O sexo com Jarbas é selvagem e dolorido, muitas vezes me deixam com marcas e hematomas no corpo, de tal forma que procuro esconder do meu marido pois ficaria difícil explicar, porém é algo me excita, andei pesquisando e talvez um dos motivos porque eu gosto desse tipo de sexo, além de ser algo diferente totalmente do que faço com meu marido, muito se deve pelo fato de que a primeira vez que fiz sexo com Jarbas, foi quando machuquei meu tornozelo e estava muito dolorido, então meu celebro junta o prazer com a dor me causando adrenalina e excitação.
Claro que por ter uma vida muito certinha como mulher e mãe de família, transar com o vizinho, um homem bem diferente do meu marido, toda atmosfera, o perigo se ser pega, o proibido, tudo isso excita, como certo dia estava no elevador com meu marido e Jarbas entrou, ficou por trás de mim apertando minha bunda com a mão por dentro da minha saia e eu me controlando para meu marido não perceber nada.
Mas ser submissa a ele, muitas vezes humilhada, fazendo coisas que fogem totalmente da minha natureza, da razão e do bom senso, onde me submeto a situações vexatórias, é como um vicio que não consigo me livrar por mais que eu lute
São situações que minha psique sabem que são totalmente ruins para mim, mas mesmo assim me submeto a elas como por exemplo, Jarbas diz que ele não está para me satisfazer e eu que tenho que satisfaze-lo, por isso só transamos quando ele quer e não quando eu quero
Certa vez fui na casa dele e ele me expulsou, disse que não me queria que só era para eu ir quando ele chamasse e ainda completou que estava chegando duas meninas pra ele fuder, outro dia numa manhã o procurei e ele disse que não teria tempo pra mim, me humilhei praticamente implorando, ele então mandou eu tirar a roupa, pegou um plug anal e enfiou no meu cu, disse que a tarde eu poderia voltar mas teria que passar a manhã toda com o plug enfiado no meu cu, eu disse que a tarde não poderia pois minha filha estaria em casa, ele mandou eu me virar se quisesse fuder naquele dia, mas que não poderia tirar o plug até me encontrar com ele, naquele dia ou no outro
Eu poderia tirar o plug e só colocar quando fosse vê-lo, mas não sei porque obedeço as ordens dele, passei a manhã com aquilo enfiado no meu cu, me excitando o tempo todo, tanto que inventei uma desculpa para deixar minha filha na casa dos meus pais para ir na casa de Jarbas naquela mesma tarde
Mas a pior situação, quando fez a ficha cair de que eu tenho que me livrar disso, foi quando um dia depois de fuder, apanhar e sofrer nas mãos dele, ele me disse que tinha uns amigos para me apresentar
- Venha amanhã, coloque uma lingerie bem bonita e sexy que vai vir uns amigos aqui pra gente brincar
Na hora demorei a processar, mas depois perguntei se era sério, se era para fazer uma orgia com ele e os amigos, diante na resposta positiva dele eu respondi que não, jamais faria aquilo que ele estava louco, ele segurou no meu braço com força e disse
- Eu não estou perguntando nem pedindo permissão a você, estou mandando, já lhe disse que puta não tem opinião, vá embora e volte amanhã
Saí da casa dele morrendo de raiva, decidida a não continuar com aquela situação, eu tinha chegado no fundo do poço e era hora de dar um fim aquilo
No outro dia nem pra academia eu fui, não queria passar em frente a porta dele e ser tentada a entrar, fiz de tudo para afastar qualquer pensamento ou desejo de ir vê-lo, tomei um banho e quando fui na gaveta onde guardo minhas roupas intimas, peguei um conjunto preto de sutiã e calcinha, vesti e fiquei me olhando no espelho me achando linda e sexy, coloquei um vestido leve e me dirigi a casa de Jarbas
Eu não entendo o que me faz agir assim, sei que é errado que não deveria fazer, mas é mais forte que minha razão, meu corpo entra em chamas, toquei a campainha e Jarbas abriu a porta me pegou pela mão me levando até os amigos e disse:
- A puta chegou, vamos começar a festa e arregaçar essa cachorra
Eram três homens mais ou menos na idade de Jarbas, pelo o estilo e as tatuagens todos motociclistas, do jeito que entrei calada eu fiquei, como uma muda, me levaram para o quarto e tiram minha roupa e ficaram por um bom tempo me admirando de calcinha e sutiã enquanto Jarbas me rodopiava, me exibindo como um troféu, uma mercadoria, um objeto, um presente que serviria aos amigos
