O jovem aprendiz da loja do meu pai....

Oi... eu sou a Paloma.
Quarenta anos, cabelos longos e ruivos, seios pesados e fartos que quase transbordam do sutiã, cintura marcada e um quadril largo que balança pesado quando eu ando. Passei anos num casamento sem fogo, sem desejo de verdade. Agora que estou livre, meu corpo grita por tudo o que me negaram. Ainda tenho aquele jeito meio inocente, quase ingénua… mas o prazer me estraga fácil demais. Eu gosto de ser dominada. Gosto quando alguém mais novo, mais safado, me usa sem pena.
E foi exatamente isso que aconteceu com o aprendiz da loja do meu pai.
Ele tinha dezoito anos completos. Alto, magro, braços já fortes de carregar cimento e madeira o dia inteiro. Cabelo escuro sempre bagunçado, sorriso de quem sabe exatamente o que quer e não tem vergonha nenhuma de pedir. O nome dele era Lucas. Trabalhava na loja de materiais de construção do meu pai há quase um ano. Eu ia lá de vez em quando levar documentos, buscar alguma coisa, ou só porque o cheiro de serragem e suor jovem me deixava inquieta entre as pernas.
Naquela tarde quente de sexta-feira, a loja estava quase vazia. Meu pai tinha saído para resolver um problema com um fornecedor. Fiquei sozinha com Lucas no depósito dos fundos. Ele estava de camiseta preta suada colada no peito, calça jeans baixa demais na cintura, mostrando a linha de pelos escuros que descia abaixo do umbigo. Eu usava um vestido leve, sem sutiã por baixo — os seios pesados balançavam livremente a cada passo — e uma calcinha fina que já estava úmida só de sentir o olhar dele em mim.
— Dona Paloma… — ele disse, a voz rouca, se aproximando sem pressa. — O senhor não está, né?
Eu engoli em seco. Tentei manter a compostura, mas o cheiro dele — suor limpo, madeira, tesão jovem — me fez tremer as coxas.
— Não está, não… — respondi, a voz saindo mais baixa do que eu queria.
Lucas fechou a porta do depósito com o pé. O barulho do trinco ecoou. Ele se aproximou até ficar colado em mim, o corpo quente pressionando os meus seios fartos contra o peito dele. A mão grande dele subiu pela minha coxa, levantando o vestido sem pedir licença.
— Eu vejo o jeito que a senhora me olha… — murmurou no meu ouvido, a respiração quente. — Toda vez que vem aqui. Fica com a boca entreaberta, apertando as pernas. A senhora quer, né? Quer que eu te foda igual uma putinha.
Eu gemi baixinho, as pernas já bambas. Tentei protestar, mas a mão dele já tinha chegado na calcinha. Dois dedos grossos deslizaram por baixo do tecido fino e encontraram minha buceta encharcada, os lábios inchados e escorrendo.
— Porra… — ele riu baixinho, safado. — Tá pingando. Quarenta aninhos e a xota já tá babando por um pirocudo de dezoito.
Ele me virou de costas com força, me empurrando contra a pilha de sacos de cimento. O vestido foi levantado até a cintura. A calcinha foi puxada para o lado. Ouvi o barulho do zíper. Quando senti a cabeça grossa e quente da pica dele esfregar entre os meus lábios molhados, soltei um gemido alto, quase um choro.
— Abre essa buceta madura pra mim — ordenou, a voz já mais grossa de tesão.
Ele enfiou de uma vez só. A pica dele era grossa, veia pulando, e abriu minha boceta com violência deliciosa. Eu gritei, as unhas cravando nos sacos de cimento. Ele não esperou eu me acostumar. Começou a meter fundo, rápido, o barulho molhado da minha buceta engolindo ele ecoando no depósito.
— Isso… geme pra mim, dona Paloma. Geme igual a puta que você é.
As mãos dele apertaram meu quadril largo com força, me puxando para trás a cada estocada. Os seios pesados balançavam para fora do decote, os mamilos duros raspando no tecido áspero dos sacos. Ele me fodia sem dó, a pica entrando até o fundo, batendo no meu útero, me fazendo babar e gemer alto.
— Mais fundo… por favor… — eu implorei, a voz já quebrada de prazer.
Ele riu, safado, e deu um tapa forte na minha bunda gorda. Depois outro. E outro. A pele queimava. Em seguida ele me puxou pelo cabelo ruivo, forçando minha cabeça para trás, e meteu ainda mais fundo.
— Olha pra mim enquanto eu te encho de porra — ordenou.
Eu virei o rosto o máximo que consegui. Os olhos dele estavam escuros de tesão. Ele me beijou com violência, mordendo meu lábio inferior enquanto continuava a me foder sem parar. A mão livre desceu e começou a esfregar meu clitóris inchado com o polegar, rápido e sem piedade.
Eu gozei primeiro. O orgasmo veio forte, as pernas tremendo, a buceta se contraindo loucamente em volta da pica dele, escorrendo mais ainda. Ele não parou. Continuou me usando através do orgasmo, me forçando a sentir cada centímetro enquanto eu gemia e choramingava de prazer demais.
Quando ele estava perto, puxou a pica para fora, me virou de frente e me empurrou de joelhos no chão sujo do depósito. A pica molhada da minha buceta esfregou nos meus lábios.
— Chupa. Limpa essa porra toda e engole tudo que eu te der.
Eu abri a boca como uma putinha obediente. Ele enfiou a pica até o fundo da minha garganta de uma vez, segurando minha cabeça pelos cabelos ruivos. Cuspi e babava, os olhos marejados, mas eu chupava com vontade, a língua rodando na cabeça grossa, a garganta se abrindo para ele. Ele gemeu alto e gozou. Jatos quentes e espessos encheram minha boca. Eu engoli tudo, como ele mandou, a língua limpando até a última gota.
Depois ele me puxou de volta para cima, me beijou de novo — dessa vez mais lento, quase carinhoso — e murmurou no meu ouvido:
— Amanhã o seu pai sai de novo às três. Eu quero você aqui de novo. Sem calcinha. E dessa vez eu vou foder esse cuzinho apertado também.
Eu ainda tremia, o vestido amassado, a buceta latejando e escorrendo porra e porra misturada. Olhei para ele, os lábios inchados, o olhar já viciado.
— Eu venho… — sussurrei.
E eu fui.
No dia seguinte, e no outro, e no outro. O aprendiz safado de dezoito anos me transformou na puta madura que eu sempre quis ser. E eu, inocente demais para o próprio bem, me deixei estragar completamente pelo prazer dele.
Foto 1 do Conto erotico: O jovem aprendiz da loja do meu pai....


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269710 - Primeira vez com negão - Categoria: Interrraciais - Votos: 2

Ficha do conto

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Nome do conto:
O jovem aprendiz da loja do meu pai....

Codigo do conto:
269704

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/08/2026

Quant.de Votos:
3

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