Depois que transei com Jarbas, passei o dia pensando o porque tinha feito aquilo, sou acostumada principalmente na academia levar cantada de vários homens, bonitões e saradões e nunca dei atenção, Jarbas não é nada disso e eu que fui pra cima dele, ele nunca havia falado nada comigo, nunca fez nenhuma insinuação além de alguns olhares discretos, sempre fui muito recatada e até um pouco medrosa em tomar algumas atitudes, os namorados que tive na adolescência sempre esperei que eles viessem a mim, e não entendi porque eu fui pra cima de Jarbas totalmente sem pudor
A noite quando fui dormir ainda pensava nisso, não estava excitada, não queria sexo, só queria ficar agarrada ao meu marido, como se o abraço dele me protegesse dos meus maus pensamentos e atos, dos meus erros era como uma garantia que eu não cometeria esses erros novamente, era minha proteção
No outro dia fui pra academia ainda com meus pensamentos fervilhando, não era arrependimento mas tinha consciência que o que tinha feito era errado e que não poderiam nunca se repetir, voltei pra casa entrei no elevador rezando para não encontrar Jarbas pois não sei com que cara olharia para ele, fiquei lembrando que ele tinha dito para eu ir no apartamento dele, ser a puta dele mas eu jamais faria isso, desci do elevador olhei para a porta dele que ficava em frente e segui para minha casa, no meio do corredor parei, fiquei alguns segundos parada, alguma força ou algo não me deixava caminhar, dei meia volta e fui em direção ao apartamento de Jarbas, sabia que estava cometendo um erro mas não conseguia resistir
Toquei a campainha, esperei alguns segundos e Jarbas abriu a porta, vestia apenas a calça do pijama, me encarou deu um sorriso malicioso e disse
- Você voltou? Entre vou lhe transformar na minha puta minha cachorra
Entrei sem falar nada, é como se meu corpo tivesse vontade própria superando minha razão, fui direto para o quarto e fiquei em pé ao lado da cama, Jarbas veio por trás de mim ficou beijando meu pescoço e massageando meus seios, logo tirou minha blusa deixando meus seios expostos e começou a mamar e chupar dando leves mordidas no mamilo e alguns tapas no meu rosto
Mandou eu me ajoelhar, tirei a calça do pijama e abocanhei a sua rola, fiquei chupando, batendo punheta e massageando seus ovos, as vezes ficava com a boca parada e ele ficava fudendo minha boca fazendo vai e vem, parava enfiava o máximo a rola na minha boca até eu engasgar e tirava, pegava o pau cheio de baba e esfregava na minha cara
Depois de muito lhe chupar me deitou na cama, tirou minha calça me deixando totalmente nua e começou a me lamber, sua língua e seus dedos passeavam na minha buceta e no meu cu até eu gozar, ele se levantou foi até até o guarda roupa e ficou tirando alguns objetos
Foi jogando na cama, uma algema, uma coisa tipo um cinto com uma bola no meio, uma vara com um chicote e alguns consolo, um pouco surpresa e assustada eu disse que não queria aquilo, ele me olhou com cara séria e disse:
- Psiu! Eu não lhe perguntei nada, puta aqui não tem escolha, eu disse que você seria minha cachorra então fique calada, mas não se preocupe vou começar devagar
Não sei porque obedeci, assustada, ofegante e excitada, coloquei meu braços para trás ele algemou, em seguida pegou a vara e começou a bater nos meus seios e na minha bunda, a principio de leve mais depois com força, quando ameacei gritar ele pegou a cinta com a bola e prendeu na minha boca me impedindo de falar
Fiquei assustada mas não estava com medo, pelo contrario fiquei excitada, ele me colocou de quatro e me penetrou, ainda dando chicotadas na minha bunda, as chicotadas eram doloridas mas não sei porque eu estava gostando, era como se eu quisesse ser punida, sofrer pela coisa errada que estava fazendo, então ele disse que se eu prometesse ficar calada ele liberava minha boca, balancei a cabeça dizendo que concordava, aquele negocio na boca era muito incomodo e doía meu maxilar
Ele ficou me fudendo um bom tempo, depois largou o chicote pegou alguns consolos e enfiou na minha buceta, as vezes era alguns doloridos mas em nenhum momento eu disse nada ou reclamei, fiquei calada deixando aquele homem fazer suas maldades comigo, num certo momento ele pegou um consolo duplo que foi penetrando minha buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo
Nunca fiz sexo anal com meu marido, tentamos algumas vezes mas não foi legal principalmente pra mim, e ele nunca chegou a enfiar o pau por inteiro no meu cu, quando começava a doer a gente já parava e não concluía, mas agora eu estava com pinto de borracha forçando a entrada do meu cuzinho, e como não era algo muito grosso doeu apenas um pouquinho no inicio depois comecei a gostar
Ainda algemada, de quatro Jarbas brincava com minha buceta e meu cuzinho, enfiando diversos consolos de tamanhos e formatos diferente, depois resolveu me fuder com sua rola, ficou fudendo minha buceta, tirou e apontou no meu anel, mesmo meu cuzinho já um pouco relaxado por conta dos consolos que ele enfiou, quando ele foi empurrando sua rola foi dolorido, não falei nada, também sabia que de nada adiantaria, ele não iria parar mesmo que eu pedisse
Então me preparei para ser enrabada de verdade, a dor era grande eu fazia caretas e isso o deixava mais excitado
_ Que cuzinho apertado, já vi que o babaca do seu marido não come, onde já se viu uma puta de cu virgem? Eu vou fuder ele até cansar e gozar, vou encher ele de porra
Começou a me castigar e depois de um bom tempo ou meu cu ficou anestesiado ou tão arrombado que eu já não sentia mais dor, até comecei a gostar, ele ficou alternando fodendo meu cu e minha buceta, pegou novamente a vara e dava chicotada nas minhas costas, segurava meus seios e beliscava meus mamilos, quanto mais ele me fazia sofrer mais eu gostava, então ele segurou com força meus cabelos, senti o corpo dele estremecendo e meu cu se enchendo de porra
Depois que ele gozou chegou no meu ouvido e disse
- Vou soltar as algemas, quero que você pegue com as mãos a porra que escorrer do seu cu e coloque na boca
Não sei porque mas não consigo resistir as ordens dele, então fiz o que ele mandou, fiz força como se estivesse cagando para expelir o máximo de porra do meu cu, e depois levei minhas mãos a boca e fiquei lambendo, ainda chupei o pau dele um bom tempo
Fui pra casa toda dolorida e até com algumas marcas no corpo, tanto que tive cuidado de esconder do meu marido pois não teria como explicar, a partir dali sabia que minha vida seria outra, que voltaria outras vezes na casa de Jarbas e que ele faria coisas ainda piores comigo, e eu iria gostar, seria o meu vicio, e como todo viciado algo muito difícil de se libertar


Opa Bruna que tesao fiquei super excitado doido pra fazer isso com minha mulher