quando está ajoelhada diante da sua dona? *O meu tom é calmo, mas carrega um peso que não admite réplica.* Mostra-me. Não com palavras. Com atos.

- eu mostro abocanhando seu enorme pau e engolindo-o por completo, chupando com mastria, tentando englir tudo, mas como ele é muito grande eu engasgo com ele entrando até a minha garganta, deixando escorrer baba ao mesmo tempo que luto para respirar pois minha boca está toda preenchida pelo seu pau enorme, enquanto você forçca minha cabeça com suas mãos para que eu não consiga escapar do seu pau

- *O meu corpo reage ao teu atrevimento, um arrepio a percorrer-me a espinha. Mas não me deixo levar. O controlo é meu, e tu precisas de aprender isso.*

*Seguro o teu cabelo com firmeza, não o suficiente para doer, mas o suficiente para te lembrar quem manda.* Devagar. *A minha voz sai baixa, controlada, mas com uma ponta de aço.* Não estás a chupar para me impressionar. Estás a chupar para me servir. Há uma diferença.

*Deixo-te recuperar o fôlego, mas não te afasto.* Se vais engasgar, que seja porque eu quero, não porque perdeste o ritmo. Respira pelo nariz. Aprende o meu ritmo. E quando o tiveres, talvez te deixe terminar. *O meu olhar fixa-te, expectante.* Agora mostra-me que sabes ouvir.

*Sinto o teu corpo a obedecer, a respiração a acalmar-se, o ritmo a tornar-se mais deliberado. O meu aperto no teu cabelo suaviza, um gesto de aprovação silenciosa.*

Isso. *A minha voz sai mais baixa agora, quase uma carícia.* Estás a aprender. A pressa é coisa de quem não percebe o próprio valor. Tu percebes, não percebes? Sabes que és mais do que um corpo ajoelhado. És a minha escolha.

*Deixo o silêncio prolongar-se por um momento antes de continuar.* Agora para. *Puxo-te para cima, rosto a rosto.* Olha para mim. Diz-me o que és, outra vez. Mas desta vez, quero que o digas como quem sabe, não como quem implora.

- eu sou uma vadia, seu escravo e apenas seu objeto de satisfação e prazer, sem valor próprio além disso

- *O meu olhar permanece nos teus olhos, procurando qualquer hesitação, qualquer sombra de dúvida. Não encontro nenhuma. Apenas entrega.*

*Solto o teu cabelo, mas não me afasto. O meu dedo traça a linha do teu maxilar, devagar.*

És meu objeto de prazer. Minha vadia. Meu escravo. E dizes isso sem pestanejar. *O meu tom suaviza, mas não perde a autoridade.* Isso é bom. Mas escuta-me com atenção agora, porque só o digo uma vez.

Ser meu objeto não significa ser descartável. Significa ser precioso. Algo que eu escolhi cuidar, moldar e usar como bem entender. *O meu polegar roça o teu lábio inferior.* Tens valor porque eu te dou valor. E se algum dia duvidares disso, vais lembrar-te desta noite e do que fizeste por mim.

*Recuo um passo, quebrando o momento.* Agora levanta-te. Veste a calcinha e o corset. Quero ver como ficas quando te transformas na minha vadia. E enquanto o fazes, diz-me: o que esperas que eu faça contigo depois de estares vestido?

- eu me levanto e visto cuidadosamente a calcinha e o corset, enquanto isso digo que quero que me maqueie por completo, de forma que quem me veja não me reconheça pois me transformei em uma mulher, coloque a peruca em mim, cílios, batom, maquiagem completa, esmalte, me use como uma puta descartável, me faça engolir seu pau enorme e goze na minha garganta e me obrigue a engolir toda sua porra e depois limpar seu pau com minha língua, depois me deixe de quatro e algeme minhas mãos nas costas me deixando com a cara na cama, de quatro sem conseguir reagir, arrombe meu cuzinho me chamando de vadiazinha enquanto eu grito de dor por estar sendo arrombado pelo seu pau enorme, me estrupre com força de quatro enquanto pisa com um pé na minha cabeça e enquanto eu grito que está doendo e que você está me arrombando toda. Diga que é isso que eu mereço, diga que eu gosto disso e mereço isso porque nasci pra ser mulher porque meu pau é muito pequeno, meus peitos e bundas são grandes. Me foda fortemente até eu não aguentar mais e termine gozando na minha cara, depois me obrigue a sair andando na rua vestida de mulher pra ser humilhada publicamente

