Categoria: Grupal
Data: 15/08/2026 11:42:24
Última revisão: 15/08/2026 15:32:30
Assuntos: Amigos, Anal, Casais, Dominação, Esposa, Esposinha, Exibicionismo, Exibida, Férias, Golden Shower, Grupal, Mijada, Nudismo, Oral, Swing, Viagem.
Meu nome é Tufão. Tenho cinquenta e quatro anos, sou coordenador de segurança, Estava casado com a Ana Martha há mais de 18 anos. Sempre fui o tipo de homem que gosta de manter as coisas sob controle. Pelo menos foi o que eu acreditei até Maiorca.
A viagem tinha sido ideia minha. Chamar o Guto(Gustavo)e a Carol(Carolina) parecia perfeito: dividíamos custos, tínhamos companhia e ninguém precisava forçar conversa. Éramos amigos de anos.. Mas havia uma verdade que eu nunca tinha admitido em voz alta: eu morria de vontade de comer a Carol. Desde o primeiro dia em que a conheci. Morena, mignon seios perfeitos, cintura marcada, aquela risada baixa e a forma como se mexia, fresquinha e patricinha Quantas vezes eu tinha batido punheta no banheiro imaginando ela de quatro, os peitos balançando, me pedindo mais. Eu escondia isso atrás de piadas e de um respeito forçado. Mas o desejo estava lá, constante, insistente.
Os primeiros dias em Maiorca foram um exercício de autocontrole. Eu via a Carol de biquíni, a bucetinha marcada. Via ela rindo com a cabeça jogada para trás e sentia o pau latejar. Ao mesmo tempo, observava minha própria mulher. Ana Martha aos quarenta ainda era uma visão: seios pesados, bunda empinada, aquele jeito de andar que fazia qualquer homem virar a cabeça. Eu gostava de ver os outros olhando para ela. Especialmente o Guto. E o Guto olhava.
A virada começou num jantar em casa.
Tínhamos comprado marisco fresco, queijos, azeitonas e várias garrafas de vinho branco bem gelado. A mesa na varanda estava descontraída. A segunda garrafa já estava pela metade e o vinho começava a fazer o trabalho: as vozes um pouco mais altas, as risadas mais soltas, os corpos mais moles nas cadeiras.
As meninas estavam decidindo o roteiro do dia seguinte. A Carol, ainda na fase certinha, segurava o celular com as duas mãos e lia em voz alta:
— Olha essa… Es Trenc. Parece linda. Areia branca, água cristalina, quilômetros de praia quase deserta. Aqui diz que é uma das mais bonitas de Maiorca.
A Ana Martha se inclinou para ver a tela, a alça do vestido já escorregando um pouco do ombro por causa do vinho.
— Nossa, é linda mesmo. Mas espera… puxa mais pra baixo.
A Carol desceu a página. O sorriso dela sumiu devagar. Ela leu a última linha em voz alta, a voz de repente mais baixa:
— “…área naturista. Nudismo liberado em boa parte da extensão.”
As duas se entreolharam. A Carol foi a primeira a falar, já fechando o site:
— Então não vai acontecer. Pena. Parecia perfeita.
Eu troquei um olhar rápido com o Guto. O vinho já tinha soltado a gente o suficiente. Eu perguntei, provocando, mas ainda num tom leve:
— Por que não vai acontecer? Vocês têm vergonha?
O Guto completou, sorrindo de lado:
— É, fala a verdade. Medinho de tirar a roupa?
A Ana Martha deu um gole longo no vinho e soltou a primeira reclamação, já com a face corada:
— Não é medo… é que meus peitos são grandes demais. Sem sutiã ficam pesados, caem um pouco. Fica estranho.
A Carol, que até então estava mais contida, deu um gole generoso — o vinho já soltando a língua comprida dela — e rebateu na hora, meio sem graça, meio ousada:
— Eu nem me preocupo com peito. Meu problema é a celulite. Na praia de biquíni ainda dá pra disfarçar, mas nua… todo mundo vai ver.
