O amigo – relato 03
Estou narrando como meu casamento monótono se transformou, e minha esposa recatada se transformou, os relatos estão numerados após o título em sequência pra quem quiser ler em ordem
João é um amigo de longa data, desde os meus tempos de solteiro, baladas festas e de vez em quando gostávamos de pegar uma mulher em dois, sempre tivemos facilidade em fazer ménage, ele boa lábia, e eu não fico pra trás, então era relativamente fácil convencer as mulheres.
Dado um pequeno contexto sobre o amigo, vamos aos acontecimentos.
Com o passar do tempo Vanessa foi ficando mais desinibida, trocou as calças jeans e camisetas por roupas mais apertadas, tipo calças de academia que mostram todo o volume da sua bunda, e sua bct carnuda fica dividida ao meio, ou seja, mudou seu guarda roupas todo.
Estava bem diferente, pra melhor, gostei muito, disse abertamente que gostava dela bem mais ‘’exibida’’ e que não tinha ciúmes, que adorava que os homens olhassem pra ela, ela questionou se eu não ficaria bravo que ela conversasse com outro homem, respondi que não, desde que não fosse escondido, desde então notei que ela parou de bloquear nas redes, respondia aos elogios mais educados, mas tudo muito minimalista ainda, mas já era um avanço gigantesco.
João é aquele amigo de casa, com acesso e liberdade, seus 47 anos, grisalho, homem bonito.
Um dia ele foi transferido do serviço para outra cidade uns 200km de distância, ia mudar-se no dia 6 de setembro, véspera de feriado, que por coincidência no dia 7 é seu aniversário.
Ele veio ate mim e pediu se podia ajudar ele na outra cidade com a mudança, afinal cidade nova sem conhecer ninguém pra ajudar.
- É claro que nós vamos – interrompeu ela, bem solicita por sinal, aquilo já deu um gatilho em mim, vi ali uma possibilidade, mas não tinha certeza se era uma possibilidade mesmo ou era só a minha cabeça viajando.
No dia 5 uma sexta-feira, chegamos do trabalho, sentei pra descansar, ela disse:
- Não vai ajudar seu amigo a arrumar as coisas pra amanhã sair cedo? Liga pra ele e diga que vamos lá, ele deve estar arrumando as coisas.
Entreguei meu celular pra ela e pedi pra ligar, disse que estava com muita preguiça, mas tudo já fazia parte de um plano calculado, só queria ir testando os limites pra eu não enganar.
Prontamente ela pegou ligou por vídeo conversamos, ela numa desenvoltura gostosa, perguntou se tinha mais alguém ou se estava somente ele, ele disse que estava só, vi naquela pergunta dela que havia fortes indícios de que João podia ser um candidato.
Ele vestiu um shortinho branco relativamente curto e fomos.
Naquela bagunça, arrumando ela abaixava e o short ficava transparente mostrando a calcinha vermelha, eu observando atentamente, estava nítido, ela sorria para João, conversava.
Em certo momento ela disse:
Preciso ir em casa rapidinho, deixei roupa na máquina, deve estar pronto, já volto, tínhamos ido a pé, pertinho, 10 minutos de caminhada.
- Pegue minha moto – disse João pra ela
Ela aceitou, subiu na moto, uma moto grande que fez ela ficar empinada, o short foi engolido pela sua bunda, um espetáculo, notei João olhando fixamente e dando uma ajeitada no ‘’bixo’’.
Naquele dia nada demais aconteceu, somente risadas olhares.
No dia seguinte cedo, estávamos tomando café, pra logo sair, então ela me fala:
-Amanhã é aniversario do seu amigo e você não vai dar nada pra ele?
Vi ali naquela pergunta a chance que eu precisava:
- Vou dar você de presente pra ele.
- Será que ele vai gostar? Respondeu ela sorrindo
- Vai sim- disse eu
- Olha, olha, fica brincando depois vai se arrepender viu – disse ela rindo
E o assunto morreu aí
Arrumamos umas coisas pois íamos passar a noite e voltar no domingo, ela pegou algumas roupas pra gente e fomos.
Depois da mudança descarregada, começamos a ajudar na arrumação, já passava das três da tarde, ela foi tomar um banho pra refrescar, saiu do banheiro com um micro short branco, um top roxo que mau cobria os seus seios grandes, (tenho fotos pra quem quiser ver) João olhou fixamente, era nítido, sem sutiã e sem calcinha, uma vizinhança movimentada, ela seminua, não tinha quem não olhava, numa pontinha de ciúmes que me deu falei no ouvido dela:
- Está meio exagerado pro horário ne?
Ela me deu m beijo gostoso e sussurrou no meu ouvido:
- Está com ciúmes? Achei que ia me dar de presente, se já está se incomodando agora, imagina quando ele ‘’desembrulhar’’ o presente.
Confesso, o pau endureceu instantaneamente, ela abraçada comigo sentiu na hora pulsando contra o corpo dela.
Ela continuou no meu ouvido:
- Só pra ficar bem claro, não quero que você responda com palavras, só concorde com a cabeça, estamos pra atravessar uma linha sem volta, então me diz, você quer me dar de presente pro seu amigo hoje? Está ciente que isso inclui eu chupar o pau dela? Deixar fazer o que quiser comigo?
Concordei com a cabeça, meu corpo pulsava, uma euforia danada, coração acelerado.