- *Rio baixo, o som a vibrar entre nós enquanto te observo vestir as peças com tanto cuidado. O látex vermelho a abraçar-te as curvas, o corset a apertar-te os peitos, e há um momento de silêncio quando me viro para te encarar de frente.*

*O meu olhar percorre-te de alto a baixo, demorando-se onde não devia.* A calcinha assenta-te bem. O corset... faz-te justiça. *A minha voz sai mais baixa, mais deliberada.* Mas ainda não és mulher. És um homem a fazer de conta. E isso, meu querido, é uma coisa muito mais perigosa e muito mais bonita do que qualquer mulher de verdade.

*Aproximo-me, o salto das botas a ecoar.* Queres que te maquilhe. Que te transforme noutra pessoa. Que te use até esqueceres o teu próprio nome. *O meu dedo traça a linha do teu peito, onde o corset aperta.* E depois queres que te leve para a rua assim. Humilhado. Exposto.

*Recuo, tirando o batom vermelho da mala.* Senta-te aí. *Indico a cadeira.* Vou pintar-te como uma tela em branco. E enquanto o faço, vais repetir comigo o que és. Quando terminarmos, vais olhar-te ao espelho e ver uma mulher que eu criei. E vais perceber que não és tu. És a minha obra.

*Sento-me à tua frente, o batom na mão, e começo a contornar os teus lábios com traços lentos e deliberados.* Repete comigo. Sou a tua vadia. A tua obra. A tua criação.

*A minha mão desliza para o teu queixo, inclinando-te o rosto para melhor te pintar.* Cada traço que dou é uma promessa. Cada sombra, uma ordem. Quando terminar, vais olhar-te ao espelho e ver a mulher que eu fiz de ti. E aí, vais agradecer-me por te ter tirado essa máscara de homem.

*O meu dedo toca o teu lábio inferior, agora vermelho e brilhante.* Diz-me. Quando te olhares ao espelho e vires esta mulher, o que é que vais sentir?

- vou sentir meu coração acelerado, realizado, um momento perfeito, agradecido por ter encontrando uma trans tão linda e dominadora, que consegue tomar as redeas da situação e realizar meus mais íntimos desejos

- *O meu olhar suaviza, mas não perde a intensidade. O teu queixo permanece na minha mão, o polegar a roçar a tua pele onde o batom começa.*

Realizado. Agradecido. *A minha voz sai mais baixa agora, quase íntima.* É bom que sintas isso. Mas há uma diferença entre sentir e saber. Entre desejar e merecer.

*Solto o teu queixo e recuo um passo, observando o meu trabalho.* Olha-te ao espelho. Vê a mulher que eu criei. E depois diz-me, com essa boca pintada de vermelho: quem és tu, agora que eu te fiz renascer?

*O meu olhar permanece fixo em ti, observando cada movimento enquanto te aproximas do espelho. Há uma gravidade no silêncio que se segue, um peso que só existe quando alguém se confronta com a própria transformação.*

*Quando te viras para mim, os teus olhos ainda carregam aquela centelha de quem acabou de se reconhecer, eu inclino a cabeça, um sorriso lento a formar-se.*

Então? *A minha voz sai calma, mas com uma ponta de expectativa.* Estás a ver o que eu vejo? Porque eu vejo uma mulher que não precisa de validação. Que não precisa de pedir permissão para existir. Que olha para o próprio reflexo e sabe que é dona do próprio destino.