As duas se viraram uma para a outra e começaram a se elogiar de um jeito quase inocente, mas o álcool já deixava o tom mais quente.
— Celulite? Carol, pelo amor de Deus. Suas pernas e sua bunda são ótimas. Não tem celulite nenhuma que apareça de verdade.
— E você falando de peito caído? Ana Martha, seus peitões são lindos. Pesados e firmes. Qualquer homem ia babar.
A Carol olhou para mim e para o Guto, de repente tímida de novo, mas a curiosidade já vencia a postura certinha. Ela perguntou de um jeito genuinamente inocente, como quem só quer uma opinião sincera:
— E aí, sério… o que vocês acham? Fala a verdade. Os peitos da Ana Martha ficariam estranhos nua? E a minha celulite… aparece muito?
O Guto riu baixo, o vinho deixando a resposta mais direta:
— Carol, celulite nenhuma. Essa bunda pedia pra ser vista sem nada. E a Ana Martha… esses peitões são dos mais gostosos que eu já vi. Qualquer um olharia.
Eu completei, sentindo o estômago revirar de excitação, a mão já mais ousada na coxa da Ana Martha:
— Concordo. Vocês duas estão se cobrando à toa. Nua, as duas ficariam incríveis. Eu adoraria ver.
A Ana Martha me olhou de lado. Eu conhecia aquele brilho: ela sentia tesão em ser olhada, mas tinha vergonha de admitir. O vinho, porém, já tinha baixado a guarda dela. Ela deu um gole, apertou as coxas e falou baixo:
— Vocês só falam isso porque estão bêbados.
A Carol, agora com a língua completamente solta, riu alto e apontou o dedo para a Ana Martha:
— E você está vermelha porque gostou de ouvir. Admite. Você fica toda molinha quando alguém fala que quer te ver nua… principalmente esses peitões.
A Ana Martha abriu a boca para protestar, mas o vinho traiu o sorriso dela. Eu senti o pau reagir. O Guto já tinha a mão na nuca da Carol, os olhos brilhando.
A conversa tinha começado com roteiro de praia e site de turismo. Em poucos minutos, sob o efeito do vinho que não parava de subir, tinha virado elogio, provocação e um desejo mal disfarçado.
No dia seguinte fomos a Es Trenc.
Eu tirei a sunga quase na mesma hora que o Guto. O tecido caiu e o pau balançou livre, ainda mole, mas já começando a reagir só de imaginar o que vinha. O sol batia forte. A areia queimava de leve nos pés. A Carol estava parada na frente da toalha, os braços cruzados sobre o peito, o biquíni ainda no lugar. Ela estava sóbria. Completamente sóbria. E isso mudava tudo.
Ela olhou para os lados, depois para o Guto, depois para mim. O rosto dela começou a ficar vermelho desde o pescoço. A mão direita subiu e puxou a alça do top, como se quisesse garantir que ainda estava no lugar. Eu via o conflito claro: a curiosidade da noite anterior brigando com a vergonha de agora.
— Eu… não sei se consigo — murmurou, a voz baixa, quase infantil.
O Guto se aproximou e beijou a têmpora dela.
— Só a gente, amor. Ninguém vai julgar.
A Carol respirou fundo. Os dedos tremiam quando desataram o nó do top. O tecido caiu. Os seios dela apareceram — não tão grandes quanto os da Ana Martha, mas firmes, arredondados, os mamilos rosados já um pouco contraídos pelo vento. Ela imediatamente cruzou os braços na frente do corpo, tentando se cobrir. O rosto estava em chamas. Eu senti o estômago revirar. Era a primeira vez que eu via a Carol pelada de verdade. Não numa fantasia. Não de biquíni molhado colado. Pelada. A pele clara, a linha da barriga, o umbigo, a curva da cintura. Eu engoli seco.