Depois dos elogios vierem os três e começaram a me beijar enquanto Jarbas só olhava, foram arrancando meu sutiã e minha calcinha puxando e rasgando tudo, me jogaram na cama totalmente pelada e Jarbas de a ordem
- Prendam ela, vamos fazer a puta sofrer um pouquinho
Então amarraram meu pulso direito com o tornozelo direito, o pulso esquerdo com o tornozelo esquerdo, colocaram um travesseiro no meu quadril, me deixando como um galeto de padaria, arreganhada com os pés e mãos para cima, deixando minha buceta e meu cuzinho mais exposto e começaram as maldades
Eram chicotadas na bunda, na cara e nos seios, objetos e consolos eram introduzidos na minha buceta e no meu cu, também eles me fodiam enfiando suas rolas na minha buceta ou no meu cuzinho e também na minha boca para eu chupar, puxões de cabelo cuspes no meu rosto, me usavam e abusavam de todo jeito, mas confesso que estava excitada e gozei várias vezes com tantas rolas diferentes me fudendo
Então resolveram me desamarrar, um deles deitou na cama e mandou eu sentar nele, e assim o fiz ajeitei sua rola na minha buceta e comecei a quicar subindo e descendo e rebolando com a rola na minha buceta, ele então me envergou deixando meu cuzinho levantado, sabendo qual ara o objetivo, me preparei para ser enrabada e um deles veio por trás e enfiou a rola no meu cuzinho, comecei a gemer com as duas rolas me fudendo e fazendo uma DP pela primeira vez, mas fui calada quando um colocou a rola minha boca
Ficaram mudando as posições mas sempre eu sendo fudida com três rolas, no cu na buceta e na boca ao mesmo tempo então gozei novamente, então me tiraram da cama e me ajoelharam em cima de um tapete plástico que ficava aos pés da cama, fizeram um circulo em minha volta e comecei a chupar um e depois o outro
Chupava uma rola e com as mãos batia punheta em outros dois, as vezes colocava duas rolas boca, davam tapas e cuspidas na minha cara e um por um foi gozando no meu rosto e boca, eu estava de olho fechado com a cara cheia de porra quando senti um jato de mijo no meu rosto, assustada abri o olho e antes que eu falasse qualquer coisa, Jarbas puxou meus cabelos colocando meu rosto para trás e disse:
- Fique calada e abra a boca, vamos pessoal dá um banho nessa puta safada, vamos marcar o território como os cachorro fazem, vamos batizar a essa cachorra
Começaram então a mijar em mim, eu fazia de tudo para não beber aquele mijo mas devido a grande quantidade de urina na minha boca que iam para a garganta eu tinha que engolir, mijaram todo meu rosto deixando meus cabelos ensopados, quando terminaram disseram que eu só poderia sair depois que eu também fizesse xixi, então comecei a urinar enquanto eles mexiam na minha buceta, confesso que a sensação do mijo saindo e mãos passeando na minha buceta era gostosa, eles apenas usaram a mão mas não beberam o meu mijo
Quando terminei de urinar ficaram rodopiando meu corpo e esfregando meu rosto no meu mijo misturado com os deles um bom tempo e depois me liberaram, minha calcinha e meu sutiã estavam rasgados e não tinha como usar, então coloquei meu vestido e fui para casa
Corri para o banheiro e fui tomar meu banho, por mais que eu esfregasse e usasse o sabonete, a sensação era que o cheiro do mijo ainda estava em mim, então sentei no box com a água do chuveiro caindo sobre mim e comecei a chorar
pensando no que eu havia me transformado? Por quê tenho feito essas coisas? Por quê deixo Jarbas fazer tudo isso comigo? Eu precisava resistir, lutar contra as minhas vontades, não ir na casa dele, não obedecer a tudo que ele manda
E assim venho fazendo, as vezes ele me chama mas não vou de imediato, fico me segurando por uns dias, mas quando não consigo resistir e vou, ele me castiga por não ter atendido quando ele chamou, tenho insistido com meu marido para nos mudar, para o mais longe possível desse prédio, de Jarbas, invento mil desculpas e razões para isso, talvez eu me afastando dele eu consiga me libertar desse vicio, dessa escravidão