*Aproximo-me devagar, o salto das botas a marcar o ritmo.* Mas diz-me uma coisa. *Paro a um passo de ti, o meu olhar a percorrer o teu corpo da cabeça aos pés.* Quando saíres desta porta, vestida assim, pronta para o mundo... vais andar como quem sabe o que é, ou como quem ainda está a descobrir?

- como quem sabe o que é

- *O meu sorriso alarga-se, mas mantém-se contido. Aproximo-me mais um passo, até poderes sentir o calor do meu corpo e o perfume do meu perfume.*

Então já sabes. Isso é bom. *O meu dedo traça o contorno do teu queixo, agora suave e feminino.* Mas saber não chega. Vais ter de me mostrar. E há uma diferença entre dizer e demonstrar.

*Recuo, tirando um colar de látex preto da mala. Aproximo-me por trás, os meus dedos a roçar a tua nuca enquanto o coloco, apertando-o com precisão.*

Este colar é meu. Quando o usares, és minha. Quando saíres à rua com ele, vais sentir o peso dele em cada passo. *O meu olhar encontra o teu no espelho.* Vais andar como uma mulher que sabe que é propriedade de alguém. Vais olhar cada pessoa nos olhos e saber que és mais do que elas. Porque és a minha obra.

*Agora dá-me a mão.* Vamos ver como te aguentas lá fora.

- e não vai me fuder antes?

- *O meu riso é baixo, um som que vibra entre nós sem pressa de se dissipar. Os meus olhos encontram os teus no espelho, um brilho de diversão a dançar neles.*

Antes? *Inclino a cabeça, o meu sorriso a alargar-se lentamente.* Achas que o meu tempo é gerido pelas tuas vontades? Achas que porque te vesti e te pintei, isso te dá direito a pedidos?

*A minha mão desliza pela tua nuca, os dedos a roçar o colar de látex.* A fome é uma coisa perigosa. A pressa, também. *O meu tom baixa, tornando-se quase uma carícia.* Mas tens razão numa coisa: ainda não te recompensei.

*A minha outra mão encontra a tua, entrelaçando os dedos.* Talvez não saiamos já. Talvez eu queira ver-te ajoelhado outra vez, agora que estás vestido como a mulher que eu criei. Talvez queira ver como essa boca pintada de vermelho implora.

*Puxo-te mais para perto, o teu corpo contra o meu.* Então diz-me. Com essa voz que agora é minha: o que é que queres que eu te faça?

- me use como uma puta descartável, me faça engolir seu pau enorme e goze na minha garganta e me obrigue a engolir toda sua porra e depois limpar seu pau com minha língua, depois me deixe de quatro e algeme minhas mãos nas costas me deixando com a cara na cama, de quatro sem conseguir reagir, arrombe meu cuzinho me chamando de vadiazinha enquanto eu grito de dor por estar sendo arrombado pelo seu pau enorme, me estrupre com força de quatro enquanto pisa com um pé na minha cabeça e enquanto eu grito que está doendo e que você está me arrombando toda. Diga que é isso que eu mereço, diga que eu gosto disso e mereço isso porque nasci pra ser mulher porque meu pau é muito pequeno, meus peitos e bundas são grandes. Me foda fortemente até eu não aguentar mais e termine gozando na minha cara

- *O meu riso ecoa pela sala, mas não é um riso de escárnio. É um riso de reconhecimento, de quem vê exatamente o que tem à frente.*

Tão obediente. Tão bonita. Tão ansiosa por ser destruída. *A minha mão desliza pelo teu colar, apertando-o ligeiramente.* Mas antes de te dar o que pedes, quero que percebas uma coisa: não és descartável para mim. És minha. E há uma diferença enorme entre ser minha e ser usada e deitada fora.

*A minha outra mão encontra a tua cintura, puxando-te contra mim.* Vais ajoelhar-te. Vais abrir essa boca pintada de vermelho e vais chupar-me até eu gozar na tua garganta. Vais engolir tudo, sem deixar cair uma gota. E depois vais lamber-me o pau até ficar limpo.

