Publicado por Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 09/08/2026 13:00:53
Assuntos: Beco, Desconhecido, Heterossexual, Vingança.
Eu nunca fui dessas mulheres que se preocupam demais com o que vestem para sair. Aos trinta e quatro anos, com a traição do meu marido ainda fresca na pele como uma tatuagem malfeita, decidi que a melhor forma de seguir em frente era me jogar no primeiro barzinho de esquina que aparecesse. E foi assim que, naquela sexta-feira úmida da Serra de Sintra, eu estava sentada num banco alto, com as coxas grossas espremidas num vestido preto de malha que grudava em cada curva como se fosse uma segunda pele. O tecido era fino o suficiente para deixar claro que eu não estava usando sutiã — meus peitos, redondos e pesados, balançavam levemente a cada movimento, os mamilos marcando o pano como se implorassem por atenção. Por baixo, uma calcinha de renda preta, velha e um pouco folgada, que eu tinha escolhido mais por preguiça do que por vaidade.
O lugar estava cheio, mas o barulho das conversas e das risadas não conseguia abafar o zumbido na minha cabeça. Era a primeira vez que eu saía sozinha desde que o Paulo tinha me traído com uma estagiária de vinte e dois anos.
Foi quando ele apareceu.
Não posso dizer que era o homem mais lindo do mundo, mas seu sorriso franco me atraiu imediatamente.
Ele se aproximou do balcão, pediu uma cerveja e, quando se virou para procurar um lugar, nossos olhares se encontraram. Não foi um daqueles olhares tímidos, de quem desvia rápido. Ele me encarou de cima a baixo, devagar, como se estivesse memorizando cada detalhe. Senti o rosto esquentar, mas não desviei. Em vez disso, cruzei as pernas devagar, deixando o vestido subir um pouco mais, revelando o início das coxas. A calcinha de renda já estava úmida.
— Posso? — ele perguntou, apontando para o banco ao meu lado.
— Se você conseguir — respondi, dando um tapinha no assento.
Ele sorriu, um sorriso torto que fez meu estômago dar uma cambalhota, e se sentou. Cheirava a sabonete e a algo mais, algo quente e masculino que me fez querer me aproximar.
— Tufão — ele disse, estendendo a mão.
— Debora — apertei a mão dele, sentindo a aspereza da palma, os dedos longos envolvendo os meus por um segundo a mais do que o necessário.
Conversamos sobre coisas bobas... mas o tempo todo eu sentia o joelho dele roçando no meu, de propósito, como se estivesse testando até onde eu deixaria ir. E eu deixei. Deixei porque, pela primeira vez em meses, eu me sentia viva.
Senti a mão dele deslizar pela minha coxa, por baixo da mesa, os dedos quentes queimando minha pele através do tecido fino do vestido. Ele não perguntou se podia. Não precisava. Eu já estava molhada, a calcinha grudada na cona como se fosse uma segunda camada de pele.
— Vamos sair daqui — ele murmurou, os lábios quase encostando na minha orelha.
Eu não respondi. Apenas levantei, sentindo o vestido escorregar pelo corpo, o tecido roçando nos mamilos duros. Tufão pagou a conta sem tirar os olhos de mim, e quando saímos para a rua, o ar úmido da noite bateu no meu rosto como um tapa. Ele me puxou para um beco escuro ao lado do bar, encostou-me contra a parede de tijolos ásperos e me beijou.
A língua dele invadiu minha boca, explorando cada canto, enquanto as mãos agarravam minha bunda com força, me puxando contra ele. Senti a dureza do pau dele através da calça, grosso e longo, pressionando contra minha barriga. Gemi contra a boca dele, as unhas cravando em seus ombros.
— Porra, você é muito gostosa!
Ele me virou de frente para a parede, as mãos subindo pelo meu vestido até encontrarem a borda da calcinha. Com um puxão rápido, rasgou ela, o tecido fino cedendo sem resistência. Senti o ar frio bater na minha cona exposta, os lábios inchados e molhados.
— Caralho — ele gemeu, passando os dedos pela minha buceta. — Você tá encharcada.
— Cala a boca e me fode — respondi, empinando a bunda contra ele.
Ele não precisou de mais incentivo. Ouvi o barulho do fecho sendo aberto, o farfalhar da calça descendo. Em seguida, senti a cabeça do pau dele roçando minha entrada, quente e latejante. Ele não entrou de uma vez. Foi devagar, centímetro por centímetro, me fazendo gemer e me contorcer.
Quando ele finalmente estava todo dentro, parou por um segundo, me deixando sentir cada veia, cada centímetro do caralho grosso me preenchendo. Eu estava tão molhada que ele deslizou com facilidade, mas o tamanho dele me fez arder, um ardor delicioso que se espalhou pelo meu corpo como fogo.
— Agora me arromba — sussurrei, olhando para trás por cima do ombro.
Ele não se fez de rogado. Começou a meter com força, cada estocada profunda, os quadris batendo contra minha bunda com um som úmido e obsceno. A parede áspera arranhava meus peitos a cada movimento, mas eu não me importava. Tudo o que eu conseguia sentir era o pau dele me invadindo, me esticando, me fodendo como se eu fosse a última mulher na Terra.
— Isso, assim — ele grunhia, uma das mãos segurando meu cabelo, puxando minha cabeça para trás. — Geme pra mim, sua putinha.
E eu gemi. Gemi alto, sem me importar se alguém podia ouvir. Minhas pernas tremiam, a cona latejando em torno do pau dele, cada estocada me levando mais perto do limite.
— Eu vou gozar — avisei, a voz trêmula.
— Goza então — ele ordenou, metendo mais forte, mais rápido. — Goza no meu pau.
E eu gozei. Foi como uma explosão, um calor que começou na cona e se espalhou pelo corpo inteiro, me fazendo tremer e gritar. Tufão não parou. Continuou metendo, prolongando meu orgasmo, até que senti o pau dele inchar ainda mais dentro de mim.
— Vou gozar — ele avisou, a voz rouca.
— Dentro — pedi, sem fôlego. — Goza dentro.
Com um gemido gutural, ele meteu fundo e parou, o pau pulsando enquanto jorrava dentro de mim, quente e espesso. Senti cada jato de porra me preenchendo, escorrendo pelas minhas coxas quando ele finalmente se afastou.
Ficamos ali, ofegantes, o suor escorrendo pelas nossas peles, o cheiro de sexo misturado ao ar úmido da noite.