Primeira vez com negão

Oi… eu sou a Paloma.
Quarenta anos, cabelos longos e ruivos caindo pelas costas, seios fartos e pesados que balançam com o menor movimento, cintura marcada e um quadril largo, carnudo, feito para ser agarrado com força. Passei anos num casamento sem fogo, sem desejo de verdade. Agora que estou livre, meu corpo grita por tudo o que me foi negado. Ainda carrego um resto de ingenuidade… mas o prazer me estraga fácil demais. Eu gosto de ser dominada. Gosto quando um homem me usa sem pena, me abre, me enche e me faz gemer como uma puta.
E a primeira vez com um negão picudo… mudou tudo.
Aconteceu numa sexta-feira à noite. Eu estava num bar discreto do centro, sozinha, vestido preto justo que marcava cada curva, sem sutiã, os mamilos duros já pressionando o tecido. Eu só queria um drink e um pouco de atenção. Foi quando ele apareceu.
Alto, pele escura e brilhante, ombros largos, braços grossos, peito largo. A camisa preta aberta no peito mostrava um colar de ouro simples. O olhar dele me atravessou direto. Ele se aproximou sem pressa, a voz grave, rouca, cheia de confiança.
— Você tá sozinha demais pra uma mulher com esse corpo… — disse, o sorriso safado aparecendo. — Me chama de Marcos.
Eu engoli em seco. O cheiro dele — cologne cara misturado com suor masculino — me fez tremer as coxas. Aceitei o drink. Em menos de meia hora eu já estava no carro dele, um SUV preto, as mãos grandes dele subindo pelas minhas coxas enquanto dirigia.
No apartamento dele, ele não perdeu tempo. Me empurrou contra a parede assim que a porta fechou. O beijo foi violento, língua grossa invadindo minha boca, mãos grandes apertando minha bunda gorda com força. Eu gemia baixinho, já molhada, a calcinha encharcada.
— Tira isso — ele ordenou, a voz baixa e autoritária.
O vestido caiu no chão. Fiquei só de calcinha preta e salto. Ele deu um passo para trás e puxou a calça. Quando a cueca desceu, eu abri a boca sem conseguir fechar.
A pica dele era absurda. Grossa, preta, veia grossas pulando na lateral, a cabeça larga e brilhante de pré-gozo. Parecia impossível caber. Eu, mesmo com experiência, senti um frio na barriga misturado com um desejo sujo.
— Nunca viu uma dessas, né? — ele riu, safado, segurando o pau grosso na mão e batendo de leve na minha bochecha. — Ajoelha.
Eu desci. As mãos tremiam quando envolvi o pau dele. Mal conseguia fechar os dedos. Passei a língua na cabeça larga, sentindo o gosto salgado, e ele gemeu baixo. Segurou meu cabelo ruivo com força e enfiou a pica na minha boca de uma vez. A garganta ardeu. Eu engasguei, babando, os olhos marejando, mas ele não parou. Meteu fundo, me usando a boca como se eu fosse só um buraco quente.
— Isso… engole esse negão todo, putinha. Respira pelo nariz.
Quando ele tirou a pica da minha boca, um fio de saliva ligava meus lábios à cabeça grossa. Ele me puxou pelo cabelo até a cama, me jogou de quatro e puxou a calcinha para o lado. Os dedos grossos entraram na minha buceta encharcada, esticando.
— Tá pingando só de chupar. Vou te arrombar agora.
Ele posicionou a cabeça larga na minha entrada. Empurrou. Devagar no começo. Eu gritei. A dor e o prazer se misturaram de um jeito que nunca tinha sentido. Ele era grosso demais. Minha buceta ardia, esticava, engolia centímetro por centímetro. Quando ele chegou ao fundo, eu tremia toda, gemendo alto, a cara enterrada no travesseiro.
— Porra… que xota apertada pra uma mulher da sua idade — ele rosnou, e começou a meter.
As estocadas foram pesadas, profundas, o barulho molhado da minha buceta engolindo aquele pau preto ecoando no quarto. Cada vez que ele entrava até o fundo, a cabeça larga batia no meu útero e eu gemia como uma cadela no cio. As mãos grandes dele apertavam meu quadril largo com força, me puxando para trás, me obrigando a engolir tudo.
— Mais fundo… me fode mais fundo… — eu implorei, a voz já quebrada.
Ele riu e deu um tapa forte na minha bunda. Depois outro. A pele queimava. Em seguida me virou de barriga para cima, abriu minhas pernas até doer e enfiou de novo, agora olhando nos meus olhos. Os seios fartos balançavam com cada estocada. Ele se abaixou, mordeu um mamilo com força e chupou enquanto me fodia sem piedade.
Eu gozei primeiro. O orgasmo veio violento, a buceta se contraindo loucamente em volta daquela pica grossa, escorrendo por toda a base dele. Ele não parou. Continuou me usando através do orgasmo, me forçando a sentir cada veia, cada centímetro.
Quando estava perto, puxou a pica para fora, se ajoelhou na minha cara e gozou. Jatos quentes e espessos cobriram minha língua, meus lábios, meu queixo. Eu engoli o que consegui, a língua para fora, aceitando tudo como uma puta obediente.
Ele passou o polegar nos meus lábios, limpando a porra, e murmurou:
— Primeira vez com um negão de verdade… e você já ficou viciada. Amanhã você volta. Dessa vez eu quero esse cuzinho também.
Eu ainda tremia, a buceta latejando, aberta, escorrendo. Olhei para ele, os olhos já viciados, a boca suja de porra.
Foto 1 do Conto erotico: Primeira vez com negão

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira vez com negão

Codigo do conto:
269710

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
12/08/2026

Quant.de Votos:
2

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3