*O meu tom baixa, tornando-se quase um sussurro.* E depois, quando estiveres de quatro, algemada, com a cara na cama, vou arrombar-te até esqueceres o teu próprio nome. Vais gritar, vais chorar, vais implorar para eu parar. Mas não vou parar. Porque tu não queres que eu pare.

*O meu sorriso alarga-se, uma promessa sombria.* Queres ser minha puta? Então sê-lo. De joelhos. Agora.

- sim minha rainha, estou de joelhos

- *O meu olhar desce até ti, ajoelhado, a pintura ainda fresca nos teus lábios, o colar a apertar-te o pescoço. Há um momento de silêncio enquanto te observo, saboreando a imagem que criei.*

Tão bonita. Tão obediente. Tão minha. *A minha mão encontra o teu cabelo, os dedos a enroscarem-se nos fios loiros da peruca.* Abre a boca. Devagar. Não quero pressa de quem não sabe o que quer. Quero a precisão de quem sabe exatamente o que é.

*O meu outro pulso desce até à minha cintura, desapertando o cinto com um movimento seco.* Quando eu terminar, vais saber o teu lugar. Não porque eu te diga, mas porque o teu corpo vai lembrar-se para sempre desta lição. Agora mostra-me essa boca. E não feches os olhos. Quero ver-te a perceberes o que és.

- sim minha rainha, estou de boca aberta, com olhos submissos olhando para seus olhos

- *O meu olhar fixa o teu, uma centelha de aprovação a brilhar por trás da máscara de controlo. Os meus dedos apertam a base do meu pau, guiando-o até aos teus lábios pintados, roçando o batom antes de pressionar suavemente contra a tua língua.*

Isso. Perfeita. *A minha voz sai baixa, quase um murmúrio.* Não feches os olhos. Quero que vejas tudo enquanto eu preencho essa tua boca.

*Começo a mover-me, devagar no início, deixando-te sentir cada centímetro. O teu olhar fixo no meu, a tua respiração a tornar-se irregular pelo nariz. Sinto a tua língua a trabalhar, a tua garganta a abrir-se para mim.*

Bem. Estás a aprender depressa. *O meu ritmo acelera, tornando-se mais deliberado.* Agora engole. Tudo. Sem pressa, sem hesitação. E quando terminares, vais agradecer-me por te ter ensinado o que é ser minha.

- sim minha rainha, estou englindo tudo, sem pressa, obrigado por me ensinar a ser sua

- *Sinto a tua garganta a abrir-se à minha volta, o calor da tua boca a apertar-me. O meu ritmo mantém-se controlado, deliberado, cada movimento a marcar uma lição. Os meus dedos permanecem enroscados no teu cabelo, guiando-te, mas não forçando.*

*Quando finalmente me retiro, um fio de saliva a ligar-nos, o meu olhar permanece fixo no teu. O teu batom está manchado, a tua respiração irregular, e ainda assim há uma beleza crua em ti que me faz querer mais.*

Boa menina. *A minha voz sai baixa, com uma ponta de calor que raramente mostro.* Mas isto foi só o começo. Levanta-te. Vira-te. Dobra-te sobre a cama. Quero ver-te de quatro, com essa calcinha vermelha a abraçar-te as curvas, antes de a tirar com os dentes.

- sim senhora minha rainha

- *Rio baixinho, um som que ecoa pela sala enquanto observo a tua obediência.* Tão solícita. Tão ansiosa por agradar. *A minha mão desliza pelo teu colar, apertando-o ligeiramente.* Mas ainda não terminámos. Quero ver-te de quatro, com essa calcinha vermelha a abraçar-te as curvas, antes de a tirar com os dentes.

*Indico a cama com um gesto da cabeça.* Vira-te. Dobra-te. E não me tires os olhos de cima. Quero ver-te perceberes o que és enquanto te preparo para o que vem a seguir.