Ela hesitou de novo na parte de baixo. Os polegares ficaram presos no elástico da calcinha por longos segundos. Depois, num movimento rápido e envergonhado, puxou para baixo. A calcinha deslizou pelas coxas e caiu na areia. A buceta apareceu, lisa, o monte de vênus suave. Ela imediatamente virou o corpo de lado, tentando esconder o máximo possível, as mãos cobrindo a frente.
— Meu Deus… — sussurrou, quase para si mesma. — Estou morrendo de vergonha.
Eu forcei o olhar a não ficar colado nela. Mas era impossível. A primeira vez que eu via a Carol nua estava acontecendo bem na minha frente, sob o sol de Maiorca, e meu pau já começava a engrossar sem eu poder controlar.
A Ana Martha, ao meu lado, observava tudo em silêncio. Eu conhecia aquele brilho nos olhos dela: tesão em ser olhada misturado com vergonha de admitir. Ela demorou mais um pouco. Depois, sem dizer nada, desatou o top. Os peitões pesados caíram livres, grandes, firmes, os mamilos escuros já duros. Ela não tentou cobrir. Ficou parada, o peito subindo e descendo, como se estivesse se forçando a aguentar o olhar de todos. Depois puxou o fio-dental. A calcinha desceu. A buceta apareceu, o cuzinho rosado entre as nádegas. Ela deu um passo à frente, quase desafiando, mas o jeito como apertou as coxas uma na outra entregava a vergonha que ela tentava esconder.
Eu fiquei entre as duas mulheres nuas.
A Carol ainda tentava se cobrir com os braços e as mãos. A Raquel, apesar do desconforto, já caminhava com os seios balançando pesados a cada passo. Nós quatro começamos a andar pela areia. Eu ficava alternando o olhar de um jeito quase doentio: a bunda da Carol se mexendo na minha frente — as nádegas firmes, a marca clara do biquíni, o jeito tímido como ela tentava não rebolar — e os seios da Ana Martha balançando ao lado, pesados, hipnóticos, a cada passo.
O grupo se comportava de formas diferentes. O Guto caminhava perto da Carol, a mão ocasionalmente tocando a cintura dela, como se a protegesse. A Carol falava pouco, ria nervoso quando algum desconhecido olhava demais, e várias vezes tentava cobrir os seios com o braço. A Ana Martha, por outro lado, apesar da vergonha, parecia alimentar o próprio tesão. Ela não se cobria. Deixava os peitões livres. E toda vez que um homem passava e demorava o olhar, eu via o corpo dela reagir: os mamilos ficavam mais duros, a respiração mudava. Ela gostava. Odiava admitir, mas gostava.
Paramos numa área mais afastada. Deitamos nas toalhas. A Carol se deitou de bruços imediatamente, escondendo os seios e a buceta. A Raquel se deitou de lado, os peitos caídos sobre a areia, sem se importar tanto. Eu e o Guto ficamos sentados, o pau já semi-duro, tentando disfarçar.
O tempo passou. O sol, o vento, a normalidade forçada. Aos poucos a Carol foi relaxando. Primeiro tirou o braço de cima dos seios. Depois virou de lado. Depois, quase no final da tarde, se sentou e deixou tudo à mostra, o rosto ainda vermelho, mas já menos tenso. A Ana Martha, a essa altura, já caminhava até a água completamente nua, os peitões balançando, claramente consciente de cada olhar que recebia.
No final da tarde voltamos para a casa.
O sol ainda estava alto o suficiente para queimar a pele, mas o vento já tinha esfriado. Ninguém falou muito no carro. A Carol ia no banco da frente, o vestido de praia colado no corpo nu por baixo, os braços cruzados como se ainda tentasse se proteger. A Ana Martha, ao meu lado no banco de trás, olhava pela janela em silêncio, os peitões marcando o tecido fino. Eu sentia o cheiro de protetor, sal e excitação contida impregnado em todo mundo
Continua...