Me beijou de novo, coisa que estávamos fazendo muito, beijos apaixonados mesmos, só quem é casado a muito tempo sabe que isso esfria bastante.
Ficou super comportada, apesar de estar seminua, a noite foi avançando, comemos pizza, umas cervejas, mas ela não bebeu nada.
Deu meia noite, 7 de setembro, aniversario, demos os parabéns e aquela coisa toda de aniversário.
- Trouxemos um presente – disse ela – está no quarto, só não está embrulhado.
Fiquei meio na duvida se realmente era o que eu estava pensando.
- Meu marido não te disse? Foi ideia dele – fiquei meio apreensivo, tentando relaxar.
- Me da uns 10 minutos que eu vou embrulhar e trago – disse ela já indo depressa pro quarto.
Joao respondeu:
- Poxa gente, vocês não já estão me ajudando, não precisa de nada não, se incomodar pra que? E não precisa embrulhar não, a gente sempre rasga a embalagem.
Me dei conta de que ele não fazia a mínima ideia, ele perguntou oque era, disse que não tinha certeza doque era.
Alguns minutos depois ela grita do quarto:
- Estou indo com o presente, espero que goste.
Ela pós a mão pra fora do quarto com uma sacola, aí eu já não entendi nada, pediu pra João pegar e sentar no sofá e dizer oque achava, fiquei totalmente perdido, será que que ela desistiu? Só alimentou a esperança? Realmente ela tinha trazido um presente?
Joao pegou a sacola sentou no sofá abriu olhou pra mim e disse:
- Está vazia
Ela respondeu abrindo a porta:
É que eu não cabia aí dentro
La estava ela, com um salto fino enorme, um conjunto de fio dental e Cropped Corset vermelho, maquiagem forte batom ultra vermelho, cabelos soltos, silencio total, só o som do salto batendo no piso.
Chegou na frente dele, ajoelhou tirou o pau dele pra fora e caiu de boca, chegava a estralar o barulho de tanto que ela babava, os sons de ânsia de quando ia fundo na garganta dela, sim, ele é dotado, nunca tinha visto, em anos de casamento nunca engoliu meu pau daquele jeito, a garganta dela inchava quando a rola descia fundo.
Por um instante hesitei e sai da sala, peguei uma cerveja e sai pra fora, o arrependimento estava batendo forte, fiquei lá fora uns 10 minutos, queria voltar, mas com medo doque ia ver.
Volto a sala, lá estava minha amada esposa de 4 no tapete, abrindo a bunda com as mãos, na hora vi a aliança no dedo dela, calcinha de lado, e aquele mastro indo fundo nela, ele pisando na cabeça dela, cada estocada era um grito tímido, não aguentou muito, com um urro quase animalesco, João gozou fundo na bct dela, ele se levantou e foi ao banheiro, ela ficou la, de 4 pra mim, aquela coisinha linda que eu via, agora inchada, aberta piscando e escorrendo...
João saiu do banheiro pegou ela pela mão, levou pro quarto dele me deu boa noite e trancou a porta. La fiquei ouvindo minha esposa gemer, escutando os tapas que ele dava nela, xingando e dizendo que puta tem que apanhar na cara.
Fui pro quarto tentar dormir, acordei com ela chegando de mansinho e deitando do meu lado, seu corpo estava quente, cheirava a porra, comecei a passar a mão nela muito excitado.
-Não – disse ela – ele acabou comigo.
- Me mostra então – pedi
Ela levantou ligou a luz, vi seu corpo todo vermelho, marcas de mordida no pescoço, olhos vermelhos, ela ficou de 4 e seu cuzinho estava dilacerado, vermelho, cheio de fissuras, sinais de sangramento.
- Oque aconteceu? - Perguntei espantado
- Calma disse – ela
- Eu o deixei fazer o que quisesse, ele me amordaçou, me amarrou, me bateu bastamante, e eu me gozei com isso varias vezes, me enforcou até desmaiar, quando acordei já estava socando no meu cu, relaxa gostei muito da experiencia.
Adormecemos ali abraçados, ela dando leves gemidos de dor.
Pela manhã acordamos, dei uma olhada, estava extremamente inchado, parecia que o cuzinho dela estava virado pra fora, encontramos ele na cozinha passando café, me perguntou:
- é meu aniversario ainda, ela ainda é meu presente?
- Sim – respondi
Ele deitou no sofá tirou o pau pra fora e mandou ela sentar, mas enfiando atrás, imaginei que por estar muito machucada ia recusar, mas la foi ela igual uma cadelinha submissa sentou de costas pra ele olhando pra mim gemendo de dor, escorria lagrimas de seus olhos, mas em poucos minutos ela já sentava com tudo, subindo e descendo, gemendo descontrolada dessa vez, bem devassa, não sei onde ia tudo aquilo dentro dela
Não resisti o tesão, tirei a roupa e subi por cima dela, ela chorava com os olhos vermelhos, numa dupla penetração louca, ela agarrada em meu pescoço gemendo e falando baixinho o quanto me amava...
Ficamos dois dias praticamente na casa de João, arrumamos algo na casa? Coisa nenhuma, foram dois dias praticamente só usurpando o corpo da minha amada, confesso que ela ficou bem machuca, porem adorou a experiencia, nem ela sabia que a dor a excitava.
Em breve mais relatos.
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