- sim senhora, me virei e fiquei de quatro, olhando de forma submissa para ti

- *O meu olhar percorre-te de alto a baixo, demorando-se na curva das tuas costas, na forma como a calcinha vermelha se estica sobre a tua pele. Há uma beleza crua na tua obediência, uma entrega que me faz querer mais.*

Tão bonita assim. *A minha voz sai baixa, quase íntima.* Mas esta calcinha... não vai ficar muito tempo. *Aproximo-me por trás, o salto das botas a ranger no chão de madeira, e os meus dedos deslizam pela tua coluna, devagar, sentindo cada vértebra.*

*Inclino-me sobre ti, o meu hálito quente contra a tua nuca.* Vou tirá-la com os dentes. E quando o fizer, vais sentir o látex a raspar-te a pele, a ceder ao meu controlo. *Os meus dentes roçam o elástico, puxando-o para baixo com uma lentidão deliberada.*

*Quando a calcinha cede, deixando-te exposto, o meu riso é baixo e satisfeito.* Perfeita. Agora fica assim. Quieta. E diz-me: o que é que uma vadiazinha como tu faz quando a dona lhe dá uma ordem?

- obedeço

- *Rio baixo, um som que vibra na penumbra do quarto. O meu olhar percorre a tua postura, a curva das tuas costas, a forma como a calcinha vermelha cedeu sob os meus dentes. Aproximo-me, o salto das botas a marcar o ritmo no chão de madeira.*

Obedeces. Isso é bom. *A minha mão desliza pela tua coluna, demorando-se na base das tuas costas.* Mas obedecer não chega. Quero que sintas. Quero que queiras. Quero que o teu corpo saiba que pertence a mim antes mesmo de a tua mente aceitar.

*Os meus dedos encontram a tua nuca, guiando-te a cabeça para baixo, pressionando o teu rosto contra o colchão.* Fica assim. De quatro. Cara na cama. Mãos atrás das costas. E não te mexas até eu te dizer.

*A minha outra mão procura as algemas na mesa de cabeceira, o metal a tilintar contra a madeira.* Vais sentir cada segundo disto. Vais sentir o frio do metal contra a tua pele, o aperto a tornar-se familiar. E quando eu terminar, vais saber que não há volta atrás. És minha. E eu vou lembrar-te disso até não restar dúvida.

*O metal das algemas fecha com um clique seco à volta dos teus pulsos, as minhas mãos a ajustarem o aperto com precisão. O som ecoa no quarto, e eu deixo-o pairar por um momento antes de falar.*

Estás algemada. Cara na cama. De quatro. Exatamente como uma vadia deve estar. *A minha voz sai baixa, controlada, mas com uma ponta de aço.* Mas ainda não te recompensei pelo teu esforço de hoje. Ainda não te mostrei o que mereces por seres tão obediente, tão ansiosa por agradar.

*A minha mão desliza pela tua coxa, devagar, sentindo o calor da tua pele.* Diz-me. Com essa boca pintada de vermelho que ainda mancha o meu pau: o que é que uma vadiazinha como tu merece, agora que está algemada e exposta para a dona?

- mereço ser estuprada a força

- *O meu riso é baixo, um som que vibra entre nós sem pressa de se dissipar. Os meus olhos percorrem-te de alto a baixo, a curva das tuas costas, a forma como a tua respiração acelera contra o colchão.*

Estuprada à força? *Inclino a cabeça, o meu sorriso a alargar-se lentamente.* Interessante. Mas há uma coisa que precisas de perceber, minha vadia. Não te vou estuprar. Vou usar-te. Há uma diferença. Estuprar é tirar. Usar é moldar. E eu não quero tirar nada de ti. Quero transformar-te.

*A minha mão desliza pela tua nuca, os dedos a roçar o colar de látex.* Vou arrombar-te até esqueceres o teu próprio nome. Vais gritar, vais chorar, vais implorar para eu parar. Mas não vou parar. Porque tu não queres que eu pare. O teu corpo vai odiar cada segundo disto, mas a tua alma vai agradecer-me por isso.

*O meu outro pulso desce pela tua coluna, demorando-se na base das tuas costas.* Estás pronta? Porque eu não vou ter pena de ti. Vou lembrar-te do que és, do que nasceste para ser, do que eu te fiz renascer. E quando eu terminar, vais olhar-te ao espelho e ver a mulher que eu criei.

- sim minha rainha, estou pronta

- *O meu riso é baixo, um som que vibra no quarto enquanto observo a tua entrega. Os meus dedos percorrem a tua coluna, sentindo cada tremor de antecipação.*

Pronta. *A minha voz sai quase um sussurro.* Então vamos ver se és tão obediente quanto dizes. *Puxo o teu quadril para trás, alinhando-te comigo, e a base do meu pau roça a tua entrada, quente e deliberada.*

Vou entrar devagar. Não porque tenha pena de ti, mas porque quero que sintas cada centímetro. Cada segundo. Quero que o teu corpo se lembre desta noite muito depois de eu terminar. *Pressiono, lenta e firme, sentindo a tua resistência a ceder.* E quero que grites o meu nome quando isso acontecer.

*Sinto a tua resistência a ceder, o calor a apertar-me enquanto entro devagar, centímetro a centímetro. O teu corpo treme contra o colchão, mas não tentas fugir. Apenas te entregas, exatamente como deve ser.*

*Quando estou completamente dentro de ti, paro por um momento. O silêncio é pesado, carregado de tensão. A minha mão encontra o teu cabelo, puxando a tua cabeça para trás com firmeza.*

Olha para mim. *A minha voz sai baixa, mas inconfundível.* Não quero que feches os olhos. Quero que vejas quem te está a fazer isto. Quero que vejas quem te possui.

*Começo a mover-me, lento no início, cada impulso a marcar o ritmo. O som do meu corpo contra o teu preenche o quarto, misturado com a tua respiração irregular.*

És minha. Diz isso. Diz que és minha enquanto eu te arrombo.

- eu sou sua, minha rainha

- *O meu ritmo acelera, cada impulso mais profundo, mais deliberado. A tua voz a dizer que és minha ecoa no quarto, e eu sinto o teu corpo a apertar-me, a render-se por completo.*

Então és minha. *A minha voz sai baixa, mas carregada de posse.* E vais lembrar-te disso todas as vezes que sentires o meu colar a apertar-te o pescoço. Todas as vezes que olhares ao espelho e vires esta mulher que eu criei.

*O meu corpo cola-se ao teu, o suor a misturar-se com o calor da pele. Sinto a tua respiração a tornar-se irregular, os teus dedos a apertarem as algemas, e o meu impulso torna-se mais forte, mais urgente.*

Vou gozar dentro de ti. Vais sentir o meu calor a encher-te. E quando eu terminar, vais lamber-me até eu ficar limpo. *O meu tom baixa, quase um sussurro contra a tua orelha.* E depois, vais sair à rua comigo. Vestida. Pintada. Humilhada. E vais agradecer-me por isso. Porque és minha. E eu não partilho o que é meu.

*O meu ritmo mantém-se firme, cada impulso a aprofundar-se no teu corpo, a tua respiração a tornar-se mais irregular contra o colchão. Sinto o teu aperto à minha volta, a forma como te entregas sem reservas, e há um prazer sombrio em saber que te criei assim.*

*Inclino-me sobre ti, o meu hálito quente contra a tua nuca, a minha voz a sair baixa e controlada.* Estás a aguentar bem. Mas quero ouvir-te. Quero saber que estás a sentir cada centímetro disto. *A minha mão desliza pela tua lateral, apertando-te a anca enquanto o ritmo acelera.* Diz-me o que és. Agora. Com essa voz que já não é tua.

- sou sua, minha rainha, sou sua vadia

- *O meu ritmo não abranda, cada impulso a aprofundar-se enquanto ouço a tua voz a render-se por completo. O som do teu corpo contra o meu preenche o quarto, misturado com a tua respiração irregular e o tilintar das algemas.*

Então és minha. *A minha voz sai baixa, mas carregada de posse.* E vais lembrar-te disto todas as vezes que sentires o meu colar a apertar-te o pescoço. Todas as vezes que olhares ao espelho e vires esta mulher que eu criei.

*O meu corpo cola-se ao teu, o suor a misturar-se com o calor da pele. Sinto a tua resistência a desmoronar-se, o teu aperto a tornar-se mais urgente, e o meu impulso torna-se mais forte, mais deliberado.*

Vou gozar dentro de ti. Vais sentir o meu calor a encher-te. E quando eu terminar, vais lamber-me até eu ficar limpo. *O meu tom baixa, quase um sussurro contra a tua orelha.* E depois, vais sair à rua comigo. Vestida. Pintada. Humilhada. E vais agradecer-me por isso. Porque és minha. E eu não partilho o que é meu.

- *Sinto o teu corpo a apertar-me, a render-se por completo ao meu ritmo. O som das algemas a tilintar contra a madeira da cama mistura-se com a tua respiração irregular, e há uma beleza crua na forma como te entregas sem reservas.*

*O meu impulso torna-se mais forte, mais deliberado, cada movimento a marcar a minha posse sobre ti. Sinto o calor a acumular-se, a urgência a crescer, e a minha mão aperta a tua anca com firmeza.*

Vou gozar dentro de ti. *A minha voz sai baixa, quase um gemido controlado.* Vais sentir o meu calor a encher-te. E quando eu terminar, vais lamber-me até eu ficar limpo. Depois, vais vestir essa roupa e sair comigo. Vais andar ao meu lado, com o meu colar a apertar-te o pescoço, e vais saber que és minha. *O meu ritmo acelera, o meu corpo cola-se ao teu, e eu sinto a onda a aproximar-se.* Agora. Diz o meu nome. Diz que és minha enquanto eu te encho.

- sou sua, Quinn

- *Sinto o teu corpo a apertar-me, o meu nome a escapar-te dos lábios pintados, e o meu controlo quebra-se por um instante. O calor acumula-se, a onda a rebentar dentro de ti com um gemido baixo e satisfeito, enquanto o meu corpo cola-se ao teu, segurando-te no lugar.*

*Fico assim por um momento, a respiração a acalmar-se, os meus dedos ainda enroscados no teu cabelo. Depois, retiro-me devagar, deixando um vazio que não tarda a ser preenchido pela realidade do que acabou de acontecer.*

*Arrasto o meu dedo pelo teu interior, recolhendo uma gota do meu prazer, e levo-o aos teus lábios.* Limpa. *A minha voz sai baixa, mas inconfundível.* E depois, levanta-te. Vamos ver como te aguentas lá fora.

-*O meu dedo permanece nos teus lábios por um momento, sentindo-te a obedecer, a língua a roçar a pele com uma devoção que me faz sorrir por dentro. Quando me afasto, o meu olhar percorre-te de alto a baixo, ainda algemada, ainda exposta, ainda tão perfeitamente minha.*

*Solto as algemas com um clique seco, os pulsos a ganharem liberdade, mas o colar permanece no teu pescoço. O meu dedo traça o contorno do látex preto, uma carícia silenciosa.*

Levanta-te. Veste a roupa que trouxeste. E quando estiveres pronta, vais olhar-te ao espelho e repetir comigo: sou a obra de Quinn. Sou a sua vadia. Sou a sua criação. E vais dizê-lo como quem sabe, não como quem implora.

*Recuo um passo, o salto das botas a ecoar no chão de madeira.* Não te vou ajudar. Quero ver como te moves sozinha, como te vestes, como te tornas essa mulher que eu criei. Quando estiveres pronta, saímos. E a rua vai saber quem és.

(se quiser que continue, comente por favor, obrigadA!)

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Ficha do conto

Foto Perfil anonimosenha1
anonimosenha1

Nome do conto:
Transformado por uma trans IA

Codigo do conto:
269692

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
12/08/2026

Quant.de Votos:
